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Copa do Mundo: Dilma quer exército nas ruas contra manifestantes

A gastança com nosso dinheiro

O clima dos protestos contra a copa da Fifa e dos superfaturamentos ganha uma ingrediente a mais após os protestos em Caracas, na Venezuela. É como se os brasileiros tivessem se inspirado no protesto pacífico e inteligente contra a corrupção do país!

Por isso, a Presidente Dilma e seus aliados apressam votações e aprovações de leis para proibir uso de máscaras e todo tipo de material, que na visão do governo, pode ser uma arma durante um manifesto. Além disso, estão buscando dificultar os protestos e impor repressões mais duras do que as anteriores, o que no final pode resultar em manifestações mais intensas. Tudo isso, por conta de um governo que não sabe se comunicar com as massas e por conta de uma FIFA que manda mais que o governo atualmente, no Brasil!

Inclusive, a presidente quer o exército nas ruas para 'tomar conta', ou seja, contra os manifestantes.

Dilma: 18 mil máquinas agrícolas foram doadas para MG

A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta segunda-feira, durante entrevista a rádios de Minas Gerais que o governo federal já doou 18 mil máquinas agrícolas para municípios de até 50 mil habitantes e do semiárido. "São principalmente retroescavadeiras, motoniveladoras e caminhões-caçamba", disse. "O balanço dos recebimentos é muito positivo. Só para Minas Gerais demos 1.300 equipamentos", contabilizou.

Segundo Dilma, a entrega de algumas máquinas atrasou porque o governo federal optou por comprá-las de produtores nacionais, para incentivar a geração de emprego no País. "Foi muita pressão para que aprontassem tudo, por isso, o atraso"

A presidente também disse que o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) ofereceu R$ 18 bilhões em crédito emergencial com juro baixo para fortalecer o pequeno produtor rural brasileiro, sobretudo aquele que enfrenta períodos prolongados de seca.

Ainda de acordo com Dilma, em seu primeiro ano de funcionamento a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) ajudará um milhão de agricultores familiares, disponibilizando assistência técnica e colocando-os em contato com pesquisa e tecnologia. "Será uma revolução nas condições de trabalho do pequeno agricultor, vai aumentar a produtividade", disse.

Robustez fiscal

A presidente Dilma Rousseff aproveitou a entrevista também para pressionar os governos estaduais e municipais e aderirem à agenda de austeridade fiscal da administração federal. Ela confirmou um superávit primário do governo central de R$ 75 bilhões em 2013, que havia sido adiantado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ainda não foi divulgado oficialmente pelo Tesouro Nacional.

"Não é só a União que é responsável. Eu também queria alertar para o fato de que fazer esforço fiscal tem de fazer parte da agenda de Estados e municípios", afirmou Dilma, acrescentando desejar que os governos estaduais e municipais participem "desse esforço de robustez fiscal".

A presidente também comentou que o País continua "com situação confortável na área das reservas (internacionais)" e avaliou que a redução dos estímulos nos Estados Unidos será "muito menos dramática do que se pensou no início". Segundo a presidente, quando os EUA sinalizaram o início da redução nas compras mensais de bônus, "houve uma flutuação para todo o mundo, mas isso está se estabilizando".





Fonte: Estado de Minas

Aluna mineira vence o Prêmio Jovem Cientista e é premiada em Brasília

Thaís Rocha Arrighi foi premiada em Brasília
Depois de desenvolver um projeto que gerou economia de água na Escola Estadual Professora Francisca Pereira Rodrigues, do município de Piraúba, Thaís Rocha Arrighi recebe seu prêmio. A aluna do 2º ano do ensino médio conquistou o 2º lugar da categoria Estudante de Ensino Médio do Prêmio Jovem Cientista e recebeu sua premiação, um laptop, das mãos da presidente Dilma Rousseff hoje, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

“Essa foi a primeira vez que a escola participou e eu também. Esse resultado foi surpreendente. Gostei muito de ter ganhado, o trabalho está sendo bem visto, dá visibilidade para a escola e isso estimula a gente a pesquisar mais sobre o consumo de água. Essa será a primeira de muitas pesquisas tenho certeza”, conta a idealizadora do projeto ‘Chiquita economizando água – hábitos inadequados e hábitos adequados’.

Participaram da cerimônia, além da presidente, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação; Marco Antonio Raupp; o presidente do CNPq Glaucius Oliva; o representante da Fundação Roberto Marinho Paulo Marinho; a vice-presidente do Instituto Gerdau, Beatriz Gerdau Johannpeter, e o presidente e CEO da GE Brasil, Gilberto Peralta.

O projeto vencedor desenvolvido por Thais veio da sua vontade de mostrar aos colegas de sua escola quanta água eles consumiam, curiosidades sobre o consumo brasileiro e informações que levassem à conscientização dos outros alunos e da escola no intuito de poupar água. No projeto, através de questionários, a aluna chegou a medidas que poderiam ser tomadas para chegar nesse resultado.

Prêmio Jovem Cientista

Iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Gerdau e a GE, o Prêmio Jovem Cientista premia projetos de estudantes do país desde 1981. Este ano, o Prêmio que teve o tema ‘Água – desafios da sociedade’ bateu recorde de inscrições. Foram 3.226 inscrições de todo o país, sendo 2.541 na categoria Estudante do Ensino Médio. O Prêmio também conta com as categorias “Mestre e Doutor” e “Estudante do Ensino Superior”.





Fonte> Agência Minas

Preços da cafeicultura e viagem de Dilma a Varginha no Sul de Minas

A viagem da presidente Dilma Rousseff a Varginha, no Sul de Minas, prevista para esta quarta-feira (7), pode ser um sucesso ou um fracasso. Vai depender do anúncio que ela fizer – ou não – das medidas para tirar a cafeicultura da crise provocada pelos preços baixos do café, principal produto agrícola da região.

Se não tiver nada para anunciar, talvez fosse melhor não voltar hoje a Varginha, onde esteve pela última vez em 2010, durante a campanha eleitoral. Pois os cafeicultores do Sul de Minas, que já fizeram protestos nas ruas, na última década, estão muito irritados com seu governo. Desde novembro, esperam por ajuda.

Quando Dilma Rousseff foi a Varginha no dia 16 de setembro de 2010 para pedir votos, ela prometeu ajudar na solução dos problemas de endividamento e na fixação de um preço mínimo para a saca de café. De fato, seu governo fixou para este ano preço mínimo de R$ 307, mas os cafeicultores aguardam há nove meses a liberação dos recursos oficiais para financiamento da colheita, estocagem e custeio do café.

Há dois dias, cafeicultores viajaram a Brasília para ouvir do ministro da Agricultura, Antônio Andrade, do PMDB mineiro, o anúncio do pacote de apoio ao setor. Mas ele, depois de se fazer esperar por mais de uma hora, apareceu para se desculpar: não conseguira encerrar as negociações com a área econômica do governo.

Para minimizar a decepção, acrescentou que talvez as medidas fossem anunciadas hoje pela própria presidente, em Varginha.
O presidente da Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé, Carlos Paulino, um dos que aguardavam o anúncio no auditório do Ministério da Agricultura, na segunda-feira, afirmou aos repórteres que parte do café colhido neste ano no Sul de Minas fora vendida a R$ 280 a saca – R$ 27 abaixo do preço mínimo –, pois o produtor não podia esperar mais para pagar as contas. Na Zona da Mata, o prejuízo seria ainda maior. O preço de produção da saca é calculado ali em R$ 360, mas produtores pressionados pelos credores têm vendido a R$ 240.

Apesar das dificuldades de quem produz e emprega mão de obra na cafeicultura, as exportações do setor em Minas somaram US$ 3,4 bilhões no período de 12 meses iniciado em julho de 2012. É um setor que não pode ser ignorado pelo governo, assim como o agronegócio brasileiro como um todo.

Sem este, as exportações do país teriam ficado menores em US$ 100 bilhões.








Fonte: Informações Hoje Em Dia

Não é piada ! A Dilma baixa tarifa, mas a Cemig aumenta

Até parece piada, a presidenta Dilma vem e diz que a tarifa de energia vai baixar, ai vem a Cemig e diz que a tarifa vai subir, e embora isso esteja programado para o dia primeiro de abril não é mentira, prepare o bolso.

A partir de abril deste ano, os consumidores mineiros de energia elétrica poderão tomar um choque. A celebrada redução de 18,14% na conta de luz dos consumidores da Cemig poderá ser de apenas 8,95% depois do dia 8 do referido mês. Na manhã de ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou uma revisão tarifária que prevê alta de 11,23% para clientes residenciais do Estado. Para a indústria, haveria nova queda, dessa vez de 2,51%. Na média, a alta seria de 6,36%.

A revisão das tarifas é periódica e geralmente já está prevista nos contratos de concessão. Essa revisão não tem nenhuma relação com a lei 12.873, de janeiro deste ano, que determinou as quedas nas tarifas de energia com base no novo modelo proposto pelo governo federal para renovação das concessões de usinas.

Levando em conta a redução de 18,14% e a possível alta de 11,23%, para o consumidor o saldo será de queda de 8,95% - bem menor do que a esperada. Assim, a tarifa mais barata para os consumidores da Cemig, no patamar prometido pelo governo federal, durará apenas cerca de três meses.

É importante ressaltar que esses novos reajustes ainda terão de passar pelo crivo público antes de entrar em vigor. No dia 27 de fevereiro (ainda sem horário nem local definidos), acontecerá na capital uma audiência pública para discutir o tema. A partir do dia 31 de janeiro, pelo site da Aneel (www.aneel.gov.br) será possível enviar contribuições a essa proposta.

"Quero saber que critério foi utilizado para esse reajuste indecente", diz o deputado federal Weliton Prado (PT). Segundo ele, a tendência observada na Aneel para esse processo de revisão tarifária era de nova queda. "O próprio diretor geral da Aneel (Nelson Hubner) me disse que a tendência era de queda. Quem sugeriu esse reajuste foi o diretor Edvaldo Alves de Santana e quero saber dele que critérios foram utilizados", questionou.

O deputado promete uma grande mobilização contra o reajuste. "Não pode ficar assim. Leva a gente a pensar se não foi o poder econômico da Cemig que determinou esse absurdo".

O especialista em energia Raimundo de Paula Batista Neto diz que, possivelmente, o reajuste já leva em conta a utilização das termelétricas, que são muito mais caras do que a energia hidrelétrica. "Se houve necessidade de utilização das termelétricas, a concessionária precisa arcar com os custos usando seu capital de giro e só será remunerada na próxima revisão tarifária", explica. "Se houver utilização de termelétricas em 2013,em função da queda nos níveis dos reservatórios, o próximo reajuste será pesado e, talvez, isso já esteja sendo antecipado".

Por meio de nota, a Cemig informou que, "por enquanto, não irá se pronunciar a respeito desses valores".






Fonte: Informação O Temo

Homem tenta invadir Palácio do Planalto para pedir Dilma em "casamento".


A calma do Palácio do Planalto foi quebrada no início da noite desta terça-feira (11) quando Edmeire Celestino da Silva, 29 anos, subiu parte da rampa externa, na tentativa de entrar no prédio.

Aparentemente embriagado, de pés descalços e calçando apenas meias, o paulista de Campinas foi imediatamente contido pela segurança presidencial.

Enquanto aguardavam um carro do Corpo de Bombeiros para levá-lo a algum albergue, como informou um segurança, Edmeire falou coisas sem nexo para as câmaras de televisão e fotógrafos.

A única coisa inteligível foi que queria casar com Dilma Rousseff, de quem portava uma fotografia no bolso, juntamente com a carteira de identidade.

Foi a segunda tentativa, hoje, de Edmeire para entrar no Palácio do Planalto. Pela manhã, momentos antes da solenidade de anúncio da redução de preços no consumo de energia elétrica, Edmeire já havia sido contido pela segurança, antes mesmo de subir na rampa.








Fonte:Agência Brasil

Ministros de Dilma e seus supersalários

Artifício largamente empregado em governos passados para proporcionar uma remuneração de mercado a integrantes do primeiro escalão da Esplanada dos Ministérios, os conselhos de administração e fiscal de estatais e empresas públicas continuam a ser usados para turbinar os salários de ministros de Estado. Levantamento mostra que nos 38 ministérios do governo da presidente Dilma Rousseff, um terço dos ministros integra hoje uma elite do funcionalismo com supersalários que ultrapassam o teto salarial de R$ 26.723,15. São 13 ministros que engordam seus rendimentos com jetons por participação em conselhos de empresas.

O campeão é o ministro da Defesa, Celso Amorim, que acumula seu salário com o pró-labore de R$ 19,4 mil pagos pela participação no Conselho de Administração da Itaipu Binacional. São R$ 46,1 mil mensais brutos de remuneração. No comando da área econômica do governo, os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, estão empatados na segunda posição do ranking dos mais bem pagos da Esplanada, com renda mensal bruta de R$ 41,5 mil. Ambos são conselheiros da Petrobrás e da BR Distribuidora, com jetons que alcançam quase R$ 15 mil mensais.

O ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) engorda o salário com jetons de dois conselhos: é presidente do Conselho de Administração do BNDES, onde ganha R$ 6 mil mensais brutos, e integra também o BNDESPar, recebendo R$ 5,3 mil. Braço direito de Dilma, Pimentel usufrui de R$ 38,1 mil por mês de renda. O vencimento do ministro da Ciência e Tecnologia é inferior ao do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que acumula o salário de ministro com os jetons de duas empresas: BrasilPrev e BrasilCap, chegando a ganhar R$ 38,7 mil mensais.







Fonte:consuladosocial

Tratamento em casa pelo SUS seguirá modelo norte-americano

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (11) que o governo vai usar a experiência norte-americana dos home cares para financiar estruturas de atendimento a doentes em casa. A finalidade é amenizar a demanda em hospitais do Sistema Único de Saúde. Além disso, a quantidade de médicos será ampliada.

"O governo vai financiar com seus recursos uma parte muito importante: o tratamento do doente em sua casa, como se fosse no hospital", disse a presidenta. "Em certos casos, a pessoa não precisa ficar uma semana no hospital. Ela pode ficar em casa se tiver alguém para cuidar. Vamos financiar a estrutura de acompanhamento dessas pessoas que estão em fase de recuperação."

As portarias que reorganizam o atendimento de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS) e preveem o tratamento domiciliar já foram publicadas pelo Ministério da Saúde. Para este ano, o investimento deve ser de R$ 36,5 milhões. A presidenta, porém, não deu detalhes de quando o sistema estará funcionando.

Dilma destacou ainda que faz parte da política de saúde aumentar o número de vagas nas universidades para a formação de médicos, principalmente nas universidade criadas no processo de interiorização do ensino superior. "O Brasil formou poucos médicos nos últimos anos", disse a presidenta. “Fizemos uma parceria entre o Ministério da Saúde e da Educação para a ampliação da oferta dos cursos de medicina, principalmente nas universidades que nós interiorizamos", completou.










Fonte:agênciabrasil

Miseráveis resistem à espera das promessas dos governantes

Depois que o Governo Lula retirou milhares da pobreza, Dilma Rousseff tem o desafio de acabar com a miséria diária de 909.559 mineiros

Família Ferreira vive com renda per capita mensal abaixo de R$ 70, em Neves


A presidente Dilma Rousseff terá uma tarefa árdua a partir de junho, quando irá lançar oficialmente o programa Brasil sem Miséria. A meta é acabar com a pobreza extrema de 16,2 milhões de brasileiros, dos quais quase 1 milhão em Minas Gerais, até 2014. Já num primeiro momento, um dos maiores desafios será justamente ter acesso a essas famílias que vivem abaixo da linha da pobreza.



A situação é tão crítica que nem o Bolsa Família – programa de transferência de renda criado em 2004, no primeiro mandato do ex-presidente Lula – conseguiu localizar efetivamente aqueles que estão totalmente na exclusão, como os moradores de rua. Em Minas, a maioria (550 mil) vive em periferias urbanas, sobretudo no Norte do Estado e na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Mas o exército de miseráveis na área rural não fica muito abaixo disso: 409 mil. Cláudia Aparecida Ferreira, 38 anos, casada, mãe de quatro filhos, faz parte desse exército. Mora num casebre de três cômodos – sala, quarto e cozinha –, que ocupa uma área de 50 metros quadrados de um terreno invadido há dez anos, pertencente ao Governo de Minas, no município de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de BH.

Conforme a Prefeitura de Ribeirão das Neves, Cláudia, os filhos e o marido Joaquim Manoel Filho (58 anos) moram no bairro Sevilha B, nome pomposo para um lugar invadido que conta com água encanada fornecida pela Copasa, mas não tem esgoto nem energia elétrica. A luz que ilumina o casebre foi obtida por meio de “gato”, uma ligação irregular feita para furtar energia elétrica.

Como não têm banheiro em casa, Cláudia e sua família usam uma fossa construída no terreno ocupado, onde é despejado o lixo e corre um esgoto a céu aberto. Ali, as crianças brincam livremente, junto com dezenas de gatos e cachorros que também povoam o lugarejo, que fica a 1 quilômetro do centro da cidade. Assim como na casa de Cláudia, 17,2% dos domicílios das famílias mais pobres do Estado não têm banheiro nem coleta de lixo.

Cláudia estudou até a 3ª série do ensino fundamental; Joaquim é analfabeto. Para sobreviver, fazem carretos e recolhem esterco e lixo das ruas de Neves, 18º município com o mais baixo (0,749) Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Região Metropolitana de BH, que engloba 34 cidades. Com o entulho que juntam na velha carroça puxada por um cavalo, apuram no máximo, quando conseguem, R$ 10 por dia. “Hoje não fizemos nenhum carreto. Só tenho arroz e um pouco de leite para dar aos meninos”, queixou-se Cláudia.

Assim, junto com a família, apurando um máximo de R$ 300 por mês, Cláudia engorda a lista dos miseráveis obrigados a viver com renda per capita mensal abaixo de R$ 70. Para delimitar os brasileiros que vivem em condições de extrema pobreza, o governo utilizou dados do Censo Demográfico de 2010. A linha da miséria foi estabelecida em R$ 70 per capita, considerando o rendimento nominal mensal domiciliar.

Dos quase 1 milhão de miseráveis que vivem em Minas, 451 mil estão na faixa etária de zero a 19 anos, o que totaliza 49,6% da população extremamente pobre. Eles não têm acesso a serviços públicos básicos como Saúde e Educação. É também nesse contexto que vivem os filhos de Cláudia: Washington, 8 anos; Weverton, 6; Erika, 4; e Werick, 2.

Mesmo se esforçando, Cláudia não se lembra da última vez que levou as crianças ao médico. Ela diz que nem sempre há médicos no posto de saúde e que, muitas vezes, o acesso ao local é difícil. “Se tem médico, é sempre muito cheio. Não posso ficar o dia inteiro esperando. Se fico parada, não consigo ajudar meu marido com os carretos e ficamos sem ter o que comer.”

Washington, o primogênito do casal, parou de estudar para ajudar o pai a reciclar o lixo para vender. “Se não ajudo meu pai, não temos dinheiro. Sem dinheiro, passamos fome. É muito triste ver meus irmãos menores chorando de fome.”

A secretária-executiva de Erradicação da Pobreza do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Ana Fonseca, reconhece que um dos grandes desafios do Governo federal para implantar o programa será ter acesso efetivo a essas famílias. Mas a ação vai exigir também, além da continuidade do crescimento econômico com distribuição de renda, políticas públicas austeras de inclusão e desenvolvimento social.

A presidente Dilma Rousseff terá uma tarefa árdua a partir de junho, quando irá lançar oficialmente o programa Brasil sem Miséria. A meta é acabar com a pobreza extrema de 16,2 milhões de brasileiros, dos quais quase 1 milhão em Minas Gerais, até 2014. Já num primeiro momento, um dos maiores desafios será justamente ter acesso a essas famílias que vivem abaixo da linha da pobreza.

A situação é tão crítica que nem o Bolsa Família – programa de transferência de renda criado em 2004, no primeiro mandato do ex-





Fonte:hojeemdia.com.br

Dilma indica Flávio Decat para Presidência de Furnas

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou que Flávio Decat foi indicado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a presidência de Furnas. Decat já teria aceitado o convite, de acordo com Lobão.
O ministro afirmou ainda que vai conversar com todos os líderes partidários para evitar desentendimentos sobre a questão.
Flávio Decat foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Eletrobras, Eletronuclear e, atualmente é o vice-presidente do Grupo Rede do setor privado.






Fonte:otempo

Dilma resolve tirar os poderes do novo presidente de Furnas

Articulador. Temer, um dos responsáveis pelas negociações entre governo e PMDB, foi encarregado de nomear o presidente de Furnas


Mais uma reviravolta está se ensaiando nas indicações para a presidência de Furnas Centrais Elétricas. Segundo informações de bastidores, a presidente Dilma Rousseff teria determinado que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) indique o nome que irá controlar a estatal. A intenção da presidente, com isso, é abafar o racha nas bases do PMDB - partido controlado por Temer - principalmente em Minas Gerais e Rio de Janeiro, Estados que disputam a indicação para o cargo. Dilma, no entanto, pretende tirar parte do poder do presidente da estatal.

A maior parte dos R$1,6 bilhão, que serão investidos em Furnas só neste ano, deverá ficar sob controle da diretoria de engenharia da estatal. O cargo será ocupado por um gestor com perfil técnico, indicado por Dilma, e que, portanto, seja de sua confiança. Com isso, Dilma busca contemplar o PMDB, ao mesmo tempo em que impõe seu desejo de colocar técnicos no comando da empresa.

Ontem, o senador mineiro Hélio Costa, um dos indicados pelo PMDB no Estado para a presidência de Furnas, se reuniu com Temer. O encontro ocorreu depois de o vice-presidente ter dito, no último fim de semana, que a presidência de Furnas será preenchida por um técnico. Ele também criticou a "briga ácida" pelo comando da empresa.

Não foi divulgado o que ficou resolvido no encontro, mas Furnas foi a pauta principal da reunião. Costa ainda se encontrou com o senador Clésio Andrade (PR), que declarou seu apoio a ele na disputa pelo cargo. O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, titular da pasta sob a qual Furnas está atrelada, também recebeu Costa em uma reunião.

Estratégia. Depois de desentendimentos entre partidos aliados, Dilma esperava apenas a eleição da Mesa Diretora da Câmara e do Senado, que ocorre hoje, para continuar as indicações para o segundo escalão do governo. A retomada dos anúncios deverá ser feita ainda nesta semana e vai se iniciar pelas estatais do setor elétrico, como é o caso de Furnas.

A divisão dos cargos do segundo escalão será feita proporcionalmente ao mapa de poder real do novo Congresso, que assume hoje. Com isso, parlamentares derrotados e sem voz não devem ter vez no governo. Essa estratégia foi acertada com a presidente pelo ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. A estratégia, com isso, é garantir a fidelidade dos parlamentares da base e dar folga ao governo nas votações mais importantes. (Com agências)











Fonte:otempo

Guerra por Furnas faz Dilma descartar nomeação política

Recusa. Dilma Rousseff não vai aceitar nenhuma indicação política para o comando de Furnas



Brasília. A disputa pelo comando de Furnas Centrais Elétricas desencadeou uma guerra entre grupos do PT e do PMDB e serviu para reforçar a disposição da presidente Dilma Rousseff de descartar indicações políticas para a presidência da estatal. Com isso, petistas e peemedebistas estão em busca de um técnico que possam apadrinhar e que, ao mesmo tempo, agrade à presidente.


A tendência é que o novo presidente continue a ser uma indicação do PMDB. Os petistas não se opõem a este arranjo, desde que o indicado não seja ligado ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com quem estão em conflito aberto.


Além de uma lista de técnicos que será entregue ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o PMDB mantém uma indicação política: o ex-ministro e candidato derrotado ao governo de Minas Gerais em 2010, Hélio Costa.


Denúncias. Documento elaborado por funcionários de carreira de Furnas aponta o que chamam de "declínio contínuo" da estatal desde 2007, quando a presidência foi entregue ao PMDB fluminense. Na ocasião, Eduardo Cunha emplacou o ex-prefeito do Rio Luiz Paulo Conde, depois substituído pelo atual presidente, Carlos Nadalutti, com aval do peemedebista.


Cunha acusa "setores do PT" de avançarem sobre cargos do PMDB e acobertarem a "incompetência" de diretores de Furnas ligados a petistas. "É melhor eles assumirem logo que querem o governo só para eles. E talvez seja pouco", protestou o deputado, que, desde a última segunda-feira, usa o Twitter para se defender.


O relatório dos funcionários, de duas páginas e meia, sem assinatura, foi entregue ao deputado licenciado Jorge Bittar (PT-RJ), secretário municipal de Habitação do Rio, que encaminhou ao ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, presidente do PT do Rio.


O dossiê aponta sobrepreços e atrasos nas obras das usinas de Simplício e Batalha. A usina de Simplício tinha investimento inicial previsto de R$ 1,6 bilhão, mas chegou a R$ 2,2 bilhões. Já Batalha passou de R$ 381 milhões para R$ 740 milhões.


Outra operação considerada suspeita pelos empregados foi a aquisição de um lote de ações no valor de R$ 80 milhões, menos de um ano depois de a estatal ter rejeitado compra semelhante no valor de R$ 7 milhões. Reportagem do jornal "O Globo" informou que a operação favoreceu a Companhia Energética Serra da Carioca II, do grupo Gallway, que tinha entre seus diretores Lutero de Castro Cardoso, que seria ligado a Eduardo Cunha.


Em nota, o deputado diz que não tem nenhuma ingerência sobre contratações ou negócios da estatal.




Fonte:otempo

Hélio Costa mais distante da presidência de Furnas

Dilma teria confidenciado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), que quer um nome técnico para assumir o comando da estatal



Apesar de os interlocutores do senador Hélio Costa (PMDB-MG) darem como certa a sua indicação à presidência de Furnas, a presidente Dilma Rousseff (PT) insistirá em um nome “técnico” para ocupar o cargo. Com a desistência do PT de brigar pelo comando da estatal de energia elétrica, o próprio PMDB nacional estaria disposto a abrir mão da disputa para atender o desejo da presidente. O deputado federal eleito, Newton Cardoso, que apoia o nome de Marcos Lima, deputado federal não reeleito, acredita que a situação está indefinida. No entanto, destaca que o nome de Costa não tem apoio da bancada na Câmara.



Dilma teria confidenciado ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), que quer um nome técnico para assumir o comando da estatal. Como Hélio Costa não é da área, sua indicação nem foi levada em consideração pela presidente. A determinação de Dilma é tão grande em nomear um especialista do setor para o cargo que o PT mineiro desistiu de brigar pelo posto.



“Não estamos em disputa (por Furnas) com o PMDB ou com o senador Hélio Costa”, afirma o presidente do PT mineiro, deputado federal Reginaldo Lopes. De acordo com ele, o partido ficaria “satisfeito” em manter a diretoria que já possui. Atualmente, a legenda é representada no comando da estatal por Luís Fernando Paroli Santos, diretor de Gestão Corporativa. Paroli foi indicado pelo deputado federal Odair Cunha (PT), da corrente do ex-ministro Patrus Ananias.



Com a desistência do próprio partido pelo cargo, Dilma espera negociar com o PMDB para que faça o mesmo. Assim, a presidente poderia indicar um nome técnico que avaliar como mais adequado. O comando nacional da legenda já teria sinalizado que pode abrir mão desta indicação em troca de outras nomeações.



Mas enquanto o quadro não se define, o deputado federal eleito Newton Cardoso (PMDB) afirma que Hélio Costa está “forçando a barra” ao garantir que seu nome está certo em Furnas e provoca: “ninguém gosta do Hélio Costa”.



Cardoso, que assume o mandato de deputado federal em fevereiro, diz que já conversou com o vice-presidente Michel Temer, com o líder do Governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para dizer que as bancadas estadual e federal do partido indicam o nome de Marcos Lima para a presidência de Furnas. Lima é engenheiro e ex-diretor da estatal energética.



Afastando qualquer possibilidade de o nome de Costa ter sido indicado pela bancada nacional do PMDB no Senado, Cardoso garante que já está “tudo acertado” com o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para que o nome de Lima seja o único apresentado a Dilma.



O PMDB também busca espaços em outras estatais, como o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) – que será extinto com a criação da Agência Nacional de Mineração –, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), Fundação Nacional da Saúde e a permanência da presidência da Centrais de Abastecimento de Minas (Ceasa) no Governo estadual. “Queremos outros cargos. Eles serão negociados com o (ministro da Casa Civil Antonio) Palocci, caso a caso”, afirma Newton Cardoso.







Fonte:hojeemdia.com.br


Dilma vai criar gabinetes em Belo Horizonte e Porto Alegre

Petista se mostraria "presente" em sua terra e disputaria espaço com Aécio


Tentando se aproximar do eleitorado mineiro, a presidente Dilma Rousseff vai instalar um gabinete em Belo Horizonte. A ideia, segundo fontes próximas a ela, é que Dilma despache normalmente enquanto estiver na capital mineira, cidade onde nasceu. Outra capital que vai ganhar um gabinete de Dilma é Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde ela construiu a maior parte de sua trajetória política. Na capital gaúcha, também moram a filha e o neto da presidente.

No caso de Belo Horizonte, ao mesmo tempo em que cria uma maior identificação com o eleitorado, Dilma começa a combater o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB). Como ele desponta para ser o expoente da oposição no país ao longo dos próximos quatro anos e planeja sua candidatura presidencial em 2014, Dilma, com um gabinete, reafirmaria sua identificação com Belo Horizonte. Seria uma forma de tentar neutralizar a ação de Aécio em Minas.

A presidente perdeu na capital mineira no primeiro e segundo turnos das eleições de 2010. Ela sabe que precisa ampliar sua ligação com a cidade, analisam interlocutores.

Aliados explicam ainda que Dilma Rousseff também planeja criar uma estrutura "considerável" em seus dois gabinetes. Os assessores que vão trabalhar nas duas unidades vão cuidar de assuntos de Minas e do Rio Grande do Sul, enquanto Dilma não estiver presente. Quando ela precisar despachar em Belo Horizonte e Porto Alegre, os funcionários teriam a rotina normal de assessores que trabalham no gabinete do Palácio do Planalto.

"Dilma ainda vai surpreender muita gente. Ela tem ideias novas, que nunca foram implementadas no setor público. Essa ideia de descentralização em cidades que ela frequenta, como Belo Horizonte e Porto Alegre, mostra que ela pretende dar celeridade às decisões de sua administração", afirma uma aliada da presidente em Minas Gerais.

LOCALIZAÇÃO. O local onde vai funcionar o gabinete de Dilma em Belo Horizonte ainda não foi definido. Mas fontes acreditam que ele deverá ser instalado em algum prédio da região Centro-Sul de Belo Horizonte. O bairro mais cotado até agora é Lourdes. A Pampulha, onde moram familiares da presidente, já foi descartada.

Em que pese a iniciativa inédita de Dilma de montar um gabinete fora da capital federal, seus aliados em Minas ainda não sabem quando ela volta ao Estado. A última vez em que Dilma esteve em Belo Horizonte foi em 30 de outubro de 2010, véspera do segundo turno das eleições, quando ela foi eleita.









Fonte:otempo.com.br

Paulo Bernardo diz que governo vai massificar uso da internet até fim da gestão Dilma

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira (20) que o governo irá massificar o uso da internet no país até 2014. Para atingir o objetivo, Bernardo aposta no barateamento do Plano Nacional de Banda Larga, que está entrando em funcionamento no começo deste ano.

"A nossa ideia é massificar até o final do governo da presidenta Dilma o uso da internet”, disse, em debate na Campus Party, em São Paulo. “Até abril, fecharemos os acordos para baratear o preço da internet do plano. Uma das intenções é reduzir os impostos”.

Além de negociar com os estados a redução dos impostos do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o ministro ressaltou que trata com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para colocar na política industrial do país cortes de impostos sobre os computadores e tablets - dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à internet. “O governo está fazendo uma reavaliação do que tem em termos de política industrial, e inclusive com a questão tributária”.

De acordo com Bernardo, hoje o preço da conexão do Plano Nacional de Banda Larga está em R$ 35 com a aplicação do ICMS, e em pouco menos de R$ 30, nos estados que o isentarão do imposto. “Falei isso com vários secretários de Fazenda, alguns governadores disseram que topam negociar isso [reduzir o ICMS]”.

Hoje a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a Telebras, vinculada ao Ministério das Comunicações, a operar a internet banda larga. Apesar de a licença permitir que a empresa forneça o acesso ao consumidor final, o ministro afirmou que a Telebras não deverá fazê-lo. “Essa não é a vocação da Telebras. Mas onde ninguém fizer [o acesso a banda larga], nós vamos fazer”. As informações são da Agência Brasil.








Fonte:correio24horas.com.br

Dilma decreta luto oficial de três dias

Governador Sérgio Cabral também decreta luto, mas de sete dias


A presidente Dilma Rousseff decretou, na noite desta sexta-feira (14), luto oficial de três dias em lamento às vítimas das enxurradas no Rio, que já mataram 560 pessoas.

O ato, de abrangência nacional, é contado desde ontem, quando Dilma reuniu, pela primeira vez, todos os ministérios do governo. Após a reunião, foi anunciada a antecipação para o Estado fluminense de R$ 100 milhões para ações de emergência nos municípios mais atingidos.

O texto original do decreto só deverá ser publicado no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (17), quando metade do dinheiro liberado deverá ser depositado na conta do governo estadual.

Também ontem, o governador do Rio, Sérgio Cabral, decretou luto oficial, mas de sete dias. A informação só foi divulgada neste sábado (15).

Nesta semana, quando os temporais devastaram principalmente Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, na região serrana, Dilma sobrevoou as cidades e depois se encontrou com a equipe de governo do Estado.

Neste sábado, a presidente descansa com a família em Porto Alegre.








Fonte:hojeemdia.com

Mais uma oportunidade para cativar os indecisos

Dilma Roussef (PT) e José Serra (PSDB) vão ao debate da Rede Record, hoje, de olho nos cerca de 6% de eleitores que ainda não sabem em quem votar no segundo turno

Após a campanha de ontem no Rio, os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PMDB) voltam as suas atenções para o terceiro dos quatro debates programados para o segundo turno em canais abertos de televisão. Às 23h de hoje, na TV Record, ambos tentarão cativar os eleitores indecisos, que, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na última semana, ainda somam 6%.

O cientista político da Universidade Federal de Minas Gerais, Bruno Reis, critica o formato dos debates televisivos no Brasil. “Aqui, diferentemente do que ocorre em outros países, como os Estados Unidos, debates acabam sendo muito engessados pelo regulamento previamente acordado entre os partidos e as emissoras”, frisou.


Fonte:odia.terra

Presidenciáveis preparam maratona por terras mineiras

A candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) virá ao estado, segundo maior colégio eleitoral do país, pelo menos mais duas vezes nos próximos 15 dias.
Um dos focos da passagem de Dilma por Minas é atrair os eleitores que votaram na Marina Silva. A candidata do PV obteve 2,29 milhões de votos no estado. “A nossa intenção é fazer uma campanha específica mineira, em que a candidata reafirme os seus compromissos com o estado”, disse o presidente do PT e coordenador da campanha em Minas, Reginaldo Lopes. A duplicação da BR-381 até Governador Valadares, universidade para todas as regiões, a ampliação do número de escolas técnicas e os investimentos do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC 2), serão dos temas que Dilma vai usar com mais ênfase.

Reginaldo Lopes ressaltou que o objetivo é politizar a campanha. “A nossa intenção é fazer o contrário do que o adversário (José Serra, do PSDB) está tentando fazer, reduzindo o debate político a temas que não são prerrogativas do Executivo Nacional e a boatos e invenções”, acrescentou. A coordenação da campanha em Minas se reuniu no sábado para estabelecer o calendário das principais ações para as próximas semanas e a estratégia de atuação. Reginaldo Lopes disse que a intenção é de que Dilma participe do encontro com prefeitos no fim da semana e, no dia 23, esteja num evento que pretende mobilizar pessoas para dar um abraço na Avenida do Contorno. O presidente Lula também vem a Minas mais uma vez, até o dia 31.