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PM ambiental apreende 70 kg de peixes no Lago de Furnas


Setenta quilos de peixe foram apreendidos nesta quinta-feira (29) no Lago de Furnas, próximo ao bairro Marrecos, em Campo do Meio, no Sul de Minas. Durante patrulhamento pela represa, a polícia suspeitou de pescadores que estavam no local. Eles tentaram fugir, mas a polícia conseguiu alcançar. Um pescador de 33 anos foi preso com 30 quilos de peixes na beira do lago. Outros 40 quilos de peixe congelados também foram apreendidos.

Os pescadores e o material foram levados para a delegacia. Por causa da piracema, a pesca é proibida nesta época do ano.






Fonte:eptv

Rios já são fiscalizados por causa da Piracema

Neste período chamado de defeso da piracema o policiamento de meio ambiente está sendo intensificado em todo o estado de Minas Gerais, com patrulhamento aquático nos rios, represas, lagoas e nos diversos mananciais d’água de Minas.

A 18ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, da qual o Grupamento de Meio Ambiente de Alfenas faz parte, está intensificando o policiamento em toda a região e realizando várias ações como as operações feitas esta semana, nos municípios de Alfenas, Fama, Campos Gerais, Campo do Meio, Alterosa, Areado e Paraguaçu.

Nestas operações foram utilizadas cinco viaturas, cinco embarcações, sendo empenhados dezessete militares sob o comando do capitão Sandro Wesley de Oliveira, comandante da 18ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, de Poços de Caldas.

A base e coordenação dos trabalhos foram fixadas no município de Fama. As ações policiais resultaram na apreensão de noventa redes, dois covos, três carretilhas com caniço, uma tarrafa, além de 25 quilos de pescado que foram doados ao Lar São Vicente de Paula, da cidade de Areado.

Segundo a Polícia Ambiental, o material recolhido contraria a Legislação Ambiental em vigor, que proíbe a pesca de redes no período da Piracema. No dia 25, quinta-feira, os policiais depararam com três homens praticando caça de capivara, nas proximidades do Distrito de Córrego do Ouro. Os caçadores foram presos em flagrante, sendo apreendida a capivara já abatida, com a utilização de “fisga” e cães treinados para a caça. Eles foram levados para a delegacia de Campos Gerais.





Fonte:www.correiodosul.com.br

Polícia Ambiental apreende 25 kg de pescado

Pesca é proibida nesta época do ano por causa do período de reprodução dos peixes

A Polícia Militar do Meio Ambiente de Alfenas apreendeu 25 quilos de pescado durante a operação piracema. A fiscalização começou na quarta-feira (24) e cobriu a região da Represa de Furnas, com os municípios de Alfenas, Fama, Campos Gerais, Campo do Meio, Alterosa, Areado e Paraguaçu. Além do pescado, os policiais também apreenderam 90 redes de pesca, três carretilhas, três armadilhas e um barco de alumínio.

Durante a piracema, que é o período em que os peixes nadam contra a correnteza para a reprodução, a pesca é proibida.






Fonte:eptv

SUL DE MINAS - Nível do lago de furnas é o mais baixo dos últimos três anos

Cota abaixo de 762 metros prejudica pescadores e empresários


O lago de Furnas registrou neste mês de outubro o menor nível em quase três anos. De acordo com a última medição de Furnas Centrais Elétricas, o nível do reservatório estava em 761,89 metros acima do nível do mar, o que corresponde a 59,83% do volume útil. Esse valor está bem próximo do mesmo nível de dezembro de 2007, quando a ocupação do lago chegou a 58,44% do volume total. Para se ter uma idéia da redução, no ano passado, nesta mesma época, a ocupação do lago era de 84,95%.

O lago artificial da Hidrelétrica de Furnas, localizado no Sul de Minas, é o maior reservatório de água da região sudeste e um dos maiores do mundo. Ele cobre uma superfície de 1.406,26 km² e desde que foi construído, em 1959, se tornou uma referência para os 34 municípios banhados por ele. Desde então, o nível da represa beneficia pescadores, empresários e prefeituras, que exploram o lago seja para subsistência ou para o turismo.

Geração de energia

Apesar do baixo nível registrado nos últimos meses, a geração de energia elétrica não foi afetada. Segundo a assessoria de imprensa de Furnas, a geração só é afetada quando o nível do reservatório atinge a cota de 750 metros, o que nunca ocorreu na história da hidrelétrica. A pior seca registrada foi a de 2000/2001, quando o nível do lago atingiu 751 metros. Neste patamar, segundo a assessoria, os técnicos precisam monitorar as unidades geradoras, porque há risco de entrada de ar nas máquinas.

Pescadores

Se não afeta a geração de energia, qualquer diminuição do nível do lago é sentida pelos pescadores que tiram dele seu sustento. Segundo o presidente da Colônia de Pescadores de Alfenas, Celso Fernandes, que representa cerca de 1,5 mil trabalhadores, a queda do nível de água traz prejuízos para pescadores e espécies.

"Para os pescadores a dificuldade é no sentido de que a baixa das águas afasta os peixes das cabeceiras e isso faz com que os pescadores tenham que utilizar passagens particulares para chegarem ao ponto de captura, o que gera mais gastos com locomoção. No que se refere às espécies, o afastamento das cabeceiras deixa os peixes desprotegidos, pois os impede de formar berçarios e os obriga a desovar em locais desprotegidos, fazendo com que os alevinos sejam presas fáceis para os predadores".

Empresários

A queda do nível da represa também influencia os empresários do setor do turismo. Para Valéria Vieira Barbosa, proprietária de uma pousada em Areado, a quantidade de água está diretamente relacionada ao bom andamento do negócio. "Por enquanto o movimento ainda não caiu, mas se a água continuar baixando teremos problemas. Os clientes já ligam para a pousada para saber como está o lago e só depois fazem a reserva".



Novos projetos

O nível atual está dentro do mínimo, que segundo a Alago, é aceitável para a exploração comercial do lago. Pensando em aproveitar a potencialidade do reservatório, a associação estuda a implantação de uma hidrovia no reservatório. A princípio a rota aquática ligaria os municípios de Alfenas, no Sul de Minas a Formiga, na região Centro-oeste do Estado. Ela seria usada para o transporte de cargas e no setor de turismo, com o transporte de pessoas.

Segundo o presidente da Alago, Fausto Costa, a entidade aguarda a passagem do período eleitoral para a assinatura de um convênio com o Dnit, Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes, que vai elaborar o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto.

Esgoto

Um dos problemas que afetam o reservatório, independente do nível em que ele esteja, está relacionado ao despejo do esgoto dos municípios banhados por ele. De acordo com o presidente da Alago, “a poluição ainda não é alta devido à grandiosidade do lago e seu poder de depuração”. Atualmente, a associação trabalha na elaboração de projetos executivos para o tratamento do esgoto destes municípios, o que é requisito básico na busca de recursos financeiros para a implantação de unidades de tratamento de esgotos em todos os municípios da região.

Os projetos executivos estão sendo feitos através de um convênio assinado entre a Alago e Furnas Centrais Elétricas no valor de R$ 4 milhões, para a execução dos projetos básico e executivo dos sistemas de esgoto de 35 municípios do entorno do lago de furnas. O convênio tem validade até maio do próximo ano.

Segundo o presidente da Colônia de Pescadores de Alfenas, Celso Fernandes, o lançamento do esgoto no lago “prejudica a qualidade do pescado, a qualidade de água e ajuda a destruir a vida do lago, trazendo prejuízos aos pescadores e exercícios em geral das águas”.



Fonte:eptv

E NÃO É MENTIRA - Jaú de 50 kg e 1,5 m chama a atenção em Varginha

Um jaú de 50 quilos e 1,5 metros virou atração em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O peixão foi pescado no rio Sapucaí, em Paraguaçu, por Cláudio Carvalho.

“De 25 minutos a meia hora para tirar ele, deu trabalho”, conta o pescador, que estava acompanhado do filho Gabriel que tem a mesma altura do peixe e dez quilos a menos.
“Eu achei que ele fosse carregar meu pai para dentro d’água porque ele é muito forte”, diz o garoto.


Carvalho pendurou o peixe na garagem de casa, no bairro Parque Mariela, e chamou a atenção da vizinhança.
De acordo com a bióloga Leila Cabral, o jaú não é um peixe típico do Sul de Minas, é mais comum nas bacias dos rios Paraná e Amazonas. Para a bióloga, o peixe pode ter aparecido no Sapucaí por alguma alteração ambiental e há a possibilidade de haver outros peixes da espécie no rio, já que eles nadam em cardumes. Apesar de grande, o jaú pescado em Paraguaçu não é dos maiores, já que os peixes da espécie podem chegar a pesar 200 quilos e ter dois metros.

Fonte:eptv

PESCARIAS EM FAMA - MG

O Mar de Minas-Fama Minas Gerais-Brasil

Contam as histórias que foi o engenheiro da Cemig Francisco Noronha quem descobriu as Corredeiras das Furnas, quando saiu para pescar a convite da família Mendes Júnior. Era sabido que a Cemig já procurava no Rio Grande um lugar ideal para construir uma usina. Diante de um cânion longo e profundo, o engenheiro, impressionado, tirou fotos, desenhou barragens sobre as mesmas, calculou a profundidade do reservatório e, em Belo Horizonte, apresentou seus estudos ao engenheiro John Reginald Cotrim, então vice-presidente da Cemig e futuro presidente de FURNAS. O diretor técnico de Furnas foi o engenheiro hidráulico Flávio Lyra.

Cotrim verificou pessoalmente o local e chegou à conclusão que estava diante de um potencial que permitiria a construção de uma usina de grande porte para atender os três principais centros socioeconômicos do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, evitando assim o colapso energético que ameaçava o país.

Em 1955, Cotrim passou a integrar a equipe de governo de Juscelino Kubitschek, que em 28 de fevereiro de 1957, assinou o decreto 41.066 e criou uma das maiores obras do seu governo: a Central Elétrica de Furnas, com sede em Passos, Minas Gerais.


Você e sua familia poderão passar horas agradaveis fazendo sua pesca no lago da represa de Furnas. Com uma variedade de peixes entre eles tilapia e tucunares.

Fama concentra uma enormidade de atrativos turísticos, na sua maioria hídricos (represa). Seu potencial natural aliado ao incremento de produtos e serviços turísticos confere a região um enorme potencial para o ecoturismo rural. E hoje ja é com certeza, ponto de referência no turismo no sul de minas.

Aqui você desfruta de momentos prolongados de prazer e respira o ar puro da natureza que foi preservado para você!

O Lago de Furnas - o "Mar de Minas" - abrange 34 municípios mineiros. Seu volume de água é sete vezes maior que o da Baía da Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. O represamento das águas dos rios Grande e Sapucaí criou uma paisagem nova e surpreendente. São cânions fabulosos, lagos, cachoeiras magníficas e praias artificiais. Os balneários se espalham pelas margens da represa, oferecendo uma excelente infra-estrutura. A região é a "Meca" da pesca e dos esportes náuticos. Os passeios de barco pelos cânions são imperdíveis. Quem disse que Minas não tem mar?

LAGO DE FURNAS - Terceiro circuito de pesca esportiva

Alfenas sediará a abertura do III Circuito de Pesca Esportiva do Lago de Furnas no próximo sábado, dia 18. A primeira das três etapas do Circuito será na Rampa Náutica a partir das 9h da manhã. As inscrições já estão abertas.

O Circuito está sendo organizado pela Alago (Associação dos Municípios do Lago de Furnas) em parceria com a prefeitura de Alfenas, empresa MetalGlass e Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais).

As outras duas etapas serão em Guapé e em Pimenta. Guapé sediará a segunda etapa no dia 16 de outubro, na Avenida Beira Lago; a terceira etapa será no dia 6 de novembro, na Prainha Pública, de Pimenta.

De acordo com os organizadores, a etapa de Alfenas contará com diversas atividades, além de barracas de alimentação e exposição de material de pesca. O evento contará com show de duplas sertanejas da cidade.

O objetivo é de divulgar o potencial de pesca esportiva do Lago de Furnas e incrementar o turismo de pesca como alternativa de desenvolvimento sustentável para a região do sul e sudoeste de Minas, entre outros.

Os detalhes sobre os locais onde ocorrerão os eventos em cada cidade, assim como pontos de partida, opções de hospedagem e outros serviços estarão disponíveis no site da Alago, antes da realização de cada etapa.

As vagas são limitadas em 60 equipes e poderão se inscrever no máximo dois participantes em cada uma delas. A inscrição é R$ 80 para a categoria Master e R$ 40 categoria Turismo, com direito a uma camisa e uma fita métrica.