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Sul de Minas:Médicos presos no 'Caso Pavesi' passaram por sindicância, diz CRM-MG

Paulo Veronesi Pavesi foi morto aos 10 anos em
Poços de Caldas (Foto: Reprodução/EPTV)

O urologista Celso Scafi foi preso na última
quinta-feira (6). (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Médico Cláudio Rogério Carneiro Fernandes foi
detido pela PM (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

O presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), Itagiba de Castro Filho, se reuniu nesta quarta-feira (12) com médicos de Poços de Caldas (MG) para falar sobre os três médicos que foram condenados pela remoção de órgãos do menino Paulo Veronesi Pavesi, o Paulinho, na época com 10 anos. Dois deles, Cláudio Rogério Carneiro Fernandes e Celso Roberto Frasson Scaffi, já estão presos no presídio de Poços de Caldas. Já o anestesista Sérgio Poli Gaspar, condenado há 14 anos, continua foragido.

Segundo o presidente do CRM-MG, os médicos já haviam passado por sindicâncias dentro do órgão. Ele afirma que nenhuma conduta antiética foi encontrada, e, por isso os processos foram arquivados.

“Isso não significa nenhuma afronta a outra decisão, apenas que na instância ética eles foram considerados não culpados. Nós iremos acompanhar e nos colocar à disposição de qualquer outra instância para que o conselho possa cumprir sua função de assegurar a sociedade sobre o exercício ético da profissão dos médicos”, afirma.

As condenações
Na sentença de mais de 150 páginas, o juiz condenou Cláudio Fernandes a 17 anos de prisão. O texto informa que durante o atendimento ao menino Paulinho, o médico removeu os órgãos da vítima com consciência de que ela estava viva e não examinou o protocolo de morte encefálica. A sentença informa ainda que o médico confessou à Justiça ter grande renda com os transplantes e que sabia das atividades ilícitas da Ong MG Sul Transplantes, que atuava na cidade na época.

Já o urologista Celso Scaffi foi condenado a 18 anos de prisão. De acordo com o juiz, o médico removeu órgãos em desacordo com a disposição legal, levando a vítima à morte, além de escrever que a criança não estava em morte encefálica, já que não houve o exame de arteriografia na Santa Casa. “Ele tentou ainda fraudar provas e inseriu dados falsos no prontuário médico”, declarou.

O médico Sérgio Poli Gaspar, condenado a 14 anos de prisão, é o único que ainda não foi encontrado e já é considerado foragido, pois tinha até esta sexta-feira para apresentar-se à Justiça. Na sentença, o juiz afirma que o médico ajudou a remover as córneas e rins da criança e que tinha plena condição de entender o caráter ilícito da conduta. “Ele não procurou saber se o protocolo de morte encefálica havia sido feito corretamente”, completou.

Além da condenação, o juiz decretou que os três médicos percam os cargos públicos e que sejam afastados do atendimento pelo SUS.



Fonte: Informações g1

Médico é preso após mulher morrer à espera de atendimento em hospital

Médico é preso após mulher morrer à espera de atendimento em hospital (Foto: Reprodução EPTV)


Um médico foi preso em flagrante suspeito de negligência no atendimento de uma paciente com parada cardiorrespiratória na manhã desta segunda-feira (7), em Lavras (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, Vita de Lourdes Matheus, de 55 anos, foi atendida em casa e levada para o pronto-socorro da cidade.
A paciente já chegou ao hospital com parada cardiorrespiratória e enquanto ela não era atendida pelo médico de plantão, a equipe de resgate tentava reanimar a vítima com massagem cardíaca. Ainda segundo os bombeiros, o médico levou cerca de 20 minutos para atender a dona de casa, que morreu no momento em que o plantonista chegou ao local.

A Polícia Militar foi acionada. O médico foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia da cidade. De acordo com informações do delegado regional de Lavras ao G1, Ailton Pereira, em depoimento, o médico disse que estava na sala de descanso do hospital quando foi informado pela enfermeira que havia uma mulher aguardando atendimento em estado grave.

Ele disse ter ido ao banheiro lavar as mãos antes de atender o chamado, mas confessou à polícia que ele demorou a atender a mulher. O clínico geral era o único médico plantonista no hospital. A vítima morreu logo após ele ter chegado para o atendimento. Após o depoimento, por volta das 14h, o médico foi liberado ao pagar fiança de R$ 5 mil.

Ainda de acordo com o delegado, ele responderá a processo em liberdade por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) e relevância da omissão (quando a pessoa tinha a obrigação e podia agir para evitar a morte).




Fonte: Informações G1

Médico com transtornos mentais joga dois cães do sexto andar de prédio

Os cachorros foram lançados do sexto andar de um prédio em Copacabana (Band News/Reprodução)


O médico ortopedista Rogério Povilaitis Dominguez, de 51 anos, jogou dois cachorros da janela do apartamento da mãe, no sexto andar de um prédio na Rua Belford Roxo, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. O fato aconteceu na noite desta quarta, e os animais, das raças poodle e pastor alemão, morreram na hora. Após o episódio, o homem desceu para a rua e quase foi linchado por populares. Ele foi detido por PMs e encaminhado para a 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), onde prestou depoimento.

Dominguez foi autuado por abuso e maus tratos contra animais, segundo o artigo 32 da lei 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais). O médico acabou liberado em seguida, porque não há prisão em flagrante para esse crime. Se condenado, a pena varia de três meses a um ano de prisão, além de multa.

Em depoimento, o médico disse que estava sozinho no apartamento da mãe, e que um vulto teria "defenestrado" os cães. Na delegacia, parentes afirmaram que Povilaitis sofre de transtornos mentais e depressão há vários anos. Moradores do edifício contaram que a mãe do médico tem um terceiro cachorro, que não estava no apartamento.






Fonte: Veja

Gaze esquecida em corpo de paciente resulta em indenização por dano moral a paciente


O Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Passos, no Sul de Minas e um médico da unidade foram condenados a indenizar em R$ 15 mil por danos morais, uma paciente em cujo corpo foi deixada uma gaze após o parto. A decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e não cabe recurso.

No dia 12 de dezembro de 2009, a dona de casa se internou na Santa Casa de Misericórdia para dar à luz sua filha. Na ocasião ela foi atendida pelo médico obstetra, que realizou um parto normal. Mãe e filha tiveram alta no dia seguinte e todas as despesas referentes ao parto foram pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No dia 20 de dezembro, devido a fortes dores abdominais e um forte odor em sua urina, a vítima procurou a Santa Casa por volta das 23h. Ao ser atendida pela médica de plantão, foi constatado que havia um corpo estranho dentro da vagina da paciente – uma gaze de aproximadamente 20 cm de comprimento – em estado de putrefação. Logo após retirar a gaze, a médica de plantão a liberou e receitou remédios.

Em primeira instância, a juíza da 1ª Vara da Comarca de Passos julgou procedentes os pedidos da dona de casa e condenou médico e hospital ao pagamento de R$ 4.000 por danos morais.

O hospital e o médico entraram com recurso no TJMG alegando que houve negligência por parte da dona de casa, que demorou oito dias para procurar ajuda médica. Já a paciente considerou que o valor atribuído em primeira instância por danos morais era insuficiente.

De acordo com o desembargador relator, Luiz Carlos Gomes da Mata, apesar da demora da paciente em procurar ajuda médica, “o ilícito produzido é de inteira responsabilidade dos réus.”

“A gestante, não só durante o parto, mas após a realização deste, estava submetida a intenso estágio emocional, com efetiva exposição a toda gama de sentimentos, sensibilidade esta que, notoriamente, evidenciou-se diante da descoberta de que fora esquecido dentro de seu corpo físico um elemento estranho e, inclusive, que estaria a causar-lhe dor, não só física, mas também de ordem psicológica.”

Com TJMG




Fonte: O Tempo

Infectologista aponta cuidados para evitar viroses mais comuns no inverno


O inverno traz temperaturas mais amenas, mas também o risco de agravamento de viroses, comuns nesta época do ano, diz o infectologista Edimilson Migowski, diretor do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

De acordo com Migowski, neste período, as pessoas estão sujeitas a vários tipos de vírus, principalmente os respiratórios, como os da gripe e do resfriado.

Para evitar a contaminação, Migowski recomenda manter os ambientes bem arejados, deixando o ar circular pelas janelas, e não descuidar da lavagem das mãos. “Muitas dessas viroses ocorrem pelo aperto de mão, pelo fato de se colocar a mão em local que foi contaminado por alguma pessoa que espirrou ou assoou o nariz. E a pessoa pode levar a mão até a boca, o nariz ou os olhos e introduzir o vírus”.

O médico explicou que a deficiência de vitamina C no organismo “imunodeprime” a pessoa, facilitando as infecções virais. Não há certeza, porém, de que o excesso de vitamina C tenha algum efeito preventivo, diz Migowski. “Uma boa higiene das mãos e a vacinação contra a gripe são as medidas mais eficientes contra as infecções respiratórias.” Evitar contato muito próximo com pessoas enfermas e manter os ambientes bem arejados também ajuda, ressalta o infectologista.

Ele chama a atenção para o risco que uma virose representa para uma criança pequena ou um bebê. “Aquilo que em um adulto pode ser um resfriado simples, em uma criança, ou bebê abaixo de dois anos, pode se manifestar com maior gravidade, em quadros até de pneumonia pelo vírus, podendo causa inclusive a morte.” Por isso, recomenda que pessoas resfriadas ou gripadas não saiam por aí beijando crianças. “Elas devem manter uma distância segura, porque o quadro clínico delas pode ser de uma gravidade e, na criança, ser muito diferente.”

Embora não existam estatísticas sobre a incidência de casos de virose nessa época, o infectologista informa que o hospital que dirige, e o setor de emergência, em especial, estão superlotados de crianças com quadro respiratório, incluindo problemas como gripe, asma e pneumonia.

Os principais sintomas das viroses são febre, vômito, diarreia e mal-estar. Outros sintomas podem aparecer também, dependendo do quadro da pessoa infectada, alerta o médico.

Exigir cheque caução para atendimento médico de urgência agora é crime


O Diário Oficial da União publica nesta terça-feira (29) a lei que torna crime a exigência de cheque caução para atendimento médico de urgência. A lei, de autoria dos ministérios da Saúde e da Justiça, altera o Código Penal de 1940 e tipifica a exigência como crime de omissão de socorro.

Atualmente, a prática de exigir cheque caução já é enquadrada como omissão de socorro ou negligência, mas não existia uma referência expressa sobre o não atendimento emergencial.

O Código Penal passa a vigorar nos termos do Artigo135-A acrescido ao Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, que estipula pena de detenção de três meses a um ano e multa para os responsáveis pela prática de exigir cheque caução, nota promissória ou qualquer garantia, inclusive o preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial. A pena pode ser aumentada até o dobro, se da negativa de atendimento resultar lesão corporal de natureza grave, e até o triplo se resultar morte

Os hospitais particulares ficam obrigados a afixar, em local visível, cartaz ou equivalente, com a seguinte informação: "Constitui crime a exigência de cheque caução, de nota promissória ou de qualquer garantia, bem como do preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico-hospitalar emergencial, nos termos do Artigo 135-A do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal."

O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta lei, que entra em vigor hoje. A proposta foi apresentada pelo governo federal um mês após a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, 56 anos, vítima, em janeiro passado, de um infarto depois de ter procurado atendimento em dois hospitais privados de Brasília. Segundo a família, as instituições teriam exigido cheque caução.







Fonte: Agência Brasil

Criança picada por escorpião morre por falta de médico em Posto de Saúde

Foi enterrado, neste domingo (15), em Tumiritinga, na Região Leste de Minas Gerais, um menino de cinco anos que foi picado por um escorpião. A família reclamou que houve demora no atendimento à criança. No velório, os parentes ficaram desesperados, e a mãe do menino estava inconsolável.

O garoto brincava com outras crianças em uma casa quando foi picado por um escorpião. Segundo a família, a criança foi trazida para o posto de saúde da cidade, mas não havia médico de plantão.

Os parentes disseram ainda que, quando chegaram à unidade de saúde, foram informados que faltava também o soro que é aplicado em casos de picada de escorpião. A secretária adjunta de Saúde do município, Ivanilda Gomes, informou que o medicamento não estava em falta.

No relatório do posto consta o horário em que a criança deu entrada para ser atendida. Pelo documento não dá para saber se houve atraso, já que não consta a hora em que a criança foi transferida para a cidade de Governador Valadares. Há apenas a informação de que o menino chegou com suor intenso, vômito e com os batimentos cardíacos acelerados.

Para a secretária, a morte do menino foi uma fatalidade, mas confirmou que não tinha médico de plantão para aplicar o medicamento. Seriam dois profissionais que atendem no local, mas um deles está de férias. A reportagem tentou falar com a Prefeitura de Tumiritinga, mas não teve retorno.








Fonte:com informações g1

Falso médico é preso acusado de injetar super cola e cimento em bumbum de “paciente”


Foi preso na Flórida, Estados Unido o americano Oneal Morris, de 30 anos, após ter sido acusado de ter cobrado R$ 1.200 para aplicar uma mistura de super cola, cimento, óleo e selante de pneus no bumbum de uma mulher como um falso médico.

O falso médico tem aparência de mulher e tudo indica que também injetou no próprio bumbum a substância. Os procedimentos cirúrgicos eram realizados na própria casa do acusado que irá responder a processo por ter praticado medicina sem licença, além de causar danos físicos à paciente e devido a aplicação, a vítima teve sérias complicações de saúde indo parar em um hospital.

Segundo informações da polícia, Morris para deixar a vítima com o bumbum maior e também mais torneado deu uma série de injeções. A autoridade local estuda a hipótese de o acusado fazer parte de um grupo de falsos médicos que oferece métodos para aumentar o bumbum há alguns anos. “Eu acho isso uma loucura”, frisou Bill Bamford, da polícia de Miami, na Flórida.







Fonte:consuladosocial

Varginha-MG - Justiça condena vereador a indenizar paciente por pagamento de cirurgia

Adílson Marciano Rosa (PR), que é médico, cobrou por cirurgia paga pelo SUS

A Turma Recursal de Varginha, órgão que pertence ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais e que analisa processos do Juizado Especial de Pequenas Causas, condenou o vereador de Varginha Adílson Marciano Rosa (PR) a indenizar uma paciente. Em 2007, o político, que é médico, teria cobrado R$ 400 por uma cirurgia que tem a cobertura do SUS (Sistema Único de Saúde). Dr. Adílson deverá pagar R$ 800 à paciente.

De acordo com o advogado do vereador, Paulo Sérgio de Souza, a cobrança foi feita porque o médico utilizou equipamentos particulares que o hospital não possuía. Ainda segundo o advogado, Dr. Adílson não irá recorrer da sentença e vai pagar a indenização.






Fonte:eptv

Golpistas pediram empréstimo em nome de médico de Lavras

Três golpes aplicados ontem em três pessoas diferentes: continua crescendo o número de estelionato em todo o país, situação parece sem controle.



Continua crescendo o número de estelionato em todo o Brasil e em Lavras e na região, não tem sido diferente. Na quinta-feira, dia 4, a vítima foi um médico de Lavras, ele recebeu três ligações do BMG de Brasília, Banco Bom Sucesso de Belo Horizonte e Banco Votorantin. Os telefonemas pediam que o médico confirmasse dados pessoais para procedimento de empréstimos.

Como ele não havia feito nenhum pedido de empréstimo e eles estavam relacionados a Previdência Social, o médico foi até o INSS e descobriu que havia três pedidos de empréstimo em seu nome, com número de seu benefício.

No dia 2, ele foi ao Banco Itaú para receber sua aposentadoria e descobriu que dois empréstimos já haviam sido descontados de seu pagamento, um realizado em Belo Horizonte. O médico registrou a ocorrência na polícia e agora terá o trabalho de resolver a questão com os bancos.

Outro estelionato que ocorreu na quinta-feira envolveu uma senhora de 59 anos. Ela tirou um extrato na Caixa Econômica Federal (CEF) e constatou que seu cartão de crédito teria sido usado para efetuar duas compras na cidade de São Paulo, uma no valor de R$ 250 e outra de R$ 120.

A vítima alegou a polícia que não esteve em São Paulo e nem efetuou nenhuma compra com o cartão, ela acredita que ele teria sido clonado.

Na cidade de Perdões, também na quinta-feira, um aposentado recebeu diversas ligações telefônicas de um vigarista que se identificou como sendo seu sobrinho e que estava com o seu carro quebrado, que havia sido socorrido por um mecânico, porém, estava sem dinheiro e cheque para pagá-lo e necessitava de R$ 2.300.

O aposentado disse ao seu "sobrinho" que não tinha este valor, mas que tentaria conseguir emprestado, porém, ele conseguiu levanta apenas R$ 700, valor que foi depositado numa conta corrente em nome de Noeli Luciano Basilichi, agência 0632, conta corrente número 132709-5.










Fonte:jornaldelavras.com.br

Depressão - Homem que matou mulher e filhos foi ao médico um dia antes do crime

Segundo o médico, o paciente não tinha problemas financeiros, muito menos conjugais


O diagnóstico de depressão clássica foi dado a Nivaldo das Graças Moura pelo clínico geral e homeopata José Rodrigues Corrêa. Um dia antes dos assassinatos, na terça-feira (12), o comerciante foi ao médico acompanhado da mulher.


“O paciente estava mais calado, mas em momento algum demonstrou comportamento agressivo. Tenho 30 anos de profissão e sinto o cheiro de tragédia de longe. Digo com segurança que Nivaldo não apresentou qualquer sinal de que cometeria uma loucura”, afirmou José Rodrigues.


A consulta, que geralmente levaria 40 minutos, durou uma hora e 10 minutos. Nesse período, o comerciante relatou que estava triste e sem motivação. Disse que queria mudanças radicais em sua vida e que venderia patrimônio.


Segundo o médico, o paciente não tinha problemas financeiros, muito menos conjugais. “Ele era muito afetuoso com a mulher e os filhos. Eu disse para não vender nada, não fazer nada de diferente nesse período, devido à depressão. O pensamento dele mostrou uma inquietude típica da doença”, contou o especialista.


Devido à gravidade do quadro clínico de Nivaldo, José Rodrigues – que prefere prescrever medicamentos fitoterápicos (naturais) – optou por receitar um remédio tradicional, indicado principalmente para tratar depressão moderada a grave. Durante a consulta, afirmou o médico, Nivaldo não chorou em momento algum.


O especialista em psiquiatria forense e criminologia Paulo Repsold não quis comentar este caso específico, por não ter dados suficientes para analisar a situação. Mas, de uma forma geral, afirmou acreditar que o comerciante estava sofrendo de algum tipo de perturbação mental. “Não é normal alguém em plena saúde cometer um ato desses, principalmente com os filhos”, disse o psiquiatra.

Na manhã de quarta-feira (13), o comerciante matou a esposa e os dois filhos, de 9 e 13 anos, degolados. Em seguida, se enforcou. O crime aconteceu na casa de Nivaldo, em Conceição do Mato Dentro, Região Central de Minas.










Fonte:hojeemdia.com.br

Médico é suspeito de estuprar doente mental no Hospital

O profissional da saúde teria sido interrompido por um colega quando tentava tirar a calcinha da paciente, que tem distúrbios mentais

A Delegacia de Mulheres começou as investigações nesta quinta-feira (14) sobre um suposto estupro de vulnerável dentro do Hospital Galba Velloso, no Bairro Gameleira, Região Oeste de Belo Horizonte. Um médico é suspeito de tentar estuprar uma paciente com distúrbios mentais na quarta-feira (13). A natureza do caso (estupro de vulnerável) está descrita no boletim de ocorrência de número 1250659, mas depende de interpretações, segundo advogados.


A Polícia Militar foi acionada pela mãe da paciente, de 31 anos. A mulher ligou para a mãe avisando que um médico a havia acariciado e, quando tentava retirar a calcinha dela a força, foi interrompido por um colega. O suposto assédio teria acontecido no momento da retirada de um gesso do braço esquerdo dela.


O segundo médico teria pedido para que ela assinasse um papel e prometeu que tomaria providências sobre o caso. Os militares conversaram com a chefe de enfermaria da ortopedia do Hospital e não conseguiram encontrar os supostos envolvidos.


A paciente estava consciente, mas dopada porque havia tomado um remédio forte para dor. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, na ficha da mulher não havia o nome do responsável pela retirada do gesso. Ela foi internada no dia 4 deste mês, sofreu cirurgia na última segunda-feira e tem a previsão de alta para esta quinta-feira. A assessoria afirmou que a direção do Hospital está apurando o caso.










Fonte:hojeemdia.com.br

Médico morre após relação sexual em clube gay

A polícia descartou o golpe do 'boa noite, Cinderela' porque os pertences do médico não foram roubados

Um médico de 56 anos moreru após uma relação sexual com um garoto de programa em um clube gay no Rio de Janeiro, no último sábado (26). A polícia descartou o golpe do 'boa noite, Cinderela' porque os pertences do médico não foram roubados, informou o portal Terra.

O garoto de programa, que estava no quarto com o médico no momento em que ele passou mal, disse à polícia que a vítima foi socorrida por funcionários e frequentadores da casa.

O corpo do médico vai ser periciado para detectar a presença de alguma substância que possa ter causado a morte. A hipótese de homicídio foi descartada pela polícia.



Fonte:correio24horas.com.br

Médico de SP é preso no Sul de MG suspeito de pedofilia

Homem de 46 anos é suspeito de abusar sexualmente de crianças de rua

Um médico foi preso na tarde de quinta-feira (24) em Passos, no Sul de Minas, suspeito de pedofilia. Antônio Cássio Maia Gomes, de 46 anos, trabalhava em Cajuru (SP) e de acordo com a polícia paulista, foi acusado de abusar sexualmente de crianças de rua em 2007.

Um mandado de prisão foi expedido pela Justiça de São Paulo no início deste mês. O médico foi encontrado pela Polícia Militar de Passos na casa de parentes, no bairro Barrinha.





Fonte:eptv

Médico "esquece" pinça no abdomen de paciente em Minas

Um homem foi internado em Uberaba, no Triângulo Mineiro, para retirada de parte do intestino, e uma pinça cirúrgica ficou no abdômen do paciente. Um raio-x mostrou a imagem do instrumento, que é parecido com uma tesoura.

O homem de 59 anos passou por uma nova cirurgia para a retirada da pinça. Ele permanece internado, nesta terça-feira (4), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, em observação. De acordo com o corpo clínico do hospital, ele passa bem e deve receber alta nos próximos dias.
O aposentado foi internado no dia 24 de dezembro e durante o período de recuperação começou a sentir fortes dores na região abdominal e foi levado novamente para o hospital.

A filha do paciente, Renata Cristina de Assis, disse que a família está revoltada. “Nós estamos indignados porque ele veio fazer uma cirurgia que para o hospital é de rotina. Eles estão acostumados porque, como eles disseram, tem o instrumentador que é treinado para isso. O instrumentador tem que ter ciência do instrumento que está numa mesa cirúrgica. E de repente um dos instrumentos aparece dentro do abdômen do meu pai”, disse a professora.

Renata Cristina conta que até a funcionária duvidou do resultado. “A pessoa responsável perguntou se ele tinha algum objeto no bolso. Minha mãe disse que não, que ele estava apenas com a roupa e a bolsa da colostomia e como é plástica não aparece no raio-x. Aí então a moça falou que estava aparecendo uma tesoura”, explicou.
A família registrou um boletim de ocorrência. O diretor-presidente do hospital, Luiz Flávio Rodrigues, disse que não tem poder para punir o responsável, mas que irá apurar o caso. “Administrativamente vamos conversar com todos os envolvidos nas cirurgias: médicos, anestesistas, cirurgiões, enfermeiros, técnicos de enfermagem, instrumentadores. E daí em frente vamos tomar as providencias cabíveis”, destacou.

O médico responsável pela cirurgia não foi encontrado para falar sobre o caso. O representante do Conselho Regional de Medicina (CRM) em Uberaba informou que o caso será investigado assim que a família formalizar a denúncia junto ao CRM. Ele disse ainda que o médico pode ser penalizado com uma advertência e até com a cassação do registro profissional.




Fonte:www.acritica.net