Sem acordo, alunos da Unifal seguem com a ocupação. (Foto: Reprodução EPTV)
Na nota, a universidade diz que a Reitoria sempre esteve aberta ao diálogo com todos os segmentos da comunidade universitária e que desde a ocupação se dispôs a se reunir por várias vezes com os estudantes, apresentando todas as informações sobre a Assistência Estudantil. Ainda conforme a nota, na tarde deste domingo (28), os estudantes apresentaram como reivindicação principal que todo estudante que possua o perfil social exigido pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (PRACE) seja contemplado com o programa.
De acordo com a universidade, no mesmo dia, a universidade respondeu que todo discente que solicitou participação no programa que foi classificado como apto tem assegurado seus benefícios conforme a seguinte classificação:
Perfil Discente 0-4, Auxílio Alimentação, Auxílio Moradia e Auxílio Permanência
Perfil Discente 5-9, Auxílio Alimentação e Auxílio Permanência
Perfil Discente 10-15: Auxílio Alimentação
A Unifal diz que a Reitoria propôs abrir a possibilidade da complementação de documentos para aqueles alunos que tiveram seu pedido indeferido por documentação incompleta. Por entender que a solicitação dos alunos foi atendida, a universidade solicitou a imediata desocupação do prédio, mas não foi atendida. A decisão de recorrer à Justiça, segundo a Unifal, vem da necessidade de retomar a rotina administrativa. A universidade, no entanto, não deixou claro quando irá entrar com o pedido judicial.
Segundo a liderança do movimento, os estudantes pretendem continuar na Reitoria até que a pauta de reivindicações seja atendida. Eles querem que todos os estudantes que se aplicam no perfil sócio-econômico do programa e não conseguiram o auxílio sejam beneficiados.
Fonte:G1








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