Dilma teria confidenciado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), que quer um nome técnico para assumir o comando da estatal
Apesar de os interlocutores do senador Hélio Costa (PMDB-MG) darem como certa a sua indicação à presidência de Furnas, a presidente Dilma Rousseff (PT) insistirá em um nome “técnico” para ocupar o cargo. Com a desistência do PT de brigar pelo comando da estatal de energia elétrica, o próprio PMDB nacional estaria disposto a abrir mão da disputa para atender o desejo da presidente. O deputado federal eleito, Newton Cardoso, que apoia o nome de Marcos Lima, deputado federal não reeleito, acredita que a situação está indefinida. No entanto, destaca que o nome de Costa não tem apoio da bancada na Câmara.
Dilma teria confidenciado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), que quer um nome técnico para assumir o comando da estatal. Como Hélio Costa não é da área, sua indicação nem foi levada em consideração pela presidente. A determinação de Dilma é tão grande em nomear um especialista do setor para o cargo que o PT mineiro desistiu de brigar pelo posto.
“Não estamos em disputa (por Furnas) com o PMDB ou com o senador Hélio Costa”, afirma o presidente do PT mineiro, deputado federal Reginaldo Lopes. De acordo com ele, o partido ficaria “satisfeito” em manter a diretoria que já possui. Atualmente, a legenda é representada no comando da estatal por Luís Fernando Paroli Santos, diretor de Gestão Corporativa. Paroli foi indicado pelo deputado federal Odair Cunha (PT), da corrente do ex-ministro Patrus Ananias.
Com a desistência do próprio partido pelo cargo, Dilma espera negociar com o PMDB para que faça o mesmo. Assim, a presidente poderia indicar um nome técnico que avaliar como mais adequado. O comando nacional da legenda já teria sinalizado que pode abrir mão desta indicação em troca de outras nomeações.
Mas enquanto o quadro não se define, o deputado federal eleito Newton Cardoso (PMDB) afirma que Hélio Costa está “forçando a barra” ao garantir que seu nome está certo em Furnas e provoca: “ninguém gosta do Hélio Costa”.
Cardoso, que assume o mandato de deputado federal em fevereiro, diz que já conversou com o vice-presidente Michel Temer, com o líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para dizer que as bancadas estadual e federal do partido indicam o nome de Marcos Lima para a presidência de Furnas. Lima é engenheiro e ex-diretor da estatal energética.
Afastando qualquer possibilidade de o nome de Costa ter sido indicado pela bancada nacional do PMDB no Senado, Cardoso garante que já está “tudo acertado” com o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para que o nome de Lima seja o único apresentado a Dilma.
O PMDB também busca espaços em outras estatais, como o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) – que será extinto com a criação da Agência Nacional de Mineração –, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), Fundação Nacional da Saúde e a permanência da presidência da Centrais de Abastecimento de Minas (Ceasa) no Governo estadual. “Queremos outros cargos. Eles serão negociados com o (ministro da Casa Civil Antonio) Palocci, caso a caso”, afirma Newton Cardoso.
Fonte:hojeemdia.com.br
Apesar de os interlocutores do senador Hélio Costa (PMDB-MG) darem como certa a sua indicação à presidência de Furnas, a presidente Dilma Rousseff (PT) insistirá em um nome “técnico” para ocupar o cargo. Com a desistência do PT de brigar pelo comando da estatal de energia elétrica, o próprio PMDB nacional estaria disposto a abrir mão da disputa para atender o desejo da presidente. O deputado federal eleito, Newton Cardoso, que apoia o nome de Marcos Lima, deputado federal não reeleito, acredita que a situação está indefinida. No entanto, destaca que o nome de Costa não tem apoio da bancada na Câmara.
Dilma teria confidenciado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), que quer um nome técnico para assumir o comando da estatal. Como Hélio Costa não é da área, sua indicação nem foi levada em consideração pela presidente. A determinação de Dilma é tão grande em nomear um especialista do setor para o cargo que o PT mineiro desistiu de brigar pelo posto.
“Não estamos em disputa (por Furnas) com o PMDB ou com o senador Hélio Costa”, afirma o presidente do PT mineiro, deputado federal Reginaldo Lopes. De acordo com ele, o partido ficaria “satisfeito” em manter a diretoria que já possui. Atualmente, a legenda é representada no comando da estatal por Luís Fernando Paroli Santos, diretor de Gestão Corporativa. Paroli foi indicado pelo deputado federal Odair Cunha (PT), da corrente do ex-ministro Patrus Ananias.
Com a desistência do próprio partido pelo cargo, Dilma espera negociar com o PMDB para que faça o mesmo. Assim, a presidente poderia indicar um nome técnico que avaliar como mais adequado. O comando nacional da legenda já teria sinalizado que pode abrir mão desta indicação em troca de outras nomeações.
Mas enquanto o quadro não se define, o deputado federal eleito Newton Cardoso (PMDB) afirma que Hélio Costa está “forçando a barra” ao garantir que seu nome está certo em Furnas e provoca: “ninguém gosta do Hélio Costa”.
Cardoso, que assume o mandato de deputado federal em fevereiro, diz que já conversou com o vice-presidente Michel Temer, com o líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para dizer que as bancadas estadual e federal do partido indicam o nome de Marcos Lima para a presidência de Furnas. Lima é engenheiro e ex-diretor da estatal energética.
Afastando qualquer possibilidade de o nome de Costa ter sido indicado pela bancada nacional do PMDB no Senado, Cardoso garante que já está “tudo acertado” com o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para que o nome de Lima seja o único apresentado a Dilma.
O PMDB também busca espaços em outras estatais, como o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) – que será extinto com a criação da Agência Nacional de Mineração –, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), Fundação Nacional da Saúde e a permanência da presidência da Centrais de Abastecimento de Minas (Ceasa) no Governo estadual. “Queremos outros cargos. Eles serão negociados com o (ministro da Casa Civil Antonio) Palocci, caso a caso”, afirma Newton Cardoso.
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