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Paciente espera há 4 dias por vaga de UTI em Machado no Sul de Minas


Homem sofreu acidente de carro e precisa de vaga.
Ele perdeu transferência pois precisou ser levado para exames em Alfenas.

Um paciente de 32 anos que está internado na enfermaria do Hospital de Machado espera há quatro dias por um leito em uma UTI. Ele já foi cadastrado na lista do Sus Fácil, o programa estadual de regulação de vagas de urgência, mas não consegue ser transferido. Uma vaga até apareceu em Três Corações, mas o paciente perdeu a transferência porque estava fazendo exames em outra cidade. Hoje ele divide o quarto com outros três pacientes, sem nenhum aparelho de monitoramento.

Renato Caetano da Silva chegou ao Pronto-socorro de Machado (MG) na noite deste domingo (8) após sofrer um acidente de carro. Segundo o hospital, ele apresentava fraturas pelo corpo e traumatismo craniano. Desde então, ele aguarda uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva, que não existe na cidade.

Segundo a assessoria de imprensa do Sus Fácil, a responsabilidade de transportar o paciente é da prefeitura, que não teria providenciado o transporte em tempo hábil para levá-lo até o Hospital de Três Corações. O secretário de Saúde de Machado, Douglas Moreira dias, disse que como o paciente estava em Alfenas fazendo uma tomografia, que também não existe no município, ele não pôde ser transferido imediatamente. Ainda conforme o secretário, quando o paciente retornou a Machado, uma UTI móvel já esperava para fazer a transferência, mas a vaga já não existia.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, a informação é de que o Sul de Minas possui 202 leitos de UTI adultos, mas o número é insuficiente. Segundo a secretaria, há um déficit de 28 leitos de UTI adultos na região.






Fonte: informações G1

Ladrão furta agência de empregos em SP e deixa bilhete pedindo vaga

Após furtar uma agência de empregos, um ladrão deixou um bilhete em um dos balcões pedindo trabalho, pois já estava "cansando de roubar". O caso ocorreu em Americana, interior de São Paulo. "Vou levar só os notbooks. Deixo os computadores, mas, por favor, arrumem um emprego pra mim. To cansado de roubar", dizia o bilhete.

Segundo o delegado Alfredo Luís Ondas, que estranhou o fato do invasor ter deixado outros objetos de valor, a carta não passa de uma gozação. Como o escritório não têm câmeras de vigilância, não há pistas da identidade do ladrão ou até mesmo se o furto envolveu uma única pessoa.

Conforme informações dadas pela empresa à polícia, os notebooks valiam em torno de R$ 2 mil. Nos equipamentos, estão armazenados dados pessoais de candidatos em busca de colocação profissional.










Fonte:otempo.com.br