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FAMA - Portador de necessidades especiais morre durante pescaria

Ele se desequilibrou e caiu de uma ponte onde estava pescando

Uma pessoa portadora de necessidades especiais morreu afogada na tarde desta quarta-feira (20) depois de cair de uma ponte no Rio Machado, em Fama, no Sul de Minas. Segundo a Polícia Militar de Alfenas, a vítima estava pescando com outras duas pessoas em cima da ponte, quando se desequilibrou e caiu. O Corpo de Bombeiros de Alfenas foi acionado para resgatar o corpo.

Fonte:eptv

FAMA MG - SUL DE MINAS - Região Lago de Furnas


Sobre Fama

Surgido como povoado em 1837, numa sorte de terras doadas pelo fazendeiro Tomaz de Figueiredo - que também lhe deu o nome de Fama - o município está na região das minerações clandestinas que o fisco buscava coibir em sucessivas expedições, como foi a Campanha do Rio Verde, do Ouvidor de São João Del-Rei. Hoje está as margens do grande Lago de Furnas e é grande produtor de batata-inglesa, frangos e ovos, com o turismo - que se prepara para explorar as belezas do grande lago - despontando como atividade promissora.

Os garimpeiros, buscando novas lavras e tentando escapar dos pesados impostos cobrados pela Coroa, penetraram pelos sertões de Minas Gerais, implantando novas fazendas e criando diversos povoados. A região onde hoje se encontra o município de Fama foi colonizada nessa época - por volta do início do séc. XIX.

O primitivo povoado surgiu nas terras da fazenda do Capitão Tomaz de Figueiredo, que, em 1837, doou uma área de meio alqueire para formar o patrimônio de uma capela. Segundo a tradição, foi o próprio Figueiredo que deu o nome de Fama ao povoado.

Em 1911, Fama foi elevado a distrito, integrando a Alfenas, e, em 1923, passou a pertencer a Paraguaçu. Em 1948, Fama eleva-se a município.

Hoje Fama concentra uma enormidade de atrativos turísticos, na sua maioria hídricos (represa).

Seu potencial natural aliado ao incremento de produtos e serviços turísticos confere a região um enorme potencial para o ecoturismo rural. E hoje ja é com certeza, ponto de referência no turismo no sul de minas.


PESCARIAS EM FAMA

Equipamentos Recomendados para a Pesca do Tucunaré em Fama:

Vara: Vara de ação média de 5'3'' a 6'

Carretilha: Carretilhas de perfil baixo que comportem 100 metros de linha 0,35 mm de espessura.

Linhas: Linhas de 0,30 mm a 0,37 mm de diâmetro de 16 a 20 lb de resistência (se preferir utilizar as Multifilamentos)

Iscas Artificiais: Iscas da King Fisher, Moro e Deconto e Rapala.
Exemplos: zaras, poppers, plugs de meia-água, jumping minnow, jigs e colheres

Para uma pescaria mais cômoda não esqueça de: alicates, snaps, óculos polarizados, bonés, protetor solar e não esquecer de sua câmera fotográfica para ter uma recordação de sua pescaria.

O lago de Furnas é a maior extensão de água do estado, com 1.440 km²- quatro vezes a Baia de Guanabara, conhecido como o “Mar de Minas”. Abrange 34 municípios com um potencial natural exuberante, formando lagos, cachoeiras, balneários e piscinas naturais que convidam para um agradável passeio de barco, uma pesca esportiva ou para a prática do ecoturismo.

PESCA PROIBIDA - A piracema nos rios brasileiros

Período em que a pesca é proibida, para permitir a reprodução dos peixes. Há uma série de regras e exceções, que precisam ser cumpridas até 28 de fevereiro.

A reprodução dos peixes, e em especial das espécies migratórias que realizam piracema, é protegida anualmente através da Instrução Normativa nº 193, publicada pelo IBAMA em 02 de outubro de 2008.

Durante o período de 1º de outubro a 28 de fevereiro a pesca profissional fica proibida e a pesca amadora sofre algumas restrições para que as populações de peixes possam realizar suas atividades reprodutivas e para que os estoques pesqueiros possam se recuperar.

Nos lagos das hidrelétricas, peixes reproduzidos em cativeiro, como tucunaré, tilápia e traíra podem ser fisgados por pescadores amadores e profissionais

Conheça abaixo o que não pode ser feito durante este período:

Usar qualquer tipo de petrecho de pesca que não seja linha de mão ou vara de pesca.

Utilizar mais de 01 petrecho de pesca por pescador.

Usar rede lambarizeira (é proibida o ano inteiro, inclusive para pescador profissional).

Realizar pesca em embarcações motorizadas.

Pescar embarcado com outras pessoas na embarcação que não tenham as respectivas licenças de pesca embarcada.

Realizar competições de pesca.

Transportar peixe sem licença de pesca.

Comercializar peixe fresco.

Transportar mais do que 5 Kg de peixe mais um peixe de qualquer tamanho para cada pescador devidamente licenciado.

Capturar ou armazenar ou transportar dourados e surubins (caso caiam na rede devem ser devolvidos à água, mesmo que estejam mortos. A multa por cada peixe proibido é de cinco mil reais).

SUL DE MINAS - TURISMO SEM GASTAR MUITO

Ainda por ser descoberta, a região do Lago de Furnas, conhecida localmente como mar de Minas Gerais, é uma fuga para os dias de sol de verão. E, melhor, sem os congestionamentos da volta da praia

Nossa dica hoje é: Capitólio

Pela distância razoável de São Paulo, quatro dias são o mínimo para conhecer razoavelmente o lugar. Um caminho interessante é pela Fernão Dias até Varginha e dali por estradas bem menores até Guapé. Para Capitólio, a melhor alternativa são o complexo Anhanguera-Bandeirantes e a SP-340 até Mococa e São Sebastião do Paraíso, já em Minas - uma rota cheia de pedágios. Ao chegar ao destino, considere o passeio de duas horas de escuna ou lancha pelos Cânions de Furnas para iniciar o relaxamento. Dos paredões de 40 metros de altura surgem cachoeiras - algumas despejam água diretamente
no lago. Quem leva a esses passeios são os funcionários de dois bons restaurantes em Capitólio, ambos na MG-050. Eles são o Turvo (km 306, 37/9983-9252; Cc: D, M, V; Cd: todos), que tem escuna (R$ 35, mínimo de dez pessoas) e lancha (R$ 300, até oito pessoas), e o Empório Lagoa Azul (km 311, 37/9983-7022; Cd: V), com uma escuna (R$ 35, mínimo de dez pessoas). Na volta, os filés de tilápia grelhados em ambos os restaurantes são boa desculpa para mais um fim de tarde admirando o lago. Se tiver fôlego, a visita à Trilha do Sol (MG-050 para Passos, km 304, 35/9981-1855; R$ 15) passa por mais cachoeiras e piscinas naturais.