As vítimas foram induzidas a colocar créditos em números de celulares passados pelos golpistas
O golpe muda de cidade, mas não de essência. É sempre assim: um suposto deputado estadual telefona às prefeituras ou câmara municipal dizendo que está em apuros. Durante o pedido de ajuda, o farsante consegue, com artimanhas dignas dos larápios de cinema, persuadir quem lhe oferece apoio a colocar crédito em celulares.
A vítima mais recente foi Nilo Sales, secretário da Fazenda de Paraguaçu. O golpe foi de R$ 2.300 em créditos, mas o secretário confirmou que pagou do próprio bolso R$ 2 mil. O restante da dívida, contou, tentará negociar com a Prefeitura da cidade. A Polícia Civil investiga o caso.
Edelson Borges da Silva, assessor de gabinete da Prefeitura de Machado, passou pelo mesmo dissabor. Após conversa com deputado de araque, em janeiro deste ano, o assessor foi até uma banca de jornal para efetuar a recarga. Caiu no golpe. Prejuízo de R$ 2.250. Não para Silva, mas para o comerciante que espera o ressarcimento.
Itajubá não foge à regra. Antonio Raimundo Santi, presidente da Câmara de Vereadores de Itajubá, também recebeu o tal telefonema em janeiro, com o mesmo argumento, mas não desconfiou de nada. Um funcionário da Câmara foi a uma casa lotérica e efetuou a recarga de R$ 700 em créditos.
Fonte:eptv
O golpe muda de cidade, mas não de essência. É sempre assim: um suposto deputado estadual telefona às prefeituras ou câmara municipal dizendo que está em apuros. Durante o pedido de ajuda, o farsante consegue, com artimanhas dignas dos larápios de cinema, persuadir quem lhe oferece apoio a colocar crédito em celulares.
A vítima mais recente foi Nilo Sales, secretário da Fazenda de Paraguaçu. O golpe foi de R$ 2.300 em créditos, mas o secretário confirmou que pagou do próprio bolso R$ 2 mil. O restante da dívida, contou, tentará negociar com a Prefeitura da cidade. A Polícia Civil investiga o caso.
Edelson Borges da Silva, assessor de gabinete da Prefeitura de Machado, passou pelo mesmo dissabor. Após conversa com deputado de araque, em janeiro deste ano, o assessor foi até uma banca de jornal para efetuar a recarga. Caiu no golpe. Prejuízo de R$ 2.250. Não para Silva, mas para o comerciante que espera o ressarcimento.
Itajubá não foge à regra. Antonio Raimundo Santi, presidente da Câmara de Vereadores de Itajubá, também recebeu o tal telefonema em janeiro, com o mesmo argumento, mas não desconfiou de nada. Um funcionário da Câmara foi a uma casa lotérica e efetuou a recarga de R$ 700 em créditos.
Fonte:eptv







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