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Vox Populi mostra Dilma com 36%, Marina, 27%, e Aécio, 15%


A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) tem 36% das intenções de voto no primeiro turno, segundo pesquisa Vox Populi/Rede Record, divulgada na noite desta segunda-feira (15). Marina Silva, do PSB, está na segunda colocação com 27%. Já o tucano Aécio Neves aparece com 15% das intenções de voto. Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (Psol) têm 1% cada. Votos em branco e nulos somam 8% e os indecisos chegam a 12%.

Apesar da vantagem de Dilma no primeiro turno, o levantamento mostra que Marina Silva está um ponto porcentual acima da petista na simulação de segundo turno. Marina aparece com 42% e Dilma com 41%. O resultado significa empate técnico entre as duas candidatas. Votos em brancos e nulos são 11% e os indecisos, 6%.

O levantamento fez também uma simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio. Neste cenário, a petista aparece com 47% contra 36% do tucano. Nesse cenário, votos em branco e nulos chegam a 12%. Já os indecisos somam 5%

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 147 municípios do País, entre os dias 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-00632/2014.

Avaliação da presidente

O levantamento avaliou ainda a situação de aprovação da presidente Dilma Rousseff. Para 38% dos entrevistados, o desempenho de Dilma é "ótimo ou bom". Já 39% consideram a presidente "regular". E outros 23% avaliaram a forma de governar de Dilma como "ruim ou péssima". Os eleitores que não souberam ou não responderam são 1% do total.




 Fonte: Hoje Em Dia

Tédio é a forma de o cérebro nos mandar fazer outra coisa


Nova York, EUA. Às vezes, mesmo com ferramentas como revistas, livros, videogames e smartphones, ainda é difícil afastar o tédio. Porém, cada vez mais, acadêmicos e especialistas no desenvolvimento infantil estão se manifestando em defesa dessa sensação. Segundo eles, é normal que adultos e crianças se sintam entediados algumas vezes, já que o tédio força o cérebro a fugir por tangentes interessantes, talvez, alimentando a criatividade.

Também porque a maior parte de nós está constantemente ligada em uma tela durante a maior parte do dia, nós não experimentamos os benefícios do tédio.

Esse sentimento não é um fenômeno recente. De acordo com o professor de história grega e romana na Universidade de Calgary, no Canadá, Peter Toohey, indivíduos das civilizações antigas também se chateavam quando não conseguiam algo interessante para fazer. "Existem grafites latinos sobre o tema nas paredes do sítio arqueológico de Pompeia, na Itália, que datam do século I", diz.

Há também a questão de como se define o tédio. O problema, segundo o professor da Universidade York, em Ontário, John D. Eastwood, é que o sentimento tem sido definido e discutido de várias formas diferentes. Depois de analisar a literatura de pesquisa sobre o tema e de apresentar a ideia para um grupo focal de cerca de cem pessoas, Eastwood e seus colegas definiram o tédio como uma experiência de "querer, mas não conseguir se envolver em uma atividade satisfatória".

Em determinadas ocasiões, segundo o professor de psicologia da Universidade de West Florida Stephen Vodanovich, o tédio pode trazer malefícios, já que, em casos extremos, pesquisas mostram que pode levar as pessoas a se exporem a absurdos riscos físicos, apostar em jogos de azar ou ingressar no uso de substâncias ilícitas como forma de aliviar a sensação.

Por outro lado, "o tédio é a forma de o cérebro dizer que você deveria estar fazendo outra coisa. Mas o cérebro nem sempre sabe a coisa mais apropriada a se fazer. Se você está entediado e usa essa energia para tocar violão e cozinhar, isso vai te fazer feliz. Já se você assistir à TV, isso pode te deixar feliz no curto prazo, mas não no longo prazo", diz o professor de psicologia da Universidade de Nova York Gary Marcus.

Assim, se você der um tablet a uma criança entediada, ela pode se distrair temporariamente, mas não terá aprendido a se autorregular, como diz o professor de neurociência da Universidade de Guelph, no Canadá, Mark J. Fenske. "Essa autorregulação se transfere de uma situação para a outra. Assim, a criança não só deixa de aprender a se entreter como tem menos autocontrole em outras áreas", declara.
Para balancear as coisas, Eastwood ensina: "O tédio é uma sensação inquietante de estar conectado a alguma coisa significativa". O que as pessoas estão buscando, ele diz, é uma forma de se desligar e aproveitar o tempo. "Em um ambiente em que somos constantemente superestimulados, é difícil se envolver quando o barulho cessa", analisa.

Falta de atenção é desculpa

Nova York. O que diferencia o tédio da apatia, segundo o professor de psicologia da Universidade de York, no Canadá, John D. Eastwood, é que a pessoa não está envolvida com uma atividade, mas gostaria de estar. Na apatia, não há uma necessidade de fazer alguma coisa.

Às vezes, pensamos que estamos entediados, quando estamos apenas com uma dificuldade de concentração. No estudo "The unengaged mind: Definign boredom in terms of attention" (ou A mente não envolvida: Definindo o tédio em termos da atenção), o pesquisador lembra um experimento anterior que distraiu pessoas ouvindo a leitura de um artigo de uma revista. Quem foi distraído e ficou desconcentrado atribuiu essa dificuldade ao tédio.

Quando você está tentando manter o foco em uma tarefa difícil ou desafiadora, a interrupção da concentração pode levar ao tédio, de acordo com o professor-adjunto de psicologia da Universidade de Guelph, no Canadá, Mark J. Fenske. Por outro lado, quando você está fazendo uma tarefa chata, "como observar peças com defeito em uma linha de produção, por exemplo, uma música para distrair pode ajudar a não ficar entediado", ensina. Além disso, agitar pés e mãos, gestos que são frequentemente interpretados como sinais de tédio, podem combatê-lo, já que ajudam a pessoa a se manter mais alerta do ponto de vista físico. "Pesquisas mostram que crianças que podem se agitar em sala de aula aprendem mais e retêm mais informações do que aquelas que são forçadas a se manter quietas", relata.  (AT/NYT)







Fonte: O Tempo

Pesquisa confirma que em grupo somos menos


A revista científica “Philosophical Transactions of the Royal Society B” publicou nesta segunda-feira um estudo afirmando que quando nos juntamos com outras pessoas ficamos menos inteligentes. A pesquisa veio para colocar em xeque o velho ditado popular “duas cabeças pensam melhor do que uma”.

Os cientistas da Universidade Virginia Tech dos Estados Unidos basearam a pesquisa em medidas de QI (quociente de inteligência), utilizado para graduar nossa capacidade cognitiva. Durante os testes os participantes foram analisados separados e em grupo e, de acordo com os resultados, no segundo caso eles demonstraram maiores dificuldades para solucionar problemas.

Os participantes também foram submetidos a ressonância magnética, para que a atividade cerebral fosse estudada. Os exames mostraram que ao interagir com outras pessoas o organismo recebe “respostas neurais muito fortes”.
Kenneth Kishida, autor da pesquisa, explica: “Nosso estudo destaca as consequências inesperadas e dramáticas que mesmo os sinais sociais mais sutis em ambientes de grupo podem ter nas funções cognitivas”.

O pesquisador ressalta a importância de uma descoberta como essa, pois lembra que “a dinâmica social afeta não só os ambientes de educação e de trabalho, mas também os corpos responsáveis pela política nacional e internacional, como o congresso e as Nações Unidas”.








Fonte:Pop

Brasil é o país com maior número de pessoas em depressão, diz pesquisa

A depressão, ou episódio depressivo maior (MDE, na sigla em inglês) está em crescimento e começa a se tornar um problema de saúde pública no mundo inteiro. É a conclusão de um estudo publicado na revista BMC Medicine, que fez um mapeamento do transtorno em 18 países, incluindo o Brasil, que apareceu como o país com a maior número de pessoas deprimidas.

Os países foram divididos em dois grupos: alta renda (Bélgica, França, Alemanha, Israel, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Espanha e Estados Unidos) e baixa e média renda (Brasil – com dados exclusivamente de São Paulo –, Colômbia, Índia, China, Líbano, México, África do Sul e Ucrânia).

De acordo com o relatório, nos dez países de alta renda incluídos na pesquisa, 14,6% das pessoas, em média, já tiveram depressão. Nos 12 meses anteriores, a prevalência foi de 5,5%. Já nos oito países de baixa ou média renda, 11,1% da população teve episódio alguma vez na vida, em comparação a 5,9% nos 12 meses anteriores. A maior prevalência nos últimos 12 meses foi registrada no Brasil, com 10,4%. A menor foi a do Japão, com 2,2%.











Fonte:consuladosocial.com.br

Em dez anos, população feminina superou a masculina em 4 milhões

A relação entre os gêneros, segundo o estudo, é de 96 homens para cada 100 mulheres

O Brasil passou a ter quase 4 milhões de mulheres a mais do que homens em dez anos, segundo dados do Censo Demográfico 2010, divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação entre os gêneros, segundo o estudo, é de 96 homens para cada 100 mulheres.

“Isso já vem ao longo dos censos e é em função da mortalidade. Apesar de nascerem mais homens, como a mortalidade dos homens é superior à das mulheres ao longo da vida, no final, você tem um contingente maior de mulheres”, explicou Fernando Albuquerque, gerente de projetos da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

De acordo com Albuquerque, nascem 105 homens a cada 100 mulheres, mas como eles estão mais vulneráveis a situações de violência, por exemplo, o número de mortes é maior.

A capital carioca foi apontada no levantamento como a unidade da Federação com a menor proporção entre pessoas do sexo masculino e feminino, ao concentrar 91,2 homens para cada 100 mulheres.
A Região Norte é a única do país onde o contingente masculino é superior ao feminino. Segundo Fernando Albuquerque, esse fenômeno ocorre “em função dos movimentos migratórios e também do tipo de atividade – extrativa e de mineração –, em que os homens são a grande maioria”.

Outra constatação do levantamento que verificou a situação demográfica do país e as mudanças ocorridas entre 2000 e 2010 foi o envelhecimento da população brasileira que somou cerca de 190 milhões de habitantes (190.755.799) no ano passado. De acordo com o IBGE, o crescimento absoluto da população adulta e o aumento da participação da população idosa no país foram os fatores que mais contribuíram para o aumento da população brasileira.

O Censo Demográfico mostra que os grupos etários de menos de 20 anos vêm diminuindo no contingente populacional. “Em cada censo, a base [do gráfico demonstrativo onde a base representa a população mais jovem] se estreita mais em função da queda da fecundidade e o topo se alarga mais, com indicativo de maior longevidade”, explicou Albuquerque.


No cenário brasileiro, apenas no norte e  no Nordeste ainda mantêm uma base mais larga, ou seja, um contingente de jovens ainda maior do que em outras regiões. De acordo com o gerente de projetos do IBGE, a justificativa é que estados da região norte e nordeste iniciaram o processo de transição demográfica mais tarde do que no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. “O declínio da fecundidade foi posterior ao das outras regiões isso faz com que o número de filhos ainda seja mais alto do que em outras regiões.”
Segundo Fernando Alburquerque, a tendência é de uma convergência no país, “com redução da diferença entre fecundidade e mortalidade entre as grandes regiões brasileiras”. As informações são da Agência Brasil.




Fonte:correio24horas.com.br

Brasileiros acreditam que corrupção aumentou, aponta pesquisa internacional

Uma pesquisa produzida pela organização não-governamental (ONG) Transparência Internacional concluiu que 64% dos entrevistados no Brasil acreditam que a corrupção no país aumentou nos últimos três anos. No levantamento Barômetro Global de Corrupção 2010, o Brasil aparece na 32ª colocação em um ranking de 86 países que avalia a percepção dos cidadãos sobre o aumento da improbidade no setor público. próximo dos brasileiros, estão os italianos (65%), lituanos (63%) e os sul-africanos (62%). A lista é liderada por um país africano: no Senegal, 88% dos entrevistados acham que a prática da corrupção aumentou.

A avaliação revela que os entrevistados no Brasil observam que a situação é mais grave nos partidos políticos, nos legislativos e nas polícias estaduais. A Transparência Internacional encomendou a pesquisa para o Ibope, que ouviu mil pessoas durante o mês de junho deste ano. A margem de erro do levantamento tem variação de 2,18% e 4,4%. Por outro, não foram muitos os brasileiros que reconheceram a prática de algum ato de corrupção no dia a dia: apenas 4% admitiram algum gesto do tipo, como pagar "uma cerveja"para escapar de uma multa.





Fonte:www.sidneyresende.com