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Mortes por H1N1 triplicam em uma semana em MG

Segundo Secretaria da Saúde, já são 12 as vítimas do vírus no Estado

Balanço da Secretaria Estadual de Saúde aponta que 12 pessoas morreram neste ano em Minas Gerais por complicações da influenza. Os dados foram divulgados no fim da tarde desta sexta-feira (15).

Onze contraíram a gripe suína (influenza A H1N1) e uma pessoa foi infectada pelo vírus Influenza B.

O número representa o triplo de vítimas da última semana, quando quatro mortes constavam nas estatísticas do governo estadual. Oito deles têm entre 30 e 59 anos.

As cidades que registram mortes são: Belo Horizonte (2), Alterosa (1), Andradas (1), Brumadinho (1), Curvelo (1), Extrema (1), Ouro Branco (1), Pouso Alegre (1), Ribeirão das Neves (1), Sacramento (1) e Uberaba (1).

De acordo com o governo, em 2012, 47 pessoas morreram em todo o Estado por causa das diversas cepas do vírus da gripe.









Fonte: r7

Não há falta e nem problemas na distribuição de kits para diagnosticar a gripe H1N1 em Minas Gerais

Dona de casa morreu com suspeita de gripe H1N1 em Alterosa, MG (Foto: Reprodução EPTV)

É o que afirmou o secretário estadual de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, durante visita a Poços de Caldas (MG) nesta terça-feira (11). Porém, a cidade de Alterosa (MG), que teve uma morte suspeita no último domingo (9), alegou falta do material no final de semana.

“Não há nenhuma crise de abastecimento. Menos de 100 casos no estado foram confirmados e nós temos em estoque 40 mil kits. A população pode ficar segura quanto a isso”, afirmou o secretário.

Marques ainda disse que hospitais e municípios devem solicitar ao estado o envio dos kits e que eles serão atendidos. “O intuito é uma assistência rápida e qualificada nestes casos”, alegou.

Oficialmente, a Secretaria de Estado de Saúde confirma, até agora, três mortes provocadas pelo vírus H1N1 em MG, a primeira delas em Extrema (MG). A morte de uma mulher de 37 em Andradas (MG), no fim de maio, ainda não entrou na estatística da Saúde, mas o município já confirmou que ela também foi vítima do vírus H1N1, já que houve a coleta de secreção da garganta da paciente.
Mesmo assim, o exame não foi realizado em pelo menos outras três pessoas que morreram por suspeita da gripe H1N1 no Sul de Minas. Entre os casos, estão o da manicure Rosângela Maria Moreira, de 47 anos, de Poços de Caldas, e o da dona de casa Ângela Maria Gomes, de 58 anos, de Alterosa.




Fonte:G1

Aumenta procura por vacina contra H1N1 no Sul de Minas e preço sobe


A gripe H1N1, que tem feito muitas vítimas no Estado de São Paulo, começa a preocupar o Sul de Minas. Duas pessoas na região podem ter morrido em consequência da gripe. Um dos casos, um homem de Extrema (MG), já foi confirmado pelas autoridades de saúde. Com isso, a procura pela vacina nos consultórios particulares por quem não foi atendido pela campanha do governo tem aumentado, mas a dose está mais cara do que o ano passado.

Segundo a farmacêutica Sidnéia Porto Reis, que trabalha em uma clínica particular em Varginha (MG), a procura pela vacina está alta, e por isso, a dose já está mais cara do que no ano passado, custando R$ 85. Em 2012, o preço era R$ 50.

Na rede pública, a campanha de imunização contra a gripe em alguns municípios termina nesta quarta-feira (29), mas onde ainda há doses disponíveis, a vacinação continua. A prioridade é vacinar idosos, gestantes e crianças menores de dois anos, grupos que têm pouca resistência ao vírus.

Em Minas Gerais já são 12 casos de Gripe H1N1 e dois de Influenza B. Duas pessoas morreram. A manicure Rosângela Maria Fabiano Moreira, de 47 anos, morreu no último sábado (24), com suspeita de H1N1, em Poços de Caldas (MG). No atestado de óbito, as causas da morte foram choque séptico, insuficiência respiratória e infecção pulmonar.

Já no prontuário médico, que foi entregue à família, Rosângela estava com pneumonia viral por H1N1. O primeiro caso de morte por gripe no Estado foi em Extrema (MG). Um homem de 58 anos morreu no dia quatro deste mês no Hospital Universitário de Bragança Paulista (SP).

Para o médico pneumologista Fábio Gomes, o ideal é que não só quem pertence ao grupo de risco tome a vacina, e sim pessoas de todas as idades. No consultório dele, a procura pela dose, que custa R$ 140, aumentou em 30% em relação ao ano passado. A vacina protege três tipos de vírus da gripe.
O Ministério da Saúde informou que não há previsão para que a vacinação seja estendida a outros grupos. A campanha continuará vacinando gratuitamente pessoas com imunidade mais baixa, como crianças, idosos e grávidas.

Prevenção

A recomendação do Ministério da Saúde é para se evitar lugares com aglomeração de pessoas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão da gripe não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Seguem algumas recomendações de higiene para prevenir contaminações:
- Fazer frequente higienização das mãos com água e sabão retirando-se os acessórios (anéis, pulseiras, relógio), uma vez que estes objetos acumulam microrganismos não removidos com a lavagem das mãos.
- Abra a torneira e molhe as mãos, evitando encostar-se na pia.
- Enxágue as mãos, retirando os resíduos de sabonete.
- Evite contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.
- Seque mãos e punhos com papel-toalha descartável; no caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel-toalha para fechá-la.
- Use lenço descartável para higiene nasal;
- Evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
- Não divida objetos de uso pessoal, como toalhas de banho, talheres e copos; evite tocar superfícies do tipo maçanetas, interruptores de luz, chave, caneta, torneira, entre outros;
- O uso do álcool em gel tem que ser a 70%, o que quer dizer que a concentração dele é de 70 ml de álcool por 30 ml de água. Esta é a concentração necessária para quebrar a parede celular da bactéria. Uma concentração superior, como o álcool à 90%, não cosegue agir na bactéria porque o poder de evaporação do álcool é maior.








Fonte:Globo.com

Sul de Minas: Mais uma vítima da H1N1

Mulher morre por suspeita de H1N1 em Poços de Caldas. (Foto: Reprodução EPTV)
Vítima estava internada com infecção pulmonar desde segunda-feira (20).
Secretaria de Saúde não soube dizer quantos casos há na cidade.

Uma manicure de 47 anos morreu neste sábado (25) com suspeita de gripe H1N1 em Poços de Caldas (MG). Segundo familiares, Rosângela Maria Fabiano Moreira estava internada no Hospital da Santa Casa com insuficiência respiratória e infecção pulmonar desde a última segunda-feira (20) em uma ala isolada. Ela era medicada com tamiflu, remédio receitado para pacientes com suspeita da doença. 
Caso seja confirmado que ela estava infectada, este será o segundo caso de morte em Minas Gerais. O primeiro também foi registrado no Sul de Minas, em Extrema (MG).

A Santa Casa de Poços de Caldas não quis passar informações sobre o caso. O hospital informou que apenas na segunda-feira (27) irá emitir uma nota oficial após uma reunião com representantes da Secretaria Municipal de Saúde. A Secretaria de Saúde também não soube dizer o número de casos suspeitos e já confirmados da doença.
Por telefone, o secretário adjunto de Saúde, Antônio Ângelo Rocha, informou que conversou com a equipe médica que atendia Rosângela e confirmou a situação. “Ela tinha um quadro clínico altamente sugestivo, com alta probabilidade de possuir H1N1”, comentou.

No atestado de óbito da manicure, o médico Marcelo Dias Sena afirmou que a causa da morte foi insuficiência respiratória aguda com infecção pulmonar.  Os familiares da vítima possuem também um prontuário assinado pelo médico Victor Augusto Cardillo no qual é descrito que Rosângela estava infectada com a gripe H1N1.


Primeira morte confirmada em MG
O primeiro caso de morte causada pela gripe H1N1 neste ano foi registrado em Extrema (MG). A vítima foi um homem de 58 anos. Ele morreu no último dia 4 de maio no Hospital Universitário de Bragança Paulista (SP). A Secretaria de Saúde não soube informar se a doença foi contraída em Minas Gerais ou em São Paulo, onde de acordo com o Ministério da Saúde já foram confirmadas 55 das 61 mortes pelo vírus H1N1 no Brasil.








Fonte:Informações G1

Secretaria confirma 6ª morte por H1N1 no Sul de Minas


A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais confirmou a 6ª morte por gripe H1N1 no Sul de Minas. A sexta vítima é um homem de 44 anos de Três Pontas, que morreu no dia 15 de julho. Ao todo, já são 21 mortes pela gripe em Minas Gerais.

As outras cinco mortes confirmadas por decorrência da doença no Sul de Minas foram registradas em Cabo Verde, Cachoeira de Minas, Passos, Santa Rita do Sapucaí e São Gonçalo do Sapucaí. Além desses, a Secretaria de Saúde confirma que outros 11 casos suspeitos foram notificados em Poços de Caldas, Pouso Alegre e Três Corações.

Os casos de gripe H1N1 notificados em todo o estado são 52.

Casos suspeitos de H1N1 já são cinco em Três Pontas no Sul de Minas


Do total de casos, três são em pessoas fora dos grupos de risco.
Ministério da Saúde não vai estender a vacinação para outras idades.

Os casos de gripe H1N1 têm deixado o Sul de Minas em alerta. Isso acontece porque das 38 ocorrências registradas em todo o estado, 15 pessoas morreram e 11 vítimas tinham entre 10 e 59 anos, ou seja, não faziam parte do grupo de vacinação.

Em Três Pontas (MG), em 2011, ninguém teve a gripe. Já neste ano, são cinco casos suspeitos, sendo que três deles não estão inclusos nos grupos considerados de risco. Um homem de 44 anos morreu, no último fim de semana, com suspeita da gripe. Um rapaz de 22 anos também esteve internado com suspeita de H1N1. Ele foi medicado e já recebeu alta. Os resultados dos exames desses dois pacientes devem sair em 15 dias.


Segundo o Ministério da Saúde, a campanha contra a gripe H1N1 terminou no mês passado, mas nos postos de saúde os grupos de risco ainda não foram imunizados.

A Secretaria de Estado da Saúde informa também que a vacina é oferecida apenas a crianças de seis meses a dois anos, trabalhadores da área de saúde, gestantes, índios e idosos.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão para estender a vacinação contra a gripe H1N1 para outros grupos. Para o órgão, o número de casos e de mortes deste ano não se compara com os números registrados em 2009, quando houve uma pandemia no país. De acordo com o ministério, os grupos de risco da campanha de vacinação foram determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Eles foram escolhidos pela maior probabilidade de apresentarem complicações durante a doença e de chegar à morte.






Fonte: G1

Adolescente de 15 anos morre de gripe H1N1 no Sul de Minas

 Foto ilustrativa 


Uma notícia divulgada pelo hospital "Samuel Libânio", de Pouso Alegre, colocou em alerta toda a região do Sul de Minas. No final de semana uma adolescente de 15 anos morreu e sua morte teria sido causada pelo vírus H1N1 e ontem, na segunda-feira, a Fundação "Ezequiel Dias" confirmou o diagnóstico.

A garota, segundo a assessoria do "Samuel Libânio", era de São Gonçalo do Sapucaí e estava internada naquele hospital desde o dia 2 de junho com sintomas da doença.

Esta é a primeira morte confirmada pela gripe H1N1 neste ano no Sul de Minas. Outros dois casos da doença, sem morte, já foram registrados na região, como a de uma outra adolescente, de 16 anos, que também está internada em Pouso Alegre com suspeita de H1N1. A jovem está em uma área isolada na UTI daquele hospital. O estado de saúde da garota é considerado grave, mas segundo a assessoria do hospital, o quadro de saúde dela era considerado estável.

A garota internada na UTI do hospital de Pouso Alegre é da cidade de Cachoeira de Minas, ela está sob os cuidados médicos na Unidade de Tratamento Intensivo há 26 dias. O diagnóstico da doença só foi confirmado na semana passada. Exames médicos realizados pela Fundação "Ezequiel Dias", em Belo Horizonte, confirmaram que ela contraiu a doença.

Por conta dos casos de gripe H1N1, a Gerência Regional de Saúde de Pouso Alegre prorrogou o período de vacinação contra a doença. Em Lavras, segundo o secretário Municipal de Saúde, José Mourão Lasmar, não existe nenhum caso suspeito na cidade.












Fonte: Jornal de Lavras