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Alfenas: Enfermeira suspeita de injetar alimento na veia de idoso é indiciada

Aposentado é internado em UTI por suspeita de erro médico em Alfenas (Foto: Reprodução EPTV)

Uma auxiliar de enfermagem  de um hospital particular de Alfenas no Sul de Minas foi indiciada por lesão corporal, suspeita de injetar alimento ou invés de medicação na veia de um idoso de 83 anos.

Segundo a delegada da Polícia Civil, Renata Rezende Guida, as investigações apontaram que houve negligência, imperícia e imprudência por parte da enfermeira e o caso agora segue para o Ministério Público, que vai analisar a investigação.

De acordo com a Polícia Civil, a auxiliar de enfermagem deve aguardar o término das investigações em liberdade, já que não houve flagrante. A delegada informou que ela deve responder pelo crime de lesão corporal culposa, ou seja, quando não há intenção de causar dano, mas com o agravante da falta de observação da regra profissional.


O caso
O aposentado José Luiz Pereira recebeu alimento de dieta por um cateter intravenoso, ao invés da medicação. O erro só foi percebido duas horas depois por outro profissional. O idoso foi levado para a UTI do hospital.

De acordo com o inquérito policial, a auxiliar de enfermagem teria dado comida pelo cateter ligado à veia do idoso e não pela sonda que levaria a comida diretamente par ao estômago.
Quando a família do idoso soube do erro, acionou a Polícia Militar e um boletim de ocorrência foi registrado. O aposentado já se recuperou e teve alta do hospital.
O hospital informou que a técnica de enfermagem continua no hospital, mas afastada das funções.









Fonte:g1

Gaze esquecida em corpo de paciente resulta em indenização por dano moral a paciente


O Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Passos, no Sul de Minas e um médico da unidade foram condenados a indenizar em R$ 15 mil por danos morais, uma paciente em cujo corpo foi deixada uma gaze após o parto. A decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e não cabe recurso.

No dia 12 de dezembro de 2009, a dona de casa se internou na Santa Casa de Misericórdia para dar à luz sua filha. Na ocasião ela foi atendida pelo médico obstetra, que realizou um parto normal. Mãe e filha tiveram alta no dia seguinte e todas as despesas referentes ao parto foram pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No dia 20 de dezembro, devido a fortes dores abdominais e um forte odor em sua urina, a vítima procurou a Santa Casa por volta das 23h. Ao ser atendida pela médica de plantão, foi constatado que havia um corpo estranho dentro da vagina da paciente – uma gaze de aproximadamente 20 cm de comprimento – em estado de putrefação. Logo após retirar a gaze, a médica de plantão a liberou e receitou remédios.

Em primeira instância, a juíza da 1ª Vara da Comarca de Passos julgou procedentes os pedidos da dona de casa e condenou médico e hospital ao pagamento de R$ 4.000 por danos morais.

O hospital e o médico entraram com recurso no TJMG alegando que houve negligência por parte da dona de casa, que demorou oito dias para procurar ajuda médica. Já a paciente considerou que o valor atribuído em primeira instância por danos morais era insuficiente.

De acordo com o desembargador relator, Luiz Carlos Gomes da Mata, apesar da demora da paciente em procurar ajuda médica, “o ilícito produzido é de inteira responsabilidade dos réus.”

“A gestante, não só durante o parto, mas após a realização deste, estava submetida a intenso estágio emocional, com efetiva exposição a toda gama de sentimentos, sensibilidade esta que, notoriamente, evidenciou-se diante da descoberta de que fora esquecido dentro de seu corpo físico um elemento estranho e, inclusive, que estaria a causar-lhe dor, não só física, mas também de ordem psicológica.”

Com TJMG




Fonte: O Tempo

TCU deve julgar erro na conta de luz que custou R$ 7 bi ao bolso do brasileiro


O Tribunal de Contas da União (TCU) deve julgar nesta quarta-feira (09) processo que busca o ressarcimento de R$ 7 bilhões cobrados indevidamente nas contas de luz de consumidores de todo o País. O valor seria resultante de um erro na metodologia de cálculo de reajustes entre 2002 e 2009.

A metodologia de cálculo para a cobrança foi criada em 2001, quando as empresas estavam prestes a falir por conta do apagão. O cálculo não incluía o ganho de receita gerado pelo crescimento de mercado na definição do valor. O erro na metodologia resultou em mudança nos contratos das 63 distribuidoras do País com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no ano passado.

Em abril, a Frente de Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica promoveu um “tuitaço” para tentar mobilizar os brasileiros, com iniciativa conjunta da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), da Fundação Procon-SP e do Proteste.

Aposentada tenta provar na Justiça que está viva, em MG

Ela foi dada como morta pelo INSS e não está recebendo a aposentadoria.
Toda confusão aconteceu por causa de uma troca de certidões de casamento.


A aposentada de 88 anos Rosalina Esmeria de Jesus, de Monte Belo, no sul de Minas Gerais, tenta provar na Justiça que está viva. Ela foi dada como morta pelo INSS e, por isso, não está recebendo a aposentadoria há mais de dois anos. Toda a confusão aconteceu por causa de uma troca de certidões de casamento no cartório de Areado, também no sul do estado.

Segundo informações do cartório de Areado, em 1945, depois de se casar, Rosalina Esmeria de Jesus pegou a certidão de casamento com o nome de Rosalina de Oliveira, que havia se casado no mesmo cartório seis meses antes. Como ela não sabia ler, não percebeu a troca. Rosalina de Oliveira morreu em 2008 e, com isso, o INSS cortou a aposentadoria das duas Rosalinas, que pela certidão de casamento tinham o mesmo nome.

Segundo o delegado Cristiano Ladeira, quando as irregularidades na certidão da aposentada foram descobertas, o INSS enviou o caso para a Polícia Federal em Divinópolis. O inquérito concluiu que não houve crime.

De acordo com o responsável pela agência do INSS de Muzambinho, José Nivaldo Gonçalves, o processo de correção do erro já está quase concluído e, em breve, a aposentada vai voltar a receber o benefício, inclusive os pagamentos atrasados.






Fonte:g1.globo.com

Aposentada é dada como morta pelo INSS por confusão de certidões

Erro de 1945 só foi descoberto há dois anos

Uma senhora de Monte Belo, no Sul de Minas, vive um drama. Ela foi dada como morta pelo INSS e por isso não consegue mais receber o benefício de aposentadoria, no valor de um salário mínimo. A confusão aconteceu por causa da troca de certidões de casamento no cartório de Areado. O caso já se arrasta na Justiça há quase dois anos.

No mês de abril de 1945, um cartório de Areado registrou o casamento de uma outra mulher, chamada Rosalina de Oliveira. Seis meses depois, dona Rosalina Esméria de Jesus se casou e fez o registro no mesmo local. O problema é que ela recebeu uma certidão com os dados da mulher que havia casado primeiro. Como não sabia ler nem escrever, a aposentada não percebeu a falha do cartório e Rosalina Esméria de Jesus assumiu a identidade de Rosalina de Oliveira. Coincidentemente, Oliveira era mesmo o nome do marido dela e também sobrenome de Antônio, que se casou com a outra Rosalina.

A confusão só foi descoberta há dois anos quando Rosalina de Oliveira morreu em Guaxupé. Em novembro de 2008, ela foi sepultada no cemitério municipal. Quando a filha dela foi ao INSS pedir o cancelamento do benefício da mãe, ficou sabendo da coincidência. O benefício foi cortado e com isso, quem também deixou de receber o pagamento foi a dona Roselina que permanece viva. Desde então, há um ano e 10 meses, ela não recebe a aposentadoria.

Segundo o delegado Cristiano Ladeira, que investiga o caso, quando as irregularidades na certidão da aposentada foram descobertas, o INSS enviou o caso para a Polícia Federal de Divinópolis. O inquérito concluiu que não houve crime. Segundo o responsável pela agência do INSS de Muzambinho, José Nivaldo Gonçalves, o processo de correção do erro já está quase concluído e em breve a aposentada vai voltar a receber o benefício, inclusive os pagamentos atrasados.






Fonte:eptv

Após 10 anos, Justiça decide mandar médicos a júri popular

Exame para constatação de morte encefálica foi feito de forma irregular

O Juiz da 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas, Luiz Augusto Barreto Fonseca, decidiu que devem ir a júri popular cinco médicos que participaram da retirada dos órgãos do menino Paulo Veronesi Pavesi, em abril de 2000. O menino, que tinha 10 anos na época, caiu de uma altura de cerca de dez metros no prédio onde morava. Após ser diagnosticada a morte encefálica, por uma equipe de médicos chefiada pelo cirurgião Álvaro Inhanes, foi feita a retirada dos órgãos para doação.

Meses depois a Polícia Federal abriu um inquérito que apontou que o exame para constatar a morte encefálica foi feito de forma irregular. Segundo o inquérito, quando foi comprovada a morte, o paciente estava sob efeito de substâncias depressivas do sistema nervoso central. Quatro médicos foram indiciados. A investigação deu origem a outros seis inquéritos paralelos e a Santa Casa da cidade perdeu o credenciamento para realizar transplantes de órgãos. O caso foi alvo de investigação até no Congresso Nacional na CPI do tráfico de órgãos.

O júri ainda não foi marcado e os acusados podem recorrer. O pai do menino, Paulo Pavesi, que hoje vive na Itália, disse que só vai se pronunciar sobre o caso na hora certa.







Fonte:eptv