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Aécio Neves vira motivo de piada


Aécio Neves (PSDB) foi um bom candidato à presidência da República, superou Marina quando chegou a ser considerado o possível “fiasco do ano” (quando estava com apenas 14 pontos nas pesquisas) e no segundo turno chegou perto de derrotar Dilma, a candidata do PT.

Mas a derrota fez mal ao senador de Minas Gerais. Político experiente que sempre foi considerado equilibrado, como o avô Tancredo, se comporta como um radical que não sabe perder.

Na entrevista da Globonews, em que disse que foi derrotado por uma “organização criminosa”, desagradou até parcelas do seu eleitorado.

Só os fanáticos que veem o PT como o eixo do mal aceitam um discurso tão rasteiro.

Aécio perdeu para Dilma, para o Partido dos Trabalhadores, o PMDB e outros partidos aliados. Perdeu por decisão do povo brasileiro que em sua maioria preferiu continuar com o governo, pelos seus acertos e apesar dos seus erros.

Perdeu feio para o povo de Pernambuco, do Ceará, da Bahia, de todo o Nordeste, do Rio de Janeiro de Minas Gerais.

Perdeu, acabou. 

Dilma já acalmou os mercados com a escolha da equipe que vai comandar a economia e em janeiro começa o segundo mandato. Terá problemas pela frente, pois é inevitável que eles aparecem pela complexidade do Brasil e pelos paradoxos do Partido dos Trabalhadores.

Aécio se conforme em cumprir o restante do seu mandato de senador e tente recuperar o terreno perdido pelo menos no seu Estado de origem.

Do jeito que vai em 2018 não será nem candidato, porque será engolido no seu próprio partido, o PSDB, por Serra ou Geraldo.

As declarações infelizes e rancorosas de Aécio Neves foram criticadas por jornalistas do porte de Jânio de Freitas, ironizadas pelo Secretário de Comunicação do PT, José Américo, que disse que o senador está com problemas psicológicos e golpeadas por uma frase antológica do senador Humberto Costa.

O petista pernambucano, ao comentar a entrevista do tucano, saiu-se com esta: “A derrota subiu a cabeça”!

Aécio anda se apequenando depois do bom desempenho nas urnas e os adversários naturalmente aproveitam.

É preciso saber vencer e saber perder. Tem hora que cabe falar, fazer um discurso veemente, mas em outros momentos é melhor ficar de boca fechada.




Fonte:robertoalmeidacsc.blogspot.com.br

Selfie na urna pode dar cadeia

Pensando em fazer uma selfie em frente à urna eletrônica no dia da votação para postar nas redes sociais? É melhor pensar melhor, pois fotografar o voto é proibido pela legislação eleitoral e pode render multa de até R$ 15 mil, além de prisão.

Segundo determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quem registrar o voto com máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiotransmissão e telefones celulares pode ser preso.

Resolução baixada pelo TSE determina que todos esses equipamentos sejam entregues aos mesários antes da votação. Quem descumprir essa regra pode ser advertido ou mesmo receber voz de prisão dos presidentes das seções eleitorais. A medida visa proteger o sigilo do voto e impedir que eleitores comprovem o voto por algum tipo de pressão ou troca de favores, afirma o advogado eleitoral Anderson Pomini.

Também não será permitido no dia da votação o envio de mensagens com propaganda eleitoral de qualquer espécie, inclusive com conteúdo ofensivo a qualquer candidato, por WhatsApp (aplicativo para telefones celulares de troca de mensagens individuais ou em grupos) ou mensagens de telefone celular. É vedado ainda ao eleitor pedir votos nas redes sociais.

De acordo com Pomini, as pessoas podem declarar seus votos nas redes sociais, mas não podem pedir votos ou divulgar propaganda de qualquer candidato, a qualquer cargo, no dia da disputa. “A intenção é evitar que o eleitor profissional, aquele que é pago para divulgar alguma candidatura, use as redes sociais para divulgar seu candidato no dia das eleições.”

Segundo ele, a propaganda boca de urna, feita no dia da votação, é vedada não só nas proximidades das seções eleitorais, mas em todos os meios de comunicação, inclusive as novas mídias, como Facebook, Twitter e outras páginas de relacionamento e compartilhamento de conteúdo. O advogado lembra que o eleitor pode levar uma “cola” com o número dos seus candidatos, desde que seja em papel.

O eleitor também não pode distribuir material de votação dentro da seção ou pedir votos e tentar convencer alguém a votar em um determinado candidato na fila de votação da seção eleitoral.

Todos podem votar usando bonés, adesivos ou broches de campanha. Em relação ao consumo de bebidas alcoólicas, a vedação no dia do pleito não é automática e depende da decisão da Justiça Eleitoral de cada estado. Em Minas Gerais, ainda não houve uma posição do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), mas em todas as disputas passadas a Justiça impôs a Lei Seca.





Fonte: g1

Formulário do TRE-MG para justificar ausência no dia da eleição está disponível em site


O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE) disponibilizou em seu site o formulário (formato pdf) de justificativa para as Eleições 2014 (CLIQUE AQUI), que também pode ser obtido em qualquer um dos 351 cartórios eleitorais do Estado. A partir desta quinta-feira (2), um estande no Terminal Rodoviário de Belo Horizonte vai funcionar de 8h às 20h para distribuição de formulários de justificativa.  O eleitor poderá também consultar o número do seu título - informação imprescindível para o correto preenchimento.

O documento deve ser entregue pelo próprio eleitor durante o período de votação, de 8h às 17h, no dia do pleito – 5 de outubro e 26 de outubro, se houver segundo turno - em qualquer seção eleitoral ou posto de justificativa fora do seu domicílio eleitoral, ou seja, na cidade onde o eleitor vota. É preciso informar o número do título, além de apresentar um documento oficial de identificação com foto e o formulário corretamente preenchido com os dados solicitados.

Caso o eleitor não justifique no dia das eleições, ele tem o prazo de 60 dias após o dia da votação para fazê-lo. Nesse caso, o requerimento de justificativa (formato pdf) é diferente, e também está disponível no site do TRE-MG. Para justificar, o eleitor deve ir pessoalmente a qualquer cartório eleitoral e solicitar sua regularização ou enviar o formulário preenchido via postal. Em qualquer hipótese, o requerimento de justificativa deve estar acompanhado de documentos que justifiquem a ausência.

O prazo final para fazer a justificativa para quem deixou de votar no primeiro turno (5/10) é o dia 4 de dezembro. Para quem não comparecer no segundo turno, a data limite é o dia 26 de dezembro.

Os eleitores que estiverem fora do município onde votam devem ficar atentos às informações sobre os procedimentos, já que não existe mais a justificativa nos Correios.

O eleitor que não votar ou não justificar a ausência fica sujeito a punições, definidas pela legislação eleitoral. Dentre elas, a impossibilidade de obter passaporte e de renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo. Para tirar dúvidas, consulte o site do TRE/MG ou fale no Disque-Eleitor (148).




Fonte: O Tempo

Vox Populi mostra Dilma com 36%, Marina, 27%, e Aécio, 15%


A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) tem 36% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa Vox Populi/Rede Record, divulgada na noite desta segunda-feira (15). Marina Silva, do PSB, está na segunda colocação com 27%. Já o tucano Aécio Neves aparece com 15% das intenções de voto. Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (Psol) têm 1% cada. Votos em branco e nulos somam 8% e os indecisos chegam a 12%.

Apesar da vantagem de Dilma no primeiro turno, o levantamento mostra que Marina Silva está um ponto porcentual acima da petista na simulação de segundo turno. Marina aparece com 42% e Dilma com 41%. O resultado significa empate técnico entre as duas candidatas. Votos em brancos e nulos são 11% e os indecisos, 6%.

O levantamento fez também uma simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio. Neste cenário, a petista aparece com 47% contra 36% do tucano. Nesse cenário, votos em branco e nulos chegam a 12%. Já os indecisos somam 5%

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 147 municípios do País, entre os dias 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00632/2014.

Avaliação da presidente

O levantamento avaliou ainda a situação de aprovação da presidente Dilma Rousseff. Para 38% dos entrevistados, o desempenho de Dilma é "ótimo ou bom". Já 39% consideram a presidente "regular". E outros 23% avaliaram a forma de governar de Dilma como "ruim ou péssima". Os eleitores que não souberam ou não responderam são 1% do total.




 Fonte: Hoje Em Dia

Cidades que tiveram eleição neste domingo já conhecem novos prefeitos

Os moradores de Mathias Lobato, no Vale do Rio Doce, foram os primeiros – entre as quatro cidades que voltaram às urnas neste domingo (1) – a conhecer o novo prefeito. Eleito com 1.399 votos (58,78% dos válidos), Valdir Batista Gonçalves (DEM) vai governar a cidade ao lado do vice Adalberto Rodrigues dos Santos (PR). Em segundo lugar, com 847 votos, ficou o Flávio Gomes Chaves (PTC). Luzinaldo Guimarães Monte Alto (PHS) recebeu apenas 134 votos. O resultado saiu às 18h40, menos de duas horas após o encerramento da votação.

Artur Rodrigues da Silva é o novo prefeito de Santa Helena de Minas, cidade no Vale do Mucuri. Ele foi eleito com 2.360 votos – 75,18% do total de válidos – contra 779 de Davi de Souza Gomes (PV). Já em Montezuma, no Norte do Estado, o prefeito eleito com 2.082 votos, ou seja, 51,60 % dos votos válidos, é Ivo Alves Pereira (PP). Em segundo lugar ficou Fabiano Costa Soares (PSOL), com 1.931 votos.

Em Água Boa, no Vale do Rio Doce, Laerth Vieira Filho (PSB) venceu com 54,05% dos votos válidos, totalizando 4.153 votos. Em segundo lugar ficou Verdy de Araújo Lima (PMDB), com 3.530 votos.

Os prefeitos eleitos neste domingo (1) assumirão o cargo no início de 2014.








Fonte: Informações O Tempo

Manifestantes querem Joaquim Barbosa como presidente do Brasil


Mesmo sem manifestar oficialmente nenhum desejo de ser presidente do Brasil,  o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, é o preferido dos manifestantes paulistanos para suceder a presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Barbosa lidera a corrida eleitoral entre os manifestantes de São Paulo para ocupar o lugar de Dilma Rousseff na Presidência da República, segundo pesquisa do Datafolha realizada na quinta-feira. Segundo o levantamento, o ministro do STF é o preferido de 30% dos entrevistados, seguido da ex-senadora Marina Silva, com 22%.

Dilma está em terceiro lugar, com 10% da preferência. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 5%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com 1%, vêm em seguida. A margem de erro da pesquisa, que entrevistou 551 manifestantes durante o protesto de ontem, é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.







Fonte: Informações Folha SP

A 'BONDADE' MINEIRA : Governo de Minas faz afago de R$ 350 mi aos municípios

Evento. Antonio Anastasia fez anúncio da liberação de verbas no 30º Congresso Mineiro dos Municípios.

Em menos de um mês, é o terceiro anúncio de liberação de verbas.

Em um auditório com centenas de prefeitos, durante o 30º Congresso Mineiro de Municípios, o governor de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), anunciou, ontem, a liberação de R$ 350 milhões para as 853 prefeituras do Estado.

Em menos de um mês, esse é o terceiro anúncio de repasse de recursos feito pelo governo, totalizando R$ 3,1 bilhões.

A verba prometida, ontem, por Anastasia deve chegar aos cofres municipais em 21 de junho. Ela é fruto de um acordo firmado entre o Estado e a extinta Rede Ferroviária Federal para pagamento de dívidas de ICMS. Foram emitidos títulos do Tesouro Nacional, com vencimento em 2028, no valor de R$ 864 milhões. O Estado decidiu lançar mão, agora, do recurso, utilizando R$ 518 milhões para quitar parte dos débitos de Minas com a União, e o restante será repassado aos municípios.

"Identificamos a possibilidade de apresentar quota extra do ICMS estadual, de forma a ajudar os municípios em dificuldade", comemorou Anastasia, que ainda ressaltou que o valor total liberado equivale a 50% do repasse mensal de ICMS.

O anúncio de ajuda aos municípios aconteceu após o governador fazer críticas ao federalismo, tema que é uma das principais bandeiras do senador mineiro e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), antecessor de Anastasia em Minas.

"Só teremos eficiência se tivermos uma descentralização dos recursos nas mãos da União. Os presidentes que comandaram o país após a Constituição de 1988 não conseguiram fazer isso", lamentou. "Em Minas, na última década, demos atenção aos municípios. Assim fizemos no tempo de Aécio Neves e fazemos agora", ressaltou o tucano, que ainda prometeu anunciar um programa em parceria com a Cemig para beneficiar as prefeituras.

Mais tarde, o governador ainda criticou o governo federal no que diz respeito aos investimentos na saúde. "Nos últimos anos, a participação da União no custeio do Sistema Único de Saúde (SUS) diminuiu. E a dos Estados e dos municípios aumentou. O SUS tem que ser aprimorado", alfinetou Anastasia.

Minas. A questão eleitoral dominou o encontro de prefeitos. O presidente da Assembleia de Minas e pré-candidato ao governo em 2014, Dinis Pinheiro, falou de Minas como "Estado-exemplo" para o Brasil. "Com Anastasia e com a liderança de Aécio, Minas está pronta".

O destaque para a administração de Anastasia é uma das estratégias definidas pelos tucanos para alavancar o nome de Aécio no país, utilizando Minas como "espelho" do que o senador pode fazer no Brasil caso seja eleito presidente da República no ano que vem. O vice-governador do Estado, Alberto Pinto Coelho, também participou do evento, mas não discursou.









Fonte: O Tempo

Eleitor que não votou nas últimas eleições deve justificar ausência até quinta-feira 25/04


Termina na quinta-feira (25) o prazo para que os eleitores que não votaram e não justificaram a ausência nas três últimas eleições regularizem a situação. Sem isso, o título será cancelado e o eleitor não poderá, por exemplo, obter carteira de identidade, passaporte, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obter empréstimo em instituições governamentais.

Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso comparecer ao Cartório Eleitoral levando documento oficial com foto, título de eleitor, comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento de multa ou dispensa. O eleitor pode consultar sua situação e verificar se existe alguma pendência na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet.

Os eleitores que vivem no exterior e desejam regularizar a inscrição devem comparecer à repartição consular ou à Embaixada do Brasil que atenda à sua localidade. Também é preciso levar um documento oficial de identificação. Esses eleitores podem optar por comparecer a qualquer Cartório Eleitoral ou Central de Atendimento ao Eleitor, quando retornar ao Brasil.

Segundo dados do TSE, até a última sexta-feira (19) apenas 3,9% dos 1.514.621 eleitores que não votaram e não justificaram a ausência regularizaram a situação. Maior colégio eleitoral do Brasil, o estado de São Paulo registra o maior número de eleitores que poderão ter o título cancelado em 2013: 372.691. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 145.992 eleitores nessa situação, e a Bahia, com 132.912.

O prazo que se encerra amanhã (25) não se aplica aos eleitores do Distrito Federal, onde não houve eleições em 2012. Além disso, os eleitores do DF obedecem a outro prazo para o recadastramento biométrico, que é até o dia 31 de março de 2014.

De acordo com o TSE, 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos cancelados em 2011, por não terem votado nem justificado a ausência nas três últimas eleições realizadas até 2010.







Fonte: Agência Brasil.

Eleitores de quatro cidades mineiras voltam às urnas

Em Diamantina PM não registrou denúncia de crime eleitoral ontem

Os mais de 57 mil eleitores de Diamantina, Cachoeira Dourada, São João do Paraíso e Biquinhas escolhem hoje seus respectivos prefeitos. Este domingo foi a data escolhida pela Justiça Eleitoral ainda para a realização de disputas extemporâneas em outras 12 cidades do país.


Em todos os casos, os eleitos em outubro de 2012 tiveram suas candidaturas cassadas. Como obtiveram mais da metade dos votos válidos, foi necessário agendar uma nova eleição. 

Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, com quase 35 mil eleitores, é o maior município do Estado com votação. De acordo com a Polícia Militar da cidade, não havia, ontem, qualquer registro de ocorrência motivada por crime eleitoral. 

Na cidade histórica, a eleição foi anulada porque o vice-prefeito da chapa vencedora, Gustavo Botelho (PP), teve seu registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa. A nova eleição terá os candidatos Marcos Roberto Tibães (PT), Paulo Célio de Almeida Hugo (PSDB) e Ragosino Ferreira de Araújo (PTC) disputando a prefeitura.

Em Cachoeira Dourada, no Triângulo Mineiro, disputam a preferência hoje Ciro Otaviano Soares (PT) e José Márcio Storti (PTB). 

Os novos candidatos de Biquinhas, no Centro-Oeste, são Carlos Alberto Rodrigues Pereira (PR) e Cleiton Alexandre da Silva (PSDB). Já em São João do Paraíso, Norte do Estado, concorrem Antônio Caroba da Silva (PT) e Antônio de Oliveira Pinto (PSDB).





Fonte:O Tempo


Mais de 400 mil eleitores de nove cidades escolhem hoje prefeitos


Mais de 410 mil eleitores de nove cidades brasileiras escolhem hoje (3) os prefeitos. Em Eugênio de Castro (RS), Novo Hamburgo (RS), Sidrolândia (MS), Camamu (BA), Balneário Rincão (SC), Campo Erê (SC), Criciúma (SC), Tangará (SC) e Bonito (MS), as zonas eleitorais ficarão abertas até as 17 horas, horário local.

Nessas cidades – atualmente comandadas pelos presidentes das respectivas Câmaras de Vereadores – as eleições de outubro foram anuladas porque os candidatos com mais de 50% dos votos válidos tiveram os registros de candidaturas rejeitados pela Justiça Eleitoral, em julgamento posterior ao pleito.

São obrigadas a votar pessoas entre 18 e 70 anos, que devem comparecer à seção eleitoral com um documento oficial de indenidade com foto. No site do TSE é possível pesquisar o local de votação.

Quem estiver fora do domicílio terá que justificar a ausência em um cartório eleitoral em até 60 dias, após a data da eleição. O eleitor que não regularizar a situação com a Justiça Eleitoral fica impedido de tirar passaporte ou carteira de identidade, receber pagamento se for servidor público, participar de concorrência pública, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.

Para quem estiver no exterior, o prazo é 30 dias, contados da volta ao Brasil, apresentando o bilhete de passagem de retorno e o passaporte. A lei eleitoral permite, no dia das eleições, a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato. O eleitor pode usar exclusivamente bandeiras, broches e adesivos.

A apuração dos votos será feita pelos respectivos juízes eleitorais imediatamente após o fim do prazo de votação e a expectativa é que os nomes dos eleitos sejam conhecidos pouco tempo depois. Apesar disso, os escolhidos só tomarão posse depois de vencidos os prazos de impugnação de urnas. Por meio de resolução, cada município definiu um cronograma até a diplomação.

No dia 7 de abril será a vez de mais 14 cidades elegerem seus prefeitos: Pedra Branca do Amapari (AP), São João do Paraíso (MG), Biquinhas (MG), Diamantina (MG), Cachoeira Dourada (MG), Joaquim Távora (PR), Serra do Mel (RN), Muquém do São Francisco (BA), Caiçara do Rio do Vento (RN), Coronel Macedo (SP), Eldorado (SP), Fernão (SP), Tucunduva (RS) e Sobradinho (RS).









Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Proposta pode acabar com pagamento para vereadores em Minas Gerais

Justificativa. Para Cyro Miranda, o fim do salário ajudaria eleger vereadores mais comprometidos

Cerca de 90% dos municípios mineiros poderão deixar de pagar salários aos seus vereadores, se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 35 for aprovada no Congresso Nacional. O projeto estabelece que os municípios com até 50 mil habitantes não terão legisladores remunerados. O Estado tem 8.440 vereadores - é o maior número do país -, e a maior parte dos seus municípios se enquadra no perfil atingido pela PEC.

Representantes das câmaras municipais brasileiras se reúnem hoje, em Brasília, com o autor da proposta que visa acabar com os salários pagos aos vereadores de cidades com até 50 mil habitantes. Se aprovada, a PEC 35, apresentada no ano passado pelo senador Cyro Miranda (PSDB), atingirá sobretudo Minas Gerais.

O objetivo do encontro é derrubar a proposta, atualmente em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Câmaras Municipais (Abracam), Rogério Silva, trata-se de uma medida "demagógica".

"Apesar de a PEC ser simpática à opinião publica, por que não é apresentada uma proposta que extingue também o subsídio dos senadores?", questiona. Segundo Silva, enquanto um vereador custa para o país R$ 175,7 mil por ano, um senador ou deputado federal consome R$ 8,9 milhões anuais. Ele participará da reunião com Miranda ao lado do presidente da frente parlamentar em defesa das câmaras municipais, o deputado federal Domingos Sávio (PSDB).

Se aprovada, a PEC 35 limitará ainda o total da despesa do Legislativo nas cidades de até 100 mil habitantes. Esses custos que, hoje, podem consumir até 7% da arrecadação municipal ficariam restritos a 3,5%.

Debate. Ao defender a extinção do salário de parte dos vereadores, o senador Cyro Miranda diz que a medida elegeria vereadores mais comprometidos com a ética e com o interesse público. "(Eles seriam escolhidos) em razão de sua condição cívica, de sua honorabilidade ou de sua capacidade profissional", afirma.

O dia a dia das câmaras das cidades pequenas ajuda a justificar a proposta. Com espaço restrito para a atuação do Legislativo, é comum que as sessões plenárias nessas casas ocorram somente uma vez por semana e, muitas vezes, fora do horário comercial.

O presidente da Abracam afirma, entretanto, que os municípios menores exigem mais dos parlamentares. "Esses vereadores trabalham sozinhos e não contam com nenhum tipo de assessoria ou verba indenizatória. Acabar com o subsídio significa elitizar a política nacional".






Fonte: O Tempo

Prefeitos mineiros em fim de mandato deixam população sem médico


Derrotados nas urnas em pelo menos 13 cidades mineiras rescindem contratos, atrasam pagamentos e demitem profissionais da saúde.


Depois das eleições municipais, pelo menos 13 cidades mineiras sofrem com problemas graves na área da saúde, como rescisões de contratos, demissões de médicos e atrasos em pagamentos de funcionários hospitalares, o que leva a população a enfrentar filas e sofrer com a precarização do atendimento. “Alguns municípios, como Lagoa da Prata, já vinham tendo problemas, mas depois da eleição isso piorou de forma aguda. O cenário está caótico e vai ficar pior até janeiro”, avalia o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Gomes Soares. Ele cita outras 10 cidades do estado que passam por situação semelhante: João Monlevade, Divinópolis, Sete Lagoas, Santa Luzia, Nova Serrana, Diamantina, Manhuaçu, Betim, Oliveira e Campo Belo. Além dessas, Matozinhos e Glaucilândia registram as mesmas dificuldades. A entidade se une à Associação Médica de Minas Gerais e ao sindicato da categoria no estado (Sinmed-MG) para deflagrar uma ação conjunta para alertar a população e defender os profissionais. “Uma responsabilidade das prefeituras está sendo injustamente transferida para os médicos, isso é grave. Vai morrer gente, com certeza vai, mas o cidadão não pode ser obrigado a trabalhar sem receber. Isso é trabalho escravo”, afirma João Batista.

Na quinta-feira o Estado de Minas publicou reportagem denunciando prefeitos derrotados nas eleições municipais que cortaram serviços públicos essenciais, como coleta de lixo e atendimento hospitalar, prejudicando moradores de suas cidades. Santa Luzia, Matozinhos, Engenheiro Navarro, Glaucilândia, Bonito de Minas, Januária e Araçuaí amargam dificuldades com a redução de despesas de suas prefeituras em fim de mandato.

Vice-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), o prefeito de Passa Quatro, Sul de Minas, Acácio Mendes (PTB), admite que alguns chefes de Executivo municipal podem estar tomando algumas medidas por má-fé, mas ele pondera: “Não posso afirmar se estão fazendo isso a título de necessidade ou de retaliação, mas as prefeituras estão em crise para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal”. Ele afirma que os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) estão sendo prejudicados com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e assegura que a AMM está negociando medidas com o governo federal que ajudem as prefeituras mineiras a fechar suas contas.

Presidente do Sinmed-MG, Cristiano da Matta Machado avalia que o período de fim de mandatos é crítico para a categoria médica: “Em época pós-eleição aumentam sobremaneira os problemas na saúde pública. Por um lado, o prefeito reeleito fez muitos gastos e tem que fechar a conta, por outro o que perdeu fica com raiva e quer se vingar”. Ele informa que muitos processos têm sido movidos contra os médicos e cita um caso de Lagoa da Prata: “Lá há uma sentença para que os profissionais trabalhem sem receber. Vamos procurar o Ministério Público e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Não é possível que as coisas fiquem assim”.

O presidente da Associação Médica, Lincoln Lopes Ferreira, acredita que a situação evidencia grave desconsideração com a população. “A nossa posição é de protesto. Independentemente de viés político partidário, os prefeitos foram eleitos para completar seus mandatos”, diz.

Demissão por carta

Em Glaucilândia, no Norte de Minas, o médico Jorge Alberto Fernandes foi dispensado por carta pela prefeitura da cidade, que tem pouco mais de 3 mil habitantes. Jorge trabalhava no posto de saúde e no hospital clínico havia cerca de 14 meses. A carta, segundo ele, enviada logo após as eleições, afirmava que por causa do corte de custos ele seria dispensado. Um enfermeiro também foi demitido. “Com a minha saída ficou apenas um clínico para atender toda a demanda da cidade”, diz o médico. Ele afirma que o caso dele não é isolado. “Aqui na região, depois das eleições, os prefeitos dispensaram médicos em muitas cidades. Fiquei sabendo por meio de amigos meus que trabalham nos postos e hospitais da região.”

Além dos médicos, outros profissionais da área da saúde como psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas estão sendo dispensados. Marcelo Ferrante Maia (PSDB), que administra Glaucilândia desde 2004, não foi localizado para comentar a situação. A reportagem deixou recado na prefeitura, mas ninguém retornou o pedido de entrevista. A reportagem também tentou entrar em contato com as prefeituras de Nova Serrana, Divinópolis, Sete Lagoas, Diamantina, Santa Luzia e João Monlevade, mas não conseguiu.

Santa Luzia, Betim, Diamantina, Nova Serrana, Matozinhos, Araçuaí, Engenheiro Navarro e Januária não reelegeram seus prefeitos. De todas as cidades citadas, apenas em Divinópolis, na Região Centro-Oeste, o prefeito Vladimir Azevedo (PSDB) venceu a eleição e vai governar por mais quatro anos. Em Sete Lagoas, Manhuaçu, Oliveira, Campo Belo, Lagoa da Prata, Monlevade e Glaucilândia o candidato apoiado pelo partido do prefeito não se elegeu.

No Sul de Minas prefeitos eleitos iniciam trabalhos de transição


Os trabalhos de transição nas prefeituras que devem ser assumidas por novos partidos e prefeitos começaram hoje no Sul de Minas.

Em Poços de Caldas (MG), o prefeito eleito, Eloísio do Carmo Lourenço (PT) já havia anunciado, na última semana, nomes do chamado governo de transição. Entre eles está o advogado João Monteiro, que é presidente do PT na cidade e vai coordenar a equipe. Outras cinco pessoas fazem parte da comissão, que agora vai solicitar à atual administração as informações necessárias sobre a gestão e em seguida fará reuniões em cada uma das secretarias.

O prefeito Paulo César Silva, que está deixando o cargo, informou que vai colaborar com os trabalhos do próximo gestor da cidade.

Na cidade de Passos (MG), o prefeito eleito Ataíde Vilela (PSDB) protocolou, na última semana, o documento com os integrantes da comissão de transição, entre eles, o vice-prefeito da chapa, o empresário Ademir José da Silva. O prefeito eleito afirmou também que espera a autorização do atual prefeito, José Ernani da Silveira (PMDB), para que os trabalhos da equipe possam começar.
Em Varginha, o período de transição começa na próxima segunda-feira (29). Uma comissão formada por 10 pessoas será nomeada pelo prefeito eleito, Antônio Silva (PTB).
Já em Pouso Alegre (MG) não será necessário o processo de transição, porque o prefeito Agnaldo Perugini (PT) foi reeleito.
O governo provisório é garantido por uma lei estadual, em vigor desde 2011, que regulamenta a composição da equipe de transição para auxiliar na troca de prefeitos.











Fonte:Informações  g1

Representante dos cornos foi traído nas urnas em Rondônia


O presidente da Ascron (Associação dos Cornos de Rondônia), Pedro Soares, sentiu o gosto da traição do eleitor. Mesmo com 7.288 associados ao grupo que lidera, ele teve apenas 453 votos para vereador de Porto Velho, capital do Estado.

Ficou muito longe da cadeira na Câmara Municipal. O vereador eleito com menor votação na cidade foi Chico Lata (PP), com 1.563 votos. O partido do dirigente corno, o PDT, fez apenas um vereador: Cabo Anjos, com 2.300.

Soares se lançou na política após enquete na internet apontá-lo na corrida pela prefeitura da capital rondoniense. O personagem folclórico bateu várias figuras da política local na pesquisa com internautas. A realidade das urnas foi diferente: ele não se elegeu nem  vereador.




Fonte: Consulado Social

Eleições 2012 - Confira vereadores eleitos em Fama-MG e os números da apuração


JACKSON · DEM · eleito 6,20% 153

CANTARELI · PTB · eleito 6,16% 152

AMELIA · PTB · eleito 5,96% 147

LUIZ CARLOS · PTB 5,11% 126

NEGUINHO PESCADOR · PSDB · eleito 4,66% 115

PAULO CESAR (PC) · PT · eleito 4,62% 114

DAVID PEREIRA · PSDB 4,21% 104

EDVALDO · PDT 3,97% 98

AFONSO · DEM · eleito 3,93% 97

ANTONIO DO ZOTE · PT · eleito 3,81% 94

ADEMIR · PT · eleito 3,53% 87


SEU LASARO · PSDB 3,36% 83

CHICÃO · PMDB · eleito 3,04% 75

CARLINHO · PMDB 2,92% 72

CARLOS DO ICO · PMDB 2,84% 70

ANTONIO DE PADUA · PT 2,71% 67

ARLETE · PMDB 2,67% 66

FEZINHO · PT 2,35% 58

PEDRO DO VIVALDO · PMDB 2,23% 55

CLOVIS DIAS · PT 1,74% 43

MAURO · PTB 1,66% 41

MARIA DO MANÉ · PSDB 1,46% 36

EDINHO · PMDB 1,30% 32

FININHO · PRTB 1,26% 31

ZÉ LUIS · PT 1,05% 26

ALENCAR · PSDB 1,05% 26

ANA CLAUDIA · PTB 1,01% 25

TUNICO · PT 0,89% 22

THIAGO DA DONA ALZIRA · PMDB 0,85% 21

VALQUIRIA · PRTB 0,77% 19

RITA DO BAR · PMDB 0,73% 18

LUQUINHA · PT 0,73% 18

RUSSO · PT 0,65% 16

ROSE · PSDB 0,61% 15

MARIA JOSE · PT 0,53% 13

MARIA DA RECICLAGEM · PRTB 0,41% 10

CARLÃO · PSDB 0,41% 10

VITA · PT 0,36% 9

ILZA · PTB 0,28% 7

TONINHO CABELUDO · PRTB 0,28% 7

RENATA FERREIRA · PT 0,28% 7

DAVID · PTB 0,24% 6

SUELI · PT 0,24% 6

CLÔ · PTB 0,20% 5

SEU FRANCISCO · PSDB 0,16% 4

PAMELA · DEM 0,00% 0

VANESSA · PSDB 0,00% 0

REGINA · DEM 0,00% 0


Fonte: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/apuracao/fama.html

Acompanhe as apurações das 'ELEIÇÕES EM FAMA-MG'



Para acompanhar a apuração das eleições em Fama-MG para prefeito e vereadores clique no linke abaixo:

Sul de Minas tem pelo menos 40 detidos por crimes eleitorais


Em várias cidades do Sul de Minas, candidatos e eleitores foram detidos durante a manhã e início da tarde por crimes eleitorais como ‘boca de urna’, distribuição irregular de material impresso, transporte irregular de eleitores, entre outros. Somente pela manhã e início da tarde,  43 pessoas foram detidas por crimes eleitorais na região.

Na cidade de Ouro Fino (MG), cinco pessoas foram detidas por ‘boca de urna’. Quatro delas foram ouvidas e liberadas e uma permaneceu detida na delegacia de Polícia Civil.

Em Machado (MG), três candidatos a vereador e um cabo eleitoral foram presos no início da manhã por jogarem ‘santinhos’ nas ruas, próximos a locais de votação. Em seguida, uma outra pessoa também foi detida fazendo ‘boca de urna’.
Em Baependi (MG) um candidato também foi detido pela Polícia Militar por entregar ‘colas’ aos eleitores em um local de votação.

No município de São Sebastião do Paraíso (MG), um candidato a vereador foi preso por fazer propaganda próximo a Escola Estadual Coronel José Candido. Ele foi levado para a delegacia da cidade.

Segundo o Cartório Eleitoral de Campanha (MG), três pessoas foram presas por ‘boca de urna’ na Escola Estadual Dom Inocêncio, no Centro da cidade. Elas vão ser ouvidas nesta tarde de domingo (7) no Fórum de Campanha.

Em Natércia (MG), um candidato a vereador foi flagrado distribuindo adesivos na porta do local de votação. Ele foi levado para a delegacia, mas foi liberado em seguida.

Um rapaz de 19 anos foi preso em São Gonçalo do Sapucaí (MG) por fazer ‘boca de urna’. Ele estava na Praça Coronel Alberto Siqueira, no Centro da cidade, distribuindo cartão com nome e número de um candidato.

Em Monte Sião (MG), o candidato Dito Dorta ( PSB) também foi preso distribuindo adesivos em frente a Escola Padre Reinaldo. Ele foi levado para a delegacia e posteriormente ao Fórum da cidade, onde será ouvido.

Em Poços de Caldas (MG), 10 pessoas foram presas por ‘boca de urna’, incluindo a distribuição gratuita de exemplares de um jornal impresso, ‘santinhos’ e ‘colas’.

No município de Munhoz (MG), um candidato foi detido pela Polícia Militar após agredir um fiscal de partido do candidato adversário.

Transporte irregular

Em Bom Sucesso (MG), três pessoas foram detidas por transportar eleitores irregularmente. Segundo a Polícia Militar, os eleitores estavam no carro de um candidato, que iria até o distrito de Macaia para buscar dois eleitores para a votação. Eles foram abordados quando chegavam na cidade e levados para a delegacia.

Na cidade de Três Corações (MG), um candidato a vereador também foi preso por transporte irregular de eleitores. Segundo a Polícia Militar, ele levava moradores da zona rural para votar no Centro da cidade e foi detido.





Fonte: G1

Justiça suspende transporte de eleitores da zona rural em Alfenas e Serrania

Eleitores não terão transporte na zona rural de Alfenas e Serrania. (Foto: Reprodução EPTV / Devanir Gino)

A Justiça suspendeu o transporte oferecido para eleitores da zona rural votarem em Alfenas (MG) e Serrania (MG) nas eleições do próximo domingo (7). A justificativa, segundo o juiz Paulo Cássio Moreira, responsável pela decisão, é de que votar é obrigação do eleitor.

Em outras eleições, moradores de comunidades como Mandasaia e Muzambo, em Alfenas, contavam com um ônibus que era disponibilizado pela Justiça Eleitoral. No decreto, o juiz diz que os diretórios regionais dos partidos políticos não informaram a tempo os representantes para fiscalizar o transporte e nem os detalhes da condução. O juiz completa advertindo que o fornecimento de transporte gratuito a eleitores é crime.

A notícia preocupou os moradores dessas regiões, já que o ônibus de uma empresa particular, que faz a linha até Alfenas, não roda nos fins de semana. Além disso, quem tem carro ou moto precisa enfrentar o grande fluxo de veículos na balsa.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral, é o juiz da comarca que decide se vai haver ou não o transporte de eleitores. Conforme a empresa que faz o transporte coletivo nas comunidades afetadas, não haverá nova linha para esses bairros no domingo.







Fonte: g1

Candidatos têm até hoje para divulgar campanhas


A dois dias das eleições municipais, os cerca de 480 mil candidatos têm até o fim da noite desta sexta-feira (5) para a divulgação paga, na imprensa escrita e na internet, da propaganda eleitoral. No sábado (6), véspera da votação, será o último dia para o eleitor receber a segunda via do título. O sábado também é a última oportunidade de fazer propaganda eleitoral usando alto-falantes e amplificadores de som.

As votações, no dia 7, ocorrem das 8h às 17h. No dia da votação os eleitores poderão manifestar publicamente suas preferências, usando camisas, bonés e adereços dos candidatos, mas é proibida a propaganda eleitoral por meio de grupos de pessoas e carros de som.

A expectativa é que aproximadamente 140 milhões compareçam às urnas para escolher o prefeito e o vereador. Por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o horário de vigência da Lei Seca cabe a cada Tribunal Regional Eleitoral (TRE), segundo suas  necessidades.

Em geral, os TREs optam por proibir a venda de bebidas alcoólicas a partir das 22h de sábado até as 18h de domingo. O objetivo da chamada Lei Seca é garantir equilíbrio aos eleitores durante a votação, impedir desentendimentos e acidentes envolvendo o consumo de bebidas alcoólicas.






Fonte: Agência Minas

Compra de voto é crime. Saiba como denunciar


A compra de voto, proibida por lei, se configura quando o candidato doar, oferecer, prometer, ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa e cassação do registro de candidatura ou do diploma, se eleito.

O candidato pode usar Twitter, Facebook e outras redes sociais para fazer propaganda eleitoral, pois em decisão tomada em março, o TSE definiu que a regra sobre propaganda eleitoral vale também para as redes sociais.

Se você quiser fazer denúncia formal de irregularidade nas campanhas, procure a procuradoria eleitoral de seu Estado. No site www.eleitoral.mpf.gov.br , em “Como denunciar”, você pode ser redirecionado para a página.


Saiba o que pode e o que não pode ser feito no dia da votação:

O que pode:

- Funcionamento do comércio, desde que empregados possam votar
- Manifestação individual da preferência política do eleitor
- Divulgação de pesquisas feitas em data anterior às eleições
- Divulgação a partir das 17h de pesquisas feitas no dia das eleições

O que não pode:

- Aglomeração de pessoas com vestuário padronizado, bandeiras, broches, dísticos e adesivos que caracterizem manifestação coletiva
- Uso de vestuário ou objeto com propaganda política por servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores responsáveis pela contagem de votos
- Porte de celular, máquinas fotográficas, filmadoras na cabine de votação
- Uso de vestuário padronizado por fiscais partidários que trabalhem na votação
- Propaganda de partidos ou de candidatos