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Médico é suspeito de estuprar doente mental no Hospital

O profissional da saúde teria sido interrompido por um colega quando tentava tirar a calcinha da paciente, que tem distúrbios mentais

A Delegacia de Mulheres começou as investigações nesta quinta-feira (14) sobre um suposto estupro de vulnerável dentro do Hospital Galba Velloso, no Bairro Gameleira, Região Oeste de Belo Horizonte. Um médico é suspeito de tentar estuprar uma paciente com distúrbios mentais na quarta-feira (13). A natureza do caso (estupro de vulnerável) está descrita no boletim de ocorrência de número 1250659, mas depende de interpretações, segundo advogados.


A Polícia Militar foi acionada pela mãe da paciente, de 31 anos. A mulher ligou para a mãe avisando que um médico a havia acariciado e, quando tentava retirar a calcinha dela a força, foi interrompido por um colega. O suposto assédio teria acontecido no momento da retirada de um gesso do braço esquerdo dela.


O segundo médico teria pedido para que ela assinasse um papel e prometeu que tomaria providências sobre o caso. Os militares conversaram com a chefe de enfermaria da ortopedia do Hospital e não conseguiram encontrar os supostos envolvidos.


A paciente estava consciente, mas dopada porque havia tomado um remédio forte para dor. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, na ficha da mulher não havia o nome do responsável pela retirada do gesso. Ela foi internada no dia 4 deste mês, sofreu cirurgia na última segunda-feira e tem a previsão de alta para esta quinta-feira. A assessoria afirmou que a direção do Hospital está apurando o caso.










Fonte:hojeemdia.com.br

Americana violentada por 18 anos detalha seu caso na TV


Uma californiana que foi sequestrada quando era criança e violentada de maneira regular durante os 18 anos de cativeiro descreveu os detalhes dos abusos na primeira entrevista concedida a um canal de televisão.

Jaycee Dugard, que tinha 11 anos quando foi raptada em 1991 por Phillip e Nancy Garrido, descreveu os momentos em que deu à luz a duas filhas e como as crianças a ajudaram a seguir adiante.

Dugard descreveu o primeiro parto, quando estava sozinha em um jardim com apenas 14 anos, como a experiência mais dolorosa de toda sua vida.

Mas ao ver a filha pela primeira vez, entendeu que não estaria mais sozinha.

"Tinha alguém mais que era meu... e sabia que não deixaria que nada acontecesse com ela", disse ao canal ABC.

Phillip Garrido foi condenado em junho a 431 anos de prisão e sua esposa a 36 anos, depois que o casal admitiu culpa nos crimes que comoveram os Estados Unidos e o mundo.

Jaycee Dugard, que conta a experiência no livro "A Stolen Life" (Uma vida roubada), que será lançado esta semana, disse que contar em detalhes todo o sofrimento a ajudou a obter uma libertação mental.

"Por quê não olhar para os fatos? Sabes, observar até que não provoque mais medo", disse a mulher de 31 anos.

"Não quero mais segredos. Não fiz nada ruim", completou.

"Não é que eu tenha feito algo que provocasse o que aconteceu. E sinto isso ao ter exposto tudo, é muito libertador", disse na entrevista.

Dugard descreveu o momento em que foi sequestrada - 10 de junho de 1991 -, quando seguia para a escola, depois de deixar sua casa em South Lake Tahoe (Califórnia), como o "momento mais horrível".

Ao falar sobre como lidava com os repetidos estupros dos quais era vítima, disse que "há um botão que tinha que desligar".

"Você só faz o que tem que fazer para sobreviver", declarou.

Trechos da entrevistas pode ser assistidos em http://abcnews.go.com/US/jaycee_dugard/jaycee-dugard-interview-diane-sawyer-future-surviving-philip/story?id=14040269








Fonte:pernambuco.com