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Urbanização na Beira do Lago em Fama MG

A urbanização da Av. Joaquim Souza Sobrinho as margens do Lago em Fama da novo visual, a obra já está em fase final.

Confiram abaixo:
















Bloqueio de caminhoneiros já traz problemas de abastecimento em Minas Gerais

Em Campo Belo, 7 dos 8 postos estão sem nenhum tipo de combustível.
Motorista perdeu 38 mil litros de leite que iriam para Três Corações.

Cargas começam a ser perdidas em manifestação (Foto: Reprodução/EPTV)

O protesto dos caminhoneiros chegou ao terceiro dia nesta terça-feira (24) e a paralisação já traz efeitos no abastecimento. Em algumas cidades do Sul de Minas, já falta gasolina nos postos e as cargas com alimentos já estão estragando nos caminhões parados na Rodovia Fernão Dias. Além de Minas Gerais, o protesto já atinge nove estados brasileiros.

Pelo menos dois pontos da Rodovia Fernão Dias ficaram interditados nesta terça-feira (24) nos trechos que cortam o Sul de Minas. Um ponto da BR-491, em Varginha (MG), também chegou a passar por paralisação. Na Fernão Dias, há manifestações em Santo Antônio do Amparo (MG) e Perdões (MG).

Já em Varginha, os caminhoneiros que protestam contra o preço dos combustíveis e o valor pago pelo serviço de frete pararam pela manhã na Avenida do Contorno, segmento urbano da BR-491. Depois, eles foram para a BR-381, no trecho de Três Corações (MG).

 (Veja o mapa dos protestos nas estradas)

Por causa da manifestação, alguns produtos que estão sendo transportados já estão estragando.  Um motorista levava 38 mil litros de leite de Conceição do Pará (MG) para Três Corações (MG), mas o produto estragou e a carga foi perdida.

O caminhão dirigido por Telles Junior também transporta uma carga que pode ser perdida. “Eu estou levando iogurte. Para não faltar refrigeração, tenho que ficar com o motor ligado o tempo todo. Ainda está no padrão, vou esperar, vamos ver”, disse.

Já outro motorista que transporta coco e mamão disse que a carga só suporta mais dois dias. “Se não seguirmos, vou ter que dar para o povo para não perder”, completou Arnaldo Manoel dos Santos.

Falta de combustíveis em Campo Belo


Sete dos oito postos de Campo Belo (MG) estão sem nenhum tipo de combustível e, no único que ainda tem, as filas para abastecer já viram o quarteirão. Segundo o proprietário, a gasolina já está no fim e o álcool deve durar só até a quarta-feira (25).

Neste mesmo posto, houve quem ficasse na fila por mais de duas horas e um funcionário da prefeitura que tentou passar na frente para encher quatro galões de gasolina provocou confusão. “A gasolina vai para quatro ambulâncias que vão chegar de viagem e amanhã cedo devem levar pacientes a Belo Horizonte (MG). Precisamos da gasolina, senão não conseguiremos levar as pessoas”, disse Marcus Vinícius.

Em outro posto, onde os combustíveis não estão chegando, o dono Fábio Herik Moreira Nunes comenta a paralisação. “Não tem como os caminhões trazerem os combustíveis e daqui a pouco vai começar a faltar outras coisas nas cidades”, comentou.

O protesto e os desentendimentos

Embora esteja no terceiro dia, há motoristas que ainda não querem aderir ao protesto, que é contra o alto preço do óleo diesel e baixo valor do frete. Segundo os motoristas, é pago R$ 600 por uma viagem de pouco mais de 300 quilômetros. “ Tem que baixar o diesel ou aumentar o frete, senão não dá para trabalhar, nem as empresas estão conseguindo”, comentou o motorista Valtertino Caetano.

Contudo, a situação fica tensa quando alguém tenta furar o bloqueio. Um vídeo gravado pelos caminhoneiros mostrou quando os manifestantes quase tiram à força um motorista de dentro da cabine. Pelas imagens é possível ver que a ação só parou quando ele concordou em retornar com o veículo para o fim da fila.

O motorista Arnaldo Manoel dos Santos viu tudo. “O rapaz parou o caminhão e deu tapa na cara de um senhor de 61 anos. Onde já se viu isso, um de 30 anos batendo em outro de 61?”, relatou.
A Justiça Federal acatou um pedido feito pela Advocacia Geral da União (AGU) e determinou a desocupação das estradas. A decisão judicial dá um prazo de três horas a partir da notificação dos caminhoneiros. Se a ordem não for cumprida, motoristas e demais participantes do protesto e do Movimento União Brasil

Caminhoneiro podem ser multados em até R$ 50 mil por hora de ocupação.

Na entidade de classe dos caminhoneiros, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.






Fonte:G1

Governo quer aumentar multa para empregador que não assinar carteira


BRASÍLIA - Para aumentar a arrecadação, o Ministério do Trabalho (MTE) lançou nesta quarta-feira uma campanha que vai apertar o cerco às empresas, com meta de formalizar 400 mil trabalhadores este ano. A previsão da pasta é obter uma receita extra de R$ 2,5 bilhões em receitas previdenciárias e para o FGTS. A pasta também anunciou que enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei para corrigir a a multa cobrada dos empregadores, em caso de empregado sem carteira assinada. O valor da multa em R$ 402,53 por trabalhador identificado em situação irregular não é corrigido há 20 anos, segundo o ministério. O índice para o reajuste não foi informado.

— A formalização é pré-requisito para o acesso a direitos — disse o secretário de Inspeção do Trabalho, Paulo Sérgio de Almeida..

Ele explicou que o plano faz parte de um conjunto de ações para modernizar o Ministério, com base na fiscalização eletrônica. Segundo dados do MTE, existem 14 milhões de trabalhadores assalariados na informalidade, o que resulta em uma renúncia de R$ 88,8 bilhões em valores sonegados.

O plano terá como foco setores com maior índice de informalidade, com base nas pesquisas do IBGE. Serão alvos da fiscalização os municípios de maior concentração de trabalhadores informais, onde serão notificadas 554 mil empresas, por mala direta.

Além da campanha pela formalização, os fiscais do trabalho iniciaram nesta semana a cobrança da dívida das empresas que deixaram de depositar o FGTS dos trabalhadores. A projeção é recuperar R$ 2,6 bilhões. Ao todo, a receita extra poderá chegar a R$ 5,2 bilhões em 2015.



Fonte: O Globo

Promotor pede à Justiça fim de prova em que bezerro morreu em Barretos SP

O Ministério Público ajuizou nesta quinta-feira (28) uma ação civil que pede à Justiça o fim da prova de bulldog na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (a 423 km de São Paulo). A prova, na qual o peão tem de imobilizar o bezerro usando as mãos, não é realizada desde 2012. Em 2011, um animal precisou ser sacrificado após ser derrubado na arena e não conseguir se levantar. O bezerro saiu carregado do local. A Promotoria pede também que a associação Os Independentes, responsável pela organização da festa, pague multa de R$ 144.800 por dano moral coletivo devido à morte do bezerro.

  Para o promotor Flávio Okamoto, a ação  violou o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e livre de práticas cruéis contra animais, que sofreu "verdadeiro abalo psicológico frente aos fatos". Conforme Okamoto, a ação foi ajuizada depois que a associação se recusou a firmar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) sobre a não realização da prova. Para ele, ao se recusar a banir permanentemente a prova, a associação estimula "a perpetuação da cruel modalidade em outros rodeios do país". Ele acusa a associação de, por anos, ter submetido dezenas de bezerros a tratamento cruel e sofrimento físico e psíquico.

Na ação, o promotor pede que a associação seja obrigada a não promover e não permitir que se realize a prova nos eventos sob sua organização, em especial nas próximas edições da Festa do Peão de Boiadeiro. Okamoto pede ainda que, caso a associação realize a prova, pague multa diária de R$ 100 mil, além da indenização por dano moral coletivo. A organização da Festa do Peão informou, por meio de sua assessoria, que ainda não foi notificada da ação.




Fonte: www.folhadaregiao.com.br

Mortes por depressão crescem 705% em 16 anos, no Brasil

Os dados mostram que, em 1996, 58 pessoas morreram por uma causa associada à depressão


Em 16 anos, o número de mortes relacionadas com depressão cresceu 705% no Brasil, mostra levantamento inédito feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base nos dados do sistema de mortalidade do Datasus. Estão incluídos na estatística casos de suicídio e outras mortes motivadas por problemas de saúde decorrentes de episódios depressivos.

Foi a depressão, somada à dependência química, o que provavelmente levou o ator americano Robin William, de 63 anos, a se matar, na segunda-feira passada, dia 11. Os dados mostram que, em 1996, 58 pessoas morreram por uma causa associada à depressão. Em 2012, último dado disponível, foram 467.

O número total de suicídios também teve aumento significativo no Brasil. Passou de 6.743 para 10.321 no mesmo período, uma média de 28 mortes por dia. As taxas de suicídio são muito superiores às mortes associadas à depressão porque, na maioria dos casos, o atestado de óbito não traz a doença como causa associada.

No Brasil, a faixa etária correspondente à terceira idade é a que reúne as estatísticas mais preocupantes. No caso de mortes relacionadas à depressão, os maiores índices estão concentrados em pessoas com mais de 60 anos, com o ápice depois dos 80 anos.

No caso dos suicídios, embora os números absolutos não sejam maiores entre os idosos, a maior taxa de crescimento no período analisado ocorreu entre pessoas com mais de 80 anos. Entre 1996 e 2012, o suicídio cresceu 154% nesta faixa etária.

Causas

Segundo especialistas, o aumento de suicídios e de mortes associadas à depressão está relacionado com dois principais fatores: o aumento das notificações e o crescimento de casos do transtorno. "Como o assunto é mais discutido hoje, há maior procura por atendimento médico e mais diagnósticos. Mas também está provado, por estudos epidemiológicos, que a incidência da depressão tem aumentado nos últimos anos, principalmente nos grandes centros", disse Miguel Jorge, professor associado de psiquiatria da Unifesp.

Jorge explica que, além do componente genético, que pode predispor algumas pessoas à doença, fatores externos da vida atual, como o estresse e a grande competitividade profissional, podem favorecer o aparecimento da doença.

No caso dos idosos, a chegada de doenças crônicas incuráveis, o luto pela perda de pessoas próximas e a frustração por não poder mais realizar algumas atividades os tornam mais vulneráveis à depressão e ao suicídio. "Um estilo de vida estressante, o uso de drogas e álcool e insatisfação em diversas áreas são fatores de risco para a doença. Fazer escolhas pessoais e profissionais que ajudem a controlar esses fatores é uma forma de prevenir a depressão", diz o especialista.



Agência Estado

Minas Gerais lidera ranking nacional de trabalho escravo

Manifestação em Brasília pela aprovação da PEC do trabalho escravo

Minas Gerais fechou o primeiro semestre com o infeliz título de líder do ranking de estados brasileiros que mais resgataram trabalhadores em situação análoga à escravidão. Entre janeiro e julho, 91 pessoas foram libertas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e retornaram para suas cidades. No Brasil foram 421 casos.

Quase metade desses trabalhadores (40) foi encontrada em situações degradantes no setor da construção civil, em Belo Horizonte, segundo dados do MTE.

Atrás de Minas aparece o Espírito Santo, com 86 resgates, todos de uma vez, em uma fazenda na cidade de Sooretama. A diferença é que, enquanto em Minas Gerais foram feitas oito fiscalizações, no estado capixaba houve apenas uma.

Entre 2010 e 2013, alternou com outros estados na liderança, mas sempre ocupou as primeiras colocações.

Apesar de estar em primeiro lugar na lista, o número de resgates em Minas Gerais caminha para ser o menor dos últimos cinco anos. No ano passado, fechou com 446 trabalhadores libertos, à frente de São Paulo, com 419. Em 2012, teve 394, atrás apenas do Pará (563). Em 2011, foi líder (417) e, em 2010, novamente o Pará esteve na frente, com 559 contra 511 de Minas.

Práticas urbanas

O MTE não disponibiliza em sua série histórica as caracterização de todas as fiscalizações, se são em meio urbano ou rural. Entretanto, dos 2.063 resgatados no ano passado, mais da metade foram encontrados nas cidades, de acordo com o Tribunal Regional do Trabalho em Minas Gerais.

Para o presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Osmani Teixeira de Abreu, há dificuldade em se caracterizar o que é trabalho análogo a escravo.

“A fiscalização está sendo muito rigorosa. Não posso te falar sobre cada caso, mas o critério não pode ser a subjetividade de quem fiscaliza”, argumenta.

Para ele, deveria ser aplicado o conceito da Organização Internacional do Trabalho (OIT), para a qual o trabalhador se encontra em situação análoga à escravidão somente se não tiver liberdade para ir embora.

Já o desembargador Emerson José Alves Lage, do TRT em Minas Gerais, salienta que há quatro formas de se caracterizar o trabalho análogo à escravidão: privação de liberdade; servidão por dívida; trabalho degradante em condições precárias de habitação e condição humana; e trabalho extenuante.

“É uma visão distorcida do que é uma atividade econômica, a busca desenfreada por lucro, o desrespeito à condição humana, o conceito de dignidade da pessoa humana”, argumenta o desembargador.

PEC 81

Atualmente, tramita no Congresso Nacional a regulamentação da Emenda Constitucional 81. O texto deverá especificar melhor as classificações de trabalho análogo à escravidão e, além disso, determinar que as propriedades onde houver autuações sejam passíveis de reforma agrária ou uso para habitação social.

O coordenador da Assessoria Jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Francisco Barbosa, reitera que é preciso uma definição do que é trabalho escravo.

“A mensuração destas condicionantes tem de ser claramente contida no texto legal”, argumenta.

Campanha contra escravidão

Na tentativa de aumentar o combate às situações análogas à escravidão, na próxima quarta-feira será lançada a “Campanha Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo ou Degradante”. O evento será realizado no Plenário do TRT-MG (Avenida Getúlio Vargas, 255 - 10º andar), bairro Funcionários, das 13h30 às 19h.

Um dos principais temas será a regulamentação da Emenda Constitucional 81, que especifica as condições degradantes de trabalho, e determina que os imóveis das empresas flagradas nessa situação sejam desapropriados para reforma agrária ou habitação de interesse social. As inscrições podem ser feitas até segunda-feira, no www.trt3.jus.br.






Fonte:www.hojeemdia.com.br

Curiosidades: Movimentos nativistas e de libertação – Inconfidência Mineira – 1789 – Vila Rica

Leitura da sentença dos inconfidentes, por Leopoldino Faria.

A Inconfidência Mineira, ou Conjuração Mineira, foi uma tentativa de revolta abortada pelo governo em 1789, em pleno ciclo do ouro, na então capitania de Minas Gerais, no Brasil, contra, entre outros motivos, a execução da derrama e o domínio português.

Foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial.

No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos. Além disso, a metrópole havia decretado uma série de leis que prejudicavam o desenvolvimento industrial e comercial do Brasil. No ano de 1785, por exemplo, Portugal decretou uma lei que proibia o funcionamento de indústrias fabris em território brasileiro.

Causas

Neste  período, era grande a extração de ouro, principalmente na região de Minas Gerais. Os brasileiros que encontravam ouro deviam pagar o quinto, ou seja, vinte por cento de todo ouro encontrado acabava nos cofres portugueses. Aqueles que eram pegos com ouro “ilegal” (sem  ter pagado o imposto”) sofria duras penas, podendo até ser degredado (enviado a força para o território africano).

Com a grande exploração, o ouro começou a diminuir nas minas. Mesmo assim as autoridades portuguesas não diminuíam as cobranças. Nesta época, Portugal criou a Derrama. Esta funcionava da seguinte forma: cada região de exploração de ouro deveria pagar 100 arrobas de ouro (1500 quilos) por ano para a metrópole. Quando a região não conseguia cumprir estas exigências, soldados da coroa entravam nas casas das famílias para retirarem os pertences até completar o valor devido.

Todas estas atitudes foram provocando uma insatisfação muito grande no povo e, principalmente, nos fazendeiros rurais e donos de minas que queriam pagar menos impostos e ter mais participação na vida política do país. Alguns membros da elite brasileira (intelectuais, fazendeiros, militares e donos de minas), influenciados pela idéias de liberdade que vinham do iluminismo europeu, começaram a se reunir para buscar uma solução definitiva para o problema: a conquista da independência do Brasil.

 Os Inconfidentes 
Tiradentes: líder da Inconfidência Mineira

O grupo, liderado pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido por Tiradentes (saiba mais sobre ele) era formado pelos poetas Tomas Antonio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa, o dono de mina Inácio de Alvarenga, o padre Rolim, entre outros representantes da elite mineira. A ideia do grupo era conquistar a liberdade definitiva e implantar o sistema de governo republicano em nosso país. Sobre a questão da escravidão, o grupo não possuía uma posição definida. Estes inconfidentes chegaram a definir até mesmo uma nova bandeira para o Brasil. Ela seria composta por um triangulo vermelho num fundo branco, com a inscrição em latim : Libertas Quae Sera Tamen (Liberdade ainda que Tardia).

Conseqüências

A Inconfidência Mineira transformou-se em símbolo máximo de resistência para os mineiros, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos, e da Revolução Constitucionalista de 1932 para os paulistas. A Bandeira idealizada pelos inconfidentes foi adotada pelo estado de Minas Gerais.


Curiosidades

Na primeira noite em que a cabeça de Tiradentes foi exposta em Vila Rica, foi furtada, sendo o seu paradeiro desconhecido até aos nossos dias.
Tratando-se de uma condenação por inconfidência (traição à Coroa), os sinos das igrejas não poderiam tocar quando da execução. Afirma a lenda que, mesmo assim, no momento do enforcamento, o sino da igreja local soou cinco badaladas.

A casa de Tiradentes foi arrasada, o seu local foi salgado para que mais nada ali nascesse, e as autoridades declararam infames todos os seus descendentes.

Tiradentes jamais teve barba e cabelos grandes. Como alferes, o máximo permitido pelo Exército Português seria um discreto bigode. Durante o tempo que passou na prisão, Tiradentes, assim como todos os presos, tinha periodicamente os cabelos e a barba aparados, para evitar a proliferação de piolhos, e, durante a execução estava careca com a barba feita, pois o cabelo e a barba poderiam interferir na ação da corda.





Fonte:www.sohistoria.com.br

Copa do Mundo: Dilma quer exército nas ruas contra manifestantes

A gastança com nosso dinheiro

O clima dos protestos contra a copa da Fifa e dos superfaturamentos ganha uma ingrediente a mais após os protestos em Caracas, na Venezuela. É como se os brasileiros tivessem se inspirado no protesto pacífico e inteligente contra a corrupção do país!

Por isso, a Presidente Dilma e seus aliados apressam votações e aprovações de leis para proibir uso de máscaras e todo tipo de material, que na visão do governo, pode ser uma arma durante um manifesto. Além disso, estão buscando dificultar os protestos e impor repressões mais duras do que as anteriores, o que no final pode resultar em manifestações mais intensas. Tudo isso, por conta de um governo que não sabe se comunicar com as massas e por conta de uma FIFA que manda mais que o governo atualmente, no Brasil!

Inclusive, a presidente quer o exército nas ruas para 'tomar conta', ou seja, contra os manifestantes.

Apostador do interior de SP fatura sozinho R$ 111 milhões da Mega-Sena

Um apostador da cidade de Santa Bárbara D'Oeste acertou as seis dezenas do sorteio 1.575 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (19) em Osasco (Grande São Paulo), e faturou R$ 111 milhões sozinho. Os números sorteados foram: 01 - 04 - 05 - 14 - 45 - 56. O valor total arrecadado com o sorteio foi de R$ 199 milhões, segundo a Caixa.

O valor, acumulado há oito concursos, é o sétimo maior da história da Mega-Sena e o segundo maior de concursos regulares (excluindo a Mega da Virada): só perde para o sorteio 1.220, que pagou R$ 119 milhões para uma única aposta de Fontoura Xavier (RS) em 6 de outubro de 2010.

Ao todo 709 apostadores acertaram a Quina e levam R$ 16.432,41 cada. Outros 42.590 jogadores acertaram quatro números e embolsam R$ 390,78.





Fonte:UOL

Juiz que ironizou o CNJ por receber sem trabalhar recebe apoio no Facebook


Postagem de Marcelo Antônio Cesca no Facebook (foto: reprodução)


Marcelo Antônio Cesca foi afastado das funções de juiz da 2ª Vara Federal de Brasília depois de sofrer um surto psicótico depois que um médico dobrou a dose do antidepressivo que ele tomava à época em razão de um tratamento contra estresse pós-traumático, o que gerou a abertura de um processo administrativo pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ com o intuito de avaliar se ele estava capacitado para retornar ao exercício da magistratura. O afastamento aconteceu em novembro de 2011 e até hoje o CNJ não resolveu sua situação. O magistrado esclarece que já foi periciado por três psiquiatras e que está apto a retornar às suas atividades normais desde maio de 2013. Nove meses depois, porém, o CNJ ainda não decidiu sobre o destino do juiz, que recebe R$ 22 mil por mês e se diz indignado com a situação.

Numa foto em que aparece na praia ao lado da namorada, Cesca ironiza o órgão:

“Eu agradeço ao Conselho Nacional de Justiça por estar há 2 anos e 3 meses recebendo salário integral sem trabalhar, por ter 106 dias de férias mais 60 dias pra tirar a partir de 23/03/14, e por comemorar e bebemorar tudo isso numa quinta-feira à tarde ao lado de minha amada gata de 19 anos! Longa vida ao CNJ e à Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional)!”, escreveu Marcelo na legenda da foto.

- Isso é um absurdo e me afeta por vários motivos. Primeiro, não posso legalmente exercer outra profissão. Segundo, sem trabalhar, minha saúde piora, porque afeta minha autoestima. Terceiro, não posso me promover na carreira. Quarto, falta juiz, sobram processos e eu aqui olhando para o teto - disse Marcelo Cesca, acrescentando que voltar a trabalhar é tudo o que ele quer.

Em outra postagem, Cesca faz referência ao tempo que está sem trabalhar e ironiza: "não é fácil viver no Brasil".

Somente nesta segunda-feira (17/02), certamente depois de tomar conhecimento da entrevista de Cesca, foi que o ministro Francisco Falcão, Corregedor Nacional de Justiça, oficiou ao presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região informando a data em que analisará a volta do juiz federal.

O mais engraçado nessa história é que um relatório sobre o panorama da justiça brasileira, divulgado em outubro de 2013 pelo mesmo CNJ, mostrou que 10 dos 27 tribunais do país tiveram baixa produtividade e alta taxa de congestionamento de processos. Pelo visto, baixa produtividade e congestionamento de processos não é privilégio dos tribunais espalhados pelo Brasil. O nosso CNJ, que não quis comentar o caso Cesca, também não consegue descascar seus abacaxis. 


Lamentável, não? Deixe o seu comentário.






Fonte:Dando Pitacos

Ônibus invade plataforma de embarque e mata uma pessoa no Terminal do Tietê em SP


O ônibus da Viação Itapemirim tinha como destino o Rio de Janeiro


Uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas em um acidente ocorrido por volta das às 23 horas de domingo (16), no Terminal Rodoviário do Tietê, zona norte de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, um ônibus invadiu uma plataforma de embarque. Até a madrugada, não havia sido divulgado o estado de saúde dos feridos nem a identidade da vítima fatal. Os feridos foram levados para os prontos-socorros da Santa Casa e do Hospital do Mandaqui. Segundo testemunhas, o ônibus pertencia à viação Itapemirim.

Este é o terceiro acidente envolvendo ônibus nos últimos cinco dias na cidade de São Paulo. Ao todo três pessoas morreram e ao menos 59 pessoas ficaram feridas.

No fim da manhã de sábado (15), pelo menos 45 pessoas ficaram feridas em acidente envolvendo dois ônibus na Avenida Nações Unidas, Brooklin, zona sul de São Paulo. Ao menos dois passageiros tiveram ferimentos mais graves, segundo os bombeiros.

Eles receberam os primeiros socorros no local do acidente e foram levadas para o Pronto Socorro do Hospital Municipal Campo Limpo. Os outros feridos foram levados para a Santa Casa e para os hospitais Jabaquara, Mandaqui e Leforte.

Na quarta-feira (12), um ônibus biarticulado que trafegava no corredor exclusivo da Avenida Vereador José Diniz, na zona sul de São Paulo, não conseguiu frear. O veículo subiu sobre um Corolla preto e ainda colidiu contra outro ônibus articulado que estava à frente e ainda atingiu um taxi. Duas pessoas, um executivo francês e um taxista, morreram. Outras nove pessoas ficaram feridas.





Fonte: Hoje Em Dia

Minas Gerais tem o terceiro maior índice de trabalho escravo

Carvoarias de todo o Brasil já foram alvo de investigações de trabalho escravo

Minas Gerais é o terceiro estado com maior número de empregadores envolvidos em trabalho considerado escravo no Brasil. A chamada “lista suja” da escravidão mostra que pelo menos 46 empresas e pessoas físicas mantêm seus funcionários em condições degradantes. O crime tem pena prevista de dois a oito anos de prisão, mais multa. Só que, de acordo com a Procuradoria Geral da República, desde 2010 ninguém cumpriu pena.

A maior parte das autuações foi registrada no Norte de Minas, segundo dados do Ministério do Trabalho. Lá, pelo menos 9 empregadores mantêm ou mantiveram quase 150 pessoas em condições análogas à escravidão. A maior parte dessas pessoas trabalha com extração de carvão vegetal e de madeira.

Ainda de acordo com a “lista suja”, atualizada no último dia 28, o maior flagrante em Minas ocorreu em uma fazenda no Triângulo mineiro. Foram encontradas 207 pessoas em um canavial onde eram mantidas em condições de escravidão.

Já na região metropolitana de Belo Horizonte, a maior parte dos casos envolve construtoras, empresas metalúrgicas e fábricas de roupas. Em novembro passado, um grupo de bolivianos foi resgatado em um alojamento em Ribeirão das Neves, região metropolitana, onde estavam há sete meses.

Ainda no ano passado, seis pessoas foram resgatadas em um galpão de uma grande construtora na capital. De acordo com o Ministério do Trabalho, as construtoras respondem por 66% das autuações feitas no País. As fazendas e confecções aparecem em segundo lugar.

Os flagrantes feitos em Minas envolvem ainda fazendas de extração de carvão mineral, plantio de morangos, segurança privada, plantio de cana de açúcar, gado bovino, plantio de café, pecuária, metalurgia e seringueiros. A “lista suja” possui 579 nomes de empregadores em todo País.

Investigações

Um balanço divulgado pela Procuradoria Geral da República (PGR) coloca Minas como o segundo estado com maior número de investigações referentes à escravidão no Brasil. Ao todo estão correndo 174 inquéritos instaurados pela procuradoria federal.

Minas Gerais, Pará, São Paulo e Mato Grosso respondem por quase a metade de todas as investigações em andamento. São 729 inquéritos de um total de 1.480 envolvendo todos os estados, o que corresponde a 49% do total. Os dados foram divulgados no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

Além das investigações que correm sob responsabilidade do Ministério Público Federal, nos últimos três anos foram abertas 469 ações penais, que estão em andamento.



Procuradoria criou campanha para agilizar julgamentos

A demora na tramitação dos processos contra pessoas físicas e jurídicas, que mantiveram funcionários em situação análoga à escravidão, levou a Procuradoria Geral da República (PGR) a lançar uma campanha. O objetivo é pedir a colaboração da Justiça para o encerramento dos processos, além de voltar a acompanhar as fiscalizações realizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A campanha foi lançada em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Também serão veiculadas propagandas de televisão e rádio, cartazes, banners e peças informativas para esclarecer a população sobre o assunto e mostrar que ainda existe escravidão no Brasil.

O tema foi definido com os membros do Grupo de Trabalho Escravidão Contemporânea, da 2ª Câmara do MPF, responsável pela definição da política criminal de combate as formas de escravidão praticadas nos dias atuais.

Artigo 149

Nos últimos anos, o Ministério Público Federal (MPF) tem intensificado esforços para garantir maior eficiência na punição do trabalho escravo. Desde 2010, os procedimentos extrajudiciais instaurados aumentaram em mais de 800%.

Já as ações penais autuadas quase dobraram. Ambos relativos ao crime tipificado no artigo 149 do Código Penal.

Além da situação degradante, os empregadores que praticam o crime de escravidão costumam usar de artifícios como retenção de documentos, coação moral, cobrança de aluguéis e cobrança de preços abusivos nos alimentos fornecidos para subsistência como formas de verdadeira prisão imposta aos trabalhadores. (Com agências)







Fonte: Hoje Em Dia

Reservatórios das hidrelétrica em baixa reduzem verba de cidades

Minas foi o Estado mais afetado do Brasil, que registrou queda de 4,7% no ano passado

Os baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas em 2013 derrubaram a arrecadação dos municípios que recebem a Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) e os royalties da energia, verbas repassadas às cidades que têm área alagada para instalação de usinas.

Como os recursos são atrelados à produção energética (quanto maior a produção, maior o repasse), os valores foram reduzidos drasticamente. Em Minas, a queda no repasse foi de 26,7%, caindo de R$ 171,5 milhões em 2012 para R$ 135,3 milhões em 2013.

O Estado foi mais afetado do que o Brasil, que registrou queda de 4,7%, passando de R$ 2,2 bilhões em 2012 para 2,1 bilhões no ano passado. O motivo da diferença é a vocação de Minas Gerais para a geração hídrica: 70% dos reservatórios do país estão em solo mineiro.


Na “caixa d’água” do Brasil, 152 municípios recebem o benefício. O maior repasse em 2013 foi para Santa Vitória, município banhado pelo reservatório da usina de São Simão, a maior da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). No ano, Santa Vitória, que possui cerca de 19 mil habitantes, recebeu R$ 4,2 milhões em compensação pelo alagamento de área produtiva, montante 35,7% inferior aos R$ 5,8 milhões de 2012.


Segunda fonte

A contribuição é a segunda maior fonte de arrecadação da cidade, perdendo apenas para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), segundo o prefeito Genésio Franco de Morais Neto.

O montante que Santa Vitória recebeu de CFURH em 2013 representa quase um quinto do orçamento total realizado pela cidade em 2009, de R$ 21 milhões, segundo último balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O prefeito lamenta a redução. “A CFURH ajuda, e muito, a melhorar a condição de vida da população”, afirma. Segundo a legislação, o recurso pode ser aplicado em programas de saúde, educação e segurança. É vetado, no entanto, para pagamento de dívidas (exceto da União) e de folha de pessoal.

Em Santa Vitória, conforme Morais Neto, mais de 25% do montante foram investidos em educação. “Investimos, principalmente, em transporte escolar”, afirma.

Importantíssimo

Em Perdizes, o recurso também é muito bem-vindo, apesar da queda de 15% entre os R$ 4,6 milhões recebidos em 2012 e os R$ 4 milhões de 2013, segundo o prefeito da cidade, Fernando Marangoni. Ele diz que no município, que sedia a usina de Nova Ponte, da Cemig, a arrecadação geral têm crescido menos a cada ano.

Uma redução no repasse da contribuição do setor de energia deixa o quadro ainda mais nublado. “Usamos a CFURH para cobrir todos os gastos do município, com exceção da folha de pagamento. Ele é importantíssimo”, afirma.

Recuo da arrecadação assusta os prefeitos

O município de Morada Nova de Minas, que é banhado pelo reservatório da hidrelétrica de Três Marias, da Cemig, recebeu R$ 4,2 milhões em 2013 a título de Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) e royalties de energia. O valor é 35,7% menor do que o recolhido em 2012.

A redução assustou o prefeito da cidade, Walter Francisco de Moura. “As dívidas do município estão nas alturas. Contamos com este recurso para quitá-las. Com a redução, somos muito afetados”, diz. Segundo ele, uma nova queda traria sérios problemas ao município, de 8.600 habitantes.

Moura afirma que o montante em 2013 foi destinado ao pagamento de algumas parcelas de um empréstimo de R$ 2 milhões feito junto ao Banco do Brasil para quitação de dívidas com a previdência dos 600 funcionários municipais. A folha de pagamento, de aproximadamente R$ 800 mil, também recebeu uma parcela da CFURH.

O restante foi usado para manter o hospital municipal, que custa cerca de R$ 200 mil à cidade mensalmente, e para manutenção de veículos.

Em Sacramento, município que abriga as hidrelétricas de Jaguara, da Cemig, e Pai Joaquim e Estreito, de Furnas, o recolhimento em 2013 foi de R$ 5,6 milhões, redução de 39,2% na comparação com 2012. O prefeito de Sacramento, Bruno Scalon, afirma que teve que segurar os gastos. “A arrecadação menor prejudica o acerto de contas com os credores do município”, diz.

Térmicas compensaram a queda

Em 2013, o Brasil gerou 12,9% a menos de energia hidrelétrica do que em 2012. No ano, a geração a partir da força hidráulica somou 314,1 milhões de megawatts-hora (MWh), contra 354,7 milhões de MWh no ano retrasado.

A solução para a queda da geração hidrelétrica foi acionar as usinas térmicas. Como o combustível utilizado por essas usinas é mais caro, haverá impacto nas contas de energia neste ano.




Fonte: Hoje Em Dia

Furnas vende 800 megawatts médios em leilão de energia

A subsidiária da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas vendeu hoje (17) 800 megawatts (MW) médios de energia elétrica no 12º leilão de energia existente feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O montante comercializado, com prazo de 12 meses para entrega, corresponde à metade das vendas na primeira fase do leilão, quando foram arrematados 1.654 MW médios. O preço médio de venda do leilão para 2014 foi de R$ 191,41 MWh.

A energia comercializada por Furnas é proveniente das usinas de Itumbiara (Minas Gerais/Goias), Serra da Mesa (Goiás) e Mascarenhas de Moraes (São Paulo/Minas Gerais). No leilão de energia existente, são comercializados montantes de energia elétrica a partir de empreendimentos já existentes para as distribuidoras no mercado regulado.

A energia negociada será objeto de Contrato de Comercialização de Energia Elétrica  no Ambiente Regulado na modalidade por quantidade para todas as fontes energéticas. Os agentes declararam o lastro de venda na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e assim puderam entrar na competição todas as fontes de que o vendedor habilitado dispõe, tais como usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e eólicas.

Os contratos de comercialização terão períodos de suprimento distintos, com início de entrega em 1º de janeiro de 2014 e término de suprimento em 31 de dezembro do mesmo ano, o segundo período de entrega vai de 30 de junho de 2015 a 31 de dezembro de 2016.






Fonte: Agência Brasil

Caiu o Vasco, caiu o Fluminense....e o Satélite Brasileiro também !


Ta caindo tudo...

Vasco da Gama e Fluminense cairam para a segunda divisão, mas são coisas do futebol, o duro foi o Satélite Brasileiro que despencou logo depois de ser lançado, olha quanto custou a brincadeira com a nossa grana...

Governo brasileiro investiu R$ 270 milhões em equipamento desenvolvido em parceria com a China.

O custo apenas do lançamento foi de US$ 15 milhões. O modelo do foguete chinês utilizado, o Longa Marcha 4B, já fez 34 lançamentos de satélites com 100% de sucesso.

O satélite sino-brasileiro CBERS-3 caiu na Terra depois de ter sido lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, na China. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio de uma nota oficial em seu site.

Aumento de combustível: Primeiro setor a ser impactado é o de transporte de cargas, que encarecerá produto final

A alta no preço dos combustíveis nas refinarias deverá elevar, em média, 2,3% o custo dos fretes no país. No último sábado, a Petrobras anunciou um reajuste de 4% no preço da gasolina para as refinarias e de 8% no diesel. Na reação em cadeia do repasse de custos, o primeiro setor a ser impactado é o de transporte de cargas.


“A previsão é que o custo tenha alta média de 2,05% (distâncias de 800 km), mas o número pode variar para mais ou para menos de acordo com a distância percorrida pelo veículo”, diz Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC&Logística, responsável pela estimativa.

Ainda de acordo com o estudo, dependendo da operação, a representatividade do combustível no custo total do transporte varia entre 15% e 40%.

Em operações urbanas ou rotas curtas, como produtos que saem dos centros de distribuição até as lojas, o combustível pode representar entre 15 e 20% do custo de operação. Mas em uma operação rodoviária (como, por exemplo, do agronegócio), onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias, o peso do combustível pode até ser superior a 40%. Apesar disso, o professor de economia da FGV/IBS, Raul Duarte, não vê, a curto prazo, grande impacto na inflação.

“Um possível aumento do preço do frete deverá ser compensado por uma pressão menor dos alimentos no índice”.

Nas bombas dos postos de combustível, a alta deverá ser de 3% para a gasolina e entre 6% a 7% para o diesel, segundo analistas de mercados entrevistados pela agência Reuters. Na inflação oficial, o impacto total da alta dos combustíveis deverá ser de 0,12 ponto percentual no IPCA de dezembro.

Reação. Apesar do aumento, já aguardado pelo mercado, as ações da Petrobras caíram 10% no primeiro dia do pregão após o anúncio da alta nos combustíveis.

“O mercado reagiu a um embate entre o governo e a direção da Petrobras”, diz Duarte. Ontem, a estatal se recuperou, com altas de 0,91% e 0,86% em seus papéis. A empresa propôs um mecanismo de reajuste automático da gasolina e o governo considerou a medida de alto risco inflacionário.

“Haveria um risco de indexação, o que poderia trazer de novo o conceito de inflação inercial, que prejudicou tanto no passado, e contaminar outros setores”, diz Duarte.







Fonte: O Tempo

Cidades que tiveram eleição neste domingo já conhecem novos prefeitos

Os moradores de Mathias Lobato, no Vale do Rio Doce, foram os primeiros – entre as quatro cidades que voltaram às urnas neste domingo (1) – a conhecer o novo prefeito. Eleito com 1.399 votos (58,78% dos válidos), Valdir Batista Gonçalves (DEM) vai governar a cidade ao lado do vice Adalberto Rodrigues dos Santos (PR). Em segundo lugar, com 847 votos, ficou o Flávio Gomes Chaves (PTC). Luzinaldo Guimarães Monte Alto (PHS) recebeu apenas 134 votos. O resultado saiu às 18h40, menos de duas horas após o encerramento da votação.

Artur Rodrigues da Silva é o novo prefeito de Santa Helena de Minas, cidade no Vale do Mucuri. Ele foi eleito com 2.360 votos – 75,18% do total de válidos – contra 779 de Davi de Souza Gomes (PV). Já em Montezuma, no Norte do Estado, o prefeito eleito com 2.082 votos, ou seja, 51,60 % dos votos válidos, é Ivo Alves Pereira (PP). Em segundo lugar ficou Fabiano Costa Soares (PSOL), com 1.931 votos.

Em Água Boa, no Vale do Rio Doce, Laerth Vieira Filho (PSB) venceu com 54,05% dos votos válidos, totalizando 4.153 votos. Em segundo lugar ficou Verdy de Araújo Lima (PMDB), com 3.530 votos.

Os prefeitos eleitos neste domingo (1) assumirão o cargo no início de 2014.








Fonte: Informações O Tempo

MEGA-SENA SORTEIA R$ 45 MILHÕES NESTA SEXTA 01/11/2013

Brasilia, 31 de Outubro de 2013

Concursos da Mega, Lotomania e Federal foram antecipados em função do feriado de Finados, no sábado (2)
Acumulada há quatro concursos, a Mega-Sena pode pagar, nesta sexta-feira (1º), o maior prêmio da modalidade em 2013. O sorteio do concurso 1.544 foi antecipado em função do feriado de Finados (2). A previsão do prêmio é de R$ 45 milhões para o apostador que acertar os seis números, que serão sorteados às 20h25 (horário de Brasília) no estúdio da Rede TV, em Osasco (SP), com transmissão ao vivo.

Com o total do prêmio, caso haja apenas um ganhador, ele poderá comprar uma frota de 375 carros de luxo ou 45 casas no valor de R$ 1 milhão cada. Mas se preferir investir, aplicando o prêmio de R$ 45 milhões na Poupança da CAIXA, poderá se aposentar com uma renda de mais de R$ 228,5 mil por mês, o que corresponde a mais de R$ 7,6 mil por dia.

A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 2 e pode ser feita até as 19h da sexta-feira (horário de Brasília), em qualquer uma das mais de 12.600 lotéricas do país. Clientes da CAIXA, com acesso ao Internet Banking, contam com a facilidade de fazer suas apostas no próprio computador. Basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos.

Bolão CAIXA:

Para aumentar as chances de ganhar, os apostadores podem concorrer ao prêmio da Mega-Sena em grupo. Basta preencher no campo próprio do Bolão, no volante, a quantidade de pessoas que participarão da aposta, ou mesmo solicitar diretamente ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de cotas desejada.

Os bolões da Mega-Sena têm preço mínimo de R$ 10, e cada cota deve ser de, pelo menos, R$ 4, sendo possível realizar um bolão de, no mínimo, duas e no máximo 100 cotas. Caso o apostador adquira cotas de bolões organizados pelas lotéricas, poderá pagar uma Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Feriado:

Além do concurso 1.544 da Mega-Sena, também foram antecipados para esta sexta-feira o concurso 1.397 da Lotomania e a extração 4811-9 da Loteria Federal, que serão sorteados juntamente com a Quina (3.331), a Lotofácil (976) e a Dupla Sena (1.225), no Caminhão da Sorte, estacionado em Redenção da Serra (SP).






Fonte:CEF

BMW é condenada pela morte do cantor João Paulo e pode pagar R$ 400 milhões

BMW do cantor João Paulo, morto em acidente em 12 de setembro de 1997

A BMW foi condenada pela morte do cantor João Paulo, que fazia dupla com Daniel. A Justiça entendeu que o acidente, ocorrido em 1997, pode ter sido causado pelo estouro de um pneu do veículo, que tinha poucos quilômetros de uso, e não por excesso de velocidade.

Segundo o advogado da família de João Paulo, Edilberto Acácio da Silva, a BMW pode ser obrigada a pagar um total de R$ 400 milhões. O valor é referente à indenização de R$ 300 mil e ao pagamento de pensão de dois terços dos rendimentos mensais de João Paulo, desde o dia da morte até 2030, quando ele completaria 70 anos. A decisão, em primeira instância (ainda permite recurso) foi dada pelo juiz Rodrigo Cesar Fernandes Marinho, da 4ª Vara Cível Central de São Paulo, e foi publicada em 21 de outubro.

"Vamos recorrer para aumentar o valor", diz o advogado ao iG . Um dos pedidos não aceitos foi de que a família fosse ressarcida pelos lucros gerados por músicas que João Paulo viesse a compor.

A BMW informou que também vai recorrer da decisão. "A empresa esclarece que essa é uma decisão de primeira instância e que apresentará recurso de apelação junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, quando o caso será novamente julgado por um órgão colegiado formado por desembargadores", informou a montadora, em nota.

Falha no pneu

João Paulo morreu carbonizado após a sua BMW 328i/A capotar e explodir na Rodovia dos Bandeirantes (no quilômetro 40, no município de Franco da Rocha, na Grande São Paulo), em 12 de setembro de 1997. A primeira perícia estabeleceu como causa do acidente o excesso de velocidade em conjunto com uma curva à esquerda causada por um "movimento brusco" sem motivos aparentes.

O juiz, entretanto, aceitou a tese de que o motivo foi provavelmente uma falha no pneu dianteiro direito do veículo, e que não houve tal movimento brusco.

Segundo a decisão, uma nova perícia, realizada a pedido pela Justiça, apontou que João Paulo conduzia em velocidade acima do permitido, mas "dentro dos limites de dirigibilidade." A velocidade crítica de capotamento para o local estabelecida pela perícia era de 260 km/h, e a BMW do cantor podia atingir no máximo 240 km/h.

A nova perícia também concluiu que o capotamento foi causado por uma perda de pressão do pneu dianteiro direito, "por causa indeterminada".

Como o juiz entendeu que há uma relação de consumo entre a BMW e João Paulo, caberia à montadora provar que não havia problemas com o pneu. Mas a companhia não informou sequer qual era a marca usada no carro.

"Não há como se descartar a possibilidade de defeito atribuído à fabricação da roda, do pneu ou do sistema de roda/pneu", concluiu o juiz.








Fonte: último Segundo