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Lago de Furnas: A água baixou e o preço do peixe subiu... 30%




Nesta quaresma, falta peixes no comércio e preços dispararam na região.

Em época de quaresma, aumenta o consumo e procura por peixes em todo o comércio. No entanto, no Sul de Minas, o peixe está em falta e o preço disparou. Por causa da baixa do nível do Lago de Furnas, muitos piscicultores tiveram que reduzir o número de tanques-rede e com isso a produção caiu. Nas peixarias, além da falta do peixe, os preços subiram em média 30%.


Na região, são produzidos peixes dos tipo tilápia, traíra, corimba e lambari. Esta era a época em que a peixaria de João Batista Silva deveria estar abastecida para a Semana Santa, mas falta peixe. Além disso, quem quiser comprar vai ter que pagar mais. "O preço do tucunaré subiu de R$ 8 para R$ 11 o quilo", informou.

Uma explicação para o aumento do preço está no Lago de Furnas, que é de onde vem grande parte do pescado da região. Com a redução do nível da represa, muitos tanques-rede foram desativados e outros só estão voltando para a água este mês.

Segundo o coordenador técnico da Emater-MG, Francisco de Paula Vítor Alves, com a represa que chegou a 12% da capacidade em dezembro do ano passado, muitos psiscultores tiveram prejuízos. Só na região de Alfenas (MG), eles deixaram de produzir cerca de duas mil toneladas de pescado que seriam vendidas durente este período de quaresma.

Um piscicultor de Fama (MG), seu João Batista Silva, conta que deixou de colocar na água quase 70 mil peixes alevinos. Marcos Antônio Lopes, que além de piscicultor é também pescador, explica que muitas espécies estão mais difíceis de encontrar na represa, como a traíra e a corimba.

Em Varginha (MG), na peixaria do seu Francisco Américo Gonçalves, com a falta dos peixes da região, a saída está sendo investir mais na venda dos importados. "Agora, os importados estão competindo com a gente com preços mais baratos, por causa da mão de obra mais barata que se encontra no exterior. Um filé nosso de peixe estaria saindo por uns R$ 20 a R$ 25, e o importado você consegue vender por R$ 13 a R$ 15", conta o produtor.

Ainda de acordo com o coordenador técnico da Emater, os peixes que estão sendo produzidos neste período na represa, só devem estar prontos para o consumo em setembro e outubro deste ano.





Fonte: Informações G1


Peixes estão morrendo por falta de oxigênio no Lago de Furnas

Falta de oxigênio provoca mortandade de peixes em Furnas (Foto: Reprodução EPTV)


Se antes o problema no Lago de Furnas era a falta de água por causa da estiagem que atingiu a represa no ano passado, agora é o processo de recuperação da represa que preocupa os pescadores. Peixes estão morrendo nos tanques-rede e o motivo são as algas que cresceram na área da represa onde faltou água. A vegetação diminui o nível de oxigênio da água.

Segundo os produtores, estão morrendo desde alevinos até peixes maiores de até um quilo, que já estariam prontos para ser comercializados. Especialistas dizem que a atual condição do lago, ainda em recuperação, favorece o surgimento de bactérias e fungos, que também provocam a morte dos peixes.
Conforme o especialista em recursos hídricos Eduardo Luis Tanure, esse tipo de vegetação retira muito oxigênio da água. "Isso faz a temperatura da água ficar elevada diminuindo o oxigênio dos peixes", explica.

Alguns produtores já perderam até 20% da criação feita nos tanques-rede. "A gente está usando remédio, mas pouco adianta e o prejuízo é grande", conta o piscicultor Donizete Bento dos Reis.
Ainda conforme os especialistas, o problema só será resolvido quando o nível do lago voltar ao normal. Segundo a Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas), atualmente a represa está com 53,32% de sua capacidade.





Fonte:Informações G1

Homem morre após se afogar em tanque de tratamento de peixe

Ilustrativa
O corpo de um homem de 28 anos foi encontrado em um tanque de tratamento de peixe em um sítio, em Alfenas, no Sul de Minas, nesta quinta-feira (12).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, testemunhas contaram que o homem, que não sabia nadar, estava em um barco de madeira, alimentando os animais, quando a embarcação virou e ele não conseguiu retornar a superfície.

Uma equipe de mergulhadores dos bombeiros fizeram buscas no tanque e o corpo foi encontrado em uma profundidade de cinco metros.






Fonte:O tempo

Peixes aparecem mortos no lago de Furnas


Pescadores denunciaram a mortandade. Contaminação por produtos químicos é cogitada.


A Polícia Militar de Meio Ambiente investiga a mortandade de peixes no lago de Furnas em Areado. Existe a suspeita de que produtos químicos tenham provocado o problema.

Desde quinta-feira (19), pescadores da localidade percebem que há peixes mortos às margens do lago.

Como somente tilápias foram afetadas, também há a hipótese de que a espécie – preferida para a criação em cativeiro naquela região – tenha sido morta em tanques-rede.

Celso Fernandes, presidente da Colônia de Pescadores de Alfenas, afirmou que as tilápias não foram criadas em cativeiro. Ele também reforçou a suspeita de que a água do lago está contaminada. “A possibilidade é muito maior de ocorrer mortandade da espécie devido à falta de oxigênio”.

Amostras serão analisadas pela Universidade de Alfenas. A análise deve ficar pronta em dez dias e a PM pretende enviar o boletim de ocorrência e o resultado do estudo para o Ministério Público e a Fundação Estadual do Meio Ambiente.






Fonte:eptv

Polícia Ambiental apreende 25 kg de pescado

Pesca é proibida nesta época do ano por causa do período de reprodução dos peixes

A Polícia Militar do Meio Ambiente de Alfenas apreendeu 25 quilos de pescado durante a operação piracema. A fiscalização começou na quarta-feira (24) e cobriu a região da Represa de Furnas, com os municípios de Alfenas, Fama, Campos Gerais, Campo do Meio, Alterosa, Areado e Paraguaçu. Além do pescado, os policiais também apreenderam 90 redes de pesca, três carretilhas, três armadilhas e um barco de alumínio.

Durante a piracema, que é o período em que os peixes nadam contra a correnteza para a reprodução, a pesca é proibida.






Fonte:eptv

PESCA PROIBIDA - A piracema nos rios brasileiros

Período em que a pesca é proibida, para permitir a reprodução dos peixes. Há uma série de regras e exceções, que precisam ser cumpridas até 28 de fevereiro.

A reprodução dos peixes, e em especial das espécies migratórias que realizam piracema, é protegida anualmente através da Instrução Normativa nº 193, publicada pelo IBAMA em 02 de outubro de 2008.

Durante o período de 1º de outubro a 28 de fevereiro a pesca profissional fica proibida e a pesca amadora sofre algumas restrições para que as populações de peixes possam realizar suas atividades reprodutivas e para que os estoques pesqueiros possam se recuperar.

Nos lagos das hidrelétricas, peixes reproduzidos em cativeiro, como tucunaré, tilápia e traíra podem ser fisgados por pescadores amadores e profissionais

Conheça abaixo o que não pode ser feito durante este período:

Usar qualquer tipo de petrecho de pesca que não seja linha de mão ou vara de pesca.

Utilizar mais de 01 petrecho de pesca por pescador.

Usar rede lambarizeira (é proibida o ano inteiro, inclusive para pescador profissional).

Realizar pesca em embarcações motorizadas.

Pescar embarcado com outras pessoas na embarcação que não tenham as respectivas licenças de pesca embarcada.

Realizar competições de pesca.

Transportar peixe sem licença de pesca.

Comercializar peixe fresco.

Transportar mais do que 5 Kg de peixe mais um peixe de qualquer tamanho para cada pescador devidamente licenciado.

Capturar ou armazenar ou transportar dourados e surubins (caso caiam na rede devem ser devolvidos à água, mesmo que estejam mortos. A multa por cada peixe proibido é de cinco mil reais).