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Tire suas dúvidas relacionadas à vacina contra gripe


Não é só por medo da agulha que muita gente não vacina. Os muitos mitos que circulam por aí fazem com que muita gente deixe de lado a proteção com receio da vacinação não apenas não funcionar como provocar diversos outros problemas.

Para desmistificar os principais boatos que preocupam que precisa ser vacinado, as coordenadoras de Imunização e de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde, Tânia Brant e Janaína Almeida, esclarecem dúvidas relacionadas à vacina contra gripe.

Vacinação não provoca gripe, nem autismo
Tânia Brant garante que não há a possibilidade de a vacina causar gripe e não há indícios de que provoque outras doenças, como o autismo. “Como a vacina é feita com vírus morto e, além disso, estratificado, não tem a possibilidade de causar a gripe. Quanto a outras doenças, não temos relatos científicos de que possa causá-las”, ressalta.

Mercúrio que protege
Sobre a presença de mercúrio na composição da vacina, Janaína Almeida, esclarece que o produto, em forma de timerosal, é usado para evitar o crescimento de fungos ou bactérias no frasco já aberto da vacina, mas está em uma quantidade muito pequena e sem riscos para a saúde.

“Estudos realizados em todo o mundo demonstram que o timerosal, desde 1930, tem sido amplamente utilizado como conservante em uma série de produtos biológicos, incluindo muitas vacinas. Portanto, este quantitativo presente nas vacinas, por consenso da Organização Mundial da Saúde, não causa qualquer tipo de reação adversa no organismo humano que contraindique sua utilização”, explica.

Alérgicos não devem ser vacinados
Em relação às reações alérgicas em função da vacina, Tânia alerta que apenas não devem ser vacinadas: pessoas que tem alergia a ovo, já que na composição da vacina há proteínas do ovo de galinha; e pessoas com história de reação anafilática em doses anteriores da vacina ou alergias a qualquer outro componente.

Exceto nesses casos, a referência da SES-MG afirma que as reações adversas são em sua maioria locais, podendo surgir um pequeno mal-estar pós-vacinação devido à resposta imunológica do próprio organismo, mas sem maiores complicações.

“A maioria dos eventos adversos são locais, com cerca de 15% a 20% do total de vacinados apresentando reação local da injeção, sendo reações benignas, auto limitadas e geralmente resolvidas em 48 horas. Manifestações sistêmicas como febre, mal-estar e mialgia podem iniciar de seis a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias. Também são benignas, não deixam sequelas e ocorre em menos de 1% dos vacinados”.

Testes rigorosos e anuais
A vacina contra gripe passa por processos criteriosos de estudo, pesquisa, testes e acompanhamento que avaliam não apenas sua eficácia, mas também sua segurança para o uso das pessoas. A vacina contra a gripe é atualizada a cada ano, de acordo com recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e após a observação de dados epidemiológicos que indicam quais tipos de vírus estão em maior circulação e que potencialmente podem causar mais casos da doença nos períodos de outono e inverno.

Eficácia
Estudos demonstram que as campanhas de vacinação contra gripe podem reduzir em até 45% o número de internações por doenças respiratórias. Além de reduzir de 39% a 75% a mortalidade nos grupos vacinados. A vacina disponível na rede pública para a campanha de 2015 é trivalente e protege contra o vírus Influenza A (H3N2); Influenza A (H1N1) e Influenza B.





Fonte:Hoje Em Dia

Não há falta e nem problemas na distribuição de kits para diagnosticar a gripe H1N1 em Minas Gerais

Dona de casa morreu com suspeita de gripe H1N1 em Alterosa, MG (Foto: Reprodução EPTV)

É o que afirmou o secretário estadual de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, durante visita a Poços de Caldas (MG) nesta terça-feira (11). Porém, a cidade de Alterosa (MG), que teve uma morte suspeita no último domingo (9), alegou falta do material no final de semana.

“Não há nenhuma crise de abastecimento. Menos de 100 casos no estado foram confirmados e nós temos em estoque 40 mil kits. A população pode ficar segura quanto a isso”, afirmou o secretário.

Marques ainda disse que hospitais e municípios devem solicitar ao estado o envio dos kits e que eles serão atendidos. “O intuito é uma assistência rápida e qualificada nestes casos”, alegou.

Oficialmente, a Secretaria de Estado de Saúde confirma, até agora, três mortes provocadas pelo vírus H1N1 em MG, a primeira delas em Extrema (MG). A morte de uma mulher de 37 em Andradas (MG), no fim de maio, ainda não entrou na estatística da Saúde, mas o município já confirmou que ela também foi vítima do vírus H1N1, já que houve a coleta de secreção da garganta da paciente.
Mesmo assim, o exame não foi realizado em pelo menos outras três pessoas que morreram por suspeita da gripe H1N1 no Sul de Minas. Entre os casos, estão o da manicure Rosângela Maria Moreira, de 47 anos, de Poços de Caldas, e o da dona de casa Ângela Maria Gomes, de 58 anos, de Alterosa.




Fonte:G1

Governo de Minas convoca parceiros para ampla mobilização contra a gripe

Segundo Antônio Jorge, a gripe em Minas Gerais está em normalidade epidemiológica

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, se reuniu nesta quarta-feira (05), em Belo Horizonte, com representantes dos setores de hotelaria, turismo, transporte e comércio para mobilizá-los a adotarem medidas para a prevenção e controle da gripe na campanha estadual “Mude seu jeito de ver a gripe. Ela mata”.

Neste mês de junho, Belo Horizonte sedia a Copa das Confederações e, em julho, ocorrerão, em 17 cidades mineiras, as pré-jornadas preparatórias da Jornada Mundial da Juventude, eventos que contarão com número expressivo de participantes. A Jornada Mundial da Juventude deverá movimentar um público de 30 mil pessoas, de diversos países.

“Precisamos bloquear a cadeia de transmissão da gripe durante este período em que teremos um grande afluxo de pessoas. É imprescindível, portanto, fazermos o chamamento para que as entidades que estarão prestando serviço diretamente a esse público contribuam com as ações de governo”, afirmou o Secretário.

Segundo Antônio Jorge, a gripe em Minas Gerais está em normalidade epidemiológica e o cuidado, neste momento, deve ser com as medidas básicas de prevenção ao vírus da influenza. “Houve uma antecipação de quase um mês nos casos de gripe em São Paulo e no Rio de Janeiro. Agora, em função da sazonalidade da doença, podemos esperar um aumento das notificações”, disse.

O plano de prevenção ao vírus da influenza deve complementar a campanha nacional de vacinação, que terminou no dia 10 de maio e imunizou mais de 2,5 milhões de mineiros. Os participantes da reunião poderão adotar ações simples que contribuirão para a mobilização e prevenção da população. Para tanto, os representantes receberam kits com sugestões de ações que podem trabalhar com seus públicos.

“Vamos fazer o possível para integrar as ações que já realizamos no âmbito da educação no trânsito para a prevenção à gripe”, disse o diretor do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), José Élcio Monteze. Segundo o diretor, os cerca de 300 agentes de trânsito que operam pelo o DER poderão também realizar a abordagem educativa para a prevenção à influenza.

Para o diretor de controle e monitoramento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares, o setor empresarial e os sindicatos terão papel importante na prevenção, pois atuarão como apoio aos agentes da Anvisa em pontos de grande circulação, como rodoviárias e aeroportos. “É um dever das companhias aéreas, por exemplo, notificar os agentes sanitários em casos de suspeita de gripe em uma aeronave. A contribuição das companhias é fundamental. Caso contrário, um voo pode até ser cancelado”, explicou Agenor.

Durante a reunião, algumas entidades anunciaram sua adesão para dar início a campanhas internas e contribuir com a prevenção à gripe. O coordenador estadual da Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE), Durleno Barbosa de Rezende, defende que a capacitação interna é essencial para poder alertar o público. “Vamos trabalhar com nossos funcionários a importância de se prevenir a doença e de que forma eles poderão precaver o grande público que concentramos nos shoppings”, disse.

Da mesma forma, o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo de Minas Gerais (Sindetur-MG), José Eugênio Aguiar, promete trabalhar em conjunto para qualificar os agentes e operadores de viagem na orientação dos viajantes quanto às formas de prevenção. “Vamos indicar aos agentes de viagem que adotem, em seu fluxo normal de trabalho, também preocupação com a gripe”.

Gripe

No ano de 2013, foram registrados quatro óbitos provocados pelo vírus da Influenza. Destes óbitos, três foram pelo HINI (Extrema, Curvelo e Uberaba) e um pelo Influenza B (em Pouso Alegre)

No dia 29 de maio de 2013, o Secretário de Estado de Saúde assinou resolução que constitui o Comitê Estadual para o Enfrentamento da Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com Ênfase na Influenza. O Comitê será responsável pela análise, definição e coordenação de estratégias e ações relativas ao controle da SG e SRAG no Estado de Minas Gerais, que poderão contar com o apoio do setor empresarial.

Medidas simples auxiliam na prevenção à doença:

- Lave as mãos frequentemente com água e sabão;

- Ao tossir ou espirrar, cubra a boca com a parte interna do braço;

- Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

- Em casos de suspeita de gripe, procure seu médico ou a unidade de saúde mais próxima.






Fonte: Agência Minas

Aumenta procura por vacina contra H1N1 no Sul de Minas e preço sobe


A gripe H1N1, que tem feito muitas vítimas no Estado de São Paulo, começa a preocupar o Sul de Minas. Duas pessoas na região podem ter morrido em consequência da gripe. Um dos casos, um homem de Extrema (MG), já foi confirmado pelas autoridades de saúde. Com isso, a procura pela vacina nos consultórios particulares por quem não foi atendido pela campanha do governo tem aumentado, mas a dose está mais cara do que o ano passado.

Segundo a farmacêutica Sidnéia Porto Reis, que trabalha em uma clínica particular em Varginha (MG), a procura pela vacina está alta, e por isso, a dose já está mais cara do que no ano passado, custando R$ 85. Em 2012, o preço era R$ 50.

Na rede pública, a campanha de imunização contra a gripe em alguns municípios termina nesta quarta-feira (29), mas onde ainda há doses disponíveis, a vacinação continua. A prioridade é vacinar idosos, gestantes e crianças menores de dois anos, grupos que têm pouca resistência ao vírus.

Em Minas Gerais já são 12 casos de Gripe H1N1 e dois de Influenza B. Duas pessoas morreram. A manicure Rosângela Maria Fabiano Moreira, de 47 anos, morreu no último sábado (24), com suspeita de H1N1, em Poços de Caldas (MG). No atestado de óbito, as causas da morte foram choque séptico, insuficiência respiratória e infecção pulmonar.

Já no prontuário médico, que foi entregue à família, Rosângela estava com pneumonia viral por H1N1. O primeiro caso de morte por gripe no Estado foi em Extrema (MG). Um homem de 58 anos morreu no dia quatro deste mês no Hospital Universitário de Bragança Paulista (SP).

Para o médico pneumologista Fábio Gomes, o ideal é que não só quem pertence ao grupo de risco tome a vacina, e sim pessoas de todas as idades. No consultório dele, a procura pela dose, que custa R$ 140, aumentou em 30% em relação ao ano passado. A vacina protege três tipos de vírus da gripe.
O Ministério da Saúde informou que não há previsão para que a vacinação seja estendida a outros grupos. A campanha continuará vacinando gratuitamente pessoas com imunidade mais baixa, como crianças, idosos e grávidas.

Prevenção

A recomendação do Ministério da Saúde é para se evitar lugares com aglomeração de pessoas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão da gripe não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Seguem algumas recomendações de higiene para prevenir contaminações:
- Fazer frequente higienização das mãos com água e sabão retirando-se os acessórios (anéis, pulseiras, relógio), uma vez que estes objetos acumulam microrganismos não removidos com a lavagem das mãos.
- Abra a torneira e molhe as mãos, evitando encostar-se na pia.
- Enxágue as mãos, retirando os resíduos de sabonete.
- Evite contato direto das mãos ensaboadas com a torneira.
- Seque mãos e punhos com papel-toalha descartável; no caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel-toalha para fechá-la.
- Use lenço descartável para higiene nasal;
- Evite tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
- Não divida objetos de uso pessoal, como toalhas de banho, talheres e copos; evite tocar superfícies do tipo maçanetas, interruptores de luz, chave, caneta, torneira, entre outros;
- O uso do álcool em gel tem que ser a 70%, o que quer dizer que a concentração dele é de 70 ml de álcool por 30 ml de água. Esta é a concentração necessária para quebrar a parede celular da bactéria. Uma concentração superior, como o álcool à 90%, não cosegue agir na bactéria porque o poder de evaporação do álcool é maior.








Fonte:Globo.com

Sul de Minas: Mais uma vítima da H1N1

Mulher morre por suspeita de H1N1 em Poços de Caldas. (Foto: Reprodução EPTV)
Vítima estava internada com infecção pulmonar desde segunda-feira (20).
Secretaria de Saúde não soube dizer quantos casos há na cidade.

Uma manicure de 47 anos morreu neste sábado (25) com suspeita de gripe H1N1 em Poços de Caldas (MG). Segundo familiares, Rosângela Maria Fabiano Moreira estava internada no Hospital da Santa Casa com insuficiência respiratória e infecção pulmonar desde a última segunda-feira (20) em uma ala isolada. Ela era medicada com tamiflu, remédio receitado para pacientes com suspeita da doença. 
Caso seja confirmado que ela estava infectada, este será o segundo caso de morte em Minas Gerais. O primeiro também foi registrado no Sul de Minas, em Extrema (MG).

A Santa Casa de Poços de Caldas não quis passar informações sobre o caso. O hospital informou que apenas na segunda-feira (27) irá emitir uma nota oficial após uma reunião com representantes da Secretaria Municipal de Saúde. A Secretaria de Saúde também não soube dizer o número de casos suspeitos e já confirmados da doença.
Por telefone, o secretário adjunto de Saúde, Antônio Ângelo Rocha, informou que conversou com a equipe médica que atendia Rosângela e confirmou a situação. “Ela tinha um quadro clínico altamente sugestivo, com alta probabilidade de possuir H1N1”, comentou.

No atestado de óbito da manicure, o médico Marcelo Dias Sena afirmou que a causa da morte foi insuficiência respiratória aguda com infecção pulmonar.  Os familiares da vítima possuem também um prontuário assinado pelo médico Victor Augusto Cardillo no qual é descrito que Rosângela estava infectada com a gripe H1N1.


Primeira morte confirmada em MG
O primeiro caso de morte causada pela gripe H1N1 neste ano foi registrado em Extrema (MG). A vítima foi um homem de 58 anos. Ele morreu no último dia 4 de maio no Hospital Universitário de Bragança Paulista (SP). A Secretaria de Saúde não soube informar se a doença foi contraída em Minas Gerais ou em São Paulo, onde de acordo com o Ministério da Saúde já foram confirmadas 55 das 61 mortes pelo vírus H1N1 no Brasil.








Fonte:Informações G1

Vacinação contra a gripe termina nesta semana


A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe termina na próxima sexta-feira (26). Estão sendo imunizados idosos com mais de 60 anos, gestantes, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos. A população carcerária também recebe a dose.

Balanço parcial do Ministério da Saúde indica que 5.585.779 de pessoas foram vacinadas contra a gripe até as 12h do último sábado, Dia de Mobilização Nacional contra a doença. O número representa 17,5% do público-alvo de 39,2 milhões de pessoas.

Dados da pasta indicam que a vacina pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, a vacina pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60% e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente.




Fonte: Agência Brasil

Alfenas - Mais uma morte por gripe suína é confirmada em Minas


Mais uma morte em decorrência do vírus Influenza A H1N1, a gripe suína, foi confirmada nesta quarta-feira (19) pela Secretaria de Estado de Saúde. Com esta nova vítima, o número de mortos no Estado em 2012 já chega a 35, quase nove vezes maior que o registrado em 2011, quando quatro pessoas morreram por causa do vírus. A última morte foi registrada em Alfenas, no Sul de Minas.

Ainda conforme balanço da SES, outras 13 mortes ainda estão são investigadas. Ao todo são 122 casos confirmados da doença em Minas, 1.995 descartados e 207 em investigação. A capital é a cidade com mais mortes, três. Em 2009, fase mais crítica da doença no Estado, 217 pessoas morreram em decorrência do vírus. No ano seguinte, houve apenas três vítimas.

Das 35 vítimas, 20 tinham idade entre 40 e 59 anos; seis entre 20 e 39 anos, três entre 10 e 19 anos e outras seis tinham mais de 60 anos.

Capital mineira
A capital mineira está entre as cidades com o maior número de mortes. Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, e Pedrinópolis e Uberlândia, ambas no Triângulo, registraram dois óbitos causados pelo vírus.

Casos suspeitos de H1N1 já são cinco em Três Pontas no Sul de Minas


Do total de casos, três são em pessoas fora dos grupos de risco.
Ministério da Saúde não vai estender a vacinação para outras idades.

Os casos de gripe H1N1 têm deixado o Sul de Minas em alerta. Isso acontece porque das 38 ocorrências registradas em todo o estado, 15 pessoas morreram e 11 vítimas tinham entre 10 e 59 anos, ou seja, não faziam parte do grupo de vacinação.

Em Três Pontas (MG), em 2011, ninguém teve a gripe. Já neste ano, são cinco casos suspeitos, sendo que três deles não estão inclusos nos grupos considerados de risco. Um homem de 44 anos morreu, no último fim de semana, com suspeita da gripe. Um rapaz de 22 anos também esteve internado com suspeita de H1N1. Ele foi medicado e já recebeu alta. Os resultados dos exames desses dois pacientes devem sair em 15 dias.


Segundo o Ministério da Saúde, a campanha contra a gripe H1N1 terminou no mês passado, mas nos postos de saúde os grupos de risco ainda não foram imunizados.

A Secretaria de Estado da Saúde informa também que a vacina é oferecida apenas a crianças de seis meses a dois anos, trabalhadores da área de saúde, gestantes, índios e idosos.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão para estender a vacinação contra a gripe H1N1 para outros grupos. Para o órgão, o número de casos e de mortes deste ano não se compara com os números registrados em 2009, quando houve uma pandemia no país. De acordo com o ministério, os grupos de risco da campanha de vacinação foram determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Eles foram escolhidos pela maior probabilidade de apresentarem complicações durante a doença e de chegar à morte.






Fonte: G1

Adolescente de 15 anos morre de gripe H1N1 no Sul de Minas

 Foto ilustrativa 


Uma notícia divulgada pelo hospital "Samuel Libânio", de Pouso Alegre, colocou em alerta toda a região do Sul de Minas. No final de semana uma adolescente de 15 anos morreu e sua morte teria sido causada pelo vírus H1N1 e ontem, na segunda-feira, a Fundação "Ezequiel Dias" confirmou o diagnóstico.

A garota, segundo a assessoria do "Samuel Libânio", era de São Gonçalo do Sapucaí e estava internada naquele hospital desde o dia 2 de junho com sintomas da doença.

Esta é a primeira morte confirmada pela gripe H1N1 neste ano no Sul de Minas. Outros dois casos da doença, sem morte, já foram registrados na região, como a de uma outra adolescente, de 16 anos, que também está internada em Pouso Alegre com suspeita de H1N1. A jovem está em uma área isolada na UTI daquele hospital. O estado de saúde da garota é considerado grave, mas segundo a assessoria do hospital, o quadro de saúde dela era considerado estável.

A garota internada na UTI do hospital de Pouso Alegre é da cidade de Cachoeira de Minas, ela está sob os cuidados médicos na Unidade de Tratamento Intensivo há 26 dias. O diagnóstico da doença só foi confirmado na semana passada. Exames médicos realizados pela Fundação "Ezequiel Dias", em Belo Horizonte, confirmaram que ela contraiu a doença.

Por conta dos casos de gripe H1N1, a Gerência Regional de Saúde de Pouso Alegre prorrogou o período de vacinação contra a doença. Em Lavras, segundo o secretário Municipal de Saúde, José Mourão Lasmar, não existe nenhum caso suspeito na cidade.












Fonte: Jornal de Lavras

Dois casos suspeitos de H1N1 são descartados por exames

Agora há apenas um caso suspeito na cidade; três já foram confirmados, uma pessoa morreu


A assessoria de comunicação da Prefeitura de Nepomuceno, no Sul de Minas, informou que dos três casos suspeitos de estarem com a gripe H1N1 na cidade, dois já foram descartados por exames da Funed (Fundação Ezequiel Dias), de Belo Horizonte. Agora há apenas um caso suspeito, de uma paciente que está internada no Hospital Alzira Velano, em Alfenas. Havia a suspeita também de um paciente que estava internado no Hospital de Nepomuceno, mas segundo a assessoria, o caso dele já foi descartado como H1N1. Ele foi diagnosticado com uma pneumonia.

Três casos de gripe H1N1 já foram confirmados na cidade. Um deles resultou na morte da moradora Ana Cláudia Evangelista dos Santos, de 44 anos, que morreu por decorrências da doença no dia 10 de julho.

Devido aos casos, a Secretaria de Saúde do município começou nesta quarta-feira (20) uma nova mobilização para imunizar os moradores contra o vírus. Agentes comunitários de saúde estão distribuindo folhetos educativos para que a população retome os hábitos de higiene que podem prevenir a doença. O município recebeu 6,5 mil doses para a vacinação.







Fonte:eptv

Minas tem a primeira morte por gripe suína em 2011

Minas Gerais tem a primeira morte por gripe suína em 2011. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou na tarde desta segunda-feira que a vítima é uma mulher de 44 anos que morava em Nepomuceno, no Sul do estado.

Ana Cláudia Evangelista dos Santos deu entrada dia 3 de julho, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, com pneumonia. O médico Gustavo de Marco Turchetti que atendeu a paciente disse que ela foi submetida a uma radiografia e que ficou constatada a gravidade do caso. "Suspeitamos da situação e resolvemos colher material e enviar para a Funed (Fundação Ezequiel Dias) em Belo Horizonte", contou.
Exames laboratoriais confirmaram a suspeita do médico e a contaminação pelo vírus H1N1, a gripe suína.

A saúde de Ana Cláudia piorou e ela foi transferida para o Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Cônego Monte Raso, em Baependi, no final da noite do dia 4.
Ela teve que ser isolada e morreu no hospital, nesse domingo. A Secretaria de Saúde afirma que a mulher era obesa, tinha hipertensão e se recusou a tomar a vacina contra a doença.

O médico Gustavo Turchetti contou ainda que o marido da vítima também contraiu gripe suína. Ele, no entanto, conseguiu se recuperar, recebeu alta e já está em casa.
Neste ano, a SES notificou 107 casos suspeitos de gripe suína, sendo que 99 foram descartados e outros sete estão sendo investigados. Em 2009 2929 pessoas foram contaminadas pelo vírus H1N1 e 217 morreram. Já no passado houve 13 confirmações, com três mortes.




Por Rafael Passos, do Estado de Minas

Municípios do Sul de Minas não atingem a meta de vacinação

Na Superintendência Regional de Pouso Alegre, nenhum município atingiu os índices recomendados pelo Ministério da Saúde



Poucos municípios atingiram a meta de vacinação contra a gripe no Sul de Minas. A Superintendência de Pouso Alegre foi a que obteve os números mais baixos. Das 53 cidades cobertas, nenhuma atingiu os índices de vacinação indicadas pelo Ministério da Saúde. Apenas 28 conseguiram imunizar 80% dos idosos. Foram 72% de crianças, 79% de trabalhadores da saúde e 37% de gestantes.

Monsenhor Paulo foi a cidade da região com o menor índice de imunização. No município, 50% da meta não foi atingida. Em Pouso Alegre, apenas 60% da meta de vacinação foi atingida até agora, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. A maior preocupação é com as gestantes já que só 30% delas procuraram a imunização.

A Superintendência Regional de Saúde de Alfenas foi a segunda que menos atingiu a meta: 71,35% de imunização até agora. Na regional de Passos, foram 74,11% de cobertura. E na Superintendência Regional de Varginha, 75,13% de vacinação. A campanha contra a gripe foi prorrogada até a próxima sexta-feira (20).








Fonte:eptv