Mostrando postagens com marcador morta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morta. Mostrar todas as postagens

Fama-MG - Idosa de 73 anos morre atropelada por delegado na BR-491


Uma mulher de 73 anos morreu depois de ser atropelada no início da noite desta terça-feira (18) por um delegado da Polícia Civil na BR-491, próximo ao trevo que dá acesso à cidade de Fama (MG).

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual de Alfenas, Delninda Gabriel Lemoigne e outra mulher de 68 anos esperavam por um sobrinho às margens da rodovia quando foram atropeladas. Segundo o relato do delegado, ele não conseguiu parar o carro a tempo quando as mulheres tentaram atravessar a pista.

O delegado ainda prestou socorro às vítimas, que foram levadas para o Hospital Alzira Velano, em Alfenas (MG), com fraturas nas pernas. A aposentada de 73 anos faleceu cerca de três horas após o acidente. A outra mulher continua internada, mas não corre risco de morte.

Segundo a polícia, o delegado não apresentava sinais de embriaguez e a documentação do veículo estava toda regularizada.




Fonte:G1

Funcionária pública é morta a marretadas no Sul de Minas


Uma mulher foi morta pelo namorado na madrugada deste sábado (25) em Pouso Alegre (MG).

Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu em uma casa do bairro São Cristóvão. O crime aconteceu após um desentendimento entre a vítima, a funcionária pública Cláudia Aparecida de Castro, de 45 anos e o ajudante de serviços gerais João Batista Dias, de 47 anos. Conforme a polícia, os dois tinham um relacionamento, mas não moravam juntos.
A mulher foi morta a marretadas. Depois do crime, o homem tomou veneno e se enforcou com uma corda na cozinha.

O crime foi descoberto depois que um vizinho percebeu a luz da casa acesa e viu através da janela o homem pendurado pela corda. Os corpos foram levados para o IML de Pouso Alegre. A mulher tinha três filhos de outros relacionamentos.





Fonte: Informações G1

Lavradora é morta na frente do filho no Sul de Minas


Uma lavradora de 26 anos foi assassinada na frente do filho de três anos durante a madrugada desta segunda-feira (30) em Botelhos, no Sul de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar, a jovem foi morta pelo marido, que se entregou à polícia por volta das seis da manhã desta segunda. A lavradora foi esfaqueada dentro do quarto da sua casa, que fica na zona rural da cidade.

Durante depoimento, o criminoso, que caminhou 2 km até chegar na Cadeia Pública de Botelhos, ele teria dormido sobre o corpo da esposa, que estava o traindo.

Segundo informações dadas pelo lavrador, ele matou a vítima depois que os dois discutiram e a mulher se armou de uma faca para se defender. A polícia não acredita na versão do homicida confesso, já que há fortes indícios de que a lavradora não tenha tido chances de se defender.

A lavradora tinha mais dois filhos com o assassino, de 5 e 7 anos.

A família é natural de do Piauí, mas mora e trabalha em Botelhos há dois anos.

O lavrador, de 28 anos, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.







Fonte: O Tempo

Boa Esperança: Advogada de mulher raptada por PM culpa batalhão por mortes


A advogada da mulher que foi morta pelo ex-marido policial e que se suicidou em seguida na noite desta sexta-feira (13), Raquel Piconez Vieira Gomes Oliveira, disse que a polícia poderia ter evitado a tragédia. Para ela, Marlúcio Ferreira Migliorini não tinha condições de ser cabo da Polícia Militar de Boa Esperança (MG).

“Como que a Polícia Militar permite que um homem sem condições psicológicas exerça esse tipo de profissão? Para mim, o grande culpado por omissão foi o Batalhão de Polícia Militar de Boa Esperança”, afirma Raquel.

De acordo com a advogada, Adicéia dos Reis Vagas Migliorini já havia tentado registrar boletins de ocorrência por diversas vezes contra o marido, mas nunca conseguiu pelo fato dele ser um policial militar.
"Nós só conseguimos depois que eu estive junto com ela e ela registrou. No dia 11 de fevereiro eles tiveram uma briga, mas os policiais militares foram ao local, o acalmaram e limparam a cena do crime. Não quiseram registrar o caso. Se a polícia tivesse feito o trabalho deles, isso não teria acontecido", disse a advogada.

O capitão da Polícia Militar de Boa Esperança, Francisco José Lyra, afirma desconhecer qualquer tipo de corporativismo feito a favor do cabo.
“Eu estou ciente de apenas um acionamento feito pela vítima que inclusive foi feito junto à advogada dela, onde ela alegava ter sido agredida pelo marido. Com base nisso, foi feita a ocorrência onde a própria advogada entrou com uma solicitação de medida protetiva à vítima”, explica Lyra.

O cabo da PM e a esposa que havia sido raptada por ele foram encontrados mortos em um cafezal na noite desta sexta-feira (13), em Boa Esperança. De acordo com a PM, o dono da fazenda encontrou os corpos dentro do carro do policial com perfurações na cabeça. A polícia acredita que o cabo de 38 anos atirou na esposa de 32 anos e se matou em seguida.
Segundo o advogado responsável pelo cabo, Antônio Roberto Rezende, o casal já havia feito a separação de corpos e aguardava uma audiência para uma tentativa de conciliação. A advogada de Adicéia, Raquel Piconez Vieira Gomes Oliveira, informou que as ameaças sofridas pela vítima eram constantes e que ela já havia aconselhado a mulher a sair da cidade, pois ela havia sido ameaçada de morte durante a semana pelo policial. A advogada ainda afirmou que o cabo fazia uso constante de bebida alcoólica.

O casal deixa dois filhos, de 14 e 12 anos, que ficam agora sob os cuidados dos avós materno e paterno. Os corpos foram enterrados na tarde deste sábado (14), no Cemitério Municipal de Boa Esperança.





Fonte: G1

Aposentada é dada como morta pelo INSS por confusão de certidões

Erro de 1945 só foi descoberto há dois anos

Uma senhora de Monte Belo, no Sul de Minas, vive um drama. Ela foi dada como morta pelo INSS e por isso não consegue mais receber o benefício de aposentadoria, no valor de um salário mínimo. A confusão aconteceu por causa da troca de certidões de casamento no cartório de Areado. O caso já se arrasta na Justiça há quase dois anos.

No mês de abril de 1945, um cartório de Areado registrou o casamento de uma outra mulher, chamada Rosalina de Oliveira. Seis meses depois, dona Rosalina Esméria de Jesus se casou e fez o registro no mesmo local. O problema é que ela recebeu uma certidão com os dados da mulher que havia casado primeiro. Como não sabia ler nem escrever, a aposentada não percebeu a falha do cartório e Rosalina Esméria de Jesus assumiu a identidade de Rosalina de Oliveira. Coincidentemente, Oliveira era mesmo o nome do marido dela e também sobrenome de Antônio, que se casou com a outra Rosalina.

A confusão só foi descoberta há dois anos quando Rosalina de Oliveira morreu em Guaxupé. Em novembro de 2008, ela foi sepultada no cemitério municipal. Quando a filha dela foi ao INSS pedir o cancelamento do benefício da mãe, ficou sabendo da coincidência. O benefício foi cortado e com isso, quem também deixou de receber o pagamento foi a dona Roselina que permanece viva. Desde então, há um ano e 10 meses, ela não recebe a aposentadoria.

Segundo o delegado Cristiano Ladeira, que investiga o caso, quando as irregularidades na certidão da aposentada foram descobertas, o INSS enviou o caso para a Polícia Federal de Divinópolis. O inquérito concluiu que não houve crime. Segundo o responsável pela agência do INSS de Muzambinho, José Nivaldo Gonçalves, o processo de correção do erro já está quase concluído e em breve a aposentada vai voltar a receber o benefício, inclusive os pagamentos atrasados.






Fonte:eptv