Não há falta e nem problemas na distribuição de kits para diagnosticar a gripe H1N1 em Minas Gerais

Dona de casa morreu com suspeita de gripe H1N1 em Alterosa, MG (Foto: Reprodução EPTV)

É o que afirmou o secretário estadual de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, durante visita a Poços de Caldas (MG) nesta terça-feira (11). Porém, a cidade de Alterosa (MG), que teve uma morte suspeita no último domingo (9), alegou falta do material no final de semana.

“Não há nenhuma crise de abastecimento. Menos de 100 casos no estado foram confirmados e nós temos em estoque 40 mil kits. A população pode ficar segura quanto a isso”, afirmou o secretário.

Marques ainda disse que hospitais e municípios devem solicitar ao estado o envio dos kits e que eles serão atendidos. “O intuito é uma assistência rápida e qualificada nestes casos”, alegou.

Oficialmente, a Secretaria de Estado de Saúde confirma, até agora, três mortes provocadas pelo vírus H1N1 em MG, a primeira delas em Extrema (MG). A morte de uma mulher de 37 em Andradas (MG), no fim de maio, ainda não entrou na estatística da Saúde, mas o município já confirmou que ela também foi vítima do vírus H1N1, já que houve a coleta de secreção da garganta da paciente.
Mesmo assim, o exame não foi realizado em pelo menos outras três pessoas que morreram por suspeita da gripe H1N1 no Sul de Minas. Entre os casos, estão o da manicure Rosângela Maria Moreira, de 47 anos, de Poços de Caldas, e o da dona de casa Ângela Maria Gomes, de 58 anos, de Alterosa.




Fonte:G1

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