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Cidades fazem varredura em busca de macacos mortos no Sul de Minas

 Secretarias de Saúde fazem varredura em busca de mais macacos mortos no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

Em Poços de Caldas e Varginha, secretarias buscam por outros animais.
Caso suspeito de febre amarela em homem foi descartado em Poços.

Cidades do Sul de Minas em que macacos foram encontrados mortos continuam as buscas por mais animais que possam ter morrido devido à febre amarela.

Em Poços de Caldas (MG), a secretaria de Saúde tem feito uma varredura nas principais áreas verdes do município para localizar possíveis animais mortos. A população também está sendo orientada a observar o comportamento dos animais.

Poços de Caldas é o único município da região que teve uma morte de macaco confirmada por febre amarela. Em outras três cidades, há casos sendo investigados: Lavras, Três Pontas e Varginha.

Em Varginha, a terça-feira também foi de busca a macacos mortos. Pela manhã, equipes das secretarias de Saúde e Meio Ambiente fizeram um pente fino em algumas matas na cidade. No município, dois macacos foram encontrados mortos nos bairros Parque Rinald e Parque Mariela. No entanto, foi possível recolher amostras para análise somente do primeiro animal. O segundo já estava em estado avançado de decomposição.

Suspeita de febre descartada
Uma suspeita de febre amarela em um homem de 28 anos, que foi internado em Poços de Caldas no fim de semana, foi descartada pela Secretaria de Saúde da cidade. O rapaz, que não teve a identidade divulgada, vinha apresentando sintomas da doença há pouco mais de uma semana. Ele foi atendido na última sexta-feira na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e transferido na manhã de sábado para a Santa Casa.

Segundo a Secretaria de Saúde, todos os procedimentos foram tomados de acordo com o protocolo para febre amarela do Ministério da Saúde. A secretaria também recolheu material para análise junto à Fundação Osvaldo Cruz, a Fiocruz, em Belo Horizonte. Conforme o secretário de Saúde, Carlos Mosconi, o rapaz foi diagnosticado com pneumonia.

Vacinação contra febre amarela é realizada de casa em casa em Varginha (Foto: Reprodução/EPTV)

No último fim de semana, um mutirão vacinou quase 15 mil pessoas na cidade. Agora a prefeitura espera uma nova remessa da vacina para a reposição do estoque. São esperadas ao todo, mais 10 mil doses.





Fonte: G1



Doações eleitorais liberadas para 78% das cidades de Minas

Candidatos de municípios com menos de 20 mil habitantes, não precisam comprovar gastos


A minirreforma eleitoral, que passa a ser aplicada em 2016, carrega uma face sombria capaz de tornar as disputas nas urnas descontroladas em 668 municípios mineiros, o equivalente a 78% das cidades do Estado. O cenário é resultado da combinação de duas brechas. Uma libera os candidatos de registrar as doações estimadas recebidas de comitês e direções de partido. A outra desobriga que postulantes em municípios de até 20 mil habitantes tenham que criar conta bancária, o que acaba com a comprovação de doações financeiras – feitas por meio do extrato do banco.

A partir dessa junção permitida por uma lei criada, teoricamente, para facilitar a prestação de contas e tornar as eleições menos onerosas, os candidatos dessas cidades poderão terminar as eleições de 2016 sem apresentar uma comprovação de receita sequer.

Sem controle

É que, pela lei, o candidato fica liberado de detalhar gastos relativos à estrutura física da campanha e propaganda, responsáveis pelo grosso das despesas eleitorais – conforme o Hoje em Dia publicou no último domingo (28).

“Essa lei (número 12.891) impossibilita nossas auditorias. Através de cruzamento de dados, em cima de doações estimadas, ajuda muito no controle de caixa 2. Agora não poderei fazer mais esse trabalho”, explica Júlio César Diniz Rocha, coordenador de Controle de Contas Eleitorais e Partidárias do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG).

Além disso, em Minas, que tem o maior número de cidades do país, a brecha fica mais generosa para 668 municípios. “Fica pior nas cidades com menos de 20 mil habitantes porque os candidatos não precisam abrir conta bancária. Como a norma prevê que a comprovação de doações financeiras é feita por extrato, todo esse gasto poderá ser realizado sem a prova das receitas”, diz Rocha.

“A lógica da lei seria facilitar o aluguel de sede e a publicidade. O volume de obrigações na prestação de contas é muito alto e faz com que candidatos mais humildes precisem contratar profissionais para fazer o documento”, contrapõe o advogado e professor da UFMG Rodolfo Pereira. “Mas temos que ficar atentos sobre como será na prática”.

A única forma de impedir que as modificações introduzidas pela Lei 12.891 vigorem nas próximas eleições seria com novas mudanças feitas pelos próprios parlamentares. Apesar de uma nova reforma eleitoral estar em discussão no Congresso, todas as medidas precisariam ser aprovadas em dois turnos, em ambas as Casas, em até três meses.

Após esse período, qualquer modificação só entraria em vigor nas eleições de 2018. Além dessa frente, tribunais eleitorais fazem pressão para que o TSE tente impedir que as novas normas sejam seguidas. A chance, porém, é considerada mínima pelos próprios integrantes dos TREs.






Fonte:Hoje Em Dia

Criança e casal ficam feridos em acidentes nas cidades do Sul de Minas

Casal fica ferido após carro capotar na BR-459, em Piranguinho (Foto: Luciano Lopes)

Dois acidentes deixaram feridos na tarde deste domingo (15) no Sul de Minas. Em uma estrada rural entre Varginha (MG) e Carmo da Cachoeira (MG), uma criança de 4 anos ficou gravemente ferida depois que o carro em que ela estava capotar e cair em uma ribanceira de 30 metros. Segundo o Corpo de Bombeiros, outras três pessoas estavam no veículo. Elas foram resgatadas por populares que passavam pelo local.

Já em Piranguinho (MG), um casal ficou levemente ferido depois que o carro em que eles estavam capotar em uma curva da BR-459. Segundo o Corpo de Bombeiros, as duas pessoas foram socorridas com dores na cabeça e nas costas para o Hospital Escola, de Itajubá (MG). Segundo testemunhas no local, a suspeita é de que o motorista, que sofre de pressão alta, tenha passado mal e perdido o controle do carro.






Fonte: G1

MPE deflagra operação em 19 prefeituras contra esquema de fraude em combustível


A Procuradoria de Combate aos Crimes Praticados por Prefeitos, do Ministério Público Estadual (MPE) em BH, deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 5, uma operação para coibir fraudes na aquisição de combustíveis envolvendo 19 prefeituras do interior do Estado. Em outras seis cidades estão ocorrendo mandado de busca e apreensão, mas não existem indícios de participação dos prefeitos. No total, a operação atinge 25 cidades. Não há estimativa de valores desviados. De acordo com os investigadores, existem indícios de participação dos prefeitos com uma organização criminosa atuante em todo Estado. Tanto que a operação está sendo acompanhada pelos desembargadores do Tribunal de Justiça (TJ), tendo em vista que os gestores investigados possuem foro privilegiado por prerrogativa de função.



Com autorização judicial, mandados de busca e apreensão de documentos estão sendo cumpridos nos municípios de Montes Claros, Almenara, Augusto de Lima, Bandeira, Bocaiúva, Bom Jesus do Galho, Botumirim, Felixlândia, Frei Inocêncio, Gameleiras, Glaucilândia, Ipiaçu, Matipó, Minas Novas, Santa Fé de Minas, São José da Lapa, São Lourenço, Tapira e Vespasiano. No último domingo, o Hoje em Dia revelou que 106 prefeitos respondem processos criminais movidos pela procuradoria em BH.

Batizada de "Operação Catagêneses", a ação tem como objetivo colher provas para instruir inquérito, aberto em 2013. Por enquanto, nenhum mandado de prisão foi expedido. Além dos prefeitos, o esquema tem a participação de donos dos postos de combustíveis e funcionários desses estabelecimentos.

Segundo as investigações, o esquema desviou recursos públicos das prefeituras e câmaras municipais gerando enriquecimento ilícito para os políticos. Entre os indícios de crimes, incluem a elevada desproporcionalidade entre as despesas anuais com combustíveis por parte das prefeituras investigadas se comparado com o montante da arrecadação tributária anual.

De acordo com o MPE, havia dois tipos de fraudes. Uma delas consistia na duplicidade de abastecimento. Dessa forma, grande parte dos abastecimentos pendentes na memória do software do Emissor de Cupom Fiscal era descarregada no CNPJ da prefeitura. A duplicidade é caracterizada uma vez pelo suposto consumidor, que não pedia o cupom fiscal de abastecimento, e outra vez pela prefeitura, que tomava a mesma medida.

Na outra modalidade de fraude, mesmo quando o comprador exigia o cupom fiscal, o funcionário do posto cancelava a compra posteriormente. Assim, o documento ficava como pendente no software vinculado ao emissor do cupom. Mais de 500 pessoas estão envolvidas com a operação, entre eles, integrantes do MPE, Polícia Civil e Receita Estadual. Catagênese é uma das quatro fases da formação do Petróleo. Nessa etapa, ocorre o aumento da temperatura e da pressão.






Fonte: Hoje Em Dia

Bloqueio de caminhoneiros já traz problemas de abastecimento em Minas Gerais

Em Campo Belo, 7 dos 8 postos estão sem nenhum tipo de combustível.
Motorista perdeu 38 mil litros de leite que iriam para Três Corações.

Cargas começam a ser perdidas em manifestação (Foto: Reprodução/EPTV)

O protesto dos caminhoneiros chegou ao terceiro dia nesta terça-feira (24) e a paralisação já traz efeitos no abastecimento. Em algumas cidades do Sul de Minas, já falta gasolina nos postos e as cargas com alimentos já estão estragando nos caminhões parados na Rodovia Fernão Dias. Além de Minas Gerais, o protesto já atinge nove estados brasileiros.

Pelo menos dois pontos da Rodovia Fernão Dias ficaram interditados nesta terça-feira (24) nos trechos que cortam o Sul de Minas. Um ponto da BR-491, em Varginha (MG), também chegou a passar por paralisação. Na Fernão Dias, há manifestações em Santo Antônio do Amparo (MG) e Perdões (MG).

Já em Varginha, os caminhoneiros que protestam contra o preço dos combustíveis e o valor pago pelo serviço de frete pararam pela manhã na Avenida do Contorno, segmento urbano da BR-491. Depois, eles foram para a BR-381, no trecho de Três Corações (MG).

 (Veja o mapa dos protestos nas estradas)

Por causa da manifestação, alguns produtos que estão sendo transportados já estão estragando.  Um motorista levava 38 mil litros de leite de Conceição do Pará (MG) para Três Corações (MG), mas o produto estragou e a carga foi perdida.

O caminhão dirigido por Telles Junior também transporta uma carga que pode ser perdida. “Eu estou levando iogurte. Para não faltar refrigeração, tenho que ficar com o motor ligado o tempo todo. Ainda está no padrão, vou esperar, vamos ver”, disse.

Já outro motorista que transporta coco e mamão disse que a carga só suporta mais dois dias. “Se não seguirmos, vou ter que dar para o povo para não perder”, completou Arnaldo Manoel dos Santos.

Falta de combustíveis em Campo Belo


Sete dos oito postos de Campo Belo (MG) estão sem nenhum tipo de combustível e, no único que ainda tem, as filas para abastecer já viram o quarteirão. Segundo o proprietário, a gasolina já está no fim e o álcool deve durar só até a quarta-feira (25).

Neste mesmo posto, houve quem ficasse na fila por mais de duas horas e um funcionário da prefeitura que tentou passar na frente para encher quatro galões de gasolina provocou confusão. “A gasolina vai para quatro ambulâncias que vão chegar de viagem e amanhã cedo devem levar pacientes a Belo Horizonte (MG). Precisamos da gasolina, senão não conseguiremos levar as pessoas”, disse Marcus Vinícius.

Em outro posto, onde os combustíveis não estão chegando, o dono Fábio Herik Moreira Nunes comenta a paralisação. “Não tem como os caminhões trazerem os combustíveis e daqui a pouco vai começar a faltar outras coisas nas cidades”, comentou.

O protesto e os desentendimentos

Embora esteja no terceiro dia, há motoristas que ainda não querem aderir ao protesto, que é contra o alto preço do óleo diesel e baixo valor do frete. Segundo os motoristas, é pago R$ 600 por uma viagem de pouco mais de 300 quilômetros. “ Tem que baixar o diesel ou aumentar o frete, senão não dá para trabalhar, nem as empresas estão conseguindo”, comentou o motorista Valtertino Caetano.

Contudo, a situação fica tensa quando alguém tenta furar o bloqueio. Um vídeo gravado pelos caminhoneiros mostrou quando os manifestantes quase tiram à força um motorista de dentro da cabine. Pelas imagens é possível ver que a ação só parou quando ele concordou em retornar com o veículo para o fim da fila.

O motorista Arnaldo Manoel dos Santos viu tudo. “O rapaz parou o caminhão e deu tapa na cara de um senhor de 61 anos. Onde já se viu isso, um de 30 anos batendo em outro de 61?”, relatou.
A Justiça Federal acatou um pedido feito pela Advocacia Geral da União (AGU) e determinou a desocupação das estradas. A decisão judicial dá um prazo de três horas a partir da notificação dos caminhoneiros. Se a ordem não for cumprida, motoristas e demais participantes do protesto e do Movimento União Brasil

Caminhoneiro podem ser multados em até R$ 50 mil por hora de ocupação.

Na entidade de classe dos caminhoneiros, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.






Fonte:G1

COPASA : Abastecimento de água pode entrar em colapso no Sul de Minas


Pelo menos 11 cidades do Sul de Minas atendidas pela Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) estão sob risco de sofrerem um colapso no abastecimento de água.

O levantamento foi divulgado pela concessionária nesta sexta-feira (23), um dia depois de admitir que o Estado vive uma crise hídrica, e medidas de restrição de consumo podem ser tomadas.

Já a Coordenadoria de Defesa Civil de Minas Gerais informou que 26 municípios da região estão em estado de emergência e já adotam medidas de economia para evitar uma crise no abastecimento de água. O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sapucaí apontou ainda outras três cidades com necessidade de intervenção imediata para evitar uma crise.

Segundo a Copasa, o risco de colapso indica que o sistema não tem mais condições de manter o abastecimento. Algumas manobras devem ser implementadas nos próximos dias para construir captações emergenciais.

As cidades atendidas pela companhia que estão em alerta máximo de desabastecimento na região são Campanha (MG), Campos Gerais (MG), Candeias (MG), Cristais (MG), Itamonte (MG), Lavras (MG), São José da Barra (MG) e São Tiago (MG).

São Gonçalo do Sapucaí (MG), Nazareno (MG) e Divisa Nova (MG) são apontadas pela Copasa como locais com problemas de abastecimento. Nesses municípios a captação já ultrapassou o limite do manancial.

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Sapucaí também divulgou um comunicado urgente em sua página na internet neste sábado (24) informando que, no trecho abrangido pela bacia, as cidades de Cachoeira de Minas (MG), Piranguçu (MG) e Piranguinho (MG) integram a lista dos locais onde há necessidade de intervenções imediatas.

Estado de emergência

Já a Coordenadoria de Estado de Defesa Civil de Minas Gerais publicou nesta sexta-feira (23) um decreto de emergência, que considera também localidades onde o serviço de abastecimento de água é autônomo. O decreto aponta que 11 municípios sulmineiros estão em estado de alerta, 14 enfrentam racionamento e um já adotou o sistema de rodízio.

O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) deve apresentar na próxima semana uma análise da situação hídrica em Minas Gerais e pode autorizar aumento de tarifas de consumo e criação de multas.

Confira as cidades que estão em estado de emergência, segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais:

Alerta

Aguanil
Campo Belo
Cristina
Ijaci
Jesuânia
Lambari
Poços de Caldas
Senador José Bento
Silvianópolis
Soledade de Minas
Virgínia

Racionamento

Cambuí
Conceição das Pedras
Consolação
Dom Viçoso
Elói Mendes
Espírito Santo do Dourado
Luminárias
Marmelópolis
Ouro Fino
Passa Quatro
São João da Mata
São Sebastião da Bela Vista
São Sebastião do Rio Verde
Seritinga

Rodízio

Carmo de Minas






Fonte:Informações G1

Chuva causa transtornos em três cidades do Sul de Minas

A forte chuva que atingiu o Sul de Minas nesta segunda-feira (12) causou transtornos em pelo menos três cidades.

Em Três Pontas (MG), um temporal acompanhado de ventos fortes que atingiu a cidade no fim da tarde causou prejuízos a um morador do bairro Peret. O telhado da lavanderia de uma casa foi arrancado e atingiu a rede elétrica da rua. Apesar do estrago, ninguém ficou ferido.

Já em Pouso Alegre (MG), teve chuva de granizo no início da noite. Quatro árvores caíram no bairro Faisqueira e uma casa no bairro São Pedro foi destelhada. Houve também alagamentos em vários pontos da cidade, mas segundo registro dos Bombeiros e Polícia Militar, ninguém ficou ferido.

Também choveu forte e com incidência de granizo em Congonhal (MG). Segundo a Polícia Militar, foram cerca de 40 minutos de chuva e a região mais afetada pelas pedras de granizo foi o Centro da cidade. Apesar disso, nenhuma ocorrência de prejuízos foi registrada.




Fonte:G1

Metade dos municípios mineiros não oferece ambientes que favoreçam qualidade de vida aos idosos

Socialização é importante para melhorar a qualidade de vida dos idosos

Em cerca de 50% dos 853 municípios mineiros, o ambiente é pouco favorável para as pessoas com mais de 60 anos. Segundo o Índice de Condição de Vida para os Idosos (ICVI), lançado nessa quarta-feita (26) em Belo Horizonte, em 415 cidades a situação varia de regular a péssima. O indicador, que vai de 0 a 1, leva em consideração renda, educação, demografia, acesso a moradia e saúde e os direitos de quem está na terceira idade. Nessas localidades, a “nota” ficou entre 0,21 e 0,54.

Boa parte dos municípios “reprovados”, de acordo com o levantamento, fica na porção Norte do Estado, onde estão regiões como os vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Já na porção Sul, englobando, por exemplo, o Triângulo Mineiro, a região Central e a Zona da Mata, a variação está entre 0,54 e 0,83, ou seja, entre “boa” e “excelente”.

O ICVI, realizado pelo Observatório Mineiro da Pessoa Idosa, parceria entre PUC Minas e Assembleia Legislativa, não divulgou dados separados por município, exceto o de BH (0,76), considerado excelente.

De acordo com a coordenadora do Observatório, Karina Junqueira, o objetivo não foi fazer um ranking das cidades, mas, sim, mostrar a realidade de cada uma, o que servirá de base para o planejamento de políticas públicas. “Fizemos um retrato da realidade mineira para visualizarmos como estão vivendo os idosos. Existe uma ideia de que a condição das pessoas idosas está ligada apenas à saúde, mas há muitos outros fatores envolvidos”, frisou.

O mapa traçado revela uma relação do índice com outros indicadores, como renda e habitação. A gerente de acompanhamento e avaliação de políticas públicas da Assembleia, Regina Magalhães, revelou que isso já era esperado e destacou as disparidades entre as regiões mais próximas ao semiárido mineiro com as do Sul do Estado. “As cidades com melhor qualidade de vida para a população são as que apresentam melhor situação para o idoso. Esses dados poderão servir para o governo direcionar ações para as áreas mais problemáticas”, apontou.

Gargalo

Para o coordenador do Movimento Pró-idoso, Carlos Alberto dos Passos, mesmo com o bom resultado do índice na capital, o grande problema na cidade continua sendo a saúde. “Queremos um tratamento digno. Os medicamentos continuam caros e o atendimento fica a desejar. Também faltam informações. Quando o idoso é bem informado, ele procura o atendimento adequado”, observou.
Karina Junqueira reforçou que a saúde foi o grande gargalo para o levantamento do índice. “Nem todos os municípios fazem registros como, por exemplo, as internações por doenças que poderiam ser tratadas nas unidades de saúde. Esse foi um dos dados que muitos municípios não tinham e, por isso, não foi utilizado para compor o indicador”. Os demais dados levaram em consideração o Censo de 2010.

Espaço para atividade física e muito bate-papo

Engana-se quem pensa que casas de convivência para idosos são apenas os famosos asilos, onde eles moram e só saem para passeios. No bairro Cidade Jardim, zona Sul de BH, um espaço de luxo reúne, diariamente, pessoas com idade superior aos 60 anos que vão para lá praticar atividades físicas e bater papo. Ao fim do dia, elas voltam para o aconchego do lar, ao lado da família. Os que não têm com quem ficar em virtude da viagem de um parente podem passar temporadas no local.

A ideia é que no Exclusive Idade, inaugurado há três meses, os frequentadores – a maioria mulheres – se movimentem e tenham melhor qualidade de vida. Fundadora do espaço, Sirlene Josefa da Silva Arantes explica que o objetivo da casa é oferecer saúde, afeto e lazer. “O público feminino está crescendo e muitas vezes fica doente pela falta de atividade física e convívio social”, frisou.

Que o diga Maria Glória Barbosa da Silva, de 82 anos. Ela foi uma das primeiras clientes e, duas vezes por semana, pratica pilates, faz terapia ocupacional e conversa com as amigas.

A idosa conta que, antes de conhecer o local, frequentemente se esquecia de detalhes do dia a dia. “A mente estava muito ruim e tinha dificuldades para andar e abaixar. Agora eu melhorei muito. Renovei uns dez anos”, comemora.

Já para Dyla de Araújo Nunes, de 94 anos, o importante mesmo foi ampliar a convivência social. “É uma maravilha! A gente encontra as amigas, conversa bastante”. Além da terapia ocupacional e do pilates, ela não dispensa as sessões de massagem.

Para tanta regalia, porém, os valores são altos. Um dia na casa custa R$ 250, incluindo, por exemplo, cinco refeições e atividades físicas. Para quem opta pelo mês inteiro, com permanência de 7h às 19h, em cinco dias da semana, o valor ultrapassa os R$ 3 mil. Também é possível arcar apenas com os exercícios físicos.

O imóvel de mil metros quadrados tem três andares, com quartos para descanso, refeitório e sala para exibição de filmes. As refeições para os idosos são balanceadas.

A expectativa é a de que a casa passe a oferecer hospedagem de longa permanência a partir de janeiro.

Índice de Condição de Vida

0,21 a 0,38 Péssimo
0,38 a 0,47 Ruim
0,47 a 0,54 Regular
0,54 a 0,62 Bom
0,62 a 0,83 Excelente











Fonte: hojeemdia.com.br

Gambá deixa 60 mil sem energia no Sul de Minas

Gambá entra em estação e causa curto que deixa 60 mil sem energia em Alfenas (Foto: Assessoria de Imprensa Cemig)

Um gambá que ficou preso em uma subestação de energia em Alfenas (MG) causou um apagão que deixou mais de 60 mil consumidores sem luz na manhã desta quinta-feira (5) em três cidades do Sul de Minas. Segundo a assessoria de imprensa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o problema afetou moradores e Alfenas, Poço Fundo (MG) e Areado (MG).

A interrupção de energia durou cerca de uma hora, entre 5h e 6h. O animal entrou em uma barra de 13,8 KV, o que causou um curto-circuito e fez com que a estação fosse desativada.


Ainda conforme a Cemig, o fornecimento de energia foi normalizado às 6h10.





Fonte: Informações G1

Chuva dobra volume útil de água na Represa de Camargos em Itutinga

Nível da represa de Camargos melhorou com as últimas chuvas no Sul de MG (Foto: Reprodução EPTV)

Apesar da estiagem, a chuva que atingiu região nos últimos três dias melhorou a vazão da Represa de Camargos, em Itutinga (MG).  O nível de água dobrou com a chuva, que amenizou a situação crítica do reservatório.

No final da última semana, o volume útil era de 0,40% e agora está em 0,80%, o que pode não parecer muito, mas já faz a usina afastar o risco de não poder gerar mais energia. De acordo com o gerente do distrito do Rio Grande, José Marcílio Carvalho, a situação melhorou e a cidade está sendo abastecida normalmente. “Nós vamos continuar com o melhor aproveitamento da água, com canalização e pedimos que a população continue consciente”, disse.

Já a vazão, que antes da estiagem ficava em torno de 16 litros por segundo, na fase mais crítica chegou a apenas 3 litros por segundo e com as chuvas, subiu para 12 litros.

Além disso, a chuva ajudou a normalizar a situação em outras cidades da região. Até metade do mês de outubro, 11 cidades do Sul de Minas que são abastecidas pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) estavam em situação de alerta devido à baixa vazão em seus mananciais.

Agora, a companhia continua com rodízio, que é quando a água é liberada em horários pré-determinados. Contudo, 15 cidades ainda enfrentam o racionamento.




Fonte:g1

MINAS GERAIS: Municípios apelam para poços fundos para encontrar água

Na fila. Copasa vai perfurar sete poços em Santo Antônio do Monte na próxima segunda-feira; cidade sofre com a seca dos rios

Pelo menos seis cidades de Minas Gerais estão recorrendo a água subterrânea para garantir o abastecimento. Nesses municípios, a Copasa já perfurou cerca de 30 poços profundos em busca da água que seca na superfície. Em pelo menos duas dessas cidades, Campos Gerais (região Sul) e Rio Paranaíba (Alto Paranaíba), a população conviveu com uma espécie de rodízio no abastecimento antes da perfuração dos poços.

“Era uma falta d’água de horas. Tinha água de manhã numa parte da cidade e de tarde na outra”, conta um funcionário da Prefeitura de Campos Gerais, que pediu para não ser identificado. Na cidade, foram perfurados quatro poços.

“Teve um racionamento setorizado. A água chegava em um bairro e faltava em outro”, diz o secretario de Meio Ambiente de Rio Paranaíba, Newton Godoy. Segundo ele, esse sistema durou dois meses e foi interrompido nesta semana graças a um acordo que permitiu a retirada de água de uma lagoa da Universidade Federal de Viçosa (UFV), que tem um campus na cidade. Esse acordo vai durar 90 dias.

A Copasa informou que está fazendo obras de melhorias no sistema de captação “com o objetivo de aumentar a oferta de água para a cidade”.

A Copasa, que atende a 600 cidades, nega a adoção de rodízio nesses municípios. De acordo com a empresa, o sistema está em vigor apenas em Pará de Minas (região Central).

No limite. Em Santo Antônio do Monte, no Centro-Oeste do Estado, a Copasa vai começar a perfurar sete poços na próxima segunda-feira. De acordo com a secretária de Meio Ambiente da cidade, Jaqueline Rodrigues Filgueiras, não há racionamento ou rodízio no abastecimento, mas a situação está “no limite do suportável”. Há 40 dias, o caminhão que faz a coleta seletiva de resíduos foi equipado com um sistema de som para pedir à população que evite o desperdício.

Pará de Minas

Impasse. Além da seca, a situação de Pará de Minas foi agravada pelo adiamento de obras e pela não renovação do contrato de concessão com a Copasa, vencido desde 2009. Emergencialmente, foram perfurados 56 poços.

Números

6 cidades já são atendidas por poços profundos

30 poços já foram perfurados para buscar água

40% foi a queda no volume de chuvas no último verão






Fonte:O Tempo

Corte eleitoral mineira confirma cassação de prefeito e vice de Lavras

Corte eleitoral mineira confirma cassação do prefeito

A Corte Eleitoral mineira confirmou a cassação do prefeito de Lavras, no Sul de Minas, Marcos Cherem, e o vice, Aristides Silva Filho, ambos do PSD. Os dois foram condenados por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação. Os parlamentares receberam quatro votos de condenação contra um.  A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) somente será executada após publicação de acórdão de possíveis embargos declaratórios.

A ação foi movida pela Coligação “Unidos por Lavras”, Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Silas Costa Pereira (PSDB), que alegaram os seguintes fatos, que a veiculação de propagandas da Construtora Cherem em rádio, televisão e imprensa escrita de Lavras durante o ano eleitoral de 2012 beneficiaram a campanha política do Marcos Cherem. A instalação de outdoors e veiculação de anúncios na imprensa escrita pelo então deputado estadual Luiz Fábio Cherem, também foi um argumento utilizado no processo.

O julgamento do recurso teve início em sessão do dia 22 de janeiro e a relatora do processo no TRE, juíza Alice Birchal, votou inicialmente pela extinção do processo sem julgamento do mérito, pois entendeu que as matérias presentes na ação são idênticas às dos processos anteriores, com as mesmas partes envolvidas e com as mesmas provas.

Os demais juízes entenderam o contrário e, ao partir para a análise do mérito, a juíza concluiu por não haver elementos que justificassem a cassação do diploma. Após voto da relatora, o juiz Virgílio Barreto pediu vista do processo, que teve seu julgamento finalizado na sessão desta quinta-feira (30).

O juiz Virgílio Barreto, ao proferir seu voto, afirmou que fez profunda análise do conjunto probatório e divergiu da relatora ao reconhecer que o juiz eleitoral dissecou cada um dos fatos que, em conjunto, levam à caracterização do abuso de poder. Concluiu como sólidos os argumentos da sentença para manter a cassação de Marcos Cherem e Aristides Filho. O entendimento divergente foi seguido pelos juízes Alberto Diniz, Maria Edna Veloso e Maurício Ferreira.

A decisão também afastou a inelegibilidade e a multa R$ 50 mil, seguindo precedente do Tribunal Superior Eleitoral. Não há previsão normativa para aplicação de multa e imposição de inelegibilidade em ação de impugnação de mandato eletivo, já que o art. 14, §10, da Constituição Federal, autoriza apenas a desconstituição do mandato.

Marcos Cherem foi eleito prefeito de Lavras em 2012 com 23.973 votos (46,88%), e o segundo colocado, Silas Costa Pereira (PSDB), conseguiu 19.376 (37,86%). Cherem não chegou a sair do cargo, amparado por liminar que concedeu efeito suspensivo ao recurso até o julgamento do caso no TRE.








Fonte: O Tempo

Mais 35 cidades mineiras terão novos recursos para investir em saneamento e infraestrutura urbana

Alberto Pinto Coelho autorizou liberação de R$ 55 milhões pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, que já beneficiou 145 municípios por meio da iniciativa

O Governo de Minas promove mais uma ação voltada para o desenvolvimento dos municípios mineiros. O vice-governador Alberto Pinto Coelho autorizou, nesta quarta-feira (29), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, a liberação pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) de R$ 55 milhões para 35 municípios. Os recursos são para investimentos em obras de pavimentação e drenagem, de saneamento e aquisição de máquinas e equipamentos. As linhas BDMG Urbaniza, BDMG MAQ, BDMG Cidades e BDMG Saneamento contam com recursos próprios do banco. Ao todo, já foram liberados mais de R$ 260 milhões para 145 municípios.

Em seu pronunciamento, Alberto Pinto Coelho ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pelo banco em prol dos municípios mineiros. “O BDMG é um banco de fomento que tem uma atuação voltada para acolher as necessidades das prefeituras, sempre procurando desenvolver os seus programas com uma visão que vai ao encontro das verdadeiras demandas e das várias realidades dos 853 municípios”, enfatizou.

O vice-governador destacou, ainda, a visão estratégica do BDMG para o desenvolvimento da economia de Minas Gerais. “Temos como obsessão diversificar nossa economia, agregando valores. A presença do BDMG como indutor destas atividades é fundamental”, afirmou Alberto Pinto Coelho.

Segundo o presidente do BDMG, Matheus Cotta de Carvalho, os recursos fazem parte de um pacote de apoio aos municípios, no valor de R$ 700 milhões, anunciado em outubro do ano passado. “Estamos alcançando 145 cidades e pretendemos, até o final do mês de março, alcançar 230 municípios”, disse.

“Com esse programa, atingiremos 600 municípios, o que corresponde a 80% das cidades do estado. A nossa carteira de apoio aos municípios mineiros já atinge R$ 1,2 bilhão. Devemos chegar até o fim de março com uma carteira de R$ 1,4 bilhão”, informou Matheus Cotta Carvalho.

Presente ao evento, o secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, ressaltou a característica municipalista dos programas do Governo de Minas e enfatizou a importância do BDMG no desenvolvimento do Estado.  “O BDMG é sinônimo de orgulho pelo trabalho de assistência aos municípios mineiros e pelo apoio que dá às indústrias que estão aportando em nosso estado”, destacou.

O prefeito de São Geraldo, Marcílio Moreira Barroso, falou em nome dos demais chefes municipais e agradeceu o apoio do governo. “O Governo de Minas vem transformando a realidade dos nossos municípios, através de programas como o BDMG Municípios, o ProMunicípio e dos consórcios de saúde, só para citar alguns. Só temos que agradecer”, finalizou.

Confira abaixo a lista dos municípios que receberão os recursos:






Fonte: Agência Minas

Reservatórios das hidrelétrica em baixa reduzem verba de cidades

Minas foi o Estado mais afetado do Brasil, que registrou queda de 4,7% no ano passado

Os baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas em 2013 derrubaram a arrecadação dos municípios que recebem a Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) e os royalties da energia, verbas repassadas às cidades que têm área alagada para instalação de usinas.

Como os recursos são atrelados à produção energética (quanto maior a produção, maior o repasse), os valores foram reduzidos drasticamente. Em Minas, a queda no repasse foi de 26,7%, caindo de R$ 171,5 milhões em 2012 para R$ 135,3 milhões em 2013.

O Estado foi mais afetado do que o Brasil, que registrou queda de 4,7%, passando de R$ 2,2 bilhões em 2012 para 2,1 bilhões no ano passado. O motivo da diferença é a vocação de Minas Gerais para a geração hídrica: 70% dos reservatórios do país estão em solo mineiro.


Na “caixa d’água” do Brasil, 152 municípios recebem o benefício. O maior repasse em 2013 foi para Santa Vitória, município banhado pelo reservatório da usina de São Simão, a maior da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). No ano, Santa Vitória, que possui cerca de 19 mil habitantes, recebeu R$ 4,2 milhões em compensação pelo alagamento de área produtiva, montante 35,7% inferior aos R$ 5,8 milhões de 2012.


Segunda fonte

A contribuição é a segunda maior fonte de arrecadação da cidade, perdendo apenas para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), segundo o prefeito Genésio Franco de Morais Neto.

O montante que Santa Vitória recebeu de CFURH em 2013 representa quase um quinto do orçamento total realizado pela cidade em 2009, de R$ 21 milhões, segundo último balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O prefeito lamenta a redução. “A CFURH ajuda, e muito, a melhorar a condição de vida da população”, afirma. Segundo a legislação, o recurso pode ser aplicado em programas de saúde, educação e segurança. É vetado, no entanto, para pagamento de dívidas (exceto da União) e de folha de pessoal.

Em Santa Vitória, conforme Morais Neto, mais de 25% do montante foram investidos em educação. “Investimos, principalmente, em transporte escolar”, afirma.

Importantíssimo

Em Perdizes, o recurso também é muito bem-vindo, apesar da queda de 15% entre os R$ 4,6 milhões recebidos em 2012 e os R$ 4 milhões de 2013, segundo o prefeito da cidade, Fernando Marangoni. Ele diz que no município, que sedia a usina de Nova Ponte, da Cemig, a arrecadação geral têm crescido menos a cada ano.

Uma redução no repasse da contribuição do setor de energia deixa o quadro ainda mais nublado. “Usamos a CFURH para cobrir todos os gastos do município, com exceção da folha de pagamento. Ele é importantíssimo”, afirma.

Recuo da arrecadação assusta os prefeitos

O município de Morada Nova de Minas, que é banhado pelo reservatório da hidrelétrica de Três Marias, da Cemig, recebeu R$ 4,2 milhões em 2013 a título de Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) e royalties de energia. O valor é 35,7% menor do que o recolhido em 2012.

A redução assustou o prefeito da cidade, Walter Francisco de Moura. “As dívidas do município estão nas alturas. Contamos com este recurso para quitá-las. Com a redução, somos muito afetados”, diz. Segundo ele, uma nova queda traria sérios problemas ao município, de 8.600 habitantes.

Moura afirma que o montante em 2013 foi destinado ao pagamento de algumas parcelas de um empréstimo de R$ 2 milhões feito junto ao Banco do Brasil para quitação de dívidas com a previdência dos 600 funcionários municipais. A folha de pagamento, de aproximadamente R$ 800 mil, também recebeu uma parcela da CFURH.

O restante foi usado para manter o hospital municipal, que custa cerca de R$ 200 mil à cidade mensalmente, e para manutenção de veículos.

Em Sacramento, município que abriga as hidrelétricas de Jaguara, da Cemig, e Pai Joaquim e Estreito, de Furnas, o recolhimento em 2013 foi de R$ 5,6 milhões, redução de 39,2% na comparação com 2012. O prefeito de Sacramento, Bruno Scalon, afirma que teve que segurar os gastos. “A arrecadação menor prejudica o acerto de contas com os credores do município”, diz.

Térmicas compensaram a queda

Em 2013, o Brasil gerou 12,9% a menos de energia hidrelétrica do que em 2012. No ano, a geração a partir da força hidráulica somou 314,1 milhões de megawatts-hora (MWh), contra 354,7 milhões de MWh no ano retrasado.

A solução para a queda da geração hidrelétrica foi acionar as usinas térmicas. Como o combustível utilizado por essas usinas é mais caro, haverá impacto nas contas de energia neste ano.




Fonte: Hoje Em Dia

Pelo menos 12 cidades do interior de Minas realizarão concurso com até R$ 6.500 de salário

Rio Pará: encerram-se as inscrições para o processo seletivo
Quem espera melhorar de vida em 2014 pode tentar a sorte e os conhecimentos em diversos concursos públicos que serão realizados em mais de 10 municípios mineiros em 2014. Cada cidade tem sua demanda, exigência e regras para os processos seletivos, assim como valores variados de salários e oferta de benefícios. Em alguns casos são ofertadas oportunidades que pagam R$ 678, mas há opções que chegam a remunerar mais de R$ 6.500. Então pegue a caneta e um papel e escolhas as melhores opções.

Em Matias Barbosa, na Zona da Mata, são aceitas inscrições para o certame até o dia 27 de dezembro. São 45 vagas para diversos cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os interessados deverão comparecer à prefeitura para efetivar a inscrição (avenida Cardoso Saraiva, 305, Centro, de 8 às 16 horas). O edital com a descrição das vagas pode ser acessado no site www.concursosjcm.com.br.

Vagas

Uma das cidades que oferece concurso público com o maior número de vagas é Itueta, no Vale do Rio Doce, próximo à divisa com o Espírito Santo. São 65 vagas para diversos cargos para participantes de níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para auxiliar de serviços gerais que não exigem escolaridade, apenas alfabetização. Os salários variam de R$ 678 a R$ 2.800, para diversos cargos que vão de operador de máquina a fisioterapeuta.
As inscrições só poderão ser feitas pela internet, a partir do dia 17 de fevereiro, no site www.trconcursos.com.br. Os valores variam de R$ 48 a R$ 84. Para quem não tiver acesso a web, a prefeitura irá disponibilizar um terminal para inscrições no próprio prédio do executivo municipal, entre 17 de fevereiro e 21 de março.

Saúde

Já os profissionais de saúde devem fica atentos ao processo seletivo da cidade de São Sebastião do Oeste, na região Centro-Oeste, que recebe inscrições até amanhã para os cargos de enfermeiro, médico, fisioterapeuta, psicólogo, farmacêutico e cirurgião dentista. Há também vagas para assistente social. O único senão é que as inscrições deverão ser feitas em loco na sede da Secretaria Municipal de Saúde (avenida Paulo VI, 1.759, Centro, das 11 às 16 horas). Informações sobre valores da taxa (37) 3286-1133.

Ainda no Centro-Oeste, na cidade de Carmo do Cajuru, as inscrições para o processo seletivo encerram hoje. São 16 vagas para os níveis fundamental, médio e superior, com salários que variam de R$ 678 a R$ 2.650. Os interessados podem se inscrever pelo site www.polisauditoria.com.br. O valor das taxas são de R$ 35, R$ 45 e R$ 65, de acordo com o nível de instrução.

No Noroeste de Minas, a prefeitura de Buritis acaba de abrir inscrições para seu concurso público que disponibilizará 23 novas vagas para profissionais de saúde de níveis médio e superior. As vagas serão preenchidas por técnicos em enfermagem e enfermeiros.

Os salários variam de R$ 684 a R$ 2330. As inscrições poderão ser feitas no site www.seapconcursos.com.br, até o dia 2 de janeiro de 2014, mediante pagamento de taxa de R$ 25 para técnico, e R$ 50 para nível superior.

Outros concursos

O leitor ainda deve ficar atento aos processos que irão acontecer nas cidades de Dom Bosco, Ladainha, Esmeraldas, Gonçalves e Itajubá, com inscrições abertas a partir de fevereiro. Ao todo serão mais de 100 vagas para os mais diversos cargos para níveis fundamental, médio e superior.







Fonte: Hoje Em Dia

No Sul de Minas, oito cidades completam 60 anos no mesmo dia

Oito cidades do Sul de Minas de Gerais completam 60 anos nesta quinta-feira (12) e todas elas têm menos de 12 mil habitantes. Congonhal, com cerca de 10,5 mil habitantes, comemora seis décadas neste 12 de dezembro, junto com Bom Repouso (10,4 mil habitantes), Ilicínea (11,4 mil habitantes), Ipuiúna (9,5 mil habitantes) e Nazareno (8 mil habitantes).

As três menores cidades a fazer aniversário nesta quinta-feira são Córrego do Bom Jesus (3,7 mil habitantes), Dom Viçoso (cerca de 3 mil habitantes) e São José do Alegre, com cerca de 4 mil moradores.

A capital de Minas Gerais, Belo Horizonte, também faz aniversário em 12 de dezembro, completando 116 anos nesta quinta-feira.




Fonte:G1

Cidades mineiras deixam de receber R$ 1 bi com renúncias fiscais

Articulação. Toninho Andrada explica que é preciso mudanças nos repasses da União para os municípios
Quase R$ 1 bilhão. Essa é a perda acumulada entre 2012 e 2013 pelos municípios de Minas. O montante se refere aos valores que deixaram de ser repassados pela União em função de renúncias fiscais do governo federal. No Congresso, tramitam alguns projetos que poderiam contornar os prejuízos. Só um deles, o que prevê passar de 1% para 2% o adicional do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), poderia destinar R$ 834 milhões para os mineiros. 

Em Minas Gerais, as 493 cidades com até dez mil habitantes são as mais prejudicadas por serem as mais dependentes do recurso. Em Minas, cada uma delas deixou de arrecadar R$ 600 mil no período. É como se ficassem dois meses sem o Fundo.

Em 2012, os mineiros deixaram de receber R$ 486 milhões. Neste ano, até setembro, o valor chegou a R$ 379 milhões e deve subir para R$ 500 milhões até dezembro, segundo a Associação Mineira dos Municípios (AMM).

A origem do rombo nas contas que não fecham está nas desonerações do governo federal nas alíquotas do IPI e do Imposto de Renda. Apesar dessas reduções e alheios à queda de braço entre municípios e União, os moradores são os mais atingidos com as quedas na arrecadação. Do total do FPM, 15% é investido em educação, 25%, em saúde e 60%, no pagamento de folha de pessoal.

Além dessas renúncias, segundo o presidente da AMM, Toninho Andrada (PSDB), contribuem para a crise a atual divisão dos convênios federais. Ele vê duas saídas. “Ou o governo aumenta os repasses ou revê a proporção de cada um”.

“O governo federal cria os programas, mas os municípios arcam com a maior parte deles. Além de comprometerem os recursos, os municípios ficam engessados, sem poder executar as políticas próprias”, diz o prefeito de Barbacena.

Juruaia, no Sul do Estado, vive uma situação “dificílima”, segundo o prefeito Álvaro Mariano Júnior (PSDB). Ele parou de fazer obras em estradas, comprar remédios para a população de 9.400 habitantes e não sabe se irá conseguir pagar a segunda parcela do 13º salário. “Cortamos investimentos em todas as secretarias”. Segundo ele, 75% da receita mensal de R$ 1 milhão vem do FPM.

Propostas. No Congresso, algumas propostas que podem amenizar muitos desses problemas financeiros caminham a passos lentos. Há dez anos, o PL 116 de 2003, que muda o modelo de cobrança do ISSQN dos cartões de crédito, não consegue ser aprovado. Hoje, o imposto é retido na cidade sede da operadora do cartão. O texto pretende que o recurso fique onde a compra foi realizada. Ontem, a Comissão Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara Federal discutiu o texto.

Outra alternativa é o aumento do adicional do FPM, que existe desde 2007, de 1% para 2%. O presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), disse que irá se empenhar por sua aprovação depois de muita pressão das associações regionais e nacionais de municípios.

Dia do Basta

Reunião. Na próxima semana, prefeitos de várias regiões do Estado irão se reunir em Belo Horizonte para ressaltar a importância da aprovação de alguns projetos no Congresso e de algumas regras que poderiam aliviar os cofres municipais.

Pressão.  A expectativa da AMM é que 682 prefeitos compareçam ao ato. O Estado quer se destacar, em nível nacional, na defesa das bandeiras dos municípios.


AMM cobra empenho da bancada

Na avaliação do presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Barbacena, Toninho Andrada (PSDB), falta empenho da bancada mineira no Congresso para a aprovação dos projetos que poderiam aliviar as contas dos municípios.

“A maioria dos deputados estaduais acabam ficando em cima do muro nessas questões. Precisamos de contar com todos para que esses projetos entrem na pauta e sejam aprovados”, disse.

Para o prefeito de Barbacena, o ato previsto para o próximo dia 13, na capital mineira, e que recebeu o nome de Dia do Basta, é também uma forma de pressionar os deputados e chamar a atenção para o problema.








Fonte: TÂMARA TEIXEIRA/O Tempo


Exemplo:'Cidade dos idosos', Águas de São Pedro-SP prioriza estatuto

E para os menos informados, o "Estatuto do Idoso" é lei e tem que ser respeitado, aqueles que não o fizerem podem e devem ser punidos pela justiça.

Ao som de "Sandra Rosa Madalena", clássico de Sidney Magal, 11 senhoras com idades entre 64 e 76 anos se requebravam em um ginásio de Águas de São Pedro (a 184 km de SP) na tarde da última quarta-feira. A poucos metros dali, um senhor de 92 anos comandava um bazar e outros relaxavam na praça.

Na cidade, uma das dez brasileiras com maior concentração de pessoas acima de 60 anos --24,9% do total, segundo o IBGE--, os direitos estabelecidos no Estatuto do Idoso são uma prioridade.

Dez anos depois, Estatuto do Idoso ainda engatinha
Análise: Em 2030, 20% da população brasileira terá mais de 60 anos

Com apenas 2.707 habitantes, de acordo com o Censo de 2010, e faturando com o turismo das "águas medicinais", a prefeitura afirma conseguir investir em melhores condições para a velhice.

Em "Águas", quase a metade dos idosos moradores recebem visitas em casa de equipes de saúde.

"Temos atenção total com o idoso aqui e desconheço casos de maus-tratos ou desrespeitos a eles. A cidade tem braços abertos para os mais velhos", diz o prefeito Paulo Cesar Borges (PSDB), 56.

Atividades esportivas e de lazer voltadas aos mais velhos são tão sérias que há uma lei municipal que garante a continuidade de alocação de recursos para os projetos ao longo dos anos.

Quem tem mais de 60 na cidade --e também visitantes de cidades vizinhas-- podem fazer de graça hidroginástica em piscina aquecida, dança, bocha, vôlei, pilates, natação e, aos finais de tarde, tomar suco, chá e café enquanto jogam damas, cartas...

O secretário da Saúde, Marco Antonio Casarini, 53, que administra orçamento anual de R$ 2 milhões, diz que em dois meses haverá uma nova academia a céu aberto.

Segundo o médico Pedro Manoel Bertolini, 31, que faz plantões no pronto-socorro local, a maior demanda dos moradores mais velhos da cidade não é por medicamentos ou para aferir pressão.

"O desafio maior aqui é dar atenção a toda carência deles, que sentem falta dos filhos ou de familiares. Muitos não tem nenhuma doença física e vem se consultar apenas para conversar."

Certa mesma é Sheila Gasparini, 72, uma das que mais rodopiam na aula de dança.

"Já tive dois AVCs (Acidente Vascular Cerebral), dois inícios de trombose, mas estou ótima e feliz dançando entre minhas amigas. Ter qualidade de vida é tudo."
Médicos de 11 especialidades atendem as demandas do dia a dia em uma clínica, e o poder público arca com medicamentos de uso continuado que estão fora da relação repassada pelo Estado.






Fonte: Informações Folha Uol 

Sonegação: Feira do Brás invade cidades do Sul de Minas

A Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais mantém postos de fiscalização fixos e móveis

Uma feira itinerante realizada no Sul de Minas Gerais tem tirado o sono dos comerciantes da região. Chamado de Fest Malhas – mas também conhecido como Feira do Brás e Feira da Madrugada –, o evento leva às cidades produtos diversos a baixo preço, vendidos em tendas, sem nota fiscal, garantia e procedência, conforme denuncia o gerente da Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre (Acipa), Ricardo Hogo Desenzi. Como consequência, os lojistas locais amargam forte perda nas vendas.

“Não somos contra a concorrência. Somos contra a concorrência desleal. Afinal, é impossível que o lojista que paga imposto e é formalizado possa competir diretamente com quem sonega”, afirma.

Segundo Desenzi, para vender os objetos a preços abaixo dos encontrados em lojas, os expositores compram alguns itens com nota fiscal em São Paulo. Como o documento vale por até 30 dias, eles voltam a São Paulo outras várias vezes para repor o estoque, porém, sem a emissão de nova nota fiscal. Se são parados por alguma fiscalização, apresentam a nota emitida na primeira compra, dando cobertura à nova remessa.


De tudo

Na Feira do Brás é vendido de tudo: óculos, roupas, brinquedos, sapatos, bijuterias, relógios e eletrônicos, entre outros. Uma calça jeans, por exemplo, que na loja custa R$ 100, sai por aproximadamente R$ 15. Produtos chineses são a maioria. A divulgação do evento é feita principalmente pelas redes sociais.

Eles são extremamente bem assessorados juridicamente e conseguem facilmente uma liminar para realizar a feira quando são impedidos”, afirma Desenzi.

Foi o que aconteceu em Pouso Alegre. De acordo com o gerente da Acipa, os responsáveis pelo evento fizeram solicitação para a realização da feira na cidade, porém não informaram telefone ou endereço.

A prefeitura negou o pedido, mas não localizou os solicitantes para informar a decisão. Poucos dias antes do início do evento, a equipe chegou à cidade, com toda a parafernália necessária para levantar as barracas. “Eles disseram que não sabiam da decisão e conseguiram na Justiça uma liminar”, diz.
Dos 12 dias previstos para a realização do evento no município, a feira funcionou por nove. “Conseguimos derrubar a liminar”, comenta Desenzi.


Prefeituras tentam barrar improviso

O prefeito de Ipuiúna, no Sul de Minas, Elder Cássio de Souza, conseguiu barrar a entrada da feira na cidade. De acordo com ele, o responsável pela empresa não apresentou todos os documentos necessários para a realização do evento.

“Eles não apresentaram nada do que foi pedido, incluindo um plano de contingência de incêndio. Ou seja, além de dizimar o comércio, poderiam colocar a população em risco”, diz.

Conforme afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre (Acipa), Ricardo Desenzi, a Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais enviou comunicado às prefeituras alertando para a necessidade de conferir todos os documentos antes de ceder espaço para a realização de feiras.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Fazenda, há um posto de fiscalização na divisa de Minas Gerais com São Paulo, além de outros móveis, que podem ser encontrados nas estradas do Estado.

Procurados por telefone e por meio de redes sociais, os organizadores da Feira do Brás não se pronunciaram sobre as denúncias.










Fonte:Hoje Em Dia

Deputado Odair Cunha entrega carros e equipamentos para Conselhos Tutelares de Minas

20 Conselhos Tutelares mineiros receberão um veículo 0km, cinco computadores desktop, uma impressora multifuncional, um refrigerador e um bebedouro. A entrega será realizada pelo deputado federal Odair Cunha, vice-líder do Governo no Congresso e autor das emendas parlamentares que contemplam os Conselhos, e pelo coordenador geral do Sistema de Garantia de Direitos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Marcelo Nascimento.

Os municípios beneficiados são: Alfenas, Botelhos, Campanha, Campos Gerais, Caxambu, Coqueiral, Monsenhor Paulo, Nepomuceno, Oliveira, Paraisópolis, Piraúba, Piumhi, Santa Rita de Caldas, Santa Rita do Sapucaí, São Bento Abade, São José da Barra, São Lourenço, Senador Amaral, Tocos do Moji e Virginia.

A ação do deputado representa um investimento total de R$ 700 mil em emendas parlamentares junto à SDH/PR. “Todas as ações que visam proteger nossas crianças e adolescentes são necessárias e urgentes. O meu trabalho reflete a intenção e a política de proteção do Governo Federal, que sempre olhou pelo nosso estado, pela nossa região”, afirmou o deputado Odair Cunha.

“Os Conselhos Tutelares são estruturas fundamentais para o exercício pleno dos direitos das crianças e adolescentes. O Governo Federal trabalha com muita determinação para fortalecer e capacitar os Conselhos e é fundamental o apoio de parlamentares que também fazem da defesa das crianças e prioridade dos seus mandatos, como o deputado federal Odair Cunha”, destacou a ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

O envio de emendas parlamentares para o fortalecimento e estruturação dos Conselhos Tutelares é uma ação constante do deputado Odair Cunha. Em 2011, 46 conselhos receberam um veículo 0 km, entre eles o de Varginha. Já em 2009, foram 21 cidades. Com a solenidade de sexta-feira, o número total de conselhos contemplados com ações do deputado chegará a 87.

O evento, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal da Campanha, terá a presença de prefeitos, presidentes de Conselhos Tutelares, vereadores e lideranças.

Proteja Nossa Crianças. Disque 100 ou procure o Conselho Tutelar de sua Cidade

Os Conselhos Tutelares, previstos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), são criados por lei para garantir que, nos municípios, a política de atendimento à população infanto-juvenil seja cumprida. Estes órgãos devem ser procurados pela população em caso de suspeita ou denúncia de violação dos direitos de crianças e adolescentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Outro canal para proteger as crianças e os adolescentes é o Disque 100. Segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o número de denúncias ao Disque 100, cresceu 58,35% de 2011 para 2012. Em Minas Gerais, em 2011 foram registradas 5.692 denúncias e em 2012, 9.548, crescimento de 67,74%, número superior à média nacional.

As denúncias recebidas pelo Disque 100 são encaminhadas para a Ouvidoria da Secretaria. Na área, as mensagens são analisadas e encaminhadas para os órgãos responsáveis pela apuração e punição em casos de violências. Ao longo dos anos, o serviço se consolidou como importante instrumento para registro de dados estatísticos sobre violações de direitos.