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Gambá deixa 60 mil sem energia no Sul de Minas

Gambá entra em estação e causa curto que deixa 60 mil sem energia em Alfenas (Foto: Assessoria de Imprensa Cemig)

Um gambá que ficou preso em uma subestação de energia em Alfenas (MG) causou um apagão que deixou mais de 60 mil consumidores sem luz na manhã desta quinta-feira (5) em três cidades do Sul de Minas. Segundo a assessoria de imprensa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o problema afetou moradores e Alfenas, Poço Fundo (MG) e Areado (MG).

A interrupção de energia durou cerca de uma hora, entre 5h e 6h. O animal entrou em uma barra de 13,8 KV, o que causou um curto-circuito e fez com que a estação fosse desativada.


Ainda conforme a Cemig, o fornecimento de energia foi normalizado às 6h10.





Fonte: Informações G1

Reservatórios estão com o menor nível de água em 13 anos

Vazio. Reservatórios do sistema Furnas estão apenas com 27,08% de sua capacidade total; turismo na região também foi afetado


Térmicas impedem que país passe por racionamento, mas vazão neste mês é de apenas 29,5%

Os reservatórios do sistema Sudeste/Centro-Oeste, que concentra 70% da capacidade de armazenamento do país, estão no nível mais baixo para setembro desde 2001, quando houve o racionamento de energia. Ontem, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível era de 29,54%, o menor deste ano. A série histórica do ONS mostra que em setembro do ano passado, o nível era de 48,71% e em 2011 chegava a 65,36%. Em 2001, era de 20,61%.

A diferença para o ano do racionamento é que hoje existem as usinas térmicas, que podem ser acionadas em caso de emergência. Atualmente, elas estão produzindo a todo vapor, para suprir a baixa dos reservatórios. Graças à utilização dessas outras fontes de energia, o risco de racionamento ficou reduzido.

“Este ano ainda não compromete. O que não pode acontecer é a natureza fazer o que está fazendo (longos períodos de seca) por mais um ou dois anos”, afirma o coordenador do curso de engenharia ambiental da Fumec, especialista na área de recursos hídricos, Sérgio Augusto Roman.

Ele lembra que o período tradicionalmente seco do ano está chegando ao fim e a tendência é que de outubro a março o nível dos reservatórios suba um pouco. Para o especialista, se as chuvas forem equivalentes à média histórica, não será preciso adotar racionamento também no ano que vem.

Emergência. Em Minas Gerais, 147 municípios já decretaram situação de emergência, de acordo com a Defesa Civil. Na mesma época do ano passado, eram 135.

De acordo com a Copasa, em junho e julho a vazão da maioria dos rios é a menor registrada nos últimos dez anos e, em alguns casos, a pior dos últimos cem anos. Como o período de menor vazão costuma ser entre setembro e outubro, a tendência é que a situação “fique ainda mais crítica”, segundo comunicado da estatal.

A empresa atende a 600 cidades no Estado e apenas em Pará de Minas, região Central, há rodízio de abastecimento. Depois do período eleitoral, a Copasa pretende retomar campanhas de consumo consciente. “Os especialistas alertam que não há registro de secas tão intensas em Minas nos últimos cem anos”, diz a empresa, em nota. 

Comissão
PBH. A Secretaria de Regulação Urbana de Belo Horizonte criou ontem uma comissão para estudar e implantar medidas para racionalizar o consumo de energia. Outras secretarias devem fazer o mesmo. 

Sócios da Santo Antônio aprovam R$ 800 mi

São Paulo. A Santo Antônio Energia, concessionária responsável pelo projeto da usina de Santo Antônio, informou que seus acionistas aprovaram aporte de R$ 850 milhões para cumprir compromissos com o mercado na próxima segunda-feira. A concessionária deve liquidar dívidas na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) referentes a operações no mercado de curto prazo. A companhia não detalhou se o valor foi repassado pelos sócios em proporção equivalente à participação de cada empresa.

Também ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início das operações da 32ª turbina da hidrelétrica Santo Antônio, em Porto Velho (RO). Com a decisão, a capacidade de geração do complexo chega a 2.286 MW.





Fonte: O Tempo/ANA PAULA PEDROSA

Furnas deixa de produzir energia durante a madrugada

Para economizar água, energia não será produzida de madrugada (Foto: Tiago Campos / G1)


A Hidrelétrica de Furnas, em São José da Barra (MG), deixou de produzir energia elétrica durante a madrugada. A medida preventiva acontece por determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS) diante do cenário crítico do lago.

O objetivo é garantir que o reservatório tenha o volume de água suficiente para gerar energia nos próximos meses mesmo que não chova o suficiente. O nível máximo da Represa de Furnas é de 768 metros acima do nível do mar. Atualmente, o volume de água está 11 metros abaixo da cota.

Com a estiagem, os principais rios que abastecem o reservatório, o Verde, o Sapucaí e o Grande, também estão com os níveis abaixo do normal. Segundo Fausto Costa, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica de Furnas, o baixo nível reflete diretamente no Reservatório de Furnas.

"Os principais rios que abastecem o Lago de Furnas são os Rios Verde, Sapucaí e o Grande. Eles estão com um volume muito baixo de água, reflexo de pouca chuva na região Sudeste.

Por determinação do Operador Nacional do Sistema (ONS) de energia elétrica, a Hidrelétrica de Furnas está deixando de gerar energia na madrugada, ou seja, para reter água aqui no Lago de Furnas e gerar energia nos próximos meses", explica.

Ainda segundo Costa, esse procedimento é para que nos meses de estiagem natural, ou seja, no inverno, o lago esteja com maior capacidade de água para não haver problemas de geração de energia.





Fonte: Informações G1

Tarifa de energia elétrica afasta indústria em Minas

Indústrias do setor têxtil suspendem investimentos em Minas Gerais, pressionadas pelo aumento das tarifas de energia elétrica, aplicado desde abril, que anulou o benefício da redução do custo do insumo determinado em janeiro pelo governo federal. A fabricante italiana de fios de poliéster Sinterama, com atuação em oito países, desistiu de ampliar a fábrica de Alfenas, no Sul de Minas, depois de computar elevação de até 60% da energia fora do horário de ponta do consumo, informou o diretor geral da Sinterama do Brasil, Marco Mascetti. No município de Paraguaçu, também no Sul do estado, a Linhanyl, maior produtora de linhas de costura de náilon e poliéster para calçados e artigos de couro da América do Sul, revê o projeto de uma segunda fábrica mineira, pelo mesmo motivo, de acordo com o diretor da companhia sediada em Sorocaba (SP), Eduardo Gabriel.

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Djalma Morais, admitiu, ontem, que a concessionária já foi procurada por diversas empresas que se sentiram lesadas ao receber as contas mais altas no começo de abril, jogando por terra a redução dos gastos verificada em fevereiro. Ontem mesmo, a concessionária aproveitou o encontro anual Cemig-Apimec, que reúne analistas do mercado de capitais e investidores, em Uberlândia, no Triângulo, para dar explicações sobre o reajuste das tarifas. A Cemig foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a reajustar os preços em 2,9%, em média, como resultado de processo de revisão tarifária, a partir de 8 de abril. O aumento para alguns segmentos da indústria chegou a 20%.

“As empresas precisam entender que o reajuste não parte da Cemig. Repassamos o que foi definido pela Aneel”, afirmou o presidente da Cemig. O presidente da Sinterama do Brasil, Marco Mascetti, considera a correção abusiva, ao refletir em alta de custos da fábrica mineira de 33%, percentual que não será possível repassar aos clientes. A empresa pretendia investir quase R$ 4 milhões em novos equipamentos que necessitam de energia, para ampliar a produção de fios de poliéster, que abriria postos de trabalho.

“O custo da energia elétrica em Minas, agora, supera o da Itália, onde 80% da eletricidade depende das centrais térmicas, fonte mais cara que as hidrelétricas no Brasil. Complicado explicar este fato aos investidores, que já desconfiam da política brasileira, que num dia anuncia uma coisa e no dia seguinte faz outra”, reclama Mascetti. O diretor da Linhanyl Paraguaçu, Eduardo Gabriel, conta que o projeto da empresa era transferir parte da fábrica de Sorocaba para uma segunda planta industrial em Minas, que permitira a criação de 150 empregos.









Fonte: Estado de Minas

Reclamações contra Cemig crescem 63% em cinco anos


Interrupção no fornecimento e erro na leitura da conta são as maiores queixas dos consumidores

O consumidor está mais insatisfeito com o serviço de energia elétrica e tem reclamado mais. No ano passado, foram quase 85 mil queixas contra as distribuidoras de todo o país, sendo 5.945 relativas à Cemig. Em 2012, o volume de reclamações contra a estatal mineira subiu 63% em relação a 2007, mas, em comparação com 2011, quando foram registradas 5.937 queixas, o índice ficou praticamente estável. Os dados são do relatório “Ouvidoria Setorial em Números”, divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os dados mostram que a interrupção de energia é o que mais incomoda o consumidor mineiro, seguido por erro na leitura e ressarcimento de danos. A falta de luz – programada ou acidental – também é a queixa que mais cresceu na comparação com 2011, ao lado da alteração da carga. Foi essa variação da energia recebida que fez o aposentado Péricles Mesquita registrar sua reclamação. “Acionei a Cemig e ficou comprovada a oscilação”. Eles colocaram um transformador para resolver o problema”, conta.


Ele também reclama das manutenções na rede e das constantes interrupções no fornecimento da energia. “Eles vivem do defeito, não é da prevenção”, avalia.
O ouvidor da Cemig, Raimundo Benoni, reconhece que os consumidores têm razão em reclamar das interrupções no fornecimento de energia. “É um fato, não tem como falar que não tenha aumentado”, diz. Mas ele acredita que essas queixas serão reduzidas neste ano, graças a investimentos que a empresa vem fazendo. “Esse problema é o vilão da Cemig na Aneel, mas a empresa tem investido forte na melhoria da rede e o resultado será percebido ainda em 2013”, afirma.


Ele ressalta que os índices de reclamação por cobranças indevidas e por irregularidades tiveram reduções significativas na comparação com 2011 e acredita que o mesmo deve acontecer com a interrupção de energia. Benoni também diz que em casos como ressarcimento de danos ou dúvidas relativas a cobranças, a Cemig induz o consumidor a procurar a ouvidoria, para que não fiquem dúvidas em caso de uma negativa no primeiro atendimento, por exemplo.


Belo Horizonte.  A capital mineira é a quarta cidade do país com maior número de queixas, de acordo com a Aneel. A primeira é o Rio de Janeiro, onde a concessionária é a Light, pertencente à Cemig. De acordo com o ouvidor Raimundo Benoni, o grande volume de queixas se explica pelo número de consumidores em Belo Horizonte e também pela proximidade física desses consumidores com a empresa, o que facilita o registro das reclamações.






Fonte: O Tempo

Clientes da Cemig vão receber a fatura de energia no ato da leitura


A Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig está inovando o processo de leitura dos medidores de consumo de energia elétrica e emissão das faturas. Começa a ser testado, em Belo Horizonte e em algumas regiões do interior do Estado, o processo de Faturamento Imediato, que vai disponibilizar a fatura aos clientes no momento da leitura, gerando mais transparência e otimização ao processo.

Desta forma, o consumidor pode acompanhar a leitura e a impressão da sua fatura de energia e saber imediatamente o consumo e o valor da conta. A primeira etapa da implantação do sistema de leitura e impressão simultânea de faturas tem início neste mês para 37 mil clientes em Belo Horizonte e mais 27 mil em Caratinga, no Leste de Minas, e será expandido para todo o estado gradativamente durante o ano.

Agilidade
O Faturamento Imediato, também denominado OSB – On Site Billing (faturamento no local de consumo) consiste na utilização de um microcoletor de dados de leitura  com um software instalado, que permite a realização do cálculo do valor da fatura imediatamente após a leitura do consumo de energia elétrica na residência do cliente, para que, em seguida, por meio de uma impressora térmica portátil, o leiturista proceda a emissão da fatura e faça a entrega ao cliente.

Segundo Sérgio Henrique Mourthé Duarte, gerente de Planejamento e Acompanhamento do Relacionamento Comercial, com este novo processo, a Cemig está dando aos seus clientes mais segurança e qualidade em relação às suas faturas de energia elétrica. “Vai ficar muito mais fácil e prático o recebimento das contas, e, além disso, como consequência, o cliente ficará mais satisfeito com a agilidade na entrega e a diminuição da possibilidade de extravio ”, ressalta.






Fonte:ajaneladobraz.blogspot.com.br

Não é piada ! A Dilma baixa tarifa, mas a Cemig aumenta

Até parece piada, a presidenta Dilma vem e diz que a tarifa de energia vai baixar, ai vem a Cemig e diz que a tarifa vai subir, e embora isso esteja programado para o dia primeiro de abril não é mentira, prepare o bolso.

A partir de abril deste ano, os consumidores mineiros de energia elétrica poderão tomar um choque. A celebrada redução de 18,14% na conta de luz dos consumidores da Cemig poderá ser de apenas 8,95% depois do dia 8 do referido mês. Na manhã de ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma revisão tarifária que prevê alta de 11,23% para clientes residenciais do Estado. Para a indústria, haveria nova queda, dessa vez de 2,51%. Na média, a alta seria de 6,36%.

A revisão das tarifas é periódica e geralmente já está prevista nos contratos de concessão. Essa revisão não tem nenhuma relação com a lei 12.873, de janeiro deste ano, que determinou as quedas nas tarifas de energia com base no novo modelo proposto pelo governo federal para renovação das concessões de usinas.

Levando em conta a redução de 18,14% e a possível alta de 11,23%, para o consumidor o saldo será de queda de 8,95% - bem menor do que a esperada. Assim, a tarifa mais barata para os consumidores da Cemig, no patamar prometido pelo governo federal, durará apenas cerca de três meses.

É importante ressaltar que esses novos reajustes ainda terão de passar pelo crivo público antes de entrar em vigor. No dia 27 de fevereiro (ainda sem horário nem local definidos), acontecerá na capital uma audiência pública para discutir o tema. A partir do dia 31 de janeiro, pelo site da Aneel (www.aneel.gov.br) será possível enviar contribuições a essa proposta.

"Quero saber que critério foi utilizado para esse reajuste indecente", diz o deputado federal Weliton Prado (PT). Segundo ele, a tendência observada na Aneel para esse processo de revisão tarifária era de nova queda. "O próprio diretor geral da Aneel (Nelson Hubner) me disse que a tendência era de queda. Quem sugeriu esse reajuste foi o diretor Edvaldo Alves de Santana e quero saber dele que critérios foram utilizados", questionou.

O deputado promete uma grande mobilização contra o reajuste. "Não pode ficar assim. Leva a gente a pensar se não foi o poder econômico da Cemig que determinou esse absurdo".

O especialista em energia Raimundo de Paula Batista Neto diz que, possivelmente, o reajuste já leva em conta a utilização das termelétricas, que são muito mais caras do que a energia hidrelétrica. "Se houve necessidade de utilização das termelétricas, a concessionária precisa arcar com os custos usando seu capital de giro e só será remunerada na próxima revisão tarifária", explica. "Se houver utilização de termelétricas em 2013,em função da queda nos níveis dos reservatórios, o próximo reajuste será pesado e, talvez, isso já esteja sendo antecipado".

Por meio de nota, a Cemig informou que, "por enquanto, não irá se pronunciar a respeito desses valores".






Fonte: Informação O Temo

'Está um caos total', diz prefeita de cidade há 2 dias sem energia elétrica


Desde a tarde de domingo (20), após a forte tempestade que atingiu alguns municípios do Sul de Minas, está faltando energia elétrica em São João da Mata (MG).

A prefeita do município, Denize Vilhena, disse por telefone que a cidade já começa a enfrentar sérios problemas com a falta de água. "O comércio está tendo grandes perdas, possivelmente hoje vai começar a faltar água, por causa da bomba de sucção que é mantida por energia elétrica. A prefeitura não está funcionando, com todos os serviços parados", diz a prefeita.

Em nota oficial, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informou que o problema foi causado pela tempestade do último domingo, quando várias árvores foram lançadas sobre a rede de distribuição que fica no distrito de Quebra Machado, na zona rural de Poço Fundo (MG).

Ainda segundo a prefeita, outra preocupação mais grave é o posto de saúde, que está oferecendo apenas o atendimento básico e algumas pessoas no local usam oxigênio, que pode começar a falhar. "A situação está difícil, está um caos total", afirma Denize.

A prefeitura informou ainda que aguarda a chegada de um gerador, vindo de Belo Horizonte (MG), na tarde desta terça-feira (22), que irá ajudar nos pontos mais críticos do município. A Cemig confirmou o envio do gerador para a cidade.

A companhia explicou que funcionários da Cemig estão desde o domingo (20) no local tentando resolver o problema, mas não informou uma data para a energia ser reestabelecida. Segundo a empresa, cerca de dois mil consumidores de São João da Mata e do distrito de Paiolinho, em Poço Fundo, estão em fase de reestabelecimento de energia.






Fonte:g1

Suposto vandalismo deixa 36 cidades sem energia no Sul de Minas


Cerca de 220 mil consumidores de 36 cidades do Sul de Minas ficaram sem energia elétrica por cerca de uma hora entre o fim da manhã e o início da tarde desta sexta-feira (21).

O motivo foi a queda de uma torre de transmissão próximo a Poços de Caldas (MG).


Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), há fortes indícios de que a torre teve a base serrada. A Polícia Civil foi chamada para apurar o suposto vandalismo.


Todos os municípios afetados já tiveram o fornecimento de energia elétrica restabelecido. A interrupção aconteceu entre 11h53 e 12h34. Segundo a Cemig, cerca de meia-hora após o desligamento, mais de 90% dos consumidores afetados já estavam com a energia de volta. O restabelecimento total, segundo a companhia, aconteceu às 13h10.





Fonte: Informações G1

Cemig comemora Dia do Meio Ambiente com dicas para economizar energia


Desde 1972, por influencia da Organização das Nações Unidas – ONU, o dia 5 de Junho tem sido distinguido como o dia do Meio Ambiente. Esta data é marcada por atividades de conscientização da importância do uso sustentável dos recursos naturais, que tem se consolidado numa consciência sustentável.

Em comemoração à data, a Cemig busca disseminar informações e práticas sobre o uso eficiente e sustentável da energia, ressaltando a importância de se investir na redução do desperdício, também como forma de contribuir para a preservação do meio ambiente.

A economia pode começar já na compra dos eletrodomésticos. Segundo o engenheiro de comercialização da Cemig, Hamilton Rodrigues Ribeiro, a dica é olhar os selos do Inmetro/Procel que mostram o consumo em KWh. O adesivo é encontrado nos aparelhos mais novos vendidos no mercado. Mesmo se o produto for mais barato é importante observar quanto ele consome de energia. “Qualidade e preço baixo é a compra perfeita”, completa.

Veja algumas dicas sobre como utilizar a energia elétrica sem desperdícios:

Chuveiro

- Mantenha o chuveiro na temperatura verão. A economia pode chegar a 30%.
- Não aproveite ou emende resistências.
- Feche a torneira quando estiver ensaboando.
- Este é um dos aparelhos que mais consome energia na residência. O ideal é evitar o seu uso no horário de ponta, entre 17 e 22 horas.

Iluminação

- Evite acender lâmpadas durante o dia e use mais a iluminação natural.
- Prefira as lâmpadas fluorescentes, pois elas duram mais e gastam menos energia.
- Pinte paredes e tetos com cores claras, que refletem melhor a luz, diminuindo a necessidade de iluminação artificial.

Geladeira

- Evite abrir a geladeira frequentemente. Retire de uma só vez os alimentos de que precisa.
- Não guarde alimentos ainda quentes.
- Mantenha a borracha de vedação sempre em bom estado. Faça o seguinte teste para saber se a borracha de sua geladeira precisa ser trocada: coloque uma folha de papel entre a porta e a geladeira, feche a porta e tente retirar a folha, se ela sair com facilidade, está na hora de trocar a borracha de vedação. Repita o teste em vários pontos da porta da geladeira.
- Não utilize a grade traseira para secar roupas ou calçados.


Tomadas e fios

- Tomadas quentes são sinônimo de desperdício. Por isso, evite o uso de benjamins.
- Use fios de bitola adequada. Na hora de fazer a instalação, consulte sempre um técnico especializado.
- Emendas mal feitas ou com fios de bitolas diferentes causam perda de energia.

Celulares e câmeras fotográficas

- Nunca deixe seu aparelho “dormir” carregando. Ou seja, dê a carga e retire-o da tomada. Para câmeras digitais que utilizam baterias, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado pelo fabricante.

Computadores

- Quando não estiver usando, mantenha o monitor desligado e o estabilizador desconectado da tomada. Dê preferência aos notebooks que consomem menos energia.
- Um computador ligado por uma hora/dia consome em média 5,0 kWh/mês. No decorrer de um ano, a economia decorrente de desligar o computador durante essa hora será de 60 kWh.
- Não deixe os acessórios (impressora, estabilizador, etc.) do computador ligados sem necessidade.

Manifestação na internet pede ressarcimento de valores cobrados a mais na conta de luz


A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica vai promover hoje (24) uma manifestação pelas redes sociais Twitter e Facebook para mobilizar os consumidores pelo ressarcimento dos valores cobrados a mais pelas distribuidoras por causa de erros no cálculo de reajustes das tarifas de energia.

O “tuitaço” faz parte da campanha “TCU: o erro não foi nosso. Devolução já!” e tem o objetivo de reunir o maior número de assinaturas na petição que será enviada aos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU). O TCU deverá decidir em breve sobre o ressarcimento de cerca de R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores de todo o Brasil entre 2002 e 2009, por causa de um erro no cálculo do reajuste das tarifas de energia elétrica, que não incluía o ganho de receita gerado pelo crescimento de mercado na definição do valor.

O erro na metodologia resultou em mudança nos contratos das 63 distribuidoras do país com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no ano passado. A Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica é uma iniciativa conjunta da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Fundação Procon-SP e do Proteste.


Fonte: consuladosocial

Em pleno século 21, número de pessoas obrigadas a viver sem luz em Minas beira 80 mil

A casa modesta de Ailton Acácio da Paixão - à noite, só o céu tem pontos iluminados

Conheça a rotina de quem acorda e dorme com o sol e nem imagina quando isso mudará

Catas Altas – Acordar com o galo cantando, moer o café e passá-lo no coador de pano, almoçar um feijãozinho preparado no fogão a lenha, trabalhar diante da mata nativa, dormir pouco depois de o sol se pôr. O cenário poderia ser o idealizado por muita gente que atravessou um dia intenso de trabalho, trânsito e problemas na metrópole. Mas, para Ailton Acácio da Paixão, de 41 anos, a lida no campo é uma vida sofrida, complicada pela falta de energia elétrica. Para conhecer uma realidade que indica atraso impensável para muita gente que vive imersa na era da informação, o Estado de Minas acompanhou a rotina desse homem, que em pleno século 21 vive sem luz na comunidade chamada Abertura, no município de Catas Altas, Região Central de Minas, a 120 quilômetros da capital. O cotidiano dele é o espelho do que enfrentam cerca de 20 mil famílias espalhadas pelo estado, que, assim como Ailton, vivem dependendo do sol, do lampião e do esforço físico para as tarefas diárias. Considerando a média familiar de quatro pessoas por moradia, é como se uma cidade do porte de Nova Lima, na Região Metropolitana de BH, vivesse no escuro.

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informa que entre os 20 mil domicílios a serem beneficiados estão novos pedidos de ligação e demandas remanescentes do programa federal Luz para Todos. Não há, porém, previsão de quando toda essa gente será atendida, já que a nova fase do programa não foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo Ministério de Minas e Energia. “A Cemig está pleiteando a inclusão do estado na quarta etapa do programa”, informou a empresa, em nota.

Má notícia para Ailton da Paixão. Ilhada em um vale cercado por pés de eucalipto, a propriedade é identificada pela placa na porteira. Quem chega de carro não é anunciado por campainha, mas por latidos. São Honda, Leste e Barão. Como não dá nem para sonhar com alarme, são eles que defendem os dois alqueres de Ailton. Não fosse pela fumaça que sobe da casa de pau-a-pique, não seria de se imaginar que alguém morasse ali.

SEM LÂMPADAS - Ailton cozinha com lenha, à luz de lampião

Mas Ailton resiste e, no terreno fértil, não só vive, como tira o sustento de toda a família – a mãe, a mulher e os sete filhos, dos quais ele faz questão de citar os nomes. “Anota aí: Cássia Severina, Joelmir Santos, Rafael Rodrigo, Claiton Inácio, Beatriz Lopes, Jaíne de Fátima e João Abadi. Todos de sobrenome Paixão”, enumera. O carinho é grande, mas a famíla foi obrigada a se separar por causa da falta de luz. “Não é fácil viver assim. Eles moram com a minha mãe, no Fonseca, um arraial onde as condições são melhores”, lamenta.

“Vamos entrar”, convida Ailton. Na casa de cozinha, quarto, banheiro e um cômodo onde ele guarda mel das colmeias que mantém, chamam a atenção a mesa comprida de madeira, panelas de alumínio areadas sobre a pia limpa, chão batido bem varrido e, claro, fogão a lenha aceso. E duas curiosidades, que ele mesmo aponta. “Tá vendo essa boquilha dependurada? Já cheguei a usar lâmpada recarregável, mas a bateria não dura nada. Desisti. E esse aqui é meu celular, que carrego quando vou à cidade. Não tenho luz aqui, mas o telefone chega a pegar em alguns lugares”, diz, antes de soltar a gargalhada.

Como no passado

A conversa segue à medida em que ele mói os grãos de café colhidos no quintal. “Esse moedor de ferro é antigo. Foi da minha mãe”, recorda Ailton. Feito o trabalho que lhe traz boas lembranças, é hora de passar o pó no coador de pano. “Não saberia fazer de outro jeito. Nem sei o que é cafeteira”, afirma. A próxima refeição preparada como faziam seus antepassados é o almoço, que começa a ser feito às 8h.

Enquanto as panelas estão no fogo – e terão de ficar por um longo tempo, para chegar no ponto – é hora de conferir os estragos que os coelhos fizeram na horta à noite. Não é à toa que eles se tornaram frequentadores assíduos. Tem alface, couve, cebolinha, alho, rúcula, cenoura, beterraba, almeirão, pimentas, inhame... Ailton aproveita para colher o que usará no almoço. “Tenho que fazer tudo isso todo dia, porque não tenho geladeira para guardar. Tudo se perde de um dia para o outro”, suspira, esfregando as mãos calejadas.

SEM MOTOR - Engenho produz pouco, pois faltam máquinas

À tarde, as atividades se alternam, de segunda a sexta-feira, entre colmeias, o galinheiro, a horta, o pomar, o canavial, o bananal, o mandiocal, a plantação de milho, a limpeza do terreno. Achou muito? Pois ele ainda construiu três grandes fornos de barro, onde a cada sete anos transforma seus cerca de 4 mil pés de eucalipto em carvão. E nada de máquinas. Tudo no braço. Mas o que Ailton queria mesmo era produzir cachaça. “Desisti, porque preciso de energia elétrica. Já tenho o engenho, mas faço pinga por esporte, só para agradar amigo. Preciso de luz para produzir em escala.”

Batem 18h e quem informa o horário é a escuridão. Dentro de casa, já é preciso acender o lampião a gás. Ailton não tem dificuldade alguma, seja na claridade, seja no breu. Para quem não está acostumado, o medo chega com a escuridão. Não para o agricultor. “Sozinho, aqui, a única coisa de que eu tenho medo é de gente”, afirma. A falta de luz, naquele momento, só tem uma vantagem: apreciar o céu. Na noite de Ailton, e de uns 80 mil mineiros, são as únicas luzes que brilham. E não está escrito nelas quando a energia vai chegar.

SEM GELADEIRA - Colheita tem de ser diária, para evitar perdas





Fonte:portal uai

Cinco mil ficam sem energia por causa de queimada

Fogo se alastrou e atingiu linha de transmissão de energia


Cerca de cinco mil consumidores de cinco cidades do Sul de Minas ficaram sem energia na tarde de quarta-feira (31) por causa de uma queimada nas proximidades de Machado, que se alastrou e atingiu as estruturas de uma linha de transmissão de energia da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). Os eletricistas tiveram que usar um caminhão pipa da prefeitura para apagar as chamas.

Segundo a empresa de energia, a queimada provocou danos irreversíveis nos equipamentos e por isso todos tiveram que ser trocados. Além de Machado, também foram prejudicadas as cidades de Poço Fundo, São João da Mata, Carvalhópolis e Campestre.

Cana Verde

Outros quatro mil consumidores também ficaram sem energia elétrica por cerca de seis minutos na noite de quarta-feira (31) em Cana Verde. Segundo a Cemig, a energia teve que ser interrompida para a retirada de balões inflados com gás hélio que ficou preso na rede de energia, o que poderia provocar risco. Durante a interrupção, estava acontecendo uma festa na cidade.










Fonte:eptv

Furnas é julgada por incidente

Cinco dias depois do apagão que deixou sete estados no Nordeste sem energia por mais de quatro horas, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) julgou a multa aplicada a Furnas pelo blecaute que atingiu 18 estados do país, em novembro de 2009. A companhia não se livrou da penalidade, mas conseguiu reduzir o valor, inicialmente fixado em R$ 53,7 milhões, para R$ 43,3 milhões.

Agora, a agência aguarda o Relatório de Análise de Perturbação, que deve ser entregue até o final da semana pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), para decidir se a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) também será multada pela interrupção do abastecimento na madrugada da última sexta.
Segundo o diretor da agência Romeu Rufino, a Aneel ainda está reunindo informações para planejar a fiscalização na Subestação São Luiz Gonzaga, na divisa entre Pernambuco e Bahia, onde o blecaute teve origem. Rufino não quis adiantar nenhum tipo de avaliação e ainda evitou compará-lo ao apagão de novembro de 2009, que resultou em multa àestatal Furnas. ´Nem sabemos se houve infração e, se houve, qual é a gravidade.`

A multa a Furnas foi aplicada em 22 de março do ano passado porque a fiscalização da agência constatou que a companhia não trocou alguns reatores da rede de transmissão que tinham problemas de sobrecarga. A substituição deveria ser feita dois meses antes do blecaute. A penalidade, de acordo com a resolução nº 63/2004 da Aneel, é uma multa correspondente a 1% do faturamento ou sobre o valor estimado de energia produzida nos últimos 12 meses. No caso de Furnas, essa proporção era de 0,81%. A companhia recorreu e o processo foi julgado ontem pela Aneel, que manteve a multa, mas revisou o valor. Furnas ainda pode recorrer na Justiça comum.





Fonte:diariodepernambuco

POUSO ALEGRE - Defeito em equipamento deixa 12 mil sem energia elétrica

Previsão é que o serviço seja restabelecido até o final da tarde


Um defeito em um equipamento na RuUa Silviano Brandão deixou 12 mil consumidores sem energia elétrica, na tarde desta quainta-feira (23), em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. Através da assessoria de imprensa, a Cemig informou que o blecaute foi gerado porque houve a queima de parte de um equipamento instalado no trecho.

Os técnicos estão no local e o serviço deve ser restabelecido até o final da tarde.








Fonte:eptv

Soledade de Minas fica mais de sete horas sem energia elétrica

Cemig não informou o motivo do apagão

Os moradores de Soledade de Minas, que tem 5,7 mil habitantes, segundo o IBGE, ficaram por mais de oito horas sem energia elétrica, neste domingo (21). De acordo com boletins de ocorrência registrados na Polícia Militar, a falta de energia ocorreu em toda a cidade, em dois momentos: da meia noite até as 2h30 e das 7h às 12h.

Entre os prejudicados pelo apagão, que registraram boletim de ocorrência, estava o responsável por uma festa de casamento que teve de ser interrompida. Cerca de 80 quilos de carne, 20 quilos de arroz e mais de 200 quilos de verduras e legumes picados estragaram.

O proprietário de um laticínio também deu queixa depois de perder 9 mil litros de leite e 3,5 mil quilos de massa de queijo.

A Cemig, concessionária responsável pelo abastecimento de energia da cidade, não informou o que teria interrompido o fornecimento.






Fonte:eptv

SUL DE MINAS - Trabalhadores da Cemig no Sul de Minas aderem à paralisação estadual


Na região são cerca de 800 trabalhadores que estão sem trabalhar


Cerca de sete mil funcionários da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) paralisaram as atividades nesta sexta-feira (5) em Minas Gerais. No Sul de Minas, cerca de 800 trabalhadores aderiram ao movimento. A clase reivindica reajuste salarial, mais segurança no trabalho, divisão de lucros e a aprovação de um plano de carreira. A Subsede do Sindicato dos Funcionários da Cemig, em Pouso Alegre, informou que a paralisação acontece em todas as cidades da região.

A Cemig informou que não vai se manifestar sobre a paralisação e que o atendimento ao consumidor está normal. Cerca de 80 Trabalhadores se reúniram na porta da empresa em Pouso Alegre com faixas e cartazes. Em Varginha, 30 funcionários se reúniram na sede do sindicato.



Fonte:globo.com