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'Parei com a pinga', diz homem que ficou preso após cair em bueiro

O trabalhador rural Diego de Oliveira, de 29 anos, passou por um susto na madrugada deste sábado (11) em Carmo de Minas (MG). Ele e um amigo estavam embriagados e retornavam para casa a pé às margens da BR-460, quando caiu em um bueiro de cinco metros de profundidade. Ele foi resgatado pelos bombeiros após 4h preso na tubulação.

Diego conta que ele e o amigo Lucas Alves Queiroz haviam bebido uma garrafa de pinga e decidiram parar para descansar. Eles sentaram em uma mureta e pegaram no sono. Foi quando Diego se desequilibrou e caiu no bueiro.

“Quando eu vi já estava lá em baixo, sentindo muita dor no corpo inteiro”, conta o trabalhador. Lucas afirma que estranhou quando acordou e não viu o amigo. “Acordei, não vi ele do lado e achei que ele tivesse ido embora. Daí escutei um gemido e vi que ele estava dentro do buraco”, diz.


Os bombeiros tiveram que resgatar Diego pela rede pluvial, que mede 15 metros de comprimento. Ele foi imobilizado, colocado em uma maca e retirado pelas manilhas. Apesar do susto, ele teve apenas arranhões nos braços e nas costas.


Depois do ocorrido, Diego prometeu ficar longe da bebida. “Eu não vou beber mais, parei com a pinga”, afirma.






Fonte:InformaçõesG1

O "Rei da cachaça" é preso em Minas Gerais

Toni abusava das vítimas desde quando elas tinham 13 anos

Antônio Eustáquio Rodrigues, um dos maiores produtores de cachaça no Brasil, foi preso na terça-feira, dia 12, em Salinas, Minas Gerais, por suspeita de pedofilia e tentativa de homicídio.

De acordo com notícia do jornal O Tempo, o “Rei da cachaça” foi acusado de abusar de um menino de 14 anos e uma menina de 15, o que ocorria dentro do seu veículo. As investigações da Polícia Civil apontam que as crianças começaram a ser violentadas quando ainda tinham 13 anos.

Os jovens acompanharam a operação Papai Noel e reconheceram Toni como o homem que praticou os abusos no momento. Já a suposta vitima de tentativa de homicídio não foi localizada pela polícia, mas testemunhas que teriam visto o caso acompanharam a ação e afirmaram que o empresário espancou o jovem e ameaçou atirar duas vezes contra ele. No entanto, o motivo da agressão não foi revelado.

Maior produtor de cachaça artesanal do país, Toni é dono das marcas Seleta, Saliboa e Boazinha e produz 1,5 milhão de litros da bebida por ano.





Fonte:poptrash.pop.com.br

Salinas sedia Festival Mundial da Cachaça entre os dias 12 e 14 de julho

Cachaça de Salinas é conhecida internacionalmente

Expectativa é que 20 mil pessoas visitem o evento, que terá a participação de 20 produtores da região

A Associação dos Produtores Artesanais da Cachaça de Salinas (APACS), no Norte de Minas, realiza, entre os dias 12 e 14 de julho, o XII Festival Mundial da Cachaça. A expectativa é que 25 mil pessoas participem do evento durante os três dias. No local, será possível encontrar rótulos com preços que variam de R$ 12 à R$ 1.000 – caso da garrafa da marca Havana, envelhecida 20 anos. O valor é quatro vezes maior se comparado ao de uma garrafa comum do mesmo fabricante.

O festival terá participação de 20 dos 25 produtores de cachaça associados da APACS. Além dos produtores da bebida, haverá 65 estandes com representantes da área industrial, máquinas e fornecedores de insumos de Salinas e de outras regiões do Estado, propiciando mais oportunidades de negócios. Na ocasião, a Emater-MG apresentará todos os trabalhos desenvolvidos na agricultura familiar e com o produto cana, que é a matéria prima básica para a produção da cachaça

O evento divulga cerca de 50 rótulos, com destaque para as marcas Havana, Anísio Santiago e Canarinha, muito procuradas, inclusive, pelo mercado internacional. As cidades de Taiobeiras, Novorizonte, Fruta de Leite, Santa Cruz de Salinas e Rubelita, associadas à APACS, também participam do festival divulgando suas produções.

O extensionista  Agropecuário da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), Sebastião Cezar Ferreira do Carmo, explica que o mercado consumidor aprecia a cachaça de Salinas em razão de vários fatores favoráveis que só a região possui, tais como o clima e o solo propícios para plantação da cana de açúcar, modernos equipamentos para a produção, as leveduras existentes, o processo de destilação, a higiene e o período de armazenamento em dornas de bálsamo, jequitibá e umburana.

“Esses fatores, certamente, diferenciam e agregam qualidade, paladar e aroma à cachaça de Salinas”, assinala o técnico. Segundo ele, outro ponto positivo qualidade é o esforço que a APACS faz na busca do Selo de Origem e Identificação Geográfica, que está no começo do processo de identificação e cadastramento dos produtores.

Certificação do IMA

No entorno de Salinas, existem 56 marcas de cachaças – dessas, 27 são fabricadas na cidade. Segundo levantamento da Emater-MG, a produção gera 400 empregos diretos e 600 indiretos na área urbana. Na zona rural, são 720 postos de trabalho entre diretos e indiretos. Em Salinas, 20 produtores têm alambiques próprios e existem também oito estandartizadoras e engarrafadoras que compram a cachaça de pequenos produtores e colocam a própria marca.

Nos últimos anos, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) certificou 14 marcas da bebida produzida na região. Também foram certificadas as marcas Fascinação, produzida na cidade de Fruta de Leite, e Salinas, feita no município de Novorizonte.

Indicação geográfica

Em 2012, a Emater integrou um comitê formado por diversas instituições e representantes de produtores para reivindicar e defender o reconhecimento geográfico da cachaça, em um processo que solicitou a concessão da Indicação Geográfica (IG) às aguardentes fabricadas em cidades da região: Novorizonte, Fruta de Leite, Santa Cruz de Salinas e parte do território de Taiobeiras. Todo o processo demorou cerca de dois anos e meio e contou com várias ações do grupo e da Emater.

Para o gerente regional da entidade em Salinas, Reginaldo Ângelo de Souza, que acompanhou o processo, “a obtenção da IG agrega valor à bebida e representa ganhos tanto para o consumidor, quanto para o produtor, pois dá a segurança de um produto único de uma região, tendo a garantia de paladar, cheiro e modo de fabricação”. "Os produtores ganham mais com o que produzem, melhorando a própria qualidade de vida e dos que participam da cadeia produtiva, como os agricultores familiares fornecedores da cana de açúcar e da mão de obra”, afirma Souza.

Das 21 indicações concedidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no país, Salinas é a segunda região brasileira reconhecida pelo órgão com indicação de procedência para a produção de cachaça. A primeira é Parati (RJ), indicada em 2007.







Fonte: Agência Minas

Cachaça mineira é a bebida oficial do Rock in Rio, maior festival de música do país

A Seleta é produzida no município de Salinas, no Norte de Minas, considerada a capital mundial da cachaça.
O Rock in Rio, famoso festival internacional de música, firmou parceria com a cachaçaria mineira Seleta, do município de Salinas, Norte de Minas, que lançou a bebida oficial do evento.

Armazenado por dois anos em tonéis de umburana, a Seleta Rock in Rio tem graduação alcoólica de 42% e já pode ser encomendada em lojas virtuais, destaca a reportagem.

Que bandas de rock e metal lançam suas bebidas alcoólicas oficiais, não é novidade. Pegando carona neste movimento comercial que inclui grupos como Slayer, Iron Maiden, Mothörhead, Sepultura, Velhas Virgens... o Rock in Rio investiu em uma parceria com a produtora mineira de cachaças Seleta, para lançar bebida oficial do evento.

O produto, busca aliar o rock à brasilidade típica da cachaça para que os consumidores tenham "uma boa dose de emoção" durante o Festival. Desta forma, foi selada a parceria entre o Rock in Rio e a famosa marca, da cidade de Salinas – conhecida pela enorme variedade de cachaças locais - situada no sertão do estado, que é considerado a capital mundial da cachaça.

Armazenado por dois anos em tonéis de umburana, a Seleta Rock in Rio tem graduação aloólica de 42% e já pode ser encomendada em lojas virtuais. Em 30 anos de história, esta´de 2013 é a 12ª edição do Festival acontece de 13 a 22 de setembro. Todos os dias estão com os ingressos esgotados.






Fonte:Portal Uai

'Dia da Cachaça' Cachaça mineira celebra o momento



Hoje é comemorado o Dia da Cachaça, bebida que é produzida por cerca de 90 mil produtores em Minas Gerais, segundo estimativa do presidente da Associação Mineira dos Produtores de Cachaça de Qualidade (Ampaq), Alexandre Wagner da Silva.

Para vários produtores mineiros há motivos para comemorar, já que a demanda vem crescendo. É o caso das Cachaças Pendão que, conforme o gerente de marketing, Luciano Ramalho, investiu cerca de R$ 500 mil na construção de um novo alambique, o Melo Viana, em
Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte, inaugurado há um mês. "A produção vai ser triplicada", diz. O outro alambique fica em Itatiaiuçu. De acordo com ele, no acumulado do ano até agosto, as vendas cresceram em torno de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado, conforme Ramalho é fruto de vários fatores, em especial, os investimentos feitos na divulgação do produto. "O consumo vem aumentando, isto se deve a desmistificação da bebida que, para muitos ainda está associada aos bêbados. Queremos valorizar a bebida, mostrar que ela também é nobre", ressalta.

O gerente administrativo da cachaça Seleta, Márcio Nogueira, afirmou que a bebida agregou valor ao nome, e hoje tem "glamour" entre os apreciadores. Ele afirma que o mercado está aquecido e a empresa investe em produtos diferenciados para prender o consumidor, como cachaças com sabores diferentes, além das específicas para caipirinha. "Queremos atingir a produção de 236 mil caixas de cachaça, superando um milhão de litros ao mês", diz.

No Alambique, em Belo Horizonte, a cachaça e as bebidas à base do produto, como a caipirinha, ocupam o quinto lugar na preferência dos clientes, de acordo com o coordenador de compras, Washington Guedes.






Fonte:Informações O Tempo

Acabou o feriado, volta pra casa foi complicada..


Ufa, na verdade só tenho que agradecer, não tem fígado que resista à tantos dias de folga assim! E ainda bem que sempre ensinei o caminho da roça para todos, cheguei são e salvo, só com um sino dentro da cabeça…

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Alcoólatra morre em MG ao beber água por engano pensando que era cachaça


O alcoólatra Pedro Pinga Petrusco, 42 anos, morreu ao confundir agua com cachaça. O caso aconteceu em Monte Alegre de Minas (MG). Pedro Pinga bebe cachaça desde os 4 anos de idade e nunca havia ingerido água. De acordo com o laudo médico, o estomago de Pedro estava adaptado a receber só álcool, de modo que a água provocou uma reação fazendo o organismo rejeitar o líquido e causando a morte.


A mulher de Pedro disse que o marido bebia um gole de cachaça quando acordava, dois copos durante o almoço, um copo no lanche da tarde, um copo no jantar e mais três antes de dormir. "Ele não ficava mais bêbado, bebia cachaça para matar a sede", contou a esposa.



A Polícia de Minas Gerais vai investigar o caso. O delegado, mesmo ciente de que Pedro bebia muito, achou estranho morrer ao beber água. "Ele já deveria ter morrido há tempo, mas por beber muita cachaça e não agua", disse o delegado que apura a tragédia.




Fonte:g17

Ai Love You: Cachaças mineiras


Produtores de cachaça da região de Lavras podem comemorar a vitória do reconhecimento do produto pelo mercado americano.

Os produtores de cachaça podem comemorar a vitória de uma luta que se arrasta há 40 anos: os americanos finalmente vão reconhecer a cachaça como um produto brasileiro. Naquele país, ela é conhecida como "rum brasileiro". Os mineiros tem motivos de sobra para poder comemorar, já que em Minas são produzidas 60% da cachaça brasileira.

Você deve estar perguntando: qual a vantagem? A vantagem principal é a redução da carga tributária, que pode chegar, segundo estimativa do presidente do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), César Rosa, a aproximadamente 40%. Outra vantagem é que apenas a aguardente nacional poderá ser comercializada nos Estados Unidos com o rótulo "cachaça".

Para o presidente da Ibrac, César Rosa, "ficaremos numa posição privilegiada no maior mercado consumidor do mundo".

O processo de reconhecimento começou ontem, segunda-feira, durante a visita da presidente Dilma aquele país. O acordo foi assinado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk. No acordo, ficou acertada a contrapartida do governo Dilma Rousseff: reconhecer os uísques tipo Bourbon e Tennessee como destilados legitimamente americanos. As novas regras favoráveis à aguardente devem entrar em vigor, conforme acredita o presidente do Ibrac, que enviou um representante a Washington, em até quatro meses.

Na região de Lavras são produzidas cachaças de qualidade. Em Lavras, a mais conhecida cachaça produzida é a Bocaina, que não é exportada, mas também se beneficiará com as medidas tomadas ontem nos Estados Unidos. No ano passado, as exportações de cachaça brasileira somaram US$ 17,3 milhões para todo o mundo. Desse total, os americanos compraram US$ 1,8 milhão.




Fonte: Jornal de Lavras

Índios comprando cachaça

Um comerciante que vendia bebidas alcoólicas para índios da tribo Maxacali, em Santa Helena de Minas, no Vale do Mucuri, foi denunciado ontem pelo Ministério Público Estadual (MPE), em Governador Valadares. O suspeito não foi preso.

Segundo o delegado da Polícia Federal de Governador Valadares, Cristiano Campidelli, o comerciante levava para a praça principal da cidade, diariamente, litros de cachaça armazenada em garrafas de plástico, e comercializava doses da bebida a R$10 - sendo que a garrafa cheia era vendida por R$50.

Peças de roupas, objetos pessoais e até alimentos dos índios eram usados como objetos de troca para aquisição das bebidas. Segundo o procurador do MPE, Edílson Vitorelli, que fez a denúncia, vários índios da tribo Macaxali enfrentam problemas de alcoolismo atualmente, já que as denúncias desse tipo são recorrentes na região.

Proibido
Segundo o Estatuto do Índio, é proibido vender ou fornecer bebidas alcoólicas para grupos indígenas. A pena varia de seis a dois anos de detenção.









Fonte:otempo.com.br