Mostrando postagens com marcador artistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artistas. Mostrar todas as postagens

Aguinaldo Timóteo critica Daniela Mercury: "Foi um oportunismo perverso e canalha"

"Tudo tem limite. Ninguém vai punir, ninguém vai recriminar, mas eu vou".

Eu tenho 76 anos, saí de casa aos 16 para enfrentar o mundo e continuo enfrentando, então não tenho que concordar com uma mulher que aos 47 anos e cinco filhos, que com certeza amou muitos homens, aproveita o movimento de todo mundo dando porrada num deputado (Marco Feliciano) e diz que quer apresentar a mulher. Foi um oportunismo perverso, canalha. Uma mulher não precisa expor a sua relação", criticou. No último domingo, ela apresentou oficialmente sua mulher e deu um selinho na amada em rede nacional.

"Milhões de famílias vão concordar comigo. A gente não pode bater palma para a vulgaridade, para o exibicionismo, para o oportunismo, para a farsa e para a mentira. Não é possível você aproveitar para dizer: 'eu quero apresentar minha mulher'. Que negócio é esse? Aos 47 anos e com cinco filhos? Por que não fez isso quando tinha 20 anos? Para! Estou indignado", esbravejou Agnaldo Timóteo em um programa de TV.

O que mais revoltou Agnaldo foi o fato de Daniela ter ido para a TV apresentar a mulher. "Virou a rainha dos gays. Ela está enganando a todos. A família brasileira não merecia isso. É demagogia em nome de ibope. Foi um depoimento desnecessário aos 47 anos de idade. Foi uma maravilhosa promoção. Nem todos os gays concordam com essa atitude. Foi um grande golpe de publicidade, de graça. Ela foi gênio nesse aspecto", acrescentou.







Fonte:Informações Extra

Grupo de teatro encanta Minas à bordo de um caminhãozinho Ford 1936


Gianfranco, Bernadete, Cecília, Helena e Laura Fiorini criaram há 10 anos uma companhia de teatro mambembe ao lado de Marcão de Jesus, Sheyla Alves, Ricardo Fonseca (irmão de Bernadete) e Ivan Ferreira. Mas a grande estrela do grupo sediado em Contagem e que “roda mais do que ventilador”, como costumam apregoar, tem quatro rodas, boleia, motor e baú.

Um caminhão Ford 1936, que já percorreu com valentia pelo menos 200 cidades de Minas Gerais desde 2003, leva muita diversão para gente de todas as idades. Além de servir como meio de transporte, ele é palco, cenário e camarim da Cia. Fiorini. “A partir do momento em que entro nele e saio estrada afora, é como se me transportasse para outro mundo. Quando o caminhão colorido chega na cidade, vira um alvoroço. A criançada fica louca. Durante as apresentações mesmo o público se debruça nele, quer literalmente entrar na história da peça enquanto ela está sendo encenada. O caminhãozinho realmente tem o seu apelo, e a gente não liga”, comenta o patriarca da trupe, Gianfranco Fiorini.

Uma das cenas mais marcantes ao longo dessa década de trajetória ocorreu em Guanhães, no Vale do Rio Doce, como lembra Gianfranco. O caminhão passou em cima de um quebra-mola na entrada do município e no acostamento havia uma senhora com três crianças. “De repente, uma das meninas começou a pular freneticamente quando nos viu e disse: ‘Moço, me dá esse caminhão pra mim!’. Aquilo foi emocionante”, recorda.

O casal Fiorini – ele luthier, ela professora de belas-artes – sempre foi apaixonado por teatro e, um belo dia, resolveu montar a própria companhia. Desde o começo, a ideia era ter o espírito mambembe e, por isso, adquiriram o caminhãozinho. A intenção, na verdade, era comprar uma Vemaguet, perua produzida entre 1956 a 1967. Mas a foto do Ford estampada nos classificados do Estado de Minas chamou a atenção de Gianfranco Fiorini. “Estava atrás de uma Vemaguet quando, de repente, vi a foto de um caminhãozinho. E geralmente esses anúncios não têm imagens, por isso fiquei com aquilo na cabeça. Entrei em contato com o proprietário, o Pacífico Mascarenhas (compositor, empresário e colecionador de veículos antigos). Foi uma negociação grande e quando ele percebeu o nosso objetivo, no que a gente iria transformar aquele caminhão, aí finalmente nos vendeu”, conta Gianfranco.

Estrela de cinema 

O veículo era quase uma sucata. Bastante deteriorado, teve de ser reconstruído, como ressalta Bernadete Fiorini. O caminhão, aliás, já havia participado de um dos longas-metragens infantis mais queridos pelo público, A dança dos bonecos, do cineasta Helvécio Ratton. “Daquele veículo antigo, que participou do filme, só restou a carcaça. Ele estava apodrecendo. A gente teve que praticamente construir um novo caminhão em um período de quatro anos. Trocamos tudo. E eu, que fui a responsável pela pintura do baú, quis prestar uma homenagem ao Ratton. Fiz uma releitura de uma das imagens que o veículo estampava no filme, uma cena de Paris, e a frente dele, que é uma aurora”, conta Bernadete.

O mais curioso é que 20 anos depois da estreia nas telonas, o caminhão participou de outra produção cinematográfica do mesmo diretor, Pequenas histórias, em que a atriz Marieta Severa interpreta o papel de uma contadora de histórias do interior. “Uma das poucas coisas que restou do caminhãozinho original foi uma janela que estava intacta e tinha a imagem do Mr. Kapa, o personagem do Wilson Grey em A dança dos bonecos. A gente acabou dando-a de presente para o Ratton”, revela Bernadete, que costuma escrever os espetáculos do grupo.

Aliás, todos os integrantes confeccionam tudo que é utilizado nos espetáculos, como os cenários, figurinos e bonecos. Tanto é que a equipe também promove oficinas de iniciação às artes circenses, construção de bonecos e cenários e, principalmente, de objetos folclóricos e contemporâneos. “Nem todo trabalho nosso é externo, só encenação. A gente passa muito tempo também nos ateliês produzindo o material que é utilizado nas peças. Mas, claro, viajar é muito bacana e sempre foi uma diversão pra gente desde criança”, comenta a caçula da Fiorini, Laura Fiorini, de 16 anos, que já aos 6 dava seus primeiros passos no teatro.

Helena, a irmã do meio, hoje com 21, garante que fazer parte do grupo nunca atrapalhou os estudos e que sair rodando por Minas Gerais – somente uma vez a Fiorini se apresentou fora do estado, no Espírito Santo – é um grande prazer, ainda mais com a família e os amigos. “É um trabalho bem lúdico, espontâneo, que mistura teatro, circo, literatura. A alegria nos olhos das pessoas quando nos veem, ainda mais das crianças, é muito bacana. Elas ficam hipnotizadas”, salienta a jovem atriz.

E assim como está na pintura que adorna a lateral do caminhão (uma rosa dos ventos cujos pontos cardeais são sonho, fantasia, felicidade e alegria), a Cia. Fiorini segue encantando as Gerais.





Fonte: Estado de Minas

Artistas plásticos brasileiros e do exterior se encontram em exposição


Mostra marca a abertura da galeria de arte Studio 1.3, em Poços de Caldas-MG


Artes plásticas como forma de integração. Dessa forma, pode ser resumida a exposição de abertura da Galeria de Arte Studio 1.3, em Poços de Caldas. A mostra, que reúne artistas brasileiros e do exterior, entra em cartaz no espaço a partir de sábado (3), a partir das 19h30.

Num recorte da arte contemporânea e fotografia, a exposição ganha assinatura dos brasileiros: Monique Moraes, Danilo Heleno Mônaco, Luciano Irrthum, Vinicius Figueiredo, entre outros, e dos ingleses David Small, Gil Ord e Robin Seir.

A galeria de arte que, além de exposições, será abrigo de oficinas, cursos e encontros, trata-se do terceiro espaço integrante da Studio 1.1, localizada na Inglaterra, com filiais em Holanda (1.2) e Croácia (1.4).

A Studio 1.3 fica na Avenida João Pinheiro, 351, Centro, em Poços de Caldas. Informações: (35) 9135-9795





Fonte:eptv

Nas comemorações do Dia Nacional do Circo, artistas pedem apoio do governo

Artistas e representantes de entidades ligadas ao circo afirmam que mesmo com a concorrência de outras opções de cultura e entretenimento existentes hoje, não falta público aos espetáculos circenses. Ainda assim, às vésperas do Dia Nacional do Circo, comemorado neste domingo, eles pedem mais apoio governamental à categoria, principalmente por parte de prefeituras e estados.


Segundo a diretora-presidente da Academia Brasileira do Circo e vice-presidente da União Brasileira de Circos, Marlene Querubim, os cerca de 2,5 mil circos em atividade no país chegam a atingir um público mensal estimado em 1 milhão de espectadores, empregando cerca de 35 mil profissionais direto.

“O circo é a maior casa de espetáculos do Brasil. Porque ele consegue chegar em lugares onde o cinema, o teatro e outros espetáculos não conseguem”, afirma Marlene, que dirige os circos Spacial e dos Sonhos.

A ideia de que o circo um dia possa se tornar inviável por falta de público é descartada pelo presidente da Associação Brasileira de Circo (Abracirco), Camilo Torres. Para ele, apesar das muitas dificuldades, a atividade transmitida de geração em geração não está sequer ameaçada.

"Mesmo com as várias formas de entretenimento hoje existentes, o circo ainda encanta. O lúdico, o imaginário, a fantasia, a graça de um palhaço, a pirueta de um malabarista, o talento de um trapezista ou acrobata ainda são muito fortes e fazem parte do imaginário popular", reclamando, contudo, da falta de uma política nacional que abranja todo o segmento circense e de maior apoio por parte das secretarias municipais de cultura.

Entre os problemas mais citados pelos vários entrevistados estão a falta de locais apropriados nas cidades onde se apresentam, excesso de burocracia e, consequentemente, da demora na liberação de documentos e na instalação de serviços como água e luz, além dos valores das taxas cobradas.

Administradora do Circo Internazionale di Napoli, Pollyana Pinheiro, reclama da falta de estrutura na maioria das cidades por que passa e dos custos. “Na maioria dos locais a que vamos acabamos em terrenos particulares. Chegamos a pagar até R$ 30 mil de aluguel por mês. Precisamos fazer muitas apresentações para pagar isso e às vezes não conseguimos sequer cobrir as despesas. Tentamos não repassar estes custos para o preço dos ingressos, mas se não tivéssemos que pagar tantas taxas eles poderiam ser mais baratos”.

Outra queixa comum diz respeito aos mecanismos públicos de financiamento da atividade. Para Torres, houve avanços recentes, mas eles ainda são insuficientes. Entre as conquistas, Camilo cita o fortalecimento de prêmios de estímulo às artes circenses, como o Carequinha, da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e de programas estaduais de incentivo a artistas e grupos circenses, como os existentes, por exemplo, em São Paulo e Minas Gerais.

“Embora os valores ainda estejam aquém das reais necessidades da categoria e, em geral, bem abaixo dos destinados ao teatro, cinema e à música. O aspecto positivo é que são mecanismos transparentes”, afirma Torres, lembrando também da importância da realização de festivais como os da cidade de Limeira (SP).








Fonte:em.com.br

Agnaldo Luz, o Nico, apresenta a noite do riso em Varginha

O ator Agnaldo Luz, criador do personagem Nico, irá se apresentar nesta sexta-feira, no Teatro Mestrinho, em Varginha, o humorístico “A noite do riso - Se não for é xacanagem“. A peça tem inicio as 21h.

Agnaldo Luz reside em Alfenas. É musico e radialista, mas tem se destacado na “pele” do personagem Nico. O humorista tem apresentado seu espetáculo em várias cidades do Sul de Minas. “Um show para pessoas de todas as idades, com muita alegria e também suspense”, garante o artista.

Os shows estão sendo produzidos com apoio da empresa Fabio Jr Produções. “Um espetáculo de competente feitura e capacidade de tocar com sensibilidade o que há de mais genuíno em uma platéia: interação e humor”, disse Agnaldo sobre seu personagem.

Além do personagem Nico, Agnaldo Luz compõe, há 24 anos, a dupla sertaneja Nilson e Nilvan com o eletricista Marcos Mezzeti. Eles têm três CDs gravados. É um dos apresentadores do programa “A hora do Rango”, humorístico da rádio Athenas, com a participação dos locutores Jair Bala, Poliana Novaes,e Jeverson (Jeca) Campos.






Fonte:www.alfenashoje.com.br