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Livro sobre a relação entre cachorros e humanos será lançado em Lavras MG

Livro resgata histórias que envolvem animais e o
trabalho de sociedade protetora
(Foto: Reprodução 'Viver o Amor aos Cães')


O trabalho de uma fotógrafa junto à Sociedade Lavrense de Proteção aos Animais é tema de um livro que será lançado na noite desta quinta-feira (28) na Casa da Cultura, no Centro de Lavras (MG). “Viver o amor aos cães” reúne registros em textos e imagens feitos por Ana Regina Nogueira no Parque São Francisco de Assis, sede do projeto de acolhimento de animais realizado pela associação. A autora abriu mão dos direitos autorais em benefício do projeto e 40% da renda gerada pelo livro também irá para a associação.

“É um trabalho que mostra a relação amorosa entre humanos e animais. Casos de transformação e de cura", conta Ana Regina."Há entrevistas, dicas de adoção, quatro receitinhas vegetarianas, porque nós da associação somos todos vegetarianos, e algumas histórias", diz.

Natural de Belo Horizonte (MG), Ana Regina tem 50 anos de carreira como fotógrafa. Reconhecida internacionalmente, participou de exposições em importantes galerias do Brasil, dos Estados Unidos e da Europa. Há alguns anos ela voltou sua atenção para os animais abandonados.

A autora de 'Viver o Amor aos Cães' é uma das voluntárias do Parque São Francisco de Assis, localizado no Km 341 da BR-265. Até 2010, no local funcionava um matadouro. Em parceria com a prefeitura, a Sociedade Lavrense de Proteção aos Animais conseguiu que a concessão da área e o antigo canil, que estava em um terreno particular, foi tansferido para lá.

No parque, há enfermarias e ambientes para cada tipo de necessidade dos animais, como banho e tosa, cozinha dos animais e sala de cirurgia. É um pouco dessa rotina que Ana Regina retrata nesse lançamento.
Nas ruas de Lavras,  'Amarelinha' é a cachorra que só atravessa na faixa de pedestres (Foto: Reprodução 'Viver o Amor aos Cães')

Amarelinha, Delegado e tantos outros

Pelo centro de Lavras, uma cachorra chama a atenção por um curioso hábito. Esperta no trânsito, ela só atravessa a rua na faixa de pedestre. Devido à cor da pelagem, ganhou o apelido de 'Amarelinha' e um capítulo inteirinho só para ela no livro. 'Delegado' outra figurinha que impõe respeito aos outros cães também faz parte da coletânea de personagens, que não se restringe aos cães.

"O livro mostra, antes de tudo, o profundo amor entre os seres humanos e a natureza", observa Ana Regina. E esse amor é apresentado por meio dos relatos sobre os voluntários, que transformaram o Parque São Francisco em um lar para os animais, no preparo cuidadoso da comida, tanto para os funcionários quanto para os cães, na realização de feiras de adoção, na composição de músicas. "Antes de se enterrar um animal, costumamos cantar uma música, criada por uma das voluntárias. É uma demonstração de respeito por eles e isso está no livro", relata a autora.

Lançamento

As histórias de 'Viver o Amor aos Cães' estão registradas em 42 histórias e cerca de 200 fotos. A partir das 19h desta quinta-feira, a Casa da Cultura realizará uma noite de autógrafos, com leitura de textos do livro e apresentação do coral Meninas Cantoras de Lavras.


Serviço
Viver o Amor aos Cães
Editora Idir
224 páginas
R$35



Fonte:G1

Cães são sacrificados em laboratório de São Roque SP

Cão da raça beagle mantido no Instituto Royal, que usa animais em testes de remédio

Um grupo de ao menos cem ativistas invadiu e resgatou cães da raça beagle do Instituto Royal, no Jardim Cardoso, em São Roque (59 km de São Paulo), por volta das 2h desta sexta-feira. Os ativistas protestam contra o uso de cães da raça em testes feitos pelo instituto que trabalha para farmacêuticas.

O instituto foi procurado, porém até o momento ninguém se manifestou a respeito.

Os ativistas arrombaram gaiolas e resgataram cerca de 200 cachorros da raça beagle, que foram levados em carros a clínicas veterinárias particulares da região. Segundo a ativista Giuliana Stefanini, seis destes cachorros tinham tumores e estavam mutilados. " O que mais chocou o grupo foi um beagle sem os olhos", disse Giuliana.

No laboratório, os manifestantes também encontraram vários fetos de ratos e um cachorro congelado em nitrogênio líquido.

O protesto começou por volta das 16h de ontem (17) com cerca de 35 pessoas. Segundo a Guarda Civil Municipal, no período da noite o número de manifestantes começou a aumentar. Por volta das 2h, a GCM contabilizava ao menos 150 pessoas no local, divididas em grupos em frente as duas entradas da clínica.


Os manifestantes alegam que tentaram na tarde de ontem uma reunião com o instituto, que desmarcou em cima da hora. O grupo foi para a frente do laboratório protestar e disse ter ouvido gemidos de animais.

Antes da invasão do instituto, alguns ativistas foram à delegacia de São Roque para tentar registrar um boletim de ocorrência de maus tratos contra os animais, mas o delegado não estava no local. Segundo Giuliana, outro grupo foi à casa do juiz de São Roque, que atendeu aos ativistas e chamou a polícia.

Os manifestantes reclamaram que também pediram ajuda a Guardas Municipais e policiais militares, que estavam em frente ao instituto, mas eles não fizeram nada.

Segundo a Guarda Civil Municipal de São Roque, nenhum ativista foi preso. A Polícia Civil de Sorocaba deve fazer a perícia no prédio do instituto nesta sexta-feira.

Em agosto do ano passado, manifestantes de diversas ONGs de proteção aos animais foram a São Roque (SP) protestar contra o instituto. O grupo, formado por cerca de 200 pessoas, fez uma passeata e foi até o portão da empresa, onde quatro seguranças estacionaram o carro em frente ao portão de entrada para evitar arrombamentos.

PESQUISAS

Os cães são usados em pesquisas de medicamentos que serão lançados. O objetivo é verificar a existência de possíveis reações adversas, como vômito, diarreia, perda de coordenação e até convulsões.

Em muitas das pesquisas, os cães acabam sacrificados antes mesmo de completarem um ano, para que se possa avaliar os efeitos dos remédios nos órgãos dos bichos.

Quando isso não é necessário, os cães são colocados para adoção, diz a empresa.

O Instituto Royal, alvo da manifestação, passou a ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo, que recebeu denúncias de maus-tratos aos animais.

Ao menos 66 beagles são mantidos em canis. A maior parte deles é reprodutora dos filhotes que serão testados.

O Royal diz que, em breve, fornecerá animais para testes em outros institutos.

"Recebemos a denúncia de que esses animais são acondicionados em condições irregulares", afirma Wilson Velasco Jr., promotor do Meio Ambiente em São Roque.

QUESTÃO POLÊMICA

O uso de cães em pesquisas é permitido e regulado por normas internacionais.
Os protetores de animais, no entanto, questionam as normas. "As indústrias sequestram a vida dos animais, que nunca mais terão um comportamento normal", diz Vanice Teixeira Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais.

Segundo o vice-diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, Francisco Javier Hernandez Blazquez, os cães da raça beagle são os mais utilizados para experimentos no exterior, pois são animais de médio porte e já criados para a pesquisa.

No Brasil, ratos e camundongos são os bichos mais usados em pesquisas feitas em laboratórios.

"Todo e qualquer experimento realizado por docentes e pesquisadores em animais deve passar por uma comissão de ética para analisar se o animal sofrerá e qual a finalidade do projeto", diz.

O protesto, organizado pelo Facebook, já tem cerca de 300 pessoas confirmadas. Um comboio sairá de São Paulo às 9h, do Masp, na avenida Paulista, região central.







Fonte: Folha SP

Hoje 04/10 é o "Dia Mundial dos Animais"

Atitude. Em 2010, três amigas se uniram para criar a ONG Aliança Pró Vida Animal; na foto, a presidente da organização, Emília Alvim

Sempre que caminhava pelas ruas próximas de casa e encontrava um cão abandonado, a recepcionista Rosana Bertolini, 48, o levava para casa. Dava banho e cuidava até que achasse alguém que quisesse adotar o animal. Duas amigas faziam o mesmo até que não conseguiram mais recolher os cachorros. Eram muitos e o espaço ficou pequeno. Por isso, as três tiveram uma ideia: criar uma Organização Não Governamental (ONG) para abrigá-los, no bairro Serrano, na região da Pampulha, na capital.

Hoje, Dia Mundial dos Animais e de São Francisco de Assis (padroeiro do meio ambiente), O TEMPO mostra um bom exemplo de um grupo de pessoas que dedica parte de seu tempo para cuidar dos animais. Desde 2010, a ONG Aliança Pró Vida Animal recolhe e recebe cães abandonados no bairro Serrano. Lá, eles têm todo tipo de tratamento e aguardam a adoção em feiras organizadas pela própria ONG.

“O nosso objetivo é garantir o bem-estar dos cães”, conta Rosana, que integra a diretoria da organização. Porém, nem só de boa vontade sobrevive a ONG. A entidade depende de doações diversas como ração e remédios, que têm sido cada vez mais raras, de acordo com ela.

“Antes, o trabalho era feito individualmente. Decidimos unir esforços para que eles não ficassem mais nas ruas”, relata a atual presidente da ONG, Emília Alvim. Ela conta que no último sábado fez uma grande feira e muitos foram adotados. Atualmente, cerca de 40 cães aguardam adoção.

O restante das amigas de Rosana que não puderam fazer parte da ONG continuam o trabalho da forma como podem. A aposentada Sônia Weber, 67, lamenta não ter mais condições de levar para casa os cachorros encontrados nas ruas, mas sempre tenta encaminhá-los para um lugar seguro. “Em 30 anos, peguei mais de 200 cachorros”, afirma. O abandono de animais é crime previsto em lei e pode ser punido com detenção de três meses a um ano ou multa.

Posição. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) da Prefeitura de Belo Horizonte informou que o recolhimento de animais é uma ação rotineira do Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com a SMSA, de janeiro a agosto deste ano, foram recolhidos 2.087 animais, que também são disponibilizados para adoção.

O centro também atende as solicitações da população por meio do telefone 3277-7411, e-mail (cczsmsa@pbh.gov.br) ou presencialmente, na sede do Centro de Controle de Zoonoses, que fica na rua Edna Quintel, 173, bairro São Bernardo.








Fonte:Informações O Tempo

Cão pastor alemão perde o olho após sofrer maus-tratos em Pouso Alegre-MG

Cachorro perdeu o olho esquerdo após ser espancado na cabeça (Foto: Carla Viviane / ONG SOS Bichos)


Nota: Não costumo comentar e nem opinar sobre matérias que publico, mas uma criatura que faz isso com um animal que está preso, e portanto indefeso, merece uma pena mais pesada e o nosso desprezo. O animal literalmente, é o torturador.

Um homem foi preso neste fim de semana suspeito de maus-tratos a dois cachorros em Pouso Alegre (MG). Ele foi detido após denúncias de vizinhos que ouviram os animais chorando durante as agressões. Um dos animais chegou a perder um olho após ter sido espancado repetidas vezes na cabeça. Os cães foram recolhidos e tratados em uma clínica veterinária por uma ONG de proteção aos animais, que agora, procura novos donos para os bichos.

O caso aconteceu no sábado (28). A Polícia Militar Ambiental recebeu denúncias de vizinhos que disseram que desde a sexta-feira (27) estavam ouvindo os cães gritando e chorando em uma casa do Bairro Saúde, e pelo barulho, parecia que os animais estavam sendo espancados. Ao chegar à residência, já no sábado, a PM encontrou dois cachorros, um pastor alemão e um vira-lata, presos cada um em uma casinha de alvenaria com correntes de cerca de 80 centímetros cada.

(Foto: Carla Viviane / ONG SOS Bichos)

Segundo os policiais, os animais pareciam estar bem de saúde, mas estavam muito assustados. O pastor alemão estava com o olho esquerdo pra fora, com uma bola de sangue. O proprietário alegou aos policiais que o filho de 8 anos de um vizinho teria jogado uma pedra no quintal e acertado o olho do animal, mas de acordo com a PM, ao verificar a altura do muro entre as casas, não havia possibilidade de uma criança ter conseguido fazer o que o homem alegava.

Um veterinário foi chamado no local, que constatou maus-tratos aos animais por suspeita de espancamento. Eles foram recolhidos e levados para uma clínica veterinária, onde passaram por tratamento. O proprietário foi preso e levado para a delegacia da cidade. Após prestar depoimento, ele foi liberado e responderá criminalmente por maus-tratos a animais domésticos. A pena pode variar de multa a prisão por três meses a um ano, de acordo com a Lei de Crimes Ambientais.

Nesta semana, outro caso de maus-tratos a animais foi registrado em Poços de Caldas (MG). A Polícia Civil abriu um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) para apurar denúncias de que o delegado aposentado Lacy de Souza Moreira teria amarrado um cão no engate traseiro do próprio carro e arrastado o animal pelas ruas do bairro Conjunto Habitacional Pedro Affonso Junqueira (Cohab). O caso foi registrado na última segunda-feira (30).

Vizinhos ouviram agressões e acionaram a polícia em Pouso Alegre (Foto: Carla Viviane / ONG SOS Bichos)

Reincidente

De acordo com a Polícia Ambiental, não é a primeira vez que o proprietário dos dois cães de Pouso Alegre é preso por maus-tratos a animais. Há dois anos ele já havia sido detido por suspeita de dar choques e maltratar três cachorros. A presidente da ONG SOS Bichos, Carla Viviane Fernandes, envolvida nos dois casos, afirma que em 2011, três cachorros, um pastor alemão, um pit bull e um vira-lata foram encontrados muito debilitados na mesma casa. Ele foi liberado após prestar depoimento.

Cães ficarão disponíveis para adoção em Pouso
Alegre (Foto: Carla Viviane / ONG SOS Bichos)

“O vira-lata só urinava de medo por todos os lados. O lugar estava uma sujeira e eles estavam do mesmo jeito desses dois, amarrados a um cano com um corrente bem curta. Eu espero que ele seja preso, já que não é a primeira vez que isso acontece”, comenta a representante da ONG. Como réu primário, ele apenas pagaria multa em caso de maus-tratos, segundo ela, como medida educativa.

Novos donos

Carla conta que os dois cães recolhidos na casa estão bem de saúde, mas muito assustados. O olho esquerdo machucado do pastor alemão teve que ser removido pelo veterinário. O cachorro também não enxergava quase nada pelo olho direito. O veterinário que cuidou do animal acredita que, nos dois casos, o problema foi causado por pancadas fortes na cabeça, segundo ela.

“O vira-lata só está um pouco abaixo do peso, mas está bem. Temos já uma pessoa que está interessada em adotá-lo. Já o pastor alemão, vamos ter que cuidar dele por mais tempo, porque ele está apavorado, tem medo de qualquer pessoa que se aproxime”, conta Carla. O vira-lata, que tem cerca de dois anos, já está no canil municipal esperando para ser adotado.

O pastor alemão deve ter alta da clínica veterinária essa semana. Com cerca de quatro anos, ele precisará de um lar temporário até estar disponível para adoção.









Fonte:G1

Juiz do Sul de Minas condena cães ao corredor da morte


A polêmica decisão do juiz de direito João Cláudio Teodoro, na cidade de Bueno Brandão, no sul de Minas, determinando o despejo de 70 animais que vivem sob a guarda da protetora Ana Karina, mais uma vez revolta a sociedade mineira que questiona a legislação vigente. Segundo nota divulgada no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a decisão foi tomada porque a proprietária não cumpriu o acordo feito em janeiro deste ano de transferi-los para outro local, e consta como autora de infração penal no processo que tramita no juizado especial criminal da comarca da cidade. Seu crime? Perturbação do sossego alheio. Reclamação registrada pela vizinhança. Ainda segundo a nota, o fato de a responsável pelos animais não ter mudado de endereço, representa total desrespeito aos direitos de seus vizinhos e à própria lei. Mas e os direitos dos animais? Ironicamente, o próprio Conselho de Medicina Veterinária autoriza o sacrifício de animais não adotados. O que significa que caso não sejam encaminhados a novos lares, todos eles serão mortos, e o pior, pelo próprio poder público.

A medida é condenada por protetores de todo o país que lutam pelo direito à vida dos animais que ao contrário do que a lei determina, não são simples objetos, mas sim seres vivos dignos de respeito. “Por isso lutamos para alterar a legislação. Os animais tem que ser considerados como vidas, o que efetivamente são. Nos Estados Unidos eles são tidos como um menor incapaz, ou seja, uma vida que como tal, possui todos os seus direitos resguardados”, diz o advogado Arildo Carneiro Junior, especializado em defesa dos animais. Segundo ele a perturbação do sossego só é configurada após a realização de perícia que comprove que o nível de decibéis no local ultrapasse os 85 determinados por lei. “É o único meio de comprovar a denúncia. As autoridades não podem se basear apenas em prova testemunhal de vizinhos, já que na maioria dos casos é constatada apenas uma implicância pessoal de indivíduos que não gostam de animais”. Somente após esta constatação é que o ajuste de conduta deve ser realizado.

De acordo com a lei federal 9.605/98, artigo 32, de proteção ao meio ambiente, praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exótico, é crime. No entanto, a morte de animais resgatados das ruas é prática comum nos centros de zoonoses das cidades brasileiras, e tida como normal. “O sacrifício de qualquer animal é caracterizado como crime de maus tratos. E apesar disso, a legislação municipal de várias cidades confronta a lei federal, permitindo a eutanásia de animais saudáveis”. Muitos destes animais são mortos simplesmente porque os protetores responsáveis não têm condições financeiras para mantê-los, já que não recebem nenhum tipo de ajuda dos poderes públicos . São particulares e grupos que se movimentam tentando fazer um trabalho solitário. Somente em Belo Horizonte são mais de 30 mil cães abandonados nas ruas. A tarefa dos defensores dos animais é árdua, já que além de arcar com todas as despesas dos animais resgatados até encaminhá-los para a adoção, e de conviver com o preconceito de muitos membros da sociedade, ainda tem que enfrentar uma legislação que considera  vidas como objetos. Lamentável.

‘Se você também defende a causa dos animais, curta esta notícia e divulgue esta ideia’.






Fonte: Informações Estado de SP

Cães nadam em lago à procura de dono que morreu afogado há 10 dias


ARAÇATUBA - Dois cães labradores procuram há dez dias pelo seu dono que morreu afogado numa lagoa de Araçatuba (SP). O casal de cães volta ao lago duas vezes por dia para nadar justamente na região onde seu dono, o vigilante Luís de Almeida, 46 anos, morreu afogado em 17 de fevereiro. Ao saírem da água, eles farejam o local onde Almeida foi colocado deitado após ser resgatado, já sem vida, pelos amigos.

A história de Max e Lua ganhou as redes sociais e fez os internautas se lembrarem do cão Hashiko, que ficou conhecido no Japão no início do século ao esperar pelo seu dono numa estação de trem. A história foi retratada no filme "Sempre Ao Seu Lado", lançado no País em 2009.

O lago fica a 500 metros da chácara onde Almeida e a família costumavam passar os fins de semana, no bairro Traitu, periferia de Araçatuba. "Temos a chácara há oito anos e nunca meu marido tinha ido nadar nessa lagoa", diz a cabeleireira Analiete Almeida. "Os cães também nunca tinham ido até lá, com exceção daquele domingo em que meu marido os levou para o lago para se divertir com dois amigos depois de um churrasco", diz.

Segundo ela, dois dias após a morte de Almeida, os cães abriram um buraco no alambrado de proteção da chácara para chegarem ao lago. "Eles vão lá de manhã e à tarde e ficam nadando e procurando meu marido", diz. Segundo Analiete, quem notou a mudança do comportamento dos animais foi a vizinha da chácara, Edmaura de Souza, que mora nas proximidades e fotografou os cães e postou as fotos nas redes sociais.

"Eu me surpreendi com eles e vi que eles estavam bem tristes e procurando por alguma coisa no lago e aqui na margem", contou Edmaura. "Ao ver que faziam isso todos os dias, percebi que eles nadavam na região do lago onde o dono deles se afogou e que ficavam parte do tempo cheirando o local onde o dono foi deixado depois de ser resgatado", completa.

Nesta quarta-feira, Analiete levou os cães para a casa da família, na cidade, com medo de que os animais fossem furtados depois de aparecer nas redes sociais. "A gente vem de manhã e à tarde na chácara trazer comida e cuidar deles, mas eles estavam ficando sozinhos à noite", diz. Segundo ela, os animais não estão se alimentando bem e estão tristes. "Eles têm os olhos baixos e aparentam muita tristeza", diz. Por isso, a ideia de trazê-los para a cidade é tentar que, com mais gente por perto brincando com eles, os animais possam voltar com o comportamento à normalidade.

Segundo Analiete, os cães foram adotados de uma família que se mudou de Araçatuba e não tinha como levá-los. "Eles estão com a gente há quatro meses, mas para mim e meus filhos parece que faz mais tempo", diz Analiete.










Fonte: Estado

Polícia retira animais de ONG de proteção por maus tratos em Alfenas


Trinta e dois animais, entre cães e gatos, foram recolhidos de uma casa.

Durante a operação, dois cachorros morreram.


A Vigilância Sanitária e a Polícia Militar de Alfenas (MG) retiraram 32 animais, entre cães e gatos, da casa da presidente de uma entidade de proteção aos animais na noite desta quarta-feira (13). Segundo denúncias que chegaram ao Ministério Público, os bichos estava sendo vítimas de maus tratos. A polícia só conseguiu entrar na casa depois de apresentar uma ordem judicial autorizando a operação.

Durante o recolhimento dos animais, dois cachorros morreram. A presidente da ONG São Francisco de Assis não foi encontrada em casa. Uma irmã, a mãe e o tio da presidente da ONG foram levadas para a delegacia. Elas prestaram depoimento e foram liberadas. Os cães e os gatos recolhidos foram levados para um canil da Prefeitura de Alfenas.
A presidente da ONG não foi encontrada para falar sobre o assunto.








Fonte: G1

Posse responsável de animais ajuda a reduzir abandono


A posse responsável de animais de estimação é apontada por especialistas como uma das medidas mais eficientes para evitar o abandono dos bichos.

O conceito, disseminado internacionalmente, prega que uma pessoa só deve pegar um animal para criar se estiver convicta de que terá condições de mantê-lo. A ONG Arca Brasil preparou uma lista com os dez mandamentos da posse responsável, que deve ser lido por qualquer pessoa interessada em adotar um animal. Entre os principais motivos do abandono estão a compra por impulso e a falta de conhecimento sobre as características de cada ração.

No site da Arca Brasil também é possível preencher um questionário para descobrir se você tem condições de adotar um animal. São 14 perguntas que ajudam o candidato a descobrir, entre outras coisas, se terá tempo para passar com seu gato ou cachorro, e quais suas expectativas em relação ao bicho.

O questionário pode ser acessado por meio do link http://www.arcabrasil.org.br/acoes/adocao/teste/index.html. 

Conheça, abaixo, os dez mandamentos da posse responsável, segundo a ONG Arca Brasil:
1. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira e guia, e conduzido por quem possa contê-lo.

5. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

6. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7. Eduque o animal – se necessário, por meio de adestramento -, mas respeite suas características.

8. Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses. Também é recomendável uma identificação permanente (como o microchip).

10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.




 Fonte:Estadão

Levar cães para o trabalho aumenta a produtividade dos donos, diz pesquisa

Os empregadores preocupados em aumentar a produtividade deveriam permitir aos funcionários levar seus cães ao trabalho, sugere um estudo científico publicado nos Estados Unidos. A presença de cães no local de trabalho não apenas contribui para a redução do estresse, mas também ajuda os demais funcionários a enfrentar a jornada, destaca o artigo publicado na última edição do International Journal of Workplace Health Management.

“Os cães são uma eficaz barreira ao estresse”, disse à AFP o professor Randolph Barker, da Escola de Comércio da Virginia Commonwealth University, em Richmond. Relatórios anteriores já haviam demonstrado os efeitos benéficos da presença de cães em hospitais e clínicas para idosos, mas Randolph Barker garante que o estudo desenvolvido por sua equipe é o primeiro com foco na relação entre cães e o local de trabalho.

Os cães são uma solução “de baixo custo e estão facilmente disponíveis para as empresas”. As diferenças nos níveis de estresse entre os que foram trabalhar com seus cães e aqueles que não o fizeram “são surpreendentes”, disse Barker. Ao lado dos animais, “os funcionários se mostraram muito mais satisfeitos” no trabalho.

Os pesquisadores analisaram ao longo de uma semana o comportamento de 76 trabalhadores voluntários divididos em três grupos: o que levou seu cão ao trabalho, o que tem um cachorro em casa e o que não possui animal doméstico.








Fonte: AFP

Denuncie ! - Moradores buscam explicações para envenenamento de cães e gatos

Denuncie crimes contra animais !


Muitas das mortes estão acontecendo dentro dos quintais das casas

Moradores de Elói Mendes, no Sul de Minas, buscam explicações para as frequentes mortes de cães e gatos por envenenamento na cidade. Além de cães de ruas, muitas das mortes estão ocorrendo dentro dos quintais das casas. Só neste mês, um veterinário da cidade chegou a atender seis casos de envenenamento.

Os moradores acreditam que os animais estão sendo envenenados com um produto conhecido popularmente como "chumbinho", um inseticida granulado que é utilizado na agricultura para o controle de pragas do solo.

A encarregada da Secretaria de Meio Ambiente de Elói Mendes, Patrícia Araújo, ficou surpresa com o problema. Ela diz que o departamento não recebeu nenhuma denúncia de envenenamento de animais dentro da casa dos moradores.

Segundo a Polícia Civil, já aconteceram investigações para descobrir quem teria jogado veneno nas casas e matado os cães, mas ninguém foi responsabilizado pelos crimes. Atualmente, não há nenhuma investigação na delegacia. Para isso, é preciso que um novo boletim de ocorrência seja feito pelos moradores.






Fonte:informações eptv

Machado-MG - ONG denuncia maus tratos a animais


A ONG Quatro Patas denuncia, através do Facebook, maus tratos a animais no canil mantido pela Prefeitura de Machado. Uma rede de comunicação, via internet, foi formada para denunciar fotos tiradas na última terça-feira. - O Poder Executivo rebate, afirmando que o canil nunca esteve tão bem cuidado e que, desde a última quinta-feira, um médico-veterinário, contratado pela Prefeitura, assina como responsável-técnico pelo local.

A ONG diz que há superlotação no canil. A Prefeitura contesta, informando a existência de 36 animais no local.

Fotos com fezes de animais espalhadas pelo chão e um cão morto inundaram as caixas de e.mails dos principais órgãos de imprensa da região.

A Prefeitura afirma estar recolhendo das ruas da cidade apenas cães que tenham boletim sanitário. "Não podemos recolher, sem qualquer critério, animais das ruas. É preciso denúncia", afirma a Vigilância Sanitária.

O veterinário Eduardo Prado Avelino Dias garante que não há maus tratos e os cães estão bem alimentados. "O que ocorre é que os animais chegam muito debilitados no local, por questões de abandono".

Todos os animais receberam vermífugo na semana passada. Ainda esta semana, animais machos deverão ser castrados. No futuro, segundo o veterinário, as fêmeas serão esterilizadas.




Fonte:folhamachadense

Domingo é dia de adoção na praça de Lavras: "adote um cão amigo e viva com mais alegria"


Um dia para abrir seu coração e adotar um filhote de cachorro, assim tem sido feito em todos os finais de semana na praça pelos voluntários do Parque "Francisco de Assis".


O Parque "Francisco de Assis", da Sociedade de Proteção aos Animais, além de recolher cães nas ruas, promove uma campanha de adoção dos animais. No último domingo, dia 22, foi promovido na praça Dr. Augusto Silva, um dia de adoção. A campanha tem como lema, "adote um cão amigo e viva com mais alegria" e foram sete filhotes entregues às pessoas que queriam adotar um animal. Esta foi a quinta semana consecutiva que os voluntários do Parque "Francisco de Assis" promoveram a campanha, ao todo já foram doados 37 filhotes.

O número, apesar de expressivo, ainda é pequeno, considerando que o Parque possui cerca de cem filhotes ainda para serem doados. São filhotes recolhidos nas ruas ou que nasceram no Parque. Quem adota um cachorrinho ganha a castração do animal, isso graças a uma parceria celebrada entre a direção do Parque e o Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Lavras (Ufla).

Os filhotes são entregues vermifugados e de banho tomado. No domingo, quando acompanhávamos o trabalho dos voluntários do Parque, presenciamos uma cena bastante interessante: Henrico Abreu Rabelo, uma criança de apenas um ano e um mês, se encantou com um filhote, mas ele não pôde levá-lo, já que seu pai, Giovani Rabelo, explicou que eles moram em apartamento, e lamentou muito não poder fazer a vontade do filho.

Já os estudantes da república "Loscones", que estavam na praça promovendo a divulgação o Festival "Roda Viva", se encantaram com um filhote e o adotaram. O pequeno animal foi batizado na hora com o nome "Texuga".

O Parque "Francisco de Assis" sobrevive com doações e com trabalho voluntário, como dos estudantes da Ufla, que desenvolveram o projeto "Melhores Amigos" que, segundo a voluntária Daniela Patrícia de Carvalho, muito tem ajudado.

Quem quiser adotar um cão adulto ou filhote, também poderá buscá-lo no canil, que fica no Parque "Francisco de Assis", às margens da BR-265, no antigo matadouro municipal







Fonte:jornaldelavras.com.br

Bar para cães é inaugurado


Em Bruxelas, no parque Wolvendael, na Bélgica, foi aberto e inaugurado na quarta-feira (11), o “Toutou Bar”, um bar especializado para cães. O local oferece comida, e cerveja sem álcool para os animais. E para quem não conhece Toutou, significa cachorrinho em francês





Fonte:consuladosocial.com.br

Cães recolhidos nas ruas de Lavras estão precisando de sua ajuda

Neste domingo tem sorteio de uma rifa beneficente em prol do Parque "Francisco de Assis", que mantém 400 cães recolhidos nas ruas da cidade.

A Sociedade Lavrense de Proteção aos Animais está promovendo a campanha "Mãos a Obra", em benefício do Parque "Francisco de Assis", instituição que acolhe cães de rua, dando-lhes um lugar para morar e alimento saudável.

O Parque sobrevive com doações e campanhas e, desta vez, será realizada no domingo, dia 20, na praça Augusto Silva a venda e o sorteio de uma rifa beneficente. Serão sorteados quatro prêmios: um som automotivo, um aparelho celular, um edredom e uma cesta de café da manhã. O edredom foi oferecido pela Vitória Decorações e a Cesta de Café da Manhã, pela Casa do Pão.

O Parque "São Francisco" mantém, hoje, 400 cães, todos foram recolhidos nas ruas de Lavras. Os voluntários do Parque trabalham incansavelmente sem nenhuma remuneração, tudo por amor aos animais. O Parque "Francisco de Assis" fica à margens da BR-265, onde existia o antigo matadouro municipal, a área foi concedida pela Prefeitura Municipal. A sua colaboração para a manutenção daquela importante obra é sempre bem vinda








Fonte:jornaldelavras.com.br

Cães seguem os donos até na garupa de motos

Cachorros motoqueiros acompanham os donos em toda a parte

Apesar de curioso, transporte é proibido segundo Códito de Trânsito Brasileiro


Você já teve um animal que adorasse passear de carro? Pois em Poços de Caldas e Santa Rita de Caldas, dois cãezinhos não se contentam em apenas seguir os donos do modo convencional. Eles vão atrás deles até em cima da garupa de motos.

Em Santa Rita de Caldas, o dono do animal, o produtor rural Alcides Francisco da Silva, conta que o Spoke desde pequeno gostava de andar de carroça, cavalo e carrinho de mão. Logo depois ele aprendeu a andar de moto e não quis mais parar. Silva diz que é só ligar a moto que o cachorro logo sobe no veículo. E se ele sair de moto sem que o Spoke vá, o bichinho fica triste.

Em Poços de Caldas, uma situação semelhante. O vendedor Marcelo Luiz Leda diz que perdeu muitos amigos por causa de experiências com álcool e drogas e que a única companhia que restou foi um cachorro de rua. Desde então se apaixonou por animais. Ele já treinou vários para andar de moto com ele e agora ele treina a poodle "Princesa". Em movimento, ela fica quietinha em cima da moto e só vai curtindo o vento no corpo.

Apesar de interessantes, essas histórias valem um alerta. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é proibido transportar animais desta forma. A multa pode variar entre R$ 85,13 a R$ 127,69.





Fonte:eptv