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Secretária de Educação responde dúvidas dos professores mineiros

No dia 20 de maio, a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola, enviou uma carta a todos os professores da rede estadual esclarecendo dúvidas sobre a Educação em Minas Gerais. No documento, a secretária explica questões relativas à jornada de trabalho dos professores da rede estadual, educação física nas escolas estaduais e aborda também os investimentos do Governo de Minas nas escolas e na carreira dos professores da rede. Confira abaixo a íntegra da carta.

CARTA AOS PROFESSORES

Caros professores e professoras,

Dirijo-me a vocês para esclarecer algumas dúvidas que têm surgido em minhas viagens e visitas às Superintendências Regionais de Ensino, oportunidades ímpares que tenho tido para conversar abertamente com os diretores e as diretoras de todas as nossas escolas estaduais.

Faço uso desta carta e de seu envio pela Internet em função da impossibilidade de conversar pessoalmente e ao mesmo tempo com cada um e cada uma de vocês. Mas asseguro a todos que uma das metas de minha gestão é estabelecer e estreitar canais de diálogo com os servidores da Educação de Minas Gerais.

As visitas às cidades-sede das Superintendências Regionais têm se mostrado muito oportunas para este propósito. No momento em que redijo esta carta, já consegui me fazer presente em 43 das 47 de nossas Superintendências. E, até o final deste mês de Maio, terei estado pessoalmente em todas elas.

Mas, como disse no início desta carta, tenho respondido algumas dúvidas durante essas viagens e imagino que talvez vocês também compartilhem dessas inquietações, apresentadas por nossos diretores. Por isso, tomei a decisão de apresentar-lhes, a seguir, alguns esclarecimentos.

Sobre a jornada de trabalho dos professores

A primeira questão que tenho respondido é se a jornada de trabalho dos professores da Educação Básica da rede estadual foi alterada após a ampliação da porcentagem da carga horária destinada a atividades extraclasse, de 25% para 33,3% (Lei Estadual 20.592/1 e Decreto 45.125/13).

A ampliação da carga horária para atividades extraclasse, além de ser uma reivindicação histórica dos professores e de atender a uma lei federal, não representa aumento da carga horária de trabalho. A jornada padrão em Minas é de 24 horas semanais, o que não foi alterado.

Uma segunda questão tem surgido em nossas conversas, especificamente em relação à jornada dos professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), os alunos dos anos iniciais têm, obrigatoriamente, o direito a 20 horas semanais de aulas. É por isso que, antes da nova lei, os professores de anos iniciais do Ensino Fundamental cumpriam uma exigência curricular de duas horas, que, somadas às 18 horas de aulas da jornada padrão, completavam às 20 horas a que os alunos têm direito.

Em Minas, a lei que regulamentou 1/3 da jornada para atividades extraclasse determinou que às 24 horas semanais da jornada padrão da rede estadual passassem a ser distribuídas da seguinte forma: 2/3 (16 horas) em sala de aula e 1/3 (8 horas) para atividades extraclasse.  Então, há a necessidade, a título de exigência curricular, de que ofereçamos aos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental às 20 horas semanais necessárias para continuar atendendo à determinação da LDB.

Junte-se a isso o fato de que, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o professor é o regente de turma, ou seja, ele responde por todas as atividades de aprendizagem.  É a chamada “unidocência”, concepção pedagógica adotada em todo o Brasil e no mundo, segundo a qual essa etapa do ensino deve ter um único “professor regente”, ou seja, um único responsável pela turma. Como vocês bem o sabem, a existência de um mesmo professor nessa fase – em que os alunos, ainda muito crianças, estão em processo de adaptação ao ambiente escolar – é essencial para criar identidade entre o educador e a turma. Isso, comprovadamente, assegura melhores condições de aprendizado.

Como nos anos iniciais há a exigência da citada “unidocência”, o professor regente, que tem a responsabilidade pela turma em todas as atividades de aprendizagem, precisa cumprir, em sala de aula, uma jornada de 20 horas semanais. Esta é a diferença em relação aos demais professores, que ministram aulas nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, cuja jornada de trabalho é variável de acordo com o quadro curricular da escola.

Mas, é claro, como os professores dos anos inicias do Ensino Fundamental precisam cumprir, em sala de aula, uma jornada de trabalho de 20 horas, eles recebem mais por isso. Este é um direito que a eles assiste e que o Governo de Minas está cumprindo integralmente.

É importante destacar que, em nossas escolas estaduais, os professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental, além de receberem pela jornada complementar cumprida em razão da exigência curricular e de seu correspondente 1/3 de atividades extraclasse, ganharam com a nova lei o direito de incorporar todas essas horas à aposentadoria. Este é um novo benefício implementado pelo Governo de Minas e que não está previsto na lei federal. E há mais: pela nova lei, todos os professores podem cumprir de 50% a 75% das horas de atividade extraclasse em local de livre escolha – outro importante avanço da lei estadual de Minas com relação à lei federal.

A meu pedido, a equipe da Secretaria de Estado de Educação elaborou o quadro abaixo que resume de forma clara e objetiva as informações que ora lhes presto com relação à jornada dos professores da rede estadual de ensino de Minas.

De acordo com a legislação que regulava anteriormente a jornada extraclasse, o professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental deveria cumprir uma jornada total de trabalho de 26 horas e 30 minutos.  A legislação anterior não determinava se a jornada extraclasse deveria ser cumprida dentro ou fora da escola. Logo, um diretor poderia exigir que o professor cumprisse integralmente sua jornada dentro da escola, conforme permitia a lei.

Agora, com a nova legislação, a jornada semanal desses professores é de 30 horas.  Deste total, cinco horas poderão ser cumpridas em local de livre escolha. Além disso, o professor que optar por fazer capacitação, oferecida ou autorizada pela Secretaria de Educação, pode usar metade das cinco horas restantes para este mesmo fim. Portanto, neste caso, o professor irá permanecer na escola por 22 horas e 30 minutos. Já o professor que não optar pela capacitação permanecerá na escola no máximo por 25 horas.

Outro avanço da nova lei é o valor pago pelas horas adicionais à jornada do professor. Antes, além de não serem incorporadas à aposentadoria, as horas eram pagas por um valor fixo referente ao subsídio do cargo do professor (remuneração dos primeiros nível e grau da carreira). Atualmente, além de ser possível incorporar este acréscimo à aposentadoria, o valor pago pela hora/aula tem como referência o momento atual da carreira de cada professor.

Sobre aulas de Educação Física nas escolas estaduais

Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que não há disciplina de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Nos anos iniciais, no Brasil e no mundo, o que existe é o “componente curricular” de Educação Física, que não deve ser confundido com a disciplina Educação Física. É este “componente curricular”, obrigatório nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º anos), que ofertamos regularmente a todos os alunos desse nível de ensino na rede estadual de Minas Gerais.

Além disso, de acordo com o Conselho Nacional de Educação, em sua Resolução nº 07, de 2010, no artigo 31, "os componentes curriculares Educação Física e Arte poderão estar a cargo do professor de referência da turma, aquele com o qual os alunos permanecem a maior parte do período escolar, ou de professores licenciados nos respectivos componentes”. Deve, portanto, ficar claro que, em Minas Gerais aplicamos rigorosamente o que está disposto na legislação federal.

Como nos anos iniciais do Ensino Fundamental a já mencionada “unidocência” é adotada pela rede estadual, o único cargo existente nessa etapa de ensino é o de regente de turma. Em função disso, cabe a ele ministrar todos os componentes educacionais, entre os quais Educação Física, Artes e Ensino Religioso. É importante ressaltar que essa orientação é seguida há vários anos pelas escolas da rede pública estadual e não é uma novidade colocada pela Resolução 2.253/2013 da Secretaria de Estado de Educação.

Sobre investimentos nas escolas e na carreira dos professores

Asseguro a todos vocês que o Governo de Minas tem buscado, dentro daquilo que é razoável e possível, promover cada vez mais avanços na Educação Básica da rede estadual. Como vocês devem estar percebendo, estamos investindo bastante em equipamentos e na infraestrutura das escolas. Somente em 2012, foram aplicados R$ 225 milhões em reformas e ampliações (inclusive obras para acessibilidade) em 1.066 unidades de ensino, bem como foram adquiridos mobiliários e equipamentos para mais de 2.000 escolas.

Além disso, temos buscado o aprimoramento de processos pedagógicos, por meio sobretudo do Programa de Intervenção Pedagógica, o PIP, que foi recentemente estendido às escolas municipais de todo o Estado. É importante também ressaltar a relevância do programa Reinventando o Ensino Médio, já implantado em 133 escolas de todo o estado, e que estará universalizado em 2014, abrangendo as 2.197 escolas da rede estadual que oferecem esse nível de ensino.

Temos também prestado atenção especial à valorização da carreira dos servidores da rede estadual. Um exemplo é o aumento da remuneração média dos professores da Educação Básica de Minas Gerais que pode ser constatado no quadro a seguir. Entre abril de 2010 e abril de 2013, houve uma variação positiva de 66,73%. Por sua vez, a inflação registrada no mesmo período foi de 20,35%. Ou seja, houve ganho real.


Outro exemplo é que, desde 2011, quando foi instituído o modelo unificado de remuneração, os professores da rede estadual passaram a receber vencimentos acima do que é estabelecido pela Lei Federal 11.738/2008, que regulamenta o piso salarial nacional.

Atualmente, na rede estadual mineira, a remuneração inicial do professor com escolaridade de nível superior (licenciatura plena) é de R$ 1.386,00 para uma jornada de 24 horas semanais. Este valor é 47,42% superior ao piso nacional estabelecido pelo Ministério da Educação. Comparem:

Por fim, gostaria de, mais uma vez, reconhecer a importância de todos vocês, professores e demais profissionais da rede estadual de ensino, para o êxito do trabalho que temos desenvolvido com o objetivo de melhorar cada vez mais a qualidade da educação que ministramos para milhões de crianças e jovens mineiros. Os resultados do empenho de todos nós ficam evidentes na posição de destaque que nossas escolas e nossos alunos têm alcançado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o IDEB – o que me traz muita alegria!

São vários e diversos os desafios, mas acredito firmemente que juntos – com trabalho, diálogo e compromisso – conseguiremos avançar cada vez mais.
Cordialmente,

Professora Ana Lúcia Almeida Gazzola
Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais




Fonte:http://ead.educacao.mg.gov.br/

Educação assina contrato para a compra de 62,5 mil tablets para professores

A entrega dos tablets pela empresa à Secretaria de Estado de Educação começa no mês de março

Nesta sexta-feira (15), a Secretaria de Estado de Educação (SEE) assinou o contrato para a compra de, aproximadamente, 62,5 mil tablets com telas de sete polegadas. Os equipamentos serão distribuídos aos professores de ensino médio da rede estadual de Minas Gerais. A assinatura do contrato foi realizada pela secretária de Educação, Ana Lúcia Gazzola, e pela advogada da empresa Digibras, Daniele Cristina Fernandes Batista.

A empresa foi definida através de um registro de preço realizado pelo Ministério da Educação, responsável pela liberação do recurso de R$ 19 milhões, por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR), para a aquisição dos equipamentos. “Uma parcela dos tablets já será entregue à Secretaria de Educação no mês de março”, adianta a advogada.

A reunião também contou com a participação da subsecretária de Tecnologias e Informações Educacionais, Sônia Andere Cruz, e o superintendente de Tecnologias Educacionais, Hudson de Oliveira.

“Nós estamos firmando o contrato para o fornecimento de, aproximadamente, 62,5 tablets que serão distribuídos para todos os professores de ensino médio da rede estadual de Minas Gerais. Essa entrega é bastante significativa na questão tecnológica voltada para o processo ensino-aprendizagem, porque nós estaremos distribuindo os tablets, com aplicativos úteis ao professor. Ele terá inclusive um acesso direto com o Centro de Referência Virtual do Professor (CRV)”, avaliou Sônia Andere.

Capacitação dos educadores

A entrega dos tablets pela empresa à Secretaria de Estado de Educação começa no mês de março. Já o repasse dos equipamentos aos professores da rede será realizado em escala e via Superintendência Regional de Ensino. Além da entrega, a SEE realizará uma capacitação com os professores para a apresentação dos tablets e exploração de suas potencialidades. O trabalho será coordenado pelos Núcleos de Tecnologias Educacionais (NTEs) de cada regional. “Queremos que esse equipamento seja uma ferramenta interessante, útil e prática para o professor usar na sala de aula”, disse Sônia Andere.




Fonte: Agência Minas

Estudantes de Alfenas participam de protesto em Brasília


Estudantes da Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) participaram de uma manifestação que reuniu alunos de universidades públicas que estão em greve na manhã desta quarta-feira (18), em Brasília (DF).

O grupo de estudantes da Unifal viajou durante toda a noite para dar apoio aos servidores e professores.
A concentração foi em frente a catedral e tomou a esplanada dos ministérios. O movimento reuniu 35 categorias de servidores públicos. Durante o protesto, os trabalhadores das universidades públicas reivindicam reposição salarial e a implantação de um plano de carreira. Além da questão salarial, os estudantes alegam que também é preciso aumentar as verbas para a educação.

O governo federal anunciou na última sexta-feira (13) uma proposta e um plano de carreira para os professores das universidades federais a partir do próximo ano, no entanto, ainda não atende as reivindicações da categoria e a greve permanece.


No Sul de MG

De acordo com a assessoria de comunicação da Universidade Federal de Lavras (Ufla), o campus de Lavras (MG) permanece em greve e não há previsão de retorno às aulas. Cerca de oito mil alunos estão sem aulas há 60 dias.
Já a Universidade Federal de Alfenas, que tem campus em Poços de Caldas (MG), Varginha (MG) e Alfenas (MG), quase cinco mil alunos estão sem aulas. O comando de greve ainda discute a proposta oferecida pelo governo federal.

Os institutos federais também permanecem em greve. No Sul de Minas dois mil estudantes estão sem aulas, tanto em cursos técnicos, de graduação e de pós graduação. A greve atinge também os técnicos administrativos do campus de Machado (MG).

A Universidade Federal de Itajubá (Unifei) foi a única da região que não aderiu à greve. Com isso, cerca de 15 mil alunos completam dois meses sem aulas no Sul de Minas.

A proposta

A proposta oferecida pelo governo federal não contempla o que os professores e técnicos administrativos pleiteiam. O site da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) informa que a proposta permite visualizar uma mudança na concepção das universidades e dos institutos federais, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos. O texto também diz que a proposta gerará redução de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos.

Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos.







Fonte: Informações G1

Escolas etaduais têm prazo para escolher livros didáticos de 2013


As escolas da rede estadual de ensino têm até o dia 1º de julho para escolher os livros didáticos que serão utilizados pelos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) em 2013. A distribuição dos livros didáticos é feita por meio do Programa Nacional do Livro Didático do governo federal, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que é responsável por comprar e distribuir obras didáticas aos alunos do ensino fundamental e médio.

Para orientar as escolas, o FNDE disponibiliza para as instituições o “Guia de Livros Didáticos”. A publicação é composta por resenhas das coleções disponíveis. O guia é encaminhado às escolas, que escolhem, entre os títulos disponíveis, aqueles que melhor atendem ao seu projeto pedagógico.

“Para que a escolha seja feita da melhor maneira possível, a secretaria aconselha as escolas a reunir os professores e discutir qual livro atende melhor as necessidades da escola. Depois de escolher o livro, o diretor da escola, que recebe uma senha para acessar o portal do FNDE, lança no sistema os livros escolhidos. Para cada disciplina, a escola deve colocar duas opções de livros, caso o FNDE não possa atender a primeira opção”, ressalta a diretora de Ensino Fundamental, Maria Helena Brasileiro.

Os educadores irão escolher livros para cinco disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Ciências. O número de livros enviados para as escolas leva em consideração o Censo Escolar. Geralmente os livros são enviados às escolas no mês de outubro. O primeiro passo para que as escolas recebam os livros didáticos é a adesão ao Programa. Em Minas Gerais, a adesão das escolas da rede estadual de ensino é feita pela Secretaria de Estado de Educação (SEE).


Capacitação dos professores

Para auxiliar as escolas da rede estadual de ensino na escolha dos livros didáticos, as superintendências Regionais de Ensino (SREs) realizaram capacitações com os representantes das escolas. Na SRE de Patos de Minas, a capacitação envolveu cerca de 120 professores e especialistas educacionais das escolas estaduais e envolveu representes das redes municipais.

No encontro, a analista educacional e coordenadora da capacitação, Maria Florinda Carvalho, deu dicas para a escolha do livro didático. “Durante a capacitação, ressaltamos que o melhor livro é aquele que atende a matriz curricular da Secretaria e que atende às necessidades dos alunos. A capacitação contou com oficinas e análise dos livros. Ao voltar para as escolas, os cursistas devem discutir com os demais professores o que foi repassado no encontro”, disse.





Fonte: Informações Agência Minas


Professores das universidades federais de MG podem entrar em greve na quinta-feira


Foi aprovado no sábado, em âmbito nacional, uma paralisação do setor. Em BH, o Cefet-MG pode parar a partir do dia 17

Os professores das universidades federais de Minas Gerais podem entrar em greve na quinta-feira, dia 17 de maio. Foi aprovado no sábado, em âmbito nacional, uma paralisação do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) coordenada pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

Em Belo Horizonte, os servidores do Centro Federal de Educação Federal Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) podem aderir à paralisação. Segundo o SindCefet-MG, uma assembleia na tarde desta segunda-feira vai definir se os professores param as atividades na próxima quinta. Os educadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) vão decidir amanhã à tarde sobre a adesão ao movimento.

Também estão na lista das instituições que podem começar a paralisação a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Universidade Federal de Lavras (UFLA), entre outras escolas cujos representantes sindicais participaram de reunião em Brasília com o Ministério da Educação. A rodada de reuniões locais, em cada universidade, acontecem hoje e terça-feira. Os docentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) não estão ligados ao Andes-SN, portanto não há indicativo de greve para a instituição.

A reunião, na última sexta-feira entre sindicatos e o ministro da educação, Aloizio Mercadante, definiu que o governo transformasse o PL 2203/11 em Medida Provisória. A MP, que trata de reajuste para os docentes de universidades públicas, foi publicada nesta manhã no Diário Oficial da União (DOU).

Mesmo com essa medida, os sindicato mantém o indicativo de greve, porque as revindicações vão além do reajustes autorizado pelo governo. Os servidores querem a reestruturação da carreira docente, com valorização do piso (o vencimento base hoje é R$ 557,51 para uma carga horária de 20 horas semanais); incorporação das gratificações; valorização e melhoria das condições de trabalho docente.






Fonte: Estado de Minas

Professores do Congo aprendem técnicas agrícolas no Sul de MG

Objetivo é levar conhecimento para ser aplicado no país africano devastado pela guerra



Professores da República Democrática do Congo visitam o Sul de Minas em busca de alternativas viáveis e baratas que possam ser aplicadas no país africano. Eles estão conhecendo de perto vários projetos agrícolas.

Os 15 professores africanos são da Universidade Livre dos Países dos Grandes Lagos, que fica na cidade de Goma, na República Democrática do Congo. Eles vieram conhecer projetos como a agricultura familiar e a agroecologia. A primeira visita aconteceu na sede da ONG Maria de Barro, no município de Nazareno. A Ong trabalha com a conservação do solo e outros projetos voltados para a preservação da natureza. Os professores também visitaram as áreas degradadas que estão sendo recuperadas pela ONG.

Os professores vieram ao Brasil através do projeto "Vozes da África", criado pelo professor Gilmar Tavares, extensionista da Universidade Federal de Lavras. Ele esteve em alguns países africanos e viu de perto a situação que as pessoas de lá vivem. Na região de onde os professores vieram, na foram mais de 30 anos de guerra civil. A situação foi retratada em vários filmes, como o "Hotel Ruanda". Mais de cinco milhões de pessoas morreram durante os conflitos e também de doenças e fome. Hoje, apesar da miséria, Ruanda e a República Democrática do Congo tentam se reestruturar e buscam a paz.

Ao todo, 60 professores do Congo devem visitar o Sul de Minas, divididos em quatro grupos de 15 professores. As visitas terminam no Sul de Minas nesta quinta-feira (17). O primeiro grupo ficou 15 dias na região.







Fonte:eptv

Projeto quer professor sem pós nas universidades

Está pronto para ser votado nesta terça-feira, no plenário do Senado, o projeto de lei que permite a contratação de professores universitários temporários sem diploma de pós-graduação.

A proposta desagrada a setores do meio acadêmico e levou a Sociedade Brasileira de Física (SBF) a divulgar nota contra a iniciativa, por considerá-la um risco ao desenvolvimento científico e tecnológico do país. A Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC) também elaborou parecer desfavorável à matéria.

"A exigência da pós-graduação para a docência no ensino superior mudou para melhor o perfil da universidade brasileira, ao aumentar a qualificação do docente", disse ontem o presidente da SBF, Celso de Melo.

Em carta enviada ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Melo pede que a votação seja adiada e solicita a realização de uma audiência pública sobre o tema. O fato de estar em pauta, porém, não significa que a proposta vá ser apreciada. No MEC, a expectativa é que isso só ocorra em agosto, após o recesso parlamentar. Se aprovada, ela seguirá para a Câmara.

A proposta altera o artigo 66 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Hoje, a LDB determina que professores universitários tenham diploma de pós-graduação: de doutorado, mestrado ou especialização. Pelo projeto em análise, porém, docentes de instituições públicas e privadas contratados em regime temporário poderiam lecionar tendo apenas diploma de graduação.




Da Agência O Globo

Professores da rede estadual de MG fazem paralisação nesta quinta

Categoria se reúne em assembleia para definir campanha salarial

Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais fazem paralisação na tarde desta quinta-feira (24). De acordo com informações do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), a categoria se reúne em assembleia a partir das 14h para definir a campanha salarial de 2011.

Por causa da mobilização, algumas escolas de Belo Horizonte não abriram e outras funcionaram parcialmente nesta quinta-feira (24). Ainda de acordo com o sindicato, na manhã desta quinta-feira (24), a paralisação foi total nas escolas Laura das Chagas, no bairro Serra, na Região Sul da cidade, na Escola Estadual Barão do Rio Branco e na Escola Estadual Bueno Brandão, que ficam no bairro Savassi, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

A Escola Estadual Governador Milton Campos, conhecida como Estadual Central, no bairro de Lourdes, na Região Centro-Sul da capital, funcionou parcialmente durante o período da manhã, de acordo com o sindicato.
A Secretaria Estadual de Educação não soube informar quantos alunos foram prejudicados pela paralisação, mas informa que as aulas que aconteceriam nesta quinta-feira (24) vão ser repostas.
Nesta sexta-feira (25), o Sind-UTE/MG se reúne com o governo, no gabinete da Secretaria de Educação, na Cidade Administrativa, na capital, para apresentar a pauta de reivindicações.







Fonte:eptv

Sul de Minas: Unifei abre 18 vagas para professores adjunto e assistente

Salários variam de R$4.650 a R$7.333

Estão abertas as inscrições para o concurso da Unifei (Universidade Federal de Itajubá) para as vagas de professor adjunto e professor assistente. São 18 vagas e os salários variam de R$4.650 a R$7.333. A taxa de inscrição é de R$ 92 para professor assistente e R$ 150 para professor adjunto.

As inscrições vão até o dia 24 de novembro e podem ser feitas através do endereço www.cops.unifei.edu.br ou no departamento de pessoal da Unifei. As vagas são para o campus de Itabira (MG).






Fonte:www.vnews.com.br