O promoter Emílio Fernandes Siqueira Araújo, de 34 anos, foi solto nessa terça-feira (10). O empresário foi detido por suspeita de prática de vários golpes utilizando documentos falsos.
De acordo com a Polícia Civil, o promoter conseguiu o benefício de liberdade provisória por meio da alegação de que tem bons antecedentes e é réu primário.
Emílio Fernandes Siqueira Araújo trabalhava em uma das mais luxuosas boates de Belo Horizonte e foi preso no dia 4 de abril, em casa, no bairro Sion, na região Centro-Sul da capital mineira. Ele foi localizado após uma denúncia que o promoter teria comprado um carro com documentos falsos no Espírito Santo. Na casa do promoter, a polícia apreendeu cinco cartões de crédito e cinco identidades falsas com diferentes nomes.
Conforme a Polícia Civil, Emílio Fernandes Siqueira Araújo conseguiu registrar certidões falsas, todas datadas de 2005. Com o documento reconhecido em cartório, ele falsificava CPFs e carteiras de identidade para abrir contas em bancos. Para isso, ele usava nomes parecidos com o dele, com o primeiro nome ou sobrenome reais.
Apesar de ter sito solto, a 3ª Delegacia de Furtos e Veículos de Belo Horizonte continuará a investigar as denúncias feitas contra o promoter.
Fonte:otempo.com.br
De acordo com a Polícia Civil, o promoter conseguiu o benefício de liberdade provisória por meio da alegação de que tem bons antecedentes e é réu primário.
Emílio Fernandes Siqueira Araújo trabalhava em uma das mais luxuosas boates de Belo Horizonte e foi preso no dia 4 de abril, em casa, no bairro Sion, na região Centro-Sul da capital mineira. Ele foi localizado após uma denúncia que o promoter teria comprado um carro com documentos falsos no Espírito Santo. Na casa do promoter, a polícia apreendeu cinco cartões de crédito e cinco identidades falsas com diferentes nomes.
Conforme a Polícia Civil, Emílio Fernandes Siqueira Araújo conseguiu registrar certidões falsas, todas datadas de 2005. Com o documento reconhecido em cartório, ele falsificava CPFs e carteiras de identidade para abrir contas em bancos. Para isso, ele usava nomes parecidos com o dele, com o primeiro nome ou sobrenome reais.
Apesar de ter sito solto, a 3ª Delegacia de Furtos e Veículos de Belo Horizonte continuará a investigar as denúncias feitas contra o promoter.
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